Amor não se Pede
O Verbo na Pele
Não se pede o que já transborda,
Não se mede o que não tem fim.
O destino deu o nó na corda,
E amar você é o melhor de mim.
A tinta agora é nossa história,
Escrita em carne, sangue e luz.
Gravada além da trajetória,
Do amor que a gente se conduz.
O resto é eco, o resto é mudo,
Pois nossa pele diz tudo.
DeBrunoParaCarla
tem algo em você que não pede permissão
invade não chega… possui é como se seus olhos soubessem segredo que nem a noite teve coragem de guardar eu não sei se você é luz disfarçada ou escuridão que aprendeu a brilhar só sei que desde que te vi alguma coisa em mim ficou diferente mais frio mais fundo mais seu e o mais estranho… é que eu não quero me salvar disso.
“A vida não nos pede para chegar a lugar algum, apenas que tenhamos a coragem de desaprender o mapa.”
O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
Eclesiastes 3:15
Tenho coragem? Por enquanto estou tendo: porque venho do sofrido longe, venho do inferno de amor mas agora estou livre de ti.
Esperei extrair do meu casamento com Joe, amor, afeto e compreesão. Mas tudo naufragou num mar de indiferença
Peste, fome e guerra, morte e amor, a vida de Tereza Batista é uma história de cordel.
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. (…) Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.
Nota: Trechos de crônica de Martha Medeiros.
Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se no símbolo sem face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia apenas dentro dela.
O ser humano só valoriza o amor quando há perda ou risco de perda... Quase nunca durante sua encantatória vigência. Descobrir que amar é também saber amar e transformar a vigência do amor em vivência de amor, em algo bom, pelo gosto de viver e não pelo medo de perder, é sabedoria para poucos [...]. Amar é fazer um pacto de felicidade e não de dor. Quem porém sabe disso?
Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.
Vou procurar um amor bom para mim - no qual me reconheço e me reencontro, me refaço e me amplio, me exploro, me descubro.
É regra velha, creio eu, ou fica sendo nova, que só se faz bem o que se faz com amor. Tem ar de velha, tão justa e vulgar parece.
