Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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⁠⁠PEIXES VOADORESSE AFOGANDOS
NO TEDIO

⁠entre tantos robalos e tubarões no mundo
eu escolho amar você um bagre
teratista colecionador de olhos fritos lisos

esfriou meus pés
da cintura pra baixo
morri para ele
cinza nuvem de rancor
em alto mar não é amor

nevou no verão
jamais calcularia tanta frieza
ou destreza na força
de menino que um dia sonhou
tanto ter e tinha tudo que não cabia

uma montanha de prantos
os peixes voaram do aquário do jaguar dourado
o cozinheiro de cookes que um dia matou sua família
de peixes e foi ao teatro

eu não estou falando do Neville
que sentou no poodle
estou contando a história de
um faxineiro
homem viu

Tadinha da Neide
sei o que seios que não seios nem quero saber mas seios

genioso faxineiro fez tudo limpou a casa jogou fora
tudo sem pudor sem se importar se era real
me contou que fez macumba
ai que medo

meu santo é forte meu pai é Xangô
faz me valer com as armas de Jorge
e espada de Iansã
meu Buda Vixnu
e Pai de Santo vão te vencer
seu EXU


pois eu não ando só
e com elas eu fecho o seu ciclo de Rei
rebaixado caro ignóbil perdeu tudo o mar não está pra pássaro
nem o céu para peixe


PEIXES VOADORES AFOGADOS NO TEJO

Inserida por JeyneStakflett

⁠ A principal diferença entre justiça e vingança reside nos seus objetivos e métodos.
A justiça busca uma reparação justa e imparcial, baseada em critérios legais e proporcionais, enquanto a vingança é motivada por emoções pessoais, como raiva e desejo de retaliação, podendo levar a consequências desproporcionais e fora de controle.

Inserida por GABRIELFLYROCHA

Entre as feridas que o tempo deixou,
nasce um sopro de luz que insiste em ficar.

Inserida por Darlianecosta

Entre cicatrizes e primavera existe um território silencioso, onde a dor se transforma em sabedoria e o tempo, paciente artesão ensina a florir de novo.
É ali, nesse espaço que vive entre o que feriu e o que renasce,

Inserida por Darlianecosta

Nada é mais elegante do que a coerência entre o que se mostra e o que se é.
Em um tempo em que a imagem muitas vezes vale mais do que a verdade, ter coerência exige autoconhecimento e coragem(...)

Inserida por Darlianecosta

Enfrento uma batalha entre o que eu quero e o que eu sei.
O que quero é você.
O que eu sei é que não é possível.

Inserida por Rosane32

Oscilo entre a loucura e a sanidade.⁠

Inserida por Rosane32

Como é doloroso estar perto de você e sentir um mundo de distância entre nós.

Inserida por Rosane32

⁠Eu aprendi a sorrir entre as dores da vida.

Inserida por Rosane32

Entre todos, escolha você.

Inserida por literaturajovem

Entre o bem e o mal, passe BEM no meio

Inserida por literaturajovem

Há uma imensa diferença entre quem pensa e escreve, e entre quem copia textos e pensamentos alheios, sem dar crédito ao autor.

Eu, quando escrevo algo sobre a conduta dos homens, geralmente faço de modo universal, sem apontar minha pena para quem quer que seja, desta forma ninguém poderá me acusar de plágio leviano, nem dizer que estou a enviar recado para algum desafeto. Isto deve ser pelo fato de que, escrever tem sido meu ofício, e continuará sendo enquanto eu respirar.

Escrevo porque preciso me sentir vivo e capaz de contribuir com meu pensamento e análise sobre muito temas, contudo, não posso ter opinião sobre isto o aquilo, pois sempre incorrerei no risco extremo de ser injusto, pela complexidade dos assuntos em voga.

Me coloco sempre no centro da neutralidade, não é porque penso e escrevo que tenha o direito de ofender àqueles que possuem suas opiniões formadas sobre as coisas ou sobre pessoas.

É bom nunca esquecermos, talvez da única verdade absoluta que existe: Quem têm certeza, não raro, são pessoas questionáveis e perigosas, propensas a cometer equívocos e injustiças. Também são elas que gostam de se apropriar das ideias de outros e de publicar, como fossem decretos morais.

Inserida por EvandoCarmo

Eternidade, delírio da razão....

Quem salvará o homem do abismo
do silêncio que há entre o tudo e o nada?

A arte, a fé, ou o absurdo do não crer?

O que nos resta é a beleza
com o seu encantamento desmedido
a poesia irreprimível
do riso gratuito das crianças.

Se tudo isto nos faltar
apelemos para o amor
e para amizade...

Mas não esqueçamos
que sem o delírio da razão
não poderá existir
... eternidade.

Inserida por EvandoCarmo

Entre o belo e o absurdo

entre o belo e o absurdo
mora o silêncio, orquídeas
margaridas e hortênsias
de um jardim esquecido.

entre o belo e o absurdo
há dois caminhos, duas escolhas
um homem e uma mulher
uma porta aberta e um criado mudo.

entre o belo e o absurdo
há um arco-íris e um temporal
um desejo ardente, agridoce
uma fome santa, de mel, de sal.

entre o belo e o absurdo
há música de Wagner
delicadeza de Chaplin
e a poesia o mundo.

entre o belo e o absurdo
há cinzas de uma história
perdida, lágrima de sangue derramada
e uma taça de vinho a ser bebida.

Inserida por EvandoCarmo

Entre o Céu e o Inferno
Caso existisse céu ou inferno para o poeta
como seria sua chegada em ambos?
Depois de ser dispensado pelo secretário do diabo, o poeta foi ao céu.
No céu, um secretário de Deus lhe perguntou:
- Então o que foste na terra?
- Fui poeta, não fiz muita coisa. Apenas alguns poemas, amei algumas mulheres, bebi um bocado, mas nunca fui escravo de homens nem de Deus. Nunca roubei, nem feri um semelhante, mas não sou bom o bastante para merecer o céu, por isso fui primeiro ao inferno, contudo o diabo desprezou-me.
O Secretário de Deus, ponderou todo assunto e mandou que o poeta aguardasse um instante, pois iria consultar uma entidade superior, para saber se aceitaria ou não o poeta.
Voltando da consulta ao seu chefe imediato, o secretário perguntou:
- Então poeta,o que veio fazer no céu se nunca rezou para Deus nem para um dos seus santos?
- Não sei exatamente o que procuro no céu, devo ter me equivocado, o céu não me parece ser um bom lugar para se fazer poesia. Contudo, eu estava à toa por ir, portanto quis conhecer como vivem as pessoas no céu e no inferno.
- Entre todos que aqui estão, não se encontrar sequer um poeta do teu nível, aqui não é lugar para céticos, devo lhe dizer que também não será aceito entre nós.
o poeta deu meia volta, se retirou do recinto sagrado, da porta do céu, mas quando ia se afastando, ouvi uma voz lhe gritar pelo nome:
- Poeta, poeta, venha comigo, vou lhe mostra uma terceira opção, um lugar feito apenas para receber os poetas, um lugar entre o céu e o inferno, entre o bem e o mal.
O poeta seguiu a voz, depois sumiu num vendaval que passava todos os dias para recolher os poetas que eram dispensados por Deus e pelo diabo.
Evan do Carmo
às 18h do dia 29/05/2016

Inserida por EvandoCarmo

Sou poeta-escritor, entre os meus melhores livros de prosa destaco o Moralista e Ensaio sobre a loucura, são livros que desconstroem ilusões, não são confortos para almas deprimidas.
Edito revistas e jornais há muitos anos, sempre com o foco na divulgação de autores nacionais, sou editor, realizo projetos não sou vendedor de sonhos. Sem nenhuma alusão a Augusto Cury é claro, pois como escritor Augusto é um ótimo psicanalista.
Suas tesses são superficiais, mas são importantes para literatura médica, como tratamento psicológico, mas como literatura são tão ruins como as de Paulo Coelho.
Não é à toa que ambos vivem discutindo quem é melhor ilusionista, quem vende mais livros, coisas desta natureza.

Inserida por EvandoCarmo

Dá-me mais poesia

Dá-me mais ilusão, pois a ilusão existe
entre tantos sonhos e quimeras
eu quero a sombra das coisas tristes

Dá-me mais tolerância, pois a união existe,
entre o ódio e amor,
vivem a paz e a esperança..

Dá-me mais fé, pois o mito existe
ele é tudo sendo nada, um deus
que permite sonhar e alcançar o impossível.

Dá-me mais poesia, pois a fantasia é tudo.
e o mundo é nada.

Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

ENTRE A MESA E A CAMA

Entre a mesa e a cama
Um espaço a ser percorrido
Com a imaginação do corpo
Com a cumplicidade dos olhos
Com as mãos e os dentes do vinho.

A boca saliva, degustando o amor
Em goles de suspiros e de saudade
Entre a mesa e cama há um limbo
Que purifica as almas “encarnadas”
Onde os amantes recuperam a santidade,

Entre a mesa e a cama, o prazer
O brilho do mundo e o encantamento
Entre a mesa e a cama, o sonho
A conquista, o delírio de estar vivo.
Evan do Carmo 21/07/2016

Inserida por EvandoCarmo

Um diálogo entre o filósofo e o poeta- ambos habitam em mim

- A vida está passando, meu caro poeta, então o que foi que fizeste da vida?
- Fiz muitas coisas, aliás fiz mais poesia do que coisas, afinal as coisas se diluem com o tempo; já a poesia, esta flui como o rio de Heráclito, se transforma.
- Nada permanece para sempre, poeta, nem mesmo o rio, tampouco tua poesia se transformará em algo concreto.
- Mas o que queres dizer com isto, meu caro filósofo, tens tu produzido algo imortal, algum pensamento que suportará o crivo da eternidade, caso ela exista de fato?
- Creio que não, e, todavia, enquanto observo e descrevo o mundo sensivel, tu ficas aí com as tuas viagens metafisicas, tentando encontrar a razão para a existência do tudo e do nada.
- Quem de nós dois é mais alienado? As coisas são o que são, e isto não tem autoria intelectual, elas são como são, nós é que tentamos lhes dar outro sentido ou significado...

Inserida por EvandoCarmo

"O egoismo é um ato de desespero, não raro, do homem acuado entre a razão frágil e o instinto voraz e cruel..."

Inserida por EvandoCarmo