Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
independe das agressões dos outros e do tempo, o sol sempre acorda no horizonte ou entre as muralhas de cimento, e assim vamos sonhando novo caminho, buscando uma trilha melhor, voltando as nossas ilhas do interior, caindo nas nossas armadilhas de amor, sem dó do tempo.
Intervalo-me, intercalo-me entre afazeres e logo outro déjà-vu, alfajores argentinos pra inspirar, café em cápsulas descartáveis.
Intervalo-me, intercalo-me entre afazeres e logo outro déjà-vu como alfajores argentinos e bebo suspiros nos ares.
Me Relendo
Em teu olhar
No mar de mistérios âmbares
Me revendo
Pelos tantos cantares
Entre tantas orquídeas
E luares de vida
Restaurando meu jardim
Cuidando melhor
Dos ramos de mim..
Entre meus medos, destaco outros
não temo os loucos do pinel,
mas os dos lábios de fogo,
etílicos líricos com mel.
“Vagando entre minha ilusória intelectualidade e minha pré diagnosticada insanidade psicanalítica, me desvio para não tropeçar e tento não me tornar pedra de tropeço”.
Entre o falar e o fazer há uma ponte sobre um vazio infinito, cujas guardiãs são a coragem e a capacidade, somente os que as dominam conseguem atravessar e chegar ao objetivo pleiteado.
O tão perseguido e pleiteado sucesso, entre suas inúmeras abordagens, pode-se resumir simplesmente nas escolhas acompanhadas de ações que te movem, te elevam e te impulsionam adiante na jornada breve da passagem pela vida.
Entre pensamentos e ações há um caminho a percorrer. Este, pode ser comparado a uma escalada, uma subida desafiadora que é composta por degraus denominados de atitudes, decisões, planejamento, perseverança e foco. Sendo assim, diante do desejo de realização do imaginário, a força dos primeiros movimentos se faz necessária.
A teimosia garante muitos resultados aos seus adeptos, entre eles o de apequenar-se diante da evolução das realidades que os cercam.
O sucesso, entre outras definições, é a consequência da astúcia em identificar oportunidades e convertê-las em resultados positivos.
A partir de hoje,
são ventos novos, mundos novos.
Os corvos abrem meus olhos,
voam entre mim.
A maturidade substituiu as dores.
O caos vai ter fim.
"uau": interjeição monossilábica
que expressa supresa de forma ambígua.
entre todos os caminhos que levam para o coração,
imaginei qual a melhor forma dessa interjeição
encaixaria para receber o seu perdão.
querida personificação do amor,
você errou mais uma vez
e mais uma vez te canto aquele samba de uma nota só do jobim
porque meu coração já não aguenta mais aceitar um fim,
fui eu quem te disse:
"oh! cupido, vai longe de mim"
assim como celly campello,
mas você decidiu me acertar
e desenhar alguém que me desejaria
como quem se divertia com um novelo.
nem isso conseguiu superar meu ego.
não aguento tanto grude, tanto apego,
alguém que pelo amor estaria tão cego.
cansado de procurar alguém para amar,
eu como o rei de copas
ordeno chuva de flechas das minhas tropas...
de cupidos.
que cortem...
os corações feridos
por flechas com meus pedidos,
alguém há de aparecer como meu coração imaginou.
existe alguém nesse mundo
que seja bossa nova e rock n'roll?
que prometa me salvar do mar como david
até minha alma ganhar um vinco,
ou dançar no meu caixão como alexis
em um "verão de 85",
estarei esperando alguém para provar deste meu coração.
antes de dizer que eu só exagero e brinco,
deixei a minha porta sem o trinco.
entre os cortes rasos de uma faca cega
e os profundos de uma espada medieval,
aos imensos vórtices do espelho que refletem a estranha sinestesia
do cheiro do sangue vermelho que jorra de alguém que já se foi;
e ecoam o som dos passos rápidos de um mago que custa ao desvendar um mistério,
mesmo já sabendo para quem seria passado o trono do império,
ou do clero que arrasatavam suas túnicas ao chão etéreo
desesperados ao som do anúncio da guerra dos ingleses,
manchando de terra o pano branco lavado pelos camponeses.
um estranho caminho já traçado me leva a segui-lo inteiro passo a passo
sentindo o toque gelado da armadura de aço,
ao cheiro forte da sala do trono feito de couro legítimo,
os mapas do comércio marítimo
e as decisões tomadas para a próxima guerra,
as toras de madeira na lareira me esquentam
e ainda ouço elas sendo cortadas ao som da serra,
que em conjunto, formam um futuro já criado que se desenterra.
designado da passagem de um trono hereditário;
na cabeça, uma coroa que pesa desde o berçário
que resultava do trabalho árduo hierarquicamente vindo dos currais
de terrenos feudais,
no fim, acabamos todos como os nossos pais.
pelo castelo passeiam os plebeus e os bobos da corte
com falsas piadas disfarçadas de críticas sociais
sujando as américas e o europeu,
de quem desmerece tudo que passou, de quem nas trincheiras morreu.
não sou culpado, todo o meu futuro já está escrito,
desde quem mora em castas cobertos por vestes gastas
ou do mundo dourado da corte que será maquiado em alguns séculos por cineastas,
quem te dá a certeza que foi essa vida que valeu?
você me questiona muito, o por que de não mudar a realidade,
por que estamos em época de um histórico apogeu
elogiando um livro facilmente mesmo para quem nunca o leu,
entre quatro mil palavras e filosofias
diz que não nasci pra isso,
mas afinal, quem sabe para que nasceu?
A amizade é ponte invisível entre corações que se entendem no silêncio; não exige presença constante, pois não é medida pela frequência dos encontros, mas pela qualidade e sinceridade do vínculo.
A arte fala sobre os sonhos, da poesia e da divina harmonia entre todas as coisas mas quando ela grita e chora está comunicando e profetizando os possíveis mais terríveis pesadelos.
