Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Sabem qual é a diferença entre os crentes de hoje com os do início da era cristã? Que os crentes primitivos não amavam as suas vidas, não preocupavam com as coisas deste mundo, não temiam a própria morte, pois confiavam piamente na provisão do Eterno Pai, ao passo que nós os crentes destes tempos hodiernos, estamos preocupados em conquistar, possuir e desfrutar do bom e do melhor desta terra.
As muitas águas dos oceanos alçam grandes vôos, desabam ao solo e depois passeiam por entre as terras. E toda vida regada à sua semente, com o auxílio das muitas águas agregam os átomos que nas mais variadas composições se aglomeram nas infindas espécies de vida, num misterioso mover atômico a erguer as mais diversas formas corporeas de seres vivos, num milagre que atravessa gerações.
Quem me dera fosse um artífice das poesias, flertar entre o lúdico e a lucidez, navegar na licitude das vernáculas sem pestanejar. Talvez seja eu apenas o arremedo de um poeta.
As rosas encantam, possuem o poder em seus espinhos, preservando assim sua beleza por entre os caminhos.
O Poeta e a poesia se encontram entre a trusteza e a alegria. É um dom superior, ateado em fogo, pelo ódio ou amor.
Viver, vi ver a vida, entre idas e vindas, sobrevivi.
Dizer, diz ser vivente, entre chegadas e partidas, eis me aqui.
s] eu, nos nossos corações.
(Repita esta linha)
[Coro] Leve leve, seja o seu viver, entre planos e improvisos jamais queira retroceder. A vida é um instante, intensas as emoções, mas só se vive uma vez, e cada instante é importante, no meu no seu, nos nossos corações.
[Construção instrumental]
No brilho do olhar, há um mar de informações. Podemos tanta coisa presumir, porém jamais saber o que se passa nos corações.
[Introdução] Sob as luzes do alvorecer, tanta coisa para observar, mas nem tudo a dizer.
[Verso 1] Dia após dia entre tristeza e alegria. Assim segue a vida, cada instante um fato novo, preenchendo a História do nosso viver.
É mesmo assim, entre planos e improvidos, muito difícil compreender.
[Coro] Leve leve, seja o seu viver, entre planos e improvisos jamais queira retroceder. A vida é um instante, intensas as emoções, mas só se vive uma vez, e cada instante é importante, no meu no seu, nos nossos corações.
(Repita esta linha)
[Coro] Leve leve, seja o seu viver, entre planos e improvisos jamais queira retroceder. A vida é um instante, intensas as emoções, mas só se vive uma vez, e cada instante é importante, no meu no seu, nos nossos corações.
[Construção instrumental
Programado
Eu, Eu... Eu vi...
Eu vi minhas poesias escorrerem
Entre os dedos das mãos
Descobri no meu mundo
A inconstância do ser a vagar na razão
Movimento perdido, espírito adormecido
O desertar de um corpo
Eu, eu...
Eu era a seta
Mas não acertava o alvo
Por não estar plugado
Entre o mim e o EU
Espírito e alma, amor e calma.
Me procurei em mim
Mas eu não estava lá
Dei de cara com o vazio
De minhas angustia
Descobri que ao procurar
Nem sempre a gente
encontra o que busca.
Tudo isso é fruto do medo
Implantado em nós
Somos muitos, mas não podemos
amplificar nossa voz.
Eu, Eu...
Qual robô eu era programado
pra dizer sim ou não
Pra satisfazer você,
Mesmo que ferisse a verdade
do meu coração.
Em vez de Deus, consultamos Freud
Somos mantra do que pode
ou não pode.
Maquiagem a cobri semblantes triste
De atores tristes de um filme triste
Amizade
Você sabe qual o relacionamento
entre suas duas orelhas ?
Elas escutam juntas ...
Elas escutam e se calam juntas ...
Elas escutam e brigam juntas ...
Elas escutam e riem juntas ....
Elas escutam e choram juntas ..
Embora elas nunca vejam uma a outra ....
A amizade deveria ser exatamente assim !
Jamais se esqueça que o verdadeiro amigo é para sempre, igual as suas duas orelhas !!!
Boa noite amigo!!!!!!!
Os problemas do dia a dia
O equilíbrio entre a razão e a emoção permite a nós maior objetividade e doçura para lidar com os problemas do dia a dia .
Páscoa em Silêncio
As flores renascem, a mesa se enfeita,
mas há um vazio entre os talheres.
A cadeira vazia diz mais que mil palavras,
emudecendo os risos que já foram plenos.
A Páscoa chega com promessas de vida,
de recomeços, de fé restaurada.
Mas dentro do peito, uma cruz invisível
carrega lembranças mal cicatrizadas.
O som das crianças, tão doce, tão leve,
não alcança o canto onde a saudade mora.
E os sinos, que tocam chamando alegria,
ressoam em ecos de quem foi embora.
O coelho não veio, o ovo não importa,
se a ausência aperta feito espinho.
A ressurreição é para os fortes — ou santos —
eu apenas caminho, sozinho.
Mas ainda assim, entre sombras e dores,
uma vela insiste em não apagar.
Talvez Páscoa seja isso, no fundo:
esperar a vida… mesmo sem enxergar.
Eclipse Entre Nuvens
Deitados no quintal, num velho lençol,
Esperávamos a lua vestir seu véu.
O mundo em silêncio, o céu tão desigual,
E as nuvens dançando devagar no céu.
Um eclipse lunar — promessa tão rara,
Mas a noite insistia em esconder.
Entre os vãos das nuvens, a luz se preparara,
Mas logo sumia, sem se oferecer.
Tuas mãos nas minhas, frias, caladas,
Teu olhar perdido em sombras e bruma.
E as nuvens, como mágoas mal disfarçadas,
Cruzavam a lua, cobrindo-a de espuma.
Falamos tão pouco, sentindo demais,
Como se a noite soubesse o que fomos.
A lua se eclipsa, e nós — tão iguais —
Nos perdemos em silêncios que não domamos.
O céu chorava em nuvens sem cor,
E eu quis guardar aquele não-ver.
Porque às vezes até o amor mais amor
Se apaga sem a gente perceber.
Vivemos porque sentimos, afinal, que diferença existe entre um cadáver e uma pessoa insensível? Nada mais são do que duas faces diferentes da mesma morte
Entre Deus e um homem existe outro homem, no entanto ambos não podiam alcançar plenamente a purificação. Por que todo intermediário nascera no pecado; porém Jesus Cristo nascido Bio plasmaticamente pode oferecer a si mesmo; homem sem pecado.
Discernir entre vulgaridade e decência é próprio daqueles que não se misturam com a moda do mundo, que vai e volta, sem santidade e obediência ao Senhor.
Fale menos quando estiver entre os sábios, ouça e aprenda mais quando falarem diante de sua presença.
