Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Fingir que acabou, fingir que não tem mais nada haver entre nós dois, você não entenderia o que eu quero te dizer,
Só contesto o incontestável. Não é a vida uma eterna batalha entre o bem e o mal, possível e impossível? A vida é paradoxal.
No fim das pontas há pedaços de durex pra que elas passem com facilidade entre os pequenos buracos do tênis e mesmo assim continuo a pisar, no cadarço, em pessoas por aí. Esse parece ser o melhor modo de aquecer os pés, em vez do chão frio fico por cima delas, são quentinhas que nem bauru feito na hora.
No fim das honras, em ocasiões especiais, me arrisco a andar descalça sobre as costas de algumas pessoas, principalmente quando você diz que vai dormir comigo, como poderia subir na cama com pés gelados? Logo cedo eles derreteriam e com o lençol encharcado poderíamos morrer afogados.
No fim das dobras ainda sou naife, quebro duas ou três costelas em que vou pisando enquanto esquento o calcanhar, elas emborcam para fora como farpas e me arranham. Tenho acordado sempre com vergões, amanhece, finjo que fui eu mesma e ainda penso ‘preciso cortar as unhas’, sendo que o ideal seria o corpo todo, acabar com essa aflição.
No fim das contas não há números, e mesmo que houvesse, eu nunca fui boa em calcular. Só sei que você faz falta, não me pergunte por quanto tempo, são tantas horas seguidas a cada dia.
Quando você não está por perto deslizo pelas ruas com meus pés de gelo fingindo ser um elegante patinador.
Tingi de negro, entre as letras já escuras, como se fosse necessário as esconder, de mim, de você, do nós.
Molhei com leite seus manuscritos feito bolacha maizena como se fosse mais fácil assim os digerir.
Bati sua cabeça no tanque até todo sangue escorrer pelos olhos, enchendo dois baldes azuis e um anil.
Pintei as paredes de vermelho como pediu, pena que não está mais aqui para ver o esforço que fiz por você.
Eles se despem ondulando desesperos por entre buracos na estrada, tapados com terra-sangue de crianças desnutridas de amor.
Você desafortunada repousa em pianos, como se cada arpejo morresse depois dos toques terríveis de seus dedos.
Eu ainda temo, porque o que passa é sempre literatura que não da pra vender, então as jogo a frente, pra ter onde pisar e não cair em abismos.
Ela pergunta o que estou fazendo respirando, como se fosse tomar por charme o seu próprio ar.
Queria que a distância entre nós , fosse a mínima .. Fosse a de nossos lábios , entrelaçados , milímetros antes de um beijo . Queria só isso . Mas acho que é querer demais .
Alguns me chamam de louco, outros de idiota, a única diferença entre mim e eles, é que eu tento ser oque eles nunca serão.
Entre relevo, vegetação;
E os "ismos"
Imperialismo,
Nacionalismo,
Feudalismo,
Internacionalismo,
Populismo,
É genial,
É interdisciplinar,
As rosas dos ventos perfeitas,
Que nunca consegui fazer,
E altitude,
Quando for maior menor a temperatura
Lembro dos seis continentes
O maior:
A Ásia.
A América colonizada e explorada
Formou a América Latina.
Assim aprendi a formação mundial
A África não é um país,
É um continente desigual.
Vivo entre palavras
Busco traduzí-las aperfeiçoando-as no papel
E as sinto, as vezes na forma de amor, outras como fel
E não consigo adormece-las!
Existe grande diferença entre aprender com a própria experiência e aprender com a experiência do outro.
No que se refere ao aprendizado da vida, das conquistas desejadas, dos erros e acertos naturais do caminho, passar pela experiência é fundamental.
Entre vírgulas e reticências.Jamais um ponto final !
Sou milhares de vírgulas e infinitas reticências e jamais um ponto final.Posso ser a exclamação ou uma interrogação,mas nunca a certeza de um ponto final.
Alguns nos julgam com um ponto final e perguntam com uma exclamação e, a interrogação se torna ,depois ,um bom senso que concluiram no final .
E mesmo assim,continuo sendo a mesma.Aquelas milhares de emoções e um sentimento,as milhares de perguntas e um resposta,a certeza entre as dúvidas,a coragem no medo.Sou a vida em pessoa.Uma pessoa com vida,assim,como você e tantos outros.Mas nunca igual.Nunca a mesma.A mudança é a minha constante.
A liberdade existe! está entre a roda
trazeira e a dianteira...
... a diversão começa onde o asfalto
termina...
O verdadeiro piloto nunca v sua moto
como um investimento, seja ela d
qualquer modelo ou tamanho, v como c
fosse uma mulher, pela qual c
apaixonou um dia. Nada o impede d c
apaixonar várias vezes, até q um dia
ele descobre q sua paixão ñ é "aquela
moto", sua paixão é andar d moto!
´Oração do Dia
Moto nossa que estais no Grau
santificado seja nossa churrasqueira
que venha a nos os patrocinios assim
como nois corremos atraz da
gasolina.perdoai-ai nossas fugas dos
policiais assim como nois perdoamos
quem nao consegue nos pegar não
deixe-me cair sem proteção mais livrai
dos invejosos que que ver a gente
cair.....
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Essa é a trágica dinâmica da vida: entre o sonho e a desilusão, entre o planejamento e o imprevisto, entre a vontade do espírito e a força da natureza.
