Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
O zumbi metropolitano e a falta de visão:
Como caminhante entre estradas e matas de 3 estados brasileiros, no passado em 2004 2005, que fui, sei quando um item pode ser consumido sem danos, como alimentos caseiros empacotados, sem marcas conhecidas, e mesmo sem prazo de validade por estarem em boa preservação, assim como conheço quando um produto de limpeza caseiro é por vezes até melhor que os industrializados, não obstante noto a "matrix" a que vivem esses funcionários estáveis de cotidiano da empresa ao lar, e do lar ao shopping e cinema, além de uma visão de Hollywood ao que não conhecem, são lotados de mi mi mi, ou checagens inúteis, inclusive do próprio mel, que o verdadeiro se reconhece por ter cheiro e aroma de vegetais, como pinho, laranjeira e eucalipto, bem como própolis e resíduos de favos minúsculos, esse tipo de público exige, mas ingere coisas de péssima qualidade, só por chegar em embalagem bonita, consome e compra até péssimas jóias ou bijouterias somente porque vem em caixinha de veludo e notas fiscais!
Sir Mário Honorário
Entre o querer e o amar,
Eu me encontro e me deixo levar.
Mesmo que a dor tente me parar,
É no amor que aprendo a recomeçar. - Frase da música Entre o Querer e o Amar do dj gato amarelo
Eu desisti vou te deixar partir
Para dar um tempo e me reconstruir - Frase da música Entre o Querer e o Amar do dj gato amarelo
Difícil não é lutar pelo que se quer,
Mas soltar a mão do que se ama.
Entre sonhos e lembranças, eu me perdi,
No abraço que a saudade reclama. - Frase da música Entre o Querer e o Amar do dj gato amarelo
A discrepância entre os atos e as palavras de um indivíduo expõe a falácia de sua postura, desmascarando a hipocrisia que caracteriza sua verdadeira conduta.
O autodomínio é a harmonia entre o pensamento individual e as leis universais que regem a existência.
DIVIDIDO entre a força e a angústia que me impede de ter o que anseio, vejo a morte em tudo que acredito com a boca e ouvidos tapados. Essa divisão é um último pedido, último grito. Minha outra metade está em silêncio. Ouço a canção abafada; ela é linda, cheia de tristeza. Essa mulher que amo e que em mim vive para sempre será amada, mesmo longe ou distante. A metade de mim vive; a outra metade não mais, dividida entre dois mundos, um que está aqui e o outro que se foi…
Os olhos daquele que eu insulto já não sei mais de que cor são (...) já não vivemos entre seres humanos, mas num mundo de silhuetas.
Distante do que muitos imaginam, sigo muito feliz com as minhas tristezas entre sorrisos e gargalhadas. Por resistência converso baixinho com minha depressão ironicamente em diversos passos e tropeços de minhas tantas caminhadas. Diferente dos ditos coitadinhos aparentes, me curo me revigoro cada dia um pouco espalhando generosamente compreensão e felicidade mas sejamos coerentes por mais que não transpareça não sou auto-imune a nada.
Com advento da internet e das mídias digitais por uma esquizofrenia coletiva entre a dor e o medo temos bem mais a construção de personagens belos e sedutores do que seres humanos com personalidades generosas e saudáveis.
Entre tantas palavras e pensamentos trocados, ao longo de vários encontros nas noites cariocas, eu e o decano Arthur Poerner temos a mesma visão e convicção. Acreditamos na arte e na cultura como plataformas de resistência jovem e dinâmica neste "multimundo" de imagens, é por si a objetiva linguagem plena, a favor da verdadeira liberdade.
A nova economia de consumo competitiva distorce as virtudes sociais dentro das comunidades, entre preços e valores.
Entre irmãos a gente briga, fala um do outro para o outro para a Mãe ou para o pai, tios, tias primos ou primas...
Más tudo entre família.
Ser Brasileiro nato, também é assim. Falamos bem ou mal do representante do bairro, vereador, prefeito, deputado, senador, juízes etc. Más entre nós que estamos aqui, vivendo a nossa realidade.
Somos um País de gente aguerrida e com vontade própria.
Nós os Brasileiros de verdade, temos orgulho da nossa alegria e força de vontade de viver e conviver em superação constante.
Interferências externas de quem não viveu a nossa história, não são bem aceitas por brasileiros conscientes da história real do País. Não confundam os vendidos e covardes puxa sacos oportunistas financeiros com Brasileiros.
A sociedade ocidental e oriental contemporânea entre as crianças e os adolescentes, está muito doente. Princípios tradicionais e culturais tais como os de família, os básicos morais e os éticos humanos, foram todos suprimidos pela monetização fácil e pelo alcance de um maior numero se seguidores nas mídias sociais. Não existem mais valores só preços.
Por que você mudou a esse ponto,
a ponto de quebrar a ponte entre nós.
Quando tudo era maravilha, você se encantava,
se vestia de riso, prometia permanência.
Mas bastou a tormenta chegar
para você se perder de si mesma,
confundir medo com razão,
e chamar de caos aquilo que exigia coragem.
Se você parasse — só um pouco —
veria que ainda era possível juntar os fragmentos.
Mas preferiu espalhar acusações,
alimentar indecisões antigas.
Transformar o passado em arma.
O teu tormento não é sentença,
e muito menos justificativa para a derrota.
Não tente manipular o fim
quando foi a tua desistência
que ensinou o caminho a ruir.
Foi você quem envenenou a tua escolha.
Não tem o direito de acusar julgar condenar ninguém.
Poema - Entre rosas e espinhos
Dificuldade é tanto
No caminho vou andando
Desviando dos obstáculos
Pra não cair nos buracos
Às vezes me sinto sozinho
Existem dois caminhos
Não posso cometer erros
Buscar o caminho estreito
Entre leões e gorilas
Uma batalha por dia
Ninguém disse que seria fácil
Mas precisa ser ágil
Em questão de segundos
Pode girar o mundo.
A vida é maravilhosa
Mas como a rosa
Existem espinhos
Arames pelos caminhos
Que machucam por dentro
Trazendo sofrimento
Transformado em poemas
Se tem problemas
Preciso resolver na prática
Aprendi na aula de matemática
Pegar as pedras jogadas
Construir uma estrada
Seguir o caminho
Entre rosas e espinhos.
Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.
