Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Só se aprende vivendo
Entre buscar explicações e viver a vida, acredito que o melhor é vive-la, porque vivendo-a teremos as explicações que buscamos, o que é melhor do que ficar apenas nas indagações.
O tempo passa rápido, muito rápido, e poderemos, nas indagações, além de não ter as respostas para nossas perguntas, desperdiçar as oportunidades que a vida nos oferece de avaliarmos os pontos de vista que queremos sustentar a todo custo e que nos tem causado muitas cointrariedades.
Na dualidade da vida não existe meio termo. Ou se vive para o bem ou para o mau, ou se está na luz ou na sombra e o que é branco é branco da mesma forma que o que é preto é preto... Não existe ninguém menos bom ou menos mau. A responsabilidade da escolha ou de como queremos viver será sempre de cada um de nós.
A Morada Suprema
(Canto ao Senhor Krishna)
Senhor universal, em vestes humanas um dia entre nós te apresentastes. Possuidor de toda riqueza, fama, beleza, sabedoria e renúncia.
De forma infalível, de múltiplas formas, sem começo ou fim, Tu és o Derradeiro, o purificador, a Verdade Absoluta, o não nascido e Onipresente Senhor Krishna, aquele que penetra toda existência.
Brahman Supremo, de todas as criações és a origem, o sustentador, o mestre, a testemunha, a morada, o refúgio, o amigo mais querido, a criação e a aniquilação, a base do todo, o local de repouso, a semente eterna.
Tu és o iluminado dos caminhos da paz, do equilíbrio e do amor desta nossa era.
De Ti tudo emana, por Ti tudo se mantém e a Ti ao fim retornará. Todas as criações emanam de uma mera centelha de Teu esplendor e de Teu amor. Por Tua Vontade, a Raiz da Árvore, realiza-se o amor universal, a volta à Unidade, à Morada Suprema.
Luz divina, que as flores de lótus de Teus pés acendam em mim a chama do mais puro e sagrado em que há em Ti. Que tudo o que é impuro escorra, pelas gotas d´água, por suas pétalas. Que eu jamais seja contaminado pela lama do egoísmo e do materialismo.
Que no pântano da matéria jamais me toquem o mal e o desamor, mas que, ao contrário, floresçam a beleza e a riqueza de meu espírito.
Porque Tu és o amor puro dos amantes que lei alguma pode proibir,
a fonte de todos os mundos espirituais e materiais, aquele que existiu antes, existe hoje e existirá por todo o sempre.
Porque o espírito não tem fim, posto que é eterno e imortal.
E tudo o que vive para sempre viverá...
Se alguém perguntar por mim
Diga que fui ali
Conversar com meu Silêncio
e por entre canteiros azuis brincar de
eternidades.
Repórter: Piquet. Qual é a diferença entre você e o Mansell?
Piquet: Muita viu. Primeiro, ele joga golfe e eu jogo tênis. Segundo, ele gosta de mulher feia, e eu gosto de mulher bonita. Terceiro ele perdeu três campeonatos mundiais, eu ganhei três já.
Não adianta tentar se esconder entre essas publicações positivas demonstrando um equilíbrio emocional na sua vida. quando se trata de emoções reais, ninguém é forte como pretende demonstrar.
Existem as coisas conhecidas e as coisas desconhecidas. E entre elas, há portas.
"Transexualidade é a sintonia que une feixes de luzes desassociados entre si para ajustar o foco de maneira nítida e real. Não configura uma aberração e nem caracteriza um ser bizarro.
O gênero de uma pessoa é apenas uma condição que não afeta sua alma, seus sentimentos, crenças e tão pouco seu caráter.
O distúrbio do caráter e da personalidade transformam um ser humano em um ser abominável, egoísta, corrupto, cruel, sem princípios morais e sem arrependimentos. Já a definição de gênero, revela um ser antes desajustado e infeliz consigo mesmo em alguém agora em sintonia com sua essência e pronto para viver a vida, sem se esconder e nem mentir para si mesmo."
Luiza Gosuen
Eu conheço cada livro meu pelo seu cheiro, e só tenho que colocar meu nariz entre as páginas para me lembrar de todos os tipos de coisas.
Sou um misto de vendaval e brisa fresca. Em alguns momentos, me permito flutuar levemente entre a paisagem dos meus dias, em outros, me permite ser invadida por furações insanos que me atormentam o juízo, que me roubam a paz e me tiram o sorriso.
As vezes, me permito viver todas as estações do ano em um único dia. Em outros momentos, custo a me permitir experimentar uma única estação.
Sou assim, um misto de alegria e amargura; de encanto e desencanto; de felicidade e tristeza. Mas a única coisa que não me permito, em nenhuma hipótese, é deixar de ser intensa! É deixar de ser pura emoção e, sobretudo, pura verdade e doação.
Sou um misto de vendaval e brisa fresca. Em alguns momentos, me permito flutuar levemente entre a paisagem dos meus dias cinzentos, em outros, me sinto invadida por furações insanos que me atormentam o juízo, que me roubam a paz e me tiram o sorriso.
As vezes, me permito viver todas as estações do ano em um único dia. Outras vezes, custo a experimentar as sensações de uma única estação.
Sou assim, um misto de alegria e amargura; de encanto e desencanto; de felicidade e tristeza. Sou um misto de força e de fraqueza; um misto de calor, de amor e de frieza. Dentre tantas situações que me permito diariamente, algumas não consigo permitir, enquanto eu existir... Não me permito, em nenhuma hipótese, deixar de ser intensa! Não me permito deixar de ter franqueza. Não permito que me venham com dúvida, quando o que eu quero é somente certeza. Não permito que me trate com frieza, quem todos os dias tratei com delicadeza.
Sou assim, sou isso, sou esse misto.
Por distintos, porém, que vos logreis fazer entre todos, ainda que o mundo vos enrame a fronte de coroas, e o nome se vos grave entre o dos privilegiados na fama, não seja nenhum de vós confiado na sua suficiência, nem da sua glória se envaideça. Porque só há uma glória verdadeiramente digna deste nome: é a de ser bom; e essa não conhece a soberba, nem a fatuidade. Depois, a ciência é grande, mas os cientes, na infinidade do seu número, são pequeninos, como pequeninos são, contemplados do espaço, os maiores acidentes da superfície terrestre”. - (Palavras à Juventude)
"A diferença entre tentar e hesitar é que ao tentar, mesmo errando, você aprende. Já ao hesitar se mostra um erro só de não tentar."
O futebol sintetiza muito bem a dialética entre identidade nacional, globalização e xenofobia dos dias de hoje. Os clubes viraram entidades transnacionais, empreendimentos globais. Mas, paradoxalmente, o que faz o futebol popular continua sendo, antes de tudo, a fidelidade local de um grupo de torcedores para com uma equipe. E, ainda, o que faz dos campeonatos mundiais algo interessante é o fato de que podemos ver países em competição. Por isso acho que o futebol carrega o conflito essencial da globalização.
Todo povo que, por sua posição, se acha na
alternativa entre o comércio ou a guerra, é em si mesmo débil.
Deus fez um numero infinito de maravilhas.
Entre todas, tem uma que se destaca
pela sua beleza e preciosidade.
Olhe no espelho:
VOCÊ é a obra de arte
mais linda que Ele já fez
Entre fatos e frases de efeito, sou de sarcasmos e boa índole no mesmo tempo.
Sociopata talvez, mas sem rumo e objetivo, psicopata já me vi... Logo eu, sem estômago para ver sangue por aí. Me pergunto só mais uma vez onde é que tudo vai dar, pois entre um jantar e outro falando meras frases feitas de filósofos renomados, andei também nas ruas descalço ouvindo as vozes dos blasfemados.
Hoje só em meu quarto ou em um parque qualquer, sinto o silêncio dos mortos, os que já se foram, ou desencarnados como preferir. O silêncio gritante dos desesperados, ou somente eu no meio desse tumulto todo tentando me encontrar... Mas peço a vocês no geral... Já estou cansado de ver, ouvir, falar... Os que ousam ainda julgar
O Jardineiro e a Orquídea Rosa.
Vagava entre os jardins, regando algumas flores, observando a paisagem e sentindo o vento, algumas flores ainda brotando cheias de energia para descobrir o mundo, outras já mudadas, passando por vários invernos, suas aparências tristes, porém, aguardavam mais um verão em que pudessem erguesse novamente. O jardineiro passa, observando, regando algumas, sentindo aromas, e uma pergunta que o perseguia - qual é meu propósito? E ele se questionava - Tantas flores no jardim, o que devo fazer? Regar todas, cuidar de algumas?.
Em um novo dia de passagem pelo jardim, o vento sussurrou em seu ouvido, e o conduziu para uma parte do jardim que até então não conhecia, passava por lá todos os dias, mas nunca se atentou para aquele canto. Lá havia uma pedra, mas não era uma pedra natural do jardim, era uma perda que alguém havia deixado propositadamente, ao levantar aquela pedra encontrou uma flor, ela estava ali em baixo, amassada, sem cor e sem forças para levantar a pedra e ver o brilho do sol, o lindo jardim ao qual fazia parte.
Por algum motivo o vento sussurrou, o conduziu, e ele estava ali, diante daquela flor precisando de cuidados. E ele cuidou.
O jardineiro adubou, regou, e em meio a mudança e crescimento da flor, pôde começar a sentir seu aroma e desfrutar de sua beleza. Ele se apaixonou, era uma flor diferente de tantas outras do jardim, e passou a dedicar seus cuidados a ela, servindo de estrutura enquanto estava frágil, em dias chuvosos ele se molhava para protegê-la e dar mais conforto, e na ânsia de ver aquela flor bem, ofereceu tudo que estava a seu alcance. A flor mudou, as folhas que estavam quebradas foram cicatrizando, suas sépalas e pétalas mudando e ganhando cor, e o jardim ficou mais belo pois ela se mostrou ser uma linda orquídea rosa, feminina, forte, confiante de si.
Proporcionalmente a seu crescimento, suas raízes ficaram sólidas, ela pôde sentir novamente o brilho do sol, ver a paisagem, sorrir e se sentir flor. Agora com raízes sólidas, suas pétalas belas e de cor viva, sua estrutura firme, passou a suportar sozinha as adversidades das estações, os perigos que a cercava, e soube se proteger. Passou a depender menos dos cuidados do jardineiro, e decidiu ficar só.
A orquídea está lá no jardim, abrilhantando a paisagem, exalando seu perfume, mostrando sua beleza... talvez esteja esquecendo de sua essência, e o motivo que a fez se tornar o que se tornou.
Sem flor não há jardineiro, e sem jardineiro não há flor.
A diferença entre povo opressor e povo oprimido é apenas questão de ocasião, e a 'solidariedade com os oprimidos' é apenas o véu ideológico que busca embelezar e legitimar, de antemão, os massacres de amanhã. Esse reconforto 'ético' é, no fundo, uma fuga da consciência: todo povo oprimido esconde os lances vergonhosos de sua própria história, para poder acreditar-se melhor que os opressores. Não há um só movimento de libertação e de direitos que não se funde nessa mentira essencial, em que se afiam os espetos de futuros holocaustos.
