Amor entre Pais e Filhos
O país funciona como uma grande empresa.
Os "donos" são os banqueiros, filantropos, magnatas e megaempresários, aqueles que realmente detêm o poder e controlam os rumos da nação nos bastidores.
Os "gerentes" são os políticos, figuras colocadas à frente da administração, mas que, na prática, apenas representam e garantem os interesses desses "donos", tomando decisões que mantêm a estrutura operando conforme seus desejos.
E o povo? São os funcionários, a base que sustenta tudo. Trabalhadores que dedicam suas vidas diariamente, movimentando a economia, produzindo riquezas, mantendo a engrenagem girando. No entanto, em troca, recebem apenas o suficiente para sobreviver, enquanto os verdadeiros beneficiados desse sistema acumulam fortunas cada vez maiores.
O tempo de vida se perde no trabalho, o cansaço se acumula, a juventude se esgota. E, no fim, quem realmente lucra? Os donos da empresa.
O povo gasta um tempo enorme focando em políticos, sendo que quem realmente domina o país e o mundo são banqueiros e megaempresários (magnatas/filantropos). O povo acaba fazendo exatamente o que a mídia, financiada por esses mesmos indivíduos, deseja: agir contra os fantoches políticos. Nesse processo, o ciclo se repete e nada muda, pois o que de fato mudaria o cenário de poder seria a cobrança, a pressão e a ação do povo contra aqueles que realmente estão no controle: os banqueiros e megaempresários por trás do palco fictício montado pela política.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
O Brasil é um país muito grande, rico em nióbio e ouro e pedras preciosas. As belezas naturais são fascinantes. Mas as desigualdades sociais precisam diminuir e crimes como o tráfico humano não podem permanecer impunes. Não há no mundo inteiro um lugar tão lindo e com poucas catástrofes naturais e com clima tropical agradável como o nosso país.
A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
O País Não Precisa de um Mito
O Brasil tem uma doença política curiosa: transforma fracassos em símbolos e homens comuns em salvadores. Troca projeto por personagem, programa por slogan, pensamento por torcida. E, quando percebe o estrago, já está discutindo novamente o mesmo personagem como se a história lhe devesse uma segunda temporada.
O bolsonarismo não foi apenas uma candidatura. Foi a industrialização política do ressentimento.
Durante anos, ensinou-se ao brasileiro que pensar era suspeito, que ciência era conspiração, que imprensa era inimiga, que cultura era ameaça e que instituições só eram legítimas quando obedeciam ao lado certo. A política deixou de ser disputa sobre o futuro e passou a ser campeonato de indignações.
Agora, em 2026, o sobrenome continua em campo. Mudou o candidato, mudaram algumas frases, mas permanece a velha arquitetura: transformar medo em voto, conflito em identidade e adversário em inimigo. A política brasileira ainda é convocada a escolher entre o “nós” e o “eles”, como se um país de mais de duzentos milhões de pessoas pudesse caber numa guerra de grupos.
Não pode.
E aqui está o erro que parte da esquerda também comete: imaginar que basta chamar alguém de fascista para vencê-lo. Não basta. A democracia não se defende apenas denunciando a extrema direita; defende-se oferecendo ao cidadão uma razão concreta para acreditar nela.
O Brasil precisa de escola que ensine a pensar, não apenas a repetir. De saúde que funcione antes que a doença vire estatística. De segurança pública que não seja espetáculo. De emprego que não seja favor. De ciência que não precise pedir desculpas por existir. De Estado que proteja sem tutelar.
E precisa, sobretudo, abandonar a infantilização política.
Nenhum presidente é messias. Nenhum partido é dono da verdade. Nenhum eleitor precisa entregar a própria consciência na porta de uma convenção partidária.
O bolsonarismo prosperou justamente onde a razão recuou.
Por isso, enfrentá-lo não significa apenas derrotar Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer herdeiro eleitoral do sobrenome. Significa derrotar a ideia de que o Brasil precisa de um homem providencial para funcionar.
Não precisa.
Um país sério não procura um salvador.
Procura cidadãos.
E talvez essa seja a coisa mais perigosa que se possa dizer numa eleição: o Brasil não precisa acreditar em ninguém. Precisa aprender a pensar por si mesmo.
William Contraponto
Crescemos a chamar as nossas mães de heroínas e os nossos pais de vilões. Hoje, adultos, percebemos que talvez tenhamos aplaudido quem entregava o presente e ignorado quem se sacrificava para o comprar!
Quando jovem, reclamava dos meus pais. Saí de casa. Na faculdade, reclamava do curso de Psicologia. Mudei para Filosofia.
Aprendi que culpar os outros ou a situação não leva a nada. Só nos deixa parados. A verdadeira mudança começa quando paramos de reclamar e agimos.
Cada reclamação é um sinal para tomar uma atitude. É uma chance de sair do lugar e construir algo novo. Use esse incômodo como força para dar o próximo passo, por você mesmo.
A vida não acontece para você. Ela responde às suas escolhas e à sua coragem de mudar.
Deixar a casa dos pais é abrir asas num céu sem mapa. A alma treme entre a euforia de voar e o medo de cair. A saudade vira bússola; a liberdade, vento. As dificuldades são pedras no caminho, mas também degraus. Persistir é dançar com o medo e seguir. Aos poucos, você aprende a ser seu próprio porto, sua própria casa. Dentro de você mora uma força antiga, instinto de sobrevivência que tece recomeços. É redescobrir, reinventar, reviver, viver, aprender. Chegar não é perfeição: é florescer. E se um dia voltar, que seja por amor, ...
Amor... Coisa de Gente!
Se tem um lugar que os pais devem vigiar... é a escola. Porque é lá que formam a mente dos seus filhos quando você não está.”
#VigiaiEOrai.
Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?)
Meus dois pais me dão muito carinho
(Então porque você se sente sempre tão sozinho?)
Meus dois pais me compreendem totalmente
(Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)
Meus dois pais me dão apoio moral
(Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)
Só vou acreditar em milagres no dia em que a bancada evangélica desaparecer e o país se tornar laico de verdade.
Toda ditadura pode conquistar o território de um país; nenhuma consegue possuir definitivamente a consciência de seus cidadãos
389🙏🌹"Pais, pais, pais... Pena não ter sido, pena não ter vivido, pena não ter sentido... Passagens que passaram, momentos que perdemos, vidas desgastadas, coisas apagadas, sentimentos esquecidos, corações feridos... Tudo então perdido. O tempo foi cruel, mas também é curador. As dores que invadiu, o tempo apaga. A intriga é passageira.
País que amam seus filhos e que amam seus pais, não deixem nunca perecer o laço divino conquistado com grandes lutas. Sentimentos de amor pretérito onde o brotar fez viver, regar sempre...
Distúrbios que a vida causou, desencontros que a vida marcou profundamente e o ódio fez morada, machucando ambos. Lute, lute, não desista... Pois o amor é mais forte, resistente, duradouro, é infinito, é divino... Esse amor nunca morre, nunca esquece. Esse amor é de Deus e a morada é o coração... 'Viva esse amor'🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.
