Amor entre Almas
Desordem e regresso em uma nação condenada, entre esquerda e direita não andamos de mão dadas, puxando o gatilho da impunidade eles nos oprimem ocultando a verdade.
A arte de amar
Uma conexão de alma,
Entre dois corações
Um sentimento inefável,
Um sintoma inexplicável
Que transmite vibrações.
Uma aventura entre dois corpos,
Uma loucura sobre um colchão
Ah, que mistério,
O amor sincero onde se compartilha o coração.
Darei uma festa entre linhas,
Entre rimas de um poema
Desvendarei o que é o amor,
Através desse dilema.
Entre segredos e enigmas,
Procuro desvendar
Afinal, como se interpreta,
A arte de amar?
Poema: Um Sonho Chamado Theodora
Aline, em menina, entre brinquedos a imaginar,
Com suas bonecas, a maternidade a ensaiar.
Sonhava alto, um desejo puro a cultivar,
Ser mãe, seu destino, em estrelas a desenhar.
O tempo voou, e Aline viu sua espera findar,
Oitavo de julho, Theodora veio o mundo iluminar.
Anthoniella, seu nome, um tesouro a revelar,
Dons divinos nas mãos, uma vida a abençoar.
Desde então, Aline viu seu mundo transformar,
Laços e laçarotes, em pink a realidade pintar.
Cheiro de pureza, amor puro a respirar,
Uma essência de vida, delicadeza a brotar.
Amor de Aline por Theodora, difícil de explicar,
Um sentimento que transcende, sem limites para amar.
Além da vida e da morte, eterno a pairar,
Neste vasto universo, sempre a brilhar.
Não entre em discussão com uma pessoa que fala alto e agride com palavras. Se você fizer o mesmo, torna - se ignorante igual a ela. Prefira o silêncio, que é a melhor resposta de uma pessoa sábia.
As vezes a sabedoria do inteligente e confundida e interpretada como arrogância entre os ignorantes!
Entre os diversos dilemas modernos, destaca-se o receio de que as máquinas substituam os seres humanos. Este medo é contraposto pela esperança de que a automação possa solucionar a escassez de mão-de-obra em várias atividades que exigem habilidades motoras. Da mesma forma, há preocupações sobre a Inteligência Artificial (IA) suprimir certas funções, equilibradas pela expectativa de que a IA possa complementar as capacidades humanas, especialmente em áreas onde as novas gerações parecem enfrentar desafios, como interpretação, agilidade e foco.
No silêncio das lojas, entre pedras que guardam memórias antigas, ecoa a voz sussurrante da fraternidade, como um murmúrio de água entre os rochedos. Homens, artífices da alma, esculpem gestos de simetria e equilíbrio na pedra bruta que os alberga.
No ritual, desvendam-se símbolos entrelaçados, onde o esquadro mede a retidão da alma e o compasso traça os limites do saber. Sob a abóbada do céu estrelado, revelam-se mistérios como constelações esquecidas.
Reúnem-se à volta do templo, onde a luz ténue das velas ilumina o caminho, e nas sombras das colunas que guardam os segredos, ergue-se a sabedoria, forte e bela da tradição e entoada com a voz grave da experiência. É um cântico que atravessa gerações, ressoando no coração daqueles que, na busca constante pela luz, encontram a libertação.
"Cuidando das palavras com ponderação entre vontades e o necessário... Os atos insistem no laço a Lei do Retorno... Os erros na jornada esta em olhar ao lado e perder a atenção ao que esta adiante... O meu lugar não é no passado e esperar vontades alheias é areia movediça."
Não podemos nos calar; se temos o que dizer - cá entre nós - manter o silêncio é um crime… é um transtorno para o nosso futuro e, mais do que qualquer outra coisa, uma abominável postura mentirosa.
O futuro é somente mais uma oportunidade. Não menospreze o passado, apesar de já não estarem entre nós fisicamente, muitos souberam no passado tirar máximo proveito desta oportunidade que é a vida; compuseram, pintaram e conceberam obras eternas.
"VIDAS AMARGAS: Observamos agressões frequentes entre os casais com reflexões nos filhos; constatei uma jovem de 13 anos dizendo na televisão: Meu pai agrediu a minha mãe, ele está preso e minha mãe no hospital, tenho mais 2 irmãs de 11 e 10 anos, o que vamos fazer? Sem recursos financeiros e sem lar. Vidas amargas"
"A batalha entre o bem e o mal é transitória, mas a luz sempre triunfará sobre as trevas quando a fé e o amor guiarem nossos corações."
"Os passos da sabedoria são evidentes, proporcionando-nos a oportunidade de transitar entre a inteligência e a insensatez. No entanto, o acesso ao legado da sabedoria exige um preço elevado, composto de tempo, resiliência e paciência ao longo do processo de lapidação."
Rafael Serradura, 2024
"No ponto de encontro entre nossa imaginação e a realidade, reside o constante risco de nos tornarmos prisioneiros de uma realidade distorcida por nossas emoções e pelas imposições externas. A habilidade de discernir o que realmente nos pertence, em contraste com o que tentam impor sobre nós, é o caminho essencial para o autodomínio. Nesse contexto, o autoconhecimento emerge como uma força transformadora, permitindo-nos não apenas compreender nossas próprias narrativas internas, mas também desafiar e redefinir nossas realidades de forma consciente e autêntica."
(@marcellodesouza_oficial)
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
Categoricamente tudo tem a premissa entre o existir e a existência, e nessa improba vivência, nada se processa à exceção da aquiescência do criador.
Nossa altura real não se mede pela distância entre a cabeça e o chão, mas sim pela elevação da nossa consciência. É do chão ao coração que encontramos nossa verdadeira grandeza.
