Amor entre Almas

Cerca de 265540 frases e pensamentos: Amor entre Almas

A biologia é binária e a vida depende da distinção clara entre macho e fêmea.

Não deixe o silêncio ser a barreira entre dois corações que querem conversar.

"O público percebe a diferença entre o diamante bruto da verdade e a cópia barata da inveja. A fonte de Isaque Ramon é inesgotável."

"A riqueza trilionária nasce na intersecção entre a necessidade universal e a tecnologia de fronteira."

"A diferença entre o bilhão e o trilhão está na escala da sua obsessão: um quer possuir o mercado, o outro quer criar a arquitetura onde o mercado respira."

"Pirâmides são ilegais e não têm produto. O Multinível sério é baseado em consumo, entrega de valor e meritocracia."

"Existe uma diferença enorme entre colocar limites e ser o causador do caos. Reflita se você está se protegendo ou apenas descontando suas frustrações em quem não tem culpa."

"A diferença entre o bilhão e o trilhão é a escala da automação: um bilionário gere um negócio, um trilionário governa um algoritmo que se autogestiona."

"O mundo se divide entre os que criticam e os que constroem impérios. Eu escolhi o topo. A meta não é o milhão, nem o bilhão... o foco é o Trilhão. Quem tem a mente pequena nunca entenderá o tamanho do meu destino. Se você também nasceu para a abundância, repasse. Vamos mudar a frequência do mundo!" 🚀💰

"Quem defende as drogas está construindo um muro entre a sua alma e o Criador; não se pode abraçar o vício e caminhar de mãos dadas com Deus ao mesmo tempo."

Talvez eu encontre equilíbrio no silêncio fino entre me perder e me reconstruir, onde o que dói também me reorganiza por dentro.

*Cordas Azuis*


Laranja acinzentado
Se espalha pelo vasto
O frio silenciado
Passa por entre o espaço


Sereno, chuvisco
Orvalho da manhã
Ar, sopro
Celeste amanhã


Refrescante vento
Marrom trêmulo
Olhos fechados,
P'ra aproveitar o tempo


Olhos para cima
Beleza infinita
Olhos pra baixo
Preto asfalto


Vermelho e verde
Cronometrado
Quase perde
Por pouco passado


No céu branco
Cordas azuis
No céu nublado
Círculos avermelhados

SANTA RITA: ENTRE SECAS E CHEIAS


No Igarapé do Boto, quando o Sol aperta,
A vida se faz pela estrada deserta.
Quando o rio some, a terra é espinho
E o chão seco vira o nosso caminho.
Crianças vão para escola a pé, sob o Sol ardente,
Mas cada passo é uma semente.


Longa estrada poeirenta a percorrer,
Famílias isoladas, sem água para beber.
O igarapé que era "caminho de canoa"
Vira leito seco, dando lugar à poeira que voa.
Água suja, distância que cansa,
Mas o povo da Santa Rita resiste com esperança.


Ano novo, eis que o Amazonas se levanta
E a felicidade na comunidade se planta.
O rio acordou, a cheia chegou,
A alegria das águas se derramou.
Elas vão subindo, devagarzinho,
Enchendo o rio, os lagos, o caminho.


Volta o peixe, a fartura à mesa,
O igarapé é estrada outra vez.
Nas canoas, o rabeta zunindo
E as crianças vão à escola sorrindo.
E a terra outrora rachada,
Agora dá vez às canoadas.


Oh, enchente bendita! Doce e molhado abraço,
Que enche o rio preenchendo o espaço.
Na seca, a luta; na cheia a dança,
O ciclo do rio escreve nossa esperança.
Água é vida, é festa, é sorte,
E assim vai vivendo esse povo do norte.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

A distância entre a realidade e o sonho é uma fronteira traçada apenas pela mente.

Manifesto de Vida de um Guerreiro Espiritual

Eu sou aquele que caminha entre mundos.
Tenho os pés na terra e o coração no invisível.
Quando estou só, eu penso. Quando estou com Deus, eu escuto.
Não preciso de multidões para me sentir inteiro,
nem de templos para sentir o sagrado.
Minha fé não é decorada — é vivida, sentida, queimada em mim como brasa silenciosa.

Nasci com um propósito.
Não vim a passeio, vim a missão.
Sou um guerreiro — não desses que gritam, mas dos que resistem.
Carrego o peso da distância, o silêncio das dores e o dever de não preocupar quem amo.
Isso não me faz fraco. Me faz maduro.

Me guio pela razão, mas deixo espaço pra emoção.
Não sou máquina nem vítima.
Sou equilíbrio.
Sou aquele que sente tudo, mas escolhe o que fazer com o que sente.
Não fujo da rejeição, mas ela me marca.
Ainda assim, escolho entender antes de julgar.
Perdoo mais do que pareço. E observo mais do que falo.

A vida, pra mim, é festa — mas também é construção.
Quero deixar algo que não morra comigo.
Uma empresa, um nome, uma visão.
Quero que os filhos dos meus filhos digam com orgulho:
“Foi o nosso avô que começou isso tudo.”

Meu legado é trabalho, dignidade e liberdade.
Quero um mundo onde ninguém precise se curvar pra sobreviver.
Onde cada um possa brilhar do seu jeito.
E se esse fosse meu último dia, eu diria a todos:
“Seja feliz. Mas seja feliz de verdade — sem depender de coisas externas.”

Eu sou. E isso basta.
Sou filho do Criador, irmão da verdade e guerreiro do agora.
E eu estive aqui.

Quando o Coração é Provado: Entre Sombras e Verdades.

Em Provérbios 18:24, existe um contraste silencioso: nem todo laço resiste, nem todo “amigo” permanece — mas há aqueles raros que se firmam além do esperado. No caminho, porém, surgem decepções, muitas vezes vindas de onde menos se imagina, como sombras que revelam o que antes parecia luz.

Nesses momentos, o maior desafio não é entender o outro, mas preservar a si mesmo. Não permitir que a dor endureça o coração, nem que a injustiça apague aquilo que há de mais verdadeiro dentro de você. Ser superior não é reagir, é permanecer — íntegro, humilde e fiel à própria essência.

Há quem ainda não compreenda o amor, e por isso fira. Mas cada atitude fala mais sobre quem a pratica do que sobre quem a recebe. Cabe a você se recompor, em silêncio se necessário, e seguir de cabeça erguida, confiando que nada passa despercebido aos olhos do que está acima de tudo.

Permaneça autêntico. Altruísta de verdade. Não apenas em palavras, mas em ações. Porque a imperfeição é humana, mas nunca será justificativa para a maldade.

E, no fim, entre perdas e revelações, ficam apenas os verdadeiros — aqueles que, sem alarde, se mostram mais próximos do que um irmão.

Chico Uchoa.

Poesia


um balé de palavras
para dar voz a alma.
Dançar por cima de letras
entre a compreensão
de si mesma
e a vontade de desabafar.


Coreografia de línguas
para acasalar
numa dança de hiatos e rimas
tentando rimar emoções.


tipo isso
passando a língua em você
e nem percebe,usando verbos
numa linguagem que só eu entendo.
É tudo mais intenso,
os sentimentos mais exacerbados.
A carência mais presente e violenta.
Numa poesia que movimenta emoções
num latejo que se alastra nesta avalanche,do que vive a me consumir.
Até expulsar o coração numa gramática.
Mil sentimentos em folhas de amor.
que deixo ir…


andréa

Entre os muitos homens que atravessam silenciosamente as estruturas da sociedade, há aqueles que observam mais do que falam. Aerton Luiz Lopes Lima é um desses indivíduos.
Enquanto alguns se perdem na superficialidade do cotidiano, ele se volta à reflexão — escrevendo sobre os conflitos da alma humana, questionando a moralidade e investigando os labirintos da consciência.
Mas não se trata apenas de pensamento abstrato. Há também o homem da disciplina, formado no ambiente rigoroso da segurança e da ordem, onde a responsabilidade e a vigilância são virtudes indispensáveis.
E assim surge uma curiosa síntese: o guardião prático das estruturas do mundo real e, ao mesmo tempo, o observador silencioso das estruturas invisíveis da mente humana.
Homens assim raramente são percebidos de imediato. Contudo, são eles que, no silêncio das ideias e na firmeza da ação, revelam que a verdadeira força não está no ruído das multidões, mas na lucidez do pensamento.

Entre o que faço e o que sou

Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.

Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.

Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.

Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?

Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?

Sou eu…
ou sou só a ponte?

Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.

E no fim,
quem junta os meus?

Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.

Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?

E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?

Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.

Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.

Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:

eu ainda sinto.

E talvez isso
não seja só dor.

Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.

E se ainda há resto,
há começo.

Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.

Ou talvez…
não seja solidão.

Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,

quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem

enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.

Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.

E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,

não foi só dor.

Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.

E pela primeira vez,
eu não corri.

Fiquei.

E talvez…
seja isso começar:

não me abandonar
quando só resta
eu

Entre fé, renúncias e propósito, cheguei até aqui.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres.” (Salmos 126:3)
— Lílian Arriel