Amor em Silêncio

Cerca de 2700 frases e pensamentos: Amor em Silêncio

Quem não quer
Nem precisa dizer não
Só o silêncio já basta
Pra ser açoite do coração

Inserida por OscarKlemz

"" Qualquer coisa, menos o silêncio dessa solidão...""

Inserida por OscarKlemz

"" Quando começar a preferir o silêncio. fique esperto, pode ser a idade te convidando a se acomodar...""

Inserida por OscarKlemz

"" O silêncio às vezes é a resposta que nenhuma palavra pôde perguntar...""

Inserida por OscarKlemz

"" Para quem ficou apenas com o silêncio
eu até gritei demais
sufoquei a alma
em busca da emoção
em busca de uma razão
que pudesse fazer você ouvir
o que dizia meu coração
e essa sensação
de que tudo foi em vão
abriu em meu peito uma certeza
certeza de que nunca fui nada pra você
nada além de uma simples passagem
tá certo, fui apenas passagem
aquela que acontece por acaso
aquela, que ninguém dá valor
mas espero que entenda
você foi a coisa mais importante
que aconteceu em minha vida
e independente daquilo que sou pra você
quero que saiba
que você foi e é meu único e inesquecível amor...

Inserida por OscarKlemz

Tem horas que só o silêncio é acolhedor
só ele sabe, só ele grita
tem horas que aquietar é pedir socorro
ajuda que não vem
pois silêncio é agonia
daquilo que não se tem...

Inserida por OscarKlemz

"" O que há de se dizer quando o silêncio é soberano
quando ouvir o seu recado?
alguém pensa que sabe tudo
quando escuta ruídos na madrugada que sempre lembram
um amor que partiu
abrem-se as portas que por anos estiveram lacradas
volta o passado numa viagem sem fim
vieram meninas e meninos inteligentes,
ditando novas idéias
novos ideais
mas tinha uma velha chata
que tudo criticava, tudo sabia
e sendo a dona do destino
se mantinha...
quanto tempo ainda restará antes da partida do poeta
antes de outras novas vozes chegarem
os ônibus trazem novidades para a feira
que sempre convence com poesia
comprarei outro livro
para livrar-me da ignorância, dos medos
pois é receoso ficar à margem de uma estrada
onde um boiadeiro desapareceu...

Inserida por OscarKlemz

"" Em respeito a possibilidade de eu estar enganado, silencio e sigo esperando por você, mesmo que nunca a tenha, terei feito o que sempre fiz. amei...

Inserida por OscarKlemz

"" Às vezes a alma quer gritar, mas o silêncio, ah!! o silêncio vale ouro...

Inserida por OscarKlemz

" E se o meu silêncio te falar tanta coisa
e os teus olhos sentirem saudades dos meus
e se a vida disser que sim
quem de nós dois
ousará dizer que não...

Inserida por OscarKlemz

" Eu poderia te falar mil coisas,
mas o meu silêncio
te falará um milhão...

Inserida por OscarKlemz

DA GÊNESE INVISÍVEL DO VERSO.
Antes do primeiro poeta, já havia silêncio.
E o silêncio não era vazio. Era potência.
A palavra não começou na boca humana. Ela começou na necessidade metafísica de significar o mundo. Quando o primeiro ser consciente contemplou o céu e sentiu a vertigem do infinito, ali germinou o germe do poema. O verso nasce no assombro. Nasce da insuficiência da prosa diante do mistério.
A linguagem ordinária organiza. A linguagem poética revela. Por isso o poema não é invenção arbitrária, mas emergência. Ele irrompe quando a realidade excede os limites do discurso comum. Surge quando o espírito percebe que há algo que não pode ser dito diretamente, mas apenas insinuado.
A tradição sempre intuiu que o poeta não cria do nada. Ele participa de uma corrente anterior. Na Antiguidade, falava-se em inspiração. Não como superstição, mas como reconhecimento de que a consciência individual é atravessada por conteúdos que a ultrapassam. O poeta é médium da memória cultural. É intérprete de uma herança invisível.
O útero simbólico de onde procedem os poemas é a própria história do espírito humano. Cada geração deposita ali seus temores, seus êxtases, suas quedas e suas redenções. O escritor que nasce em determinado século não começa em branco. Ele herda mitos, ritmos, arquétipos, formas. Ao escrever, ele reorganiza esse patrimônio.
Sob a perspectiva psicológica, o verso é condensação de experiências arcaicas. Sob a perspectiva metafísica, é atualização de princípios permanentes. A imagem do útero mantém-se rigorosa. Há concepção, há gestação, há parto. O poema exige maturação interior. O precipitado é apenas discurso ornamentado. O verdadeiro verso é aquele que atravessou a noite da consciência.
A continuidade entre escritores não é mera influência externa. É consonância estrutural. Quando dois poetas separados por séculos expressam angústias semelhantes, não é coincidência. É a condição humana reiterando-se sob novas circunstâncias históricas. O estro é continuidade do humano diante do enigma.
Não há criação autêntica sem humildade diante da tradição. A ruptura que ignora o passado empobrece-se. A inovação legítima é transformação, não negação. O novo que possui densidade é aquele que conhece suas raízes. A árvore que despreza o solo seca-se.
Assim, o metapoema reconhece sua própria origem e ultrapassa-se pelas entranhas permissivas de quem é leitor e criador . Ele sabe que fala de si mesmo enquanto se produz. Ele assume que sua voz carrega ecos. Não reivindica isolamento. Reconhece-se como elo de uma cadeia que começou antes e continuará depois.
O ponto final não encerra o processo. Ele apenas delimita uma forma provisória. O silêncio que o sucede já contém o germe do próximo verso.
E é nesse ciclo ininterrupto que a poesia se mantém como testemunho da grandeza e da fragilidade humanas, perpetuando-se como chama que não consome apenas papel, mas ilumina consciências através dos séculos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A maior força mora no silêncio das batalhas invisíveis, guerras travadas na sombra do coração, onde o grito se converte em segredo guardado, e o triunfo, quão um pássaro alado, que insiste e entoa suave e eterno,
planando oculto entre as folhas do tempo, feito um conto antigo sussurrado pelo vento.

Inserida por TiagoScheimann

⁠A resistência é uma arte que mora no silêncio, como pinceladas secretas sobre a tela invisível da vida, onde o que não se vê se transforma na mais imensa forma de força.

Inserida por TiagoScheimann

Carrego em mim

o silêncio e a jura,

mesmo sem ter

jamais te ouvido

antes na vida,

e me fixo tua.



Cabe a nós

o recato para

a preservação

daquilo que

nos espera

e faz o coração

permanecer

em sinfonia.



Quando o amor

é inevitável,

os astros dançam

no absoluto

e indomável,

em nós o paraíso

já é impenetrável.



Certa daquilo que

nos une e move

as montanhas,

venho preparando

o quê há de ser

além dos dias

e distâncias;

e assim será.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

imagina,

que eu

te quero

em silêncio,

poesia

açucarada

e com o 'quê'

da mística

incidental

das flores

das dunas

que nasceram

aqui no vale,

e mesmo que eu

recatada me cale,

saiba que daqui

para frente

cada letra só

será para você.



Eu não pertenço

a esse mundo,

e sim a cena

do suave beijo

a enternecer,

e a sua mão

irreversível

que virá

por debaixo

do vestido

me fazendo

enlouquecer.


Porque eu

te quero,

e é mais forte

do que eu,

o meu desejo

cadencial

é bem assim:

repleto,

intenso,

urgencial

e cheio

de mel.


Não vai passar,

porque sem

se conhecer,

algo em ti

me reconheceu

de forma

inefável,

e te fez oceano

pacificado

para me receber,

porque de maneira

doce e inefável:

já me tens

inexplicável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O seu silêncio não me engana,
E tampouco a tua ausência.
O teu peito sempre reclama,
E quer o meu por excelência.

A sua emoção pela vida,
E repleta de malícia.
A sua forte experiência,
E que deseja-me rendida.

O seu silêncio não me engana,
E tampouco menos escraviza.
O meu peito é cheio de liberdade
E sou feita de inteira [poesia].

A tua convicção de que só se vive
- uma vez -
É distante da minha razão que segue
A luz do amor e a voz do coração,
A minha vida é vivida com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É uma provocação nesse teu silêncio que não silencia, Eu me calo, A poesia denuncia - é assim que começa o amor e sua magia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No silêncio do teu olhar castanho misterioso, Vamos nos desvendando um ao outro, Estamos endoidecidos com o amor e seu feitiço delicioso...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Com toda a doçura

que há no meu peito

em silêncio te espero,

e sei que me tens

ocultado do Universo.



Com toda a gravitação

que há em ti

sobre mim pairando

por savanas tropicais

e subtropicais:

a certeza sobre nós

construiu um cais.



Com toda a ternura

que há no teu peito

em silêncio te espero,

e sei que já temos

a Lua por testemunha.



Com toda a redenção

que há para nós

da loucura do mundo

e a tranquilidade

que só o amor possui:

a beleza da canção

trouxe ritmo e paixão.



Com toda a expectativa

do que está porvir

o silêncio é preparação,

e sei que já nos temos

sob a Lua e sua proteção.

Inserida por anna_flavia_schmitt