Amor e Odio Sao Iguais
É estranha a sensação que você deixou quando se foi. Vazio e escuridão são nada perto da certeza do nunca mais.
O que eu não suporto no futebol são torcedores modinhas. E não falo apenas daqueles que fingem amar um time quando ele está em um bom momento. Mas também daqueles que fingem odiar um time porque todo mundo odeia. Tem muita gente odiando o Corinthians sem saber o porquê.
As pessoas mais tristes são as que tentam tornar alguém triste. As pessoas mais ridículas são as que tentam fazer alguém se passar por ridículo. As pessoas mais feias são as que tentam fazer alguém se sentir feio. Não tente causar mal-estar a ninguém, ou você só irá causar mal-estar a si mesmo.
A palavra fim, lembra lágrimas. A palavra começo, cheira a livro novo e beijar quem se ama são como orações de agradecimento por dádiva recebida.
Os momentos felizes e até mesmo os tristes são como boas fotografias: quando contemplados transformam saudade em algo semi-físico.
O silêncio são para os omissos e o seu ponto de vista é apenas mais uma opinião em meio a tantas outras, assim, como isso que digo.
Trânsito sensacional. Placas, faixas e sinaleiros são meramente decorativos. Seta é acessório opcional - na hora de comprar o carro você opta “sem seta” e ganha um desconto básico. Motoqueiros se multiplicam como gremlins. Atirar lixo pela janela, para muitos, é atitude escusável. A cada parada, você acumula um panfleto, assiste de camarote a um show de malabarismo e é quase coagido a compartilhar sua renda com pedintes e flanelinhas. E ainda há aqueles que pensam garantir sua vaguinha no céu estimulando a miséria e a mendicância.
São Paulo é um exemplo de determinação e coragem, diante das tribulações:
“Estou cheio de consolação e transbordo de alegria, em todas as aflições.” (2Cor 7,4)
“Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada? (...) Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou.” (Rm 8,35.37)
Para que foste teu!
Ó MAR!
Quanto do teu sal são lágrimas?
Minhas, suas, humanas e mundanas.
Amores, sonhos, desejos e planos;
Perdidos, refeitos. achados e concretos.
Quanta vida...
Tanta Morte...
Grandeza proporcional a sua imensidão generosa,
Berço confortável de chegadas e partidas,
Recepção do todo e tudo.
Inundação raivosa,
Vazia,
Cheia.
Cessão de espaços,
deixou banhar-se.
Colocou-se abaixo de todas as águas.
Na humildade,
Tornou-se.
Cumpriu-se o mar,
e o império se desfez e o poeta se refez.
Ensina-me o sal o aprendizado de espaços,
Consciência de sonhos reais.
Realidade.
Ceder sorrindo,
Enraivecer-se inundando,
Concretizar sumindo,
Doar recebendo.
O experimento.
Aquele que sente o amargor da perda,
saberá valorizar o doce sabor do ganho.
A Consciência.
Leva-nos livres.
E aquele olhar, humano, diante do milagre do sal,
pode repousar tranquilo ao perigo e ao abismo,
que generosamente nos espelha o céu!
O óbvio não existe. O que existe são análises bem ou mal feitas sobre conjunturas que temos ou não capacidade de avaliar.
Tudo o q sai de mim é fato...já o q recebo são um emaranhado de falsas informações ao qual me perco ...desconheço todas as verdades... Mais tenho plena consciência do q é realidade.
