Amor e Odio Sao Iguais
Eu nunca deixei de te amar, apenas parei de insistir.
Por isso te deixei livre para partir.
O amor não aprisiona, liberta o outro para ser feliz.
O objetivo é ver a quem se ama sorrir.
Sorriso entre beijos
Faz tanto tempo
Que eu não me sentia assim
Chega mais perto
Você faz muito bem pra mim
Quando estou contigo
Tudo é tão especial
Você tem o dom
De levantar o meu astral
Se existe amor a primeira vista
Eu não sei
Mas não me esqueço do dia
Em que te beijei
Foi tão intenso
E eu não posso negar
E se for sonho
Eu não quero acordar
Foi tanta loucura
Paixão e desejo
Olhar de ternura
Sorriso entre beijo
Mudou minha vida
Fez meu mundo girar
Hoje o mais importante
É poder te amar
SONG: STAY WITH ME
LOVE ME
OUR LEAVE ME
STAY WITH ME
WHEN I SEE YOU
MY HEARTH IS IN CHAINED
I DONT CARE
WHAT ANYONE SAYS...
LOVE ME
LOVE ME
LOVE
A cor preferida:
Quando penso nos seus olhos, eu gosto da verde;
quando lembro da sua pele, eu admiro a preta;
quando observo seus lábios, sem dúvida é a vermelha;
mas quando recordo seu jeito de me olhar, tocar e beijar...
eu amo mesmo amar-ela.
Uma Carta à Aline: Reflexão sobre valores
“Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão” (Chico Buarque)
Cara Aline, Você postou minha foto em um dos eventos da nossa querida Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. Não sabe a alegria que toca minha alma ao recordar um momento tão sublime, tão encantador que, ao mesmo tempo nos eleva e nos une como humanos.
Porém, ao mesmo tempo em que me enche a alma de felicidade, me provoca no espírito uma imensidão de questionamentos, me levando a uma reflexão sobre tudo isso, com ênfase sobre os valores escolhidos pela Humanidade.
Será, doce amiga de minha alma, que é isso que o Mundo deseja?
Será que esses valores que temos perseguido desde sempre, como amizade, bondade, gratidão, trabalho honesto, melhoria na qualidade da arte e da educação à nossa volta (melhorando, assim, a qualidade do Ser Humano), melhoria nas relações sociais, melhoria na administração pública, reflexo direto da melhoria na Educação, são de fato os valores que interessam ao Mundo?
Não seria Aline, mais fácil remar a favor da corrente? Será que desta forma não seríamos mais “apreciados”, seríamos vistos e apontados por amigos e familiares como “exemplos” de sucesso a serem seguidos (assim como o tal “Eike” e tantos outros)?
Será que as tantas e quantas noites mal dormidas, ou não dormidas, por uma vida toda, saindo de nós mesmos para que outros pudessem dormir tranquilos, não teriam sido melhor aproveitadas se simplesmente tivéssemos olhado para nosso próprio umbigo, para as “conquistas do dia seguinte”?
Será que nossa pressão alta, ou baixa, não estaria no “normal” se tivéssemos levado a vida com mais festas e mais riso, e menos “siso”?
Será que, de fato, o fato de termos acreditado sempre, e visceralmente, que a honestidade e a bondade podem vencer um dia, nos levará a dias melhores? Será que um dia alguém irá se preocupar em separar a realidade da fantasia e, seremos, de alguma forma reconhecidos por isso?
Será que um dia, enfim, nossas portas se abrirão e deixarão entrar a gratidão, bálsamo para as feridas da estrada?
Olhando a foto, volto ao que estava pensando naquele momento solitário, absolutamente solitário, envolto por uma aura de esperança e fé. Naquele momento eu, sentado ali, olhava a preparação do espaço, o chegar das pessoas, e agradecia por ter a oportunidade de dividir tão intenso momento com pessoas tão especiais.
Confesso-lhe que, olhando para trás, me pergunto se tudo isso tem valido a pena, se, de fato, nossa busca por um mundo melhor, mais humano, mais irmão, mais grato, tem gerado resultados.
Lá atrás, se tivéssemos pensando nos louros das glórias que se nos apresentavam, em vez de pensar na melhoria do “humano”, em vez de pensar na construção de algo melhor, mesmo com os olhos obnubilados, será que hoje não estaríamos mais “confortáveis”?
Vale, afinal, a pena, acreditar que você, como célula única, pode contagiar outras pessoas e fazer a diferença?
Depois de tantas tempestades cobrindo teto alheio, depois de tantos invernos sem cobertor para que outros não passassem frio, depois de tantas desistências para que outros fossem assistidos, digo a você que tenho dúvidas.
Sim, tenho dúvidas, muitas dúvidas! E meu coração se agoniza, como se fora um coração poeta meu coração se agoniza.
Mas, cá entre nós, confesso que não há outro caminho, tornei-me um viciado em acreditar, tornei-me um dependente do amar, tornei-me um “louco” a esperar, e a esperança é a única coisa que me move, a esperança de que um dia, afinal, possa dizer: VALEU A PENA!
Um terno abraço de seu afilhado.
“Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão” (Chico Buarque)
DELINEANDO
(Renata Guimarães e Edson Nelson Soares Botelho)
Escaneando os meus sonhos
E suas raízes com pura energia
Formentando competências adquiridas
Para olhar com firmeza o seu propósito
Não fingir alegrias que não sente
Decidindo tornar-se capacitado
Desenvolvendo uma coragem absoluta
Para navegar nessa tremenda magia da vida
Atraindo coincidências inimagináveis
Para definir com clareza tudo o que quero
Sendo honesto comigo mesmo
Para lutar com coerência e abundância
Em um caminho repleto de riquezas
O destino ajuda se eu insistir
Ah! Quem me dera a eternidade.
Para fitar o céu e viver no infinito,
Sem contar a tenra e saudosa idade.
No meu eu, um amor que fito.
Quando voce ri
Eu rio assim: torto
Rio manso
Rio gostoso
Rio longo
Rio devagar
Rio sem medo de afogar
Rio do tipo arrepio
Sem medo eu fui nadando
Nadando para o mar
Vi nosso amor morrer
Minha lagrima escorrer
Correndo pro mar
Nasceu e morreu
Feito ilusao
Deixo aqui
uma velha cançao
Pois meu amor
ja nao quer mais falar
quebrou-se na praia
com a jusante do rio
Com a onda do mar
Amar assim?
Amor pra mim?
Por que amar
se a morte é assim
enfim
o fim
Dia do Psicólogo, dia da compreensão
Claudias, Alines, Ritas, Karinas, Vivianes
Deborahs, Rosas, Brancas, Marias
Paulos, Pedros, Joãos, Antonios
Saulos, Andrés, Norbertos, Mauros
Alciones, Neides, Rosálias, Marcelas
Letícias, Susannes, Carolinas, Suelys
Robertos, Aparecidos, Renatos, Torquatos
Evandros, Silvios, Adrianos, Josés...
Por trás de tantos nomes, e de todos os nomes, tanto amor
Por trás de tantos outros que não cabem neste espaço
Dedicação e oração, oração com devoção
Devoção com compreensão, do outro e de si mesmo
Compreensão do humano e do divino, que habita o humano
Compreensão de como somos, todos, e de como podemos ser
Com a ajuda de pessoas que dedicam a vida à ajuda
À ajuda ao semelhante, a um semelhante melhor
Que nasce e renasce a cada dia, a cada encontro
Compreendendo o espelho que somos nós
E nos ajudando a compreender como se espelhar no bem
E como compreender o bem dentro de nós mesmos
Projetando, assim, o bem à nossa volta
Fazendo, assim, nascer e renascer um novo dia
A cada encontro, a cada dia, e em todos os dias
Nos encantando a alma, nos dignificando a vida
Nos mostrando, com doçura, a alegria de se viver
o bom viver.
Medo
Não tenho medo
Das brigas
Das fadigas
Das diferenças
Das desavenças
Tenho medo
De não termos brigas
Para lhe reconquista
A cada uma delas
Tenho medo
De não ter fadiga
Para nos seus braços descansa
Tenho medo
De não termos diferenças
E não poder aprender cada vez mais a Nos respeitar
Tenho medo
De não termos desavenças
De não poder nunca discorda
Não tenho medo
Dos seus gritos
Dos seus gemidos
Dos seus conflitos
Dos seus delírios
Tenho medo
De não ouvir sua voz a me grita
De não lhe provocar nem um gemido
De não lhe apóia em seus conflitos
De não fazer parte de seus delírios
Medo maior mesmo eu teria,
É de nunca te encontra!
"Quando Jesus diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, ele deixa bem claro que é impossível qualquer relação de amor se não houver amor próprio".
Há que se dar meia volta e voltar à razão
O Brasil e o mundo vivem um momento ímpar, e perigoso, muito perigoso, da história da humanidade.
O princípio da autoridade democrática se esvai e valores como dignidade, trabalho, honra, estudo, disciplina, respeito ao semelhante, ao bem público, à propriedade material e intelectual, respeito à criança e ao jovem, direito de ir e vir, gratidão (ah! A gratidão), foram substituídos pelos valores materiais.
Simples assim!
Os interesses menores, que nos voltaram para nossos próprios umbigos, nos tornaram céticos, como diz o Chaplin em seu discurso.
Vou além, nos tornaram amargos! Graças a tanta propaganda, passamos a valorizar a casca, não o interior; passamos a nos deter no contentor, não no conteúdo; passamos a comprar pacotes, não presentes; passamos a dar valor às grandes festas, não às singelas reuniões de amigos; passamos a levar para casa o discurso, não o foco da questão; passamos a comprar o livro pela capa, não pelo escritor ou pelo que escreve; passamos, enfim, a ficar no supérfluo, não nos aprofundando na alma da pessoa que nos fala.
Perdidos nesse emaranhado de ilusões que construímos para nós mesmos, passamos a ver valor nas pessoas “saradas”, homens e mulheres; a ver como companheiro ou companheira ideal, a pessoa que se enquadre no “padrão” que nos foi vendido durante toda uma vida.
Usamos de todas as artimanhas, malhação, emagrecimento, operações das mais diversas, tingimentos e fingimentos, mas não saímos do quadrado!
Assim, “nos enquadramos” em uma Sociedade que se esqueceu como Humana, que se esqueceu como reflexo de um ser maior, bondoso, incrivelmente gentil, incrivelmente amoroso, eterno em sua sabedoria.
O que era para ser complemento passou a ser o principal, e o principal ficou esquecido em um canto de armário, cheio de poeira e teias de aranha, pedindo, clamando, por limpeza e arrumação, voltando, assim, as coisas aos devidos lugares.
Uma vida segura é construída de realidade, de leitura séria, de estudo, de trabalho, de “jogo duro”, de responsabilidade, de honra, de gratidão, não de fantasia!
Perdidos em nós mesmos esquecemos nossas origens, esquecemos que fomos feitos com o que há de melhor no Universo – Espírito, Filosofia, Sentimento e Matéria, um apoiando ao outro na medida certa, e no momento certo.
Esquecemo-nos que Educação não é a imposição de nossos conceitos, não raramente ultrapassados, mas, sim, a arte de se colocar no lugar do outro, de caminhar ao lado, para compreender a fala e as necessi-dades do educando.
Não estamos mais acostumados à bondade, à gentileza, e deveríamos
Não estamos mais acostumados ao “deixa prá lá”, ao perdão, que nos redime e eleva.
Isso é fundamental!
E não estamos mais acostumados à felicidade que, quando alcançada, nos mostra o que é a vida, de fato, nos mostra o que é SER HUMANO.
Esquecemo-nos do que é ser amigo, mas amigo de fato!
E, infelizmente, nos esquecemos dos verdadeiros amigos, nos esquivamos do afeto, nos esquivamos da alegria de uma conversa interminável, de um afago, de um sorriso, de uma dança com a pessoa querida, de uma visita, um almoço com os “velhos”, um convite para um passeio...
Nossos idosos, nossas crianças, nossas mulheres e nossos homens, precisam deste humano.
Nosso país, e nosso mundo, precisam de nosso trabalho, e de nosso grito de alerta, para que as coisas voltem aos devidos lugares.
É preciso, e urgente, que voltem!
Há que se dar meia volta.
Ele ama a lua cheia e a namora
como quem descortina um sonho
que vaga iluminado pelo céu da noite.
E a musa de prata que ele ama
encarna pagã à sua frente na abóbada negra
est arcanum caelo
(do céu misterioso!)
Em volta dela miríades de luz,
testemunham que o amor é correspondido.
E ele olha e sonha
- parece tão simples tocar a sua face!
Bem que podia ser um aventureiro valente,
um colecionador de batalhas e beijos de musas.
Mas o intrépido herói de mil e uma noites
o belo e o bravo, na imensidão,
cá de baixo
olha a lua
sabendo que é perto dela, tão alta,
apenas um tímido ponto de amor na obscuridade
do chão.
"Todos dizem que não se deve julgar. Eu digo que sim, devemos julgar, mas nunca condenar. Isso porque, o julgamento é algo interior que vale para que tenhamos parâmetro do certo e errado, dentro dos nossos valores e para nossa conduta. Já condenar, é exteriorizar e, consequentemente, expor o outro. Isso é um erro terrível que pode destruir a vida de alguém."
(do livro O Ciclo - Oscar Pestana)
Perdoar é realmente esquecer-se que houve algum problema. É, acima de tudo, compreender que todos têm direito de errar e de se arrepender. Fica muito mais fácil se nos colocarmos no lugar dos outros e tentarmos entender o que pode ter gerado tal indisposição.
Basta exercitar o perdão e o esquecimento.
Quem ganha com isso? Na certa, quem perdoa.
Afinal, quem planta sentimentos ruins, colhe frutos ruins.
Ana Toledo
Estranho as pessoas perderem tempo, perguntando o "Porquê" de algumas coisas. Normalmente, culpam sua infelicidade pelos traumas de infância, falta de amor dos pais, magoas de antigos amores, enfim, em acontecimentos que não se pode alterar.
Aí pergunto: Que tal substituir a pergunta “Por quê?” por "Para quê?”
Para que te servem suas mágoas, senão para te envenenar?
Para que te servem seus traumas, senão para transferi-los aos inocentes, na história?
Para que te serve o “porquê”, senão para travar suas perspectivas de um futuro saudável ?
Deixe o passado descansar em paz!
Liberte-se...Cure-se..
Perdoe, Agradeça, Ame.
As experiências devem ser amigas que nos ajudem a trilhar caminhos melhores, e não um muro que nos impeça de ver um futuro brilhante.
Ana Toledo - Psicanalista
Se quer conquistar alguém, torne-se admirável! Cuide de você, de sua vida como o bem mais precioso. Lembre-se de que ninguém ama o que não admira.
Trecho do livro “Por que o Amor Foge de Mim?” - Ana Toledo
Ninguém que está estagnado, pode esperar mudanças positivas, em sua vida. Nada acontece para quem optou por nada fazer. Mexa-se!
Ana Toledo – Psicanalista
A liberdade é a maior conquista pessoal que se pode ter, mas lembre-se de que ser, verdadeiramente, livre é viver em Paz, e só há Paz onde há perdão.
Ana Toledo – Psicanalista
