Amor de Sangue
" A pele suporta a dor
mas nas entranhas,
o óleo derramado é sangue.
derrubem, derrubem
produzam gasolina
papel
progresso
carros
arranha-céus
joguem os animais no confinamento
e assistam a morte dos caranguejos
comam tudo,
inclusive a fé
e amanhã talvez
outros jornais nacionais
noticiem mais uma história de extinção...
Nem toda gente de sangue é parente;
Nem tudo que se diz ser, é da gente;
Parente é aquele que sente o que a gente sente;
Mesmo longe está por perto e participa fielmente no momento certo.
É de amor, está junto na dor, do peso daquela hora;
Sorri com a gente, faz oração, comemora, pega pela mão e é feliz com cada vitória.
Minha gente, parente que se faz parente é uma verdadeira glória!
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
(DEFINIÇÃO DE SEGUNDO PAI)
Ser Padrasto é ser pai de coração, não é o sangue e nem o registro em cartório que define caráter de pai, pai é estar presente, pai é educar, pai é apoiar em momentos de dificuldade, pai repreende, pai aconselha, pai se preocupa, pai é respeitar, espelhar e incentivar e o mais importante pai é ser pai (PRESENTE), não só quando lê convém, pai é aquele que ri e chora junto e por ultimo pai é ser amigo e pai é amar, estaria mentindo se falasse que seu sorriso não mexe comigo; É meu enteado não é porque você não tem um pai presente que eu não possa suprir essa distancia que ele mantem de você!!! Aquele que assume o filho de outra relação tem mais que um lugar privilegiado em qualquer lugar!!!!
CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.
"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."
Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.
Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.
“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.
Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.
“Paira sobre meu túmulo vazio...”
Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.
E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.
“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.
Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.
Todos os seres humanos são iguais, tem um único sangue vermelho mas a alma de cada um é tingida pela vida pelas cores de seus sentimentos.
Nesta noite de infinita
Lua de Sangue,
prevejo um romance,
te vejo chegando
com um Kadomatsu
nas tuas mãos,
e entregando de vez
para mim a sua paixão,...
Sem você saber
diariamente venho
inventando mil
formas de pedir
mais do que a tua mão,
Escuto a felicidade
em forma de matsu
saudando um sugi,
e diante Monte Fuji
o seu afeto enfeitando
a minha fronte
com o seu amor,
uma coroa de sakura
e sem nos importar
que chamem isso
de absoluta loucura.
Sem você saber
eroticamente venho
testando mil
maneiras de fazer
você cair na sedução,
Através nobres danças
da taiga do arquipélago,
com paciência,
música apaixonada
e poesia da Lua,
o amor arquiteto
com romantismo e doçura.
"Nós somos uma carta viva, escrita com o sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo de Deus. (Que isso fique bem registrado em nossos corações)."
—By Coelhinha
Meu coração bateu forte no peito
O sangue foi bombeado com mais força
Ficou mais acelerado que o normal!
Somente porque te vi!
