Amor de Menina
Olha ela lá agora dançando sozinha, com milhares de olhares ao redor dela
Olha agora ela lá se amando como sempre, sozinha.
Amando sua própria, companhia!
Para ela isso nunca foi diferente, com um sorriso no rosto, uma energia enorme, uma roupa provocante, do tipo que só quem confia no taco usaria.
E ama sentir o vento no rosto e se entrega a brisa, irradia sempre em um bom dia, entrega o melhor de si para a vida e de noite ela brilha, como aquele vestido que desenha suas curvas, ela vai pra rua,faz qualquer coisa para ser feliz,agora e sempre, disso ela jamais esquece.
Se sente as vezes como se pisasse nas nuvens
Ela é leve como aquela saia longa ou vestido rodado que ela adora usar em dias de sol.
Boba, com as pequenezas da vida,louca e feliz.
Maluca, sempre sorrindo.
E o engraçado, vive ocupada vivendo sua própria vida, aproveitando o tempo.
Gosta de se perder, não quer que a encontre.
Ela se encontra, se completa.
Sabe seu valor, cheia de humor ate em dias cinzas,é porque todas as cores para ela tem magia.
Ela ja sobreviveu a todos os piores dias, a todas as quedas, a todos os corações partidos e aí está ela, mais forte, uma heroína.
Põe armadura, porque sabe que precisa
Dizem que ela não é mais a mesma pessoa, ainda bem, menina.
Até os 30 anos a mulher caminha. Depois dos 30 ela desfila na passarela da vida, seja de salto 15 ou rasteirinha. Com sabedoria e elegância, se equilibra na tênue linha que separa a mulher da menina.
Acariciando teu rosto,
de pertinho te olhando,
degusto e cheiro,
escuto um tilintar de cores,
no sempre te sentir menina.
Vibro e vivo,
É maravilhoso viver de amor!
Quando a classe mais rica [alta] deixar de querer ter vantagem em tudo, a sociedade doente deixará de venerar os idiotas injustos, só assim compreenderemos o verdadeiro significado do que é ser realmente justo.
Pupilla Daniela
Maria é um mar
Para mergulhar
E... Apaixonar
Se transbordar e:
Afundar ou amar
Mar
Ia
Ah,
Amaria
A Maria
Ela não quer o perfeito. Que tenha defeito, mas que seja puro, verdadeiro, e que não tente fazer do seu coração, picadeiro.
Dos amores que já viveu, de nenhum ela se arrependeu, pois com todos ela aprendeu, sorrindo ou chorando, continuou amando, vivendo e doando o melhor de si... No fim das contas, guardou o melhor de todos: dos bons, lindas memórias, dos ruins, algumas histórias.
Cansou de desperdiçar seu tempo com palavras que se vão com o vento... Pra ela, há mais virtude em quem tem atitude, em quem mostra o que sente e está sempre presente...
Aprendeu a não se doar à toa, e por mais que às vezes lhe doa, ela não perdoa quem é só garoa... É que ela não se contenta com metade, ela é tempestade, intensa, e sua vontade de amar é imensa, mas seu amor é valioso, e ela não abre mais o coração pra qualquer curioso.
Aquela flor no cabelo, o sorriso espontâneo em frente ao espelho e o batom vermelho... Tudo denunciava: seu coração estava aberto de novo, e nele agora alguém habitava.
Demorou, mas ela juntou seus pedaços, venceu o cansaço e voltou a amar, sorriu novamente, e agora contente, se deixou levar.
Ela tem uma queda por tudo que a faz sorrir, por isso ela deixa fluir, afinal, se faz bem, que mal tem deixar entrar, invadir sua alma e a fazer sonhar?
Aprendeu a aceitar a vida como ela é, apenas vivendo, sem perder a fé... Aliás, fé, é a única coisa que jamais lhe faltou, pois seguiu sorrindo, mesmo quando tropeçou...
Hoje, de pé, se orgulha de tudo, de ser o que é, porque é bela, e seu coração é lindo, e todo aquele que também é, que seja bem vindo!
Deixou de correr e ter pressa... Hoje ela para, respira e não pira ao primeiro sinal de problema. É que ela aprendeu que o simples não estressa, e agora ela foca no que realmente interessa, no que lhe satisfaz, lhe acalma e lhe enche de paz.
Hoje ela vê com clareza a beleza de tudo, e só arma seu escudo quando lhe convém, e quando sente a maldade exalando de alguém...
Não é que ela tenha perdido a paixão, é que agora ela só se dedica ao que faz bem ao seu coração... E porque tudo que lhe custa um minuto sequer de sua paz, pra ela já é caro demais...
Lá vai ela, navegando com seu barquinho chamado vida por esse marzão que se chama tempo, remando contra a maré, sempre à procura de um vento, mas nunca sem perder a fé. Segue firme, peito aberto, seu foco é seu talismã, pois desse barquinho chamado vida, ela é e sempre será capitã.
