Amor de Menina
Menina tu não fazes a ideia de quanto eu te quero, andar de mãos dadas contigo. Sentir ciúmes do condutor de autocarro. Ti irritar por ter lavado mal os pratos, limpar as lagrimas porque sorriu além da conta. Menina eu quero me habituar às tuas chatices, raivas, nudez rostos dos nossos filhos. Ainda mais quero-te sem te querer longe das minhas mãos e braços ao longo dos anos por vir.
MENINA
Apaixonei-me por esses seus olhos que quando me veem ficam apertadinhos e não conseguem esconder o sorriso.
Apaixonei-me por ti menina
Menina que nasceu nos olhos do meu amor.
Revirando as mensagens antigas percebo que perdi a minha menina, a garota perfeita, o pior é que eu nem percebi.
Ela não é mais menina, mas ainda não é mulher. Ela não preto e branco mas também não é cor. Ela ainda acredita no amor mas não nas pessoas.
Ela não cança de dançar, dançar é como voar. Dançar é a liberdade que o corpo dela precisa. Ela ri de tudo, não tem muitas amigas, não gosta de falsidade, mas as amigas que ela tem são as melhores.
Ela é insegura, não tem certeza do que é, mas sabe o que quer. Ela é doce, porém amarga quando quer. Ela é como o café que esta quente mas se não tomar esfria. Ela é intensa, não gosta de metades.
Mas quando ela dança, sinto que em cada movimento ela se liberta mais. Sinto que em cada movimento ela ama mais. Sinto que em cada movimento ela deixa transparecer o que sente. E quando dança pra mim sinto que nada pode separar a gente.
Quem vê esse sorriso, menina, não imagina quanta dor carregas no peito.
Finge que tá tudo bem, sempre tá tudo bem. Mente pros outros, mente pra si, mente pra mim. Faz-se de forte, engole o choro, mascara a dor. Tenta ser fortaleza na frente dos outros, desmorona no abandono.
Você tem aguentado firme, me surpreendi com sua força, não que eu duvidasse de você, mas vendo tanta dor, tanto sofrimento, acho que eu já teria desistido tantas vezes.
Vejo tua dor, vejo tuas palavras travadas na garganta, vejo tuas lágrimas descendo pelo rosto, vejo teu sono inquieto, teu sonhar, teu amar.
Tenho visto tua saga pelo vale do amor, que cheio de espinhos é. Teu amanhecer apaixonado, teu adormecer desconsolado.
É terrível saber que tens passado por esse vale, e que nunca houvera se preparado para este momento. Ninguém acha que se fará necessário sofrer, ir até o mais profundo pântano, para então avistar um campo de flores, ao qual jamais se veria nem do ponto mais alto das colinas.
Ninguém avisa que para encontrar a felicidade, antes vai precisar se passar pelas mais terríveis coisas que se possa imaginar, e além.
Você, tão frágil, emocionalmente falando, carregando um fardo que não é de peso justo. Excedente.
A voz que gritava dentro de você, calou. Não opina mais. Achei que fosse ser melhor assim, que talvez dessa maneira, você conseguisse tomar o controle sobre tudo novamente, mas as coisas chegaram a tal proporção que não há nada que se possa fazer. Você é tão você agora, e anda se diminuindo, se menosprezando. Pára! Você não é menos, você é alguém, você tem sentimentos, você tem coração, você tem lutado pelos seus ideais. Você tem dado voz ao coração. Você se nega, mas você sente, você ama.
Eu me calei. Eu me afastei. Mas foi pro seu bem. Você vivia me escorraçando, não é? Eu fui por livre e espontânea vontade. Quis te dar uma chance de ser você denovo, de buscar a anulação de tudo que causei.
Eu me importo claro que me importo. Eu sou você. Nós não vamos nos separar, nem pense que isso um dia será possível, o máximo que acontecerá é eu me limitar a contato raras vezes (não se anime).
No entanto, o meu foco agora é outro.
Sei o quanto quer se livrar deste sentimento, eu sei também que já tentou algumas coisas e não deu certo, eu mesma já tentei algumas coisas e não deu certo. Acho que agora, você deve se concentrar em outras coisas. Não vai ser fácil, ninguém nunca disse que seria, mas será necessário muito esforço e boa vontade.
Eu sumo, se esse for o seu desejo. Mas preciso que prometa que acima de tudo, você vai se valorizar e até se amar, por que não? Você precisa de uma bomba de autoestima e valorização.
Menina, não se permita sentir coisas tão negativas a seu respeito.
Olhei nos seus olhos, e vi sua alegria,
E percebi...
Como teu sorriso é lindo,
Minha menina...
Nesse momento acho que meu coração dispara...
O tempo para, e eu guardo em memória e no coração,
Seu sorriso, seus olhos, sua Expressão, aquele momento... Puro e de emoção...
Em que meu coração, te admirava
E ver em você toda sua perfeição.
Felina, menina
Ah, se eu conseguisse alcançar
O céu dos teus desejos...
Dos pés a cabeça
Te cobriria de beijos
Por ela eu vivo nesta aflição
Por ela dispara o meu coração...
Ela tem a cor do pecado mais gostoso
Ela tem um jeito de olhar misterioso...
Em suas curvas viajaria
Em seus suaves pelos deslizaria
Até o encontro de suas coxas
Onde o infinito do prazer a ela eu daria...
Ei menina, pra quê esse medo todo de ponto final? Não é coisa tão ruim se você parar pra pensar. Não há nada que chegue ao fim que não dê pra recomeçar. E recomeçar nem precisa ser difícil e não significa de forma alguma viver tudo de novo. Depois do ponto pode ser bem melhor, pode ser infinitamente mais incrível do que era antes dele.
" Olhar sereno"
" linda menina com olhar e desejos
e sedução
Quando olho suas fotos piro minha cabeça ,
escutar sua voz e como ouvir cânticos em um dia nublado
Te ver e como olhar para um inverno intenção e achar uma rosa
Te sentir e como estar em um monte de cobertas
Minha linda menina
Desejos e seduções se pação pela nossas cabeças
Inspiração dos meus olhos o anjo sem asas
você aparaceu e minha vida"
Ah, que menina mais Linda,
Seu sorriso, me ilumina
Seus majestosos olhos me encantam,
Você é tão bela,
Sua voz me relaxa,
Até parece o cantar dos pássaros ao nascer do Sol,
Você me encanta,
Com Seu jeito Gentil,
Você é carismática,
Você é quem sempre sonhei para ter ao meu lado
Menina fantástica
Sua beleza vai além de um corpo perfeito
Seu sorriso é a alma fantástica da mulher que se tornou
Bela e amável
Sincera e perfeita
Mesmo que a perfeição não exista, você talvez seja o caminho próximo a ela
Te admiro pelo que se tornou, pois nos versos mais fodas, você ainda continua foda
O Menino e a Menina da Escola
O menino aos três anos de idade fora para uma Escolinha (Pré Primário) era particular, pois naquela época o Governo só oferecia primário, ginásio e colegial, a Escola era improvisada na garagem da casa da Professora o qual lhe ensinou as primeiras letras, palavras o primeiro cartão que o menino escreveu para sua mãe, era uma folha com um girassol com pétalas de papel colada um a um formando uma linda flor amarela com os dizeres “Feliz dia das mães”, fora a primeira vez que o menino escreveu, ficou lá até aos seis anos de idade e aos sete anos entrou no primário e lá também tivera uma ótima Professora que lhe acompanhou até a quarta série contando histórias do bairro, do Rio Tietê o qual o pai dela costumava nadar e pescar, neste primeiro ano o menino conheceu uma menina, não era só uma menina, era uma Princesinha loira de olhos azuis, (Maria Aparecida) o menino então não sabia o que estava acontecendo, o porque ficava tão encabulado, com as mãos suadas e gaguejando diante aquela menina tão linda, a escola era muito boa, tinha Biblioteca, quadra, um pátio onde brincavam e comiam lanches que traziam de casa nas suas lancheiras o qual tinha uma garrafinha acoplada, alguns traziam leite o menino gostava de trazer suco de frutas, na entrada da Escola tinha a Tia do doce, o Tio do algodão doce e o Tio do sorvete de abacate, (Um sorvete de abacate feito em formas de gelo, muito desajeitado pra chupar), o menino ia de ônibus escolar do seu Zè bananeiro, era uma jardineira azul e branca e tinha uma alavanca pra fechar a porta, os bancos eram azuis escuro e tinha alguns vermelhos, o seu Zè bananeiro morava na rua acima da casa do menino, próximo a Chácara onde tinha um acampamento de Ciganos e um Casarão com porão, o seu Zé vendia banana com uma charrete e depois montou um depósito de bananas em sua casa, um de seus netos estudava na mesma escola que o menino, na esquina da casa do seu Zè tinha a Dona Maria que criava porcos, galinhas, patos, perus e codornas, tinha um fogão a lenha feito de barro, ela usava um lenço branco na cabeça e fumava cachimbo de barro, ( Um ano depois ela cuidou do menino e seu irmão para sua mãe trabalhar), o seu Zè era muito atencioso com todos e cuidadoso ao leva lós para a Escola, Escola que tinha uma fanfarra com alunos que costumavam desfilar na Festa de 1° de Maio que acontece no bairro, o menino então queria fazer parte na fanfarra, mas era muito novo e tinha que esperar mais alguns anos, assim ele se conformou brincando nas aulas de educação física e adorava quando era para apostar corridas em torno da Escola com seus amiguinhos e a menina dos olhos azuis o qual ele costumava comprar balas e pirulitos para ela, o menino sempre vaidoso, gostava de usar um anel de ouro que sua mãe mandou fazer com o nome dele gravado, também uma correntinha de ouro com um pingente de uma santinha e andava sempre perfumado, o uniforme da escola era camisa branca, calça ou bermuda azul marinhos e sapatos pretos, tinha que comprar o bolso da camisa que a escola vendia ( O nome da escola Octávio Mangabeira e tinha um desenho de um gorila tocando surdo)ai sua mãe costurava o bolso na camisa e as meninas camisa branca, saia azul marinho, meias brancas até o joelhos e sapatos pretos, o menino tinha uma mala preta de carregar na mão, uma estojo de madeira com a tampa verde e uma lancheira de plástico azul e branca que usou até a quarta série, também tinha os passeios, o qual o menino sentava ao lado da menina no ônibus de excursão, um destes passeios o menino pegou pela primeira vez na mão da sua princesinha de olhos azuis, foi em um passeio no Museu do Ipiranga o qual não reparou direito o que tinha lá, por ficar o tempo todo olhando para a menina, no ano seguinte o menino começou ir a pé para escola junto com seus amiguinhos que eram vizinhos de sua casa e todos os dias ele pegava duas rosas ou outras flores em uma casa que tinha um jardim na frente e uma cerca de arames baixinha, a dona da casa costuma sair e chamar atenção do menino e ele saia correndo, as flores era uma para sua professora (Silvia), a outra para a menina e assim o fez enquanto tinha flores no jardim do caminho da escola, até que um certo dia a mulher dona do jardim estava no portão com duas rosas na mão e disse é pra você menino, leve pra sua professora, o menino não sabia, mas a professora era sobrinha da mulher do jardim e assim ele passou a receber as flores por muitos meses para levar pra menina dos olhos azuis que era prima de um amiguinho que morava na rua de cima de sua casa, já na quarta série o menino considerava a menina como sua namoradinha e nos dias dos namorados pediu para sua mãe comprar um cartão o qual escreveu lindas palavras para a menina, mas ele estava triste pois seria o último ano dele naquela escola, iria mudar pra outra escola a uma quadra de sua casa, onde iria cursar a quinta série ginasial e sabia que a menina iria continuar na mesma escola, o menino aproveitou todos os instantes para segurar a mão de sua princesa e ao chegar no último dia de aula o qual a despedida foi uma festa na sala com tubaína, doces, bolos, salgadinhos e uma recordação dada para cada aluno da Professora Silvia e ao sair da escola o menino segura a mão da menina que estava indo para a casa de seu primo que era perto da sua, sem falar nada o menino andava ao lado de sua “Namoradinha”, uma fraca chuva caia e os dois de mãos dadas caminhavam sem pressa e aquele lindos cabelos loiros molhados a deixava mais linda, o menino sempre teve um olhar penetrante que a deixava encabulada, escolheram o caminho mais longo para ficar mais tempo juntos, já que era o último dia e ao chegar em seus destinos o menino olhou para ela, a segurou em seus ombros e a beijou, ela o abraçou e com lagrimas nos olhos disseram adeus, ficaram alguns segundos de mão dadas um de frente pro o outro, olhavam se com lagrimas, mas era hora de partir e então o menino partiu...
(Alguns anos depois se encontraram em uma festa)
E o resto da noite dançou pra valer
Se teus olhos me olharam fingiram não ver
No meu canto eu fiquei entre o riso e a dor
Lembrando do primeiro amor
Lá-rá-lá-lá-rá
(Trecho da Musica Primeiro Amor – José Augusto)
(Ricardo Cardoso)
“Acalma esse coração menina, quem planta semente de rosas, rosas colherá.... Só cultive muito bem cada sentimento, uma hora tudo dá certo. ❤️
O quebra cabeça pode ter mil peças, mas todas elas se encaixam e juntas, formam uma linda imagem”
Ei menina, queria te pedir pra não ficar tão triste assim. Eu sei que parece muito agora que ele fez seu coração em pedaços, e que parece fácil falar pra quem está fora, mas olha, eu já estive aí. E passa, eu juro que passa. Mas eu confesso que não é agora que você vai enxergar isso. Na verdade, vai demorar até seus olhos e mente ficarem claros novamente. Eu sei que seu coração, no fundo, acreditava que ele ainda era aquele cara que você conheceu um dia, que já te amou e te olhou com a cara mais boba do mundo. Mas olha, a gente tem mania de não querer enxergar que as pessoas mudam. A gente se apega tanto àquele amor, àquelas vivências bonitas que passaram, que esquece que a vida não tem repeteco. Ela anda pra frente pra gente crescer com ela, evoluir junto. E olha, você pode não ter percebido, mas você cresceu. Cresceu muito, e ainda vai ficar do tamanho de um gigante. Essa é a vida. E às vezes a gente cresce mais rápido que o outro, aí aquela companhia não cabe na gente mais. Aí a gente conhece uma outra pessoa, totalmente nova, que vai fazer a gente crescer em outro âmbito, outro aspecto da vida. Gente que mostra outra visão de vida, outra perspectiva. Aprende menina, as pessoas têm sempre alguma coisa pra ensinar, nem que seja a não ser como elas. Algumas delas ficam, a maioria delas vai pra não mais voltar. Tenta não se ferir, tenta tornar a partida suave. Um dia desses aí, prometo que vai ter alguém que vai chegar, e que vai querer ficar
Toda menina acredita no príncipe encantado do cavalo branco, que a resgatará do castelo claustrofóbico em que vive prisioneira. Quando amadurecemos, entendemos que o cavalo não é branco, que o príncipe não tem encantos e que só o castelo era real.
Ela e tímida, mulher com jeito de menina
que fascina e traz no olhar a paixão
a sua pele macia, mim chama, mim vicia ao tocar a sua mão
pele morena, menina pequena, quero ser a algema do seu coração.
Ela era uma menina que tinha esperanças. Ela achava que poderia encontrar no outro sabedoria e maturidade para lidar com a profundidade de ser quem ela é. Ela só desejava um amor livre que entendesse que dar carinho não são algemas, que ter educação é o fundamental para as relações humanas. Ela não anseia no momento um compromisso, ela só gostaria de um'' bom dia'', ''muito obrigado'', ''como você esta?'', ''Beijos, estou indo''. Ela se pergunta: Será que é tão difícil deixar o pavor dos sentimentos de lado e ser cortês? Talvez seja o jeito dela intenso de viver que assusta. O mau do menino é não saber interpretar a menina que de menina nada tem, pois é mulher.
-Andressa Escobar
É nesse teu olhar que eu me perco... É nesse teu jeitinho de menina que eu me encontro... É nesse teu sorriso bobo que eu faço confusão... É nos teus braços que eu tenho minha paz...
