Amor de Ficante

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⁠Pará amado Pará
que faz o amor no peito
multiplicado com as flores
do seu Pau-d'arco
o faz ainda mais encantado,
E alimenta a inspiração
poética com Versos Intimistas
para levar infinitas poesias
como a ventania para todos os lados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu vi o meu doce amor doce
debaixo do Ipê-de-flor-amarela
linda imagem do paraíso
nesta bela e amorosa terra

Por ele tenho mil razões
para ser a Poetisa dos Ipês
e pela devoção que temos
sobre a nossa abençoada terra

Prossigo carinhosamente
com os meus Versos Intimistas
espalhando sempre poesias

Até o final que não haverá
porque estaremos unidos neste
amor que não é pouco e resistirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Plantar um Taipó como quem
espera o amor acontecer
também é poeta romântico
do amanhecer até o anoitecer,
É para você que devoto com
todo o andor e os meus
mais belos Versos Intimistas
de amor para que você
algum dia venha saber,
Para se preparar para este
amor que irá florescer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em nós floresce o amor
com a altura e alvura
do Ipê-branco florido
diante do nosso destino.

Que o amor está a caminho
eu nunca duvidei disso,
Você me quer contigo,
e eu te quero colado comigo.

Longe de tudo e até debaixo
da chuva sendo um para o outro
o augusto e amoroso abrigo.

Porque no final de tudo o quê
nos importa é o amor acima
do que conhecemos por infinito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um Pau-d'arco-roxo
em flor na bela
Alagoas do meu amor,
Versos Intimistas
inconfessáveis com ardor
porque ele é encantador.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não existe nada de errado
comigo ou contigo,
o amor florescerá no tempo
certo como foi previsto

O Ipê-branco-do-cerrado
despontará pleno no meio
do sonetário dos ipês
que está sendo escrito

Com total paz embaladora
e poesia amável e sedutora
para a gente se aproximar

Até as estrelas já sabem
e estão indicando o lugar
onde vamos nos encontrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nesta linda Bahia
confesso ao Ipê-preto
um segredo de amor,
Eu sei que ao menos tenho
ele para me escutar
do mesmo que escrevo
os meus sentimentos
em Versos Intimistas
cheios de sonhos e desejos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Lindo Ipê-preto em São Paulo
em florescimento enquanto
brindo o amor com os meus
Versos Intimistas a todo
o momento com amor,
coragem e infinitas poesias
para quem sabe te trazer
para fazer parte dos meus dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tenho pétalas de Piúva-branca
nas mãos, meus doces lábios
e os poemas das emergências
de amor dos eternos apaixonados.

Os meus olhos moram nos seus
porque o teu coração construiu
um divinissímo santuário
para o nosso amor sagrado.

O ritmo do seu coração em festa
que de muito longe escuto supera
as sete maravilhas do mundo.

O quê neste momento desejo
mesmo é que tudo se encaminhe
para que me torne os seus cinco sentidos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Minha Bahia magnífica
que inspira amor e poesia
sob um Ipê-preto
confessor do meu segredo
de amor lindo
que inspira a viver contigo
os meus Versos Intimistas
pelo nosso amoroso caminho.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Encontrar nos teus lábios
o meu céu sob a Planta-do-mel,
um magnífico sonho de amor
a ser vivido pelo destino.

Deixar nas mãos do Divino
para que tudo seja encaminhado
e assim seja d'Ele o desiderato
porque serei sua e você amado.

Viver com os pés na Terra,
com corações entrelaçados
e doidamente apaixonados.

O mundo é dos enamorados
mesmo que insistam em dizer
que estão com os dias contados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Amor divino
no destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O músico morre mas a nota que ele criou é imortal. E nela, o amor renasce.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Segundo e a Eternidade”

Ah… senhorita… que o amor nos dure, ainda que por um átimo suspenso na vastidão da eternidade.

Há instantes que transcendem a métrica dos relógios e dissolvem-se nas frestas do absoluto. Foi o teu olhar cintilante como a reminiscência de um sonho antigo que interrompeu a marcha indiferente do tempo. Em um só segundo, o cosmos se deteve, perplexo diante da silenciosa liturgia do encontro.

Nenhuma ciência decifra o segredo contido nesse breve estremecimento da alma. O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. O amor, senhorita, é o único viajante que atravessa a fronteira entre o ser e o nunca mais e sobrevive.

Há paixões que não se perpetuam, mas deixam, na memória, o vestígio do inextinguível. Elas não se medem pela duração, mas pela intensidade com que rasgam o espírito. E talvez, ao findar o instante, reste apenas as chagas imaterial de algo que ousou existir.

Assim, se o destino for avaro em horas, que nos conceda ao menos um segundo aquele em que o teu olhar reconhece o meu e o universo, por piedade, suspende o próprio giro.

Porque, afinal…

Há amores que, mesmo breves, condensam o infinito e esse é o milagre silencioso que apenas o coração compreende.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A violência é o desespero do amor não vivido.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Amor cristão de verdade
Ame a sua sogra como a si mesmo

Inserida por zatonio

Português é complicado

Cada canto da casa lembrava-lhe um canto de amor.

Inserida por zatonio