Amor de alma
Sentimentos
Lágrimas que chorei,
Ausências que suportei,
Sentimentos profundos que vivi,
E outros que abandonei.
Por tantas vezes sonhei, e até me decepcionei.
Que coisa!
Será necessária uma revolução em minha alma!
Porque será que ela nunca se acalma?!
Oh mente sonhadora, não vê que estás me levando a loucura?!
Não vê que necessito de cura?!
Meu coração está apaixonado,
Já não tenho paz.
Onde já se viu, que ousadia!
O pior de tudo isso, é que já não sei quando é noite e nem quando é dia.
Estou perdida, vagando em meus pensamentos,
Buscando esclarecimentos.
Não encontro a saída, está tudo muito confuso,
Tudo tão estranho...
Onde está a calmaria deste vasto mar de ilusões?
Desta eterna onda de emoções?
Sim! Minha alma confirma; você foi atingida pela flecha de um malvado cupido!
Mas onde ele está?
Quem o viu?
Eu o acertarei também!
Aí sim, ele estará perdido!
Experimentará o amor.
Saberá o que é a dor de um sentimento escondido,
No mais profundo da alma.
Aquele mesmo sentimento que me tirou a calma.
Que me deixou em estado de dormência,
Que me faz a Deus pedir clemência.
Será um súbito refúgio da realidade?
Ou será uma onda de saudade?
Quem saberá dizer?
Quem poderá me esclarecer?!
Eles são tão diferentes e não muito distantes de qualquer outro casal de Hollywood, que em meia tantas diferenças conseguiam ser totalmente iguais. Como em um quebra-cabeça, em que cada pedaço de um se encaixava perfeitamente em cada pedaço do outro. Ela é do tipo que vivi no mundo da lua, e ele? Do tipo durão, que vive firmemente com os pés no chão. Ela é do tipo que chora insatisfeita com o seu presente intrigante, mas não deixa de acreditar num futuro brilhante. Já ele é do tipo bem convencional como qualquer outra pessoa normal, mas que vive um dia de cada vez e tem como lema: ”curtir o hoje é o essencial”. Ela acredita no amor verdadeiro e sonha em encontrar alguém pela qual passará todos os momentos pelo resto da vida. Ele, bom... É um garanhão, e embora não ser do tipo que é “pego” pela paixão, tem um bom coração. Ela água, ele fogo. Ela calma como um furacão, ele dócil como um leão. Provavelmente o universo quisesse que fosse assim. Enfim, ele era a âncora que a mantinha estável nos seus inúmeros dias turbulentos. E embora o céu dele já fosse incrivelmente azul, ela era sua espécie de arco-íris. E apesar do azul ser maravilhoso, depois de um tempo, uma só cor tinha se tornado algo extremamente sem graça.
Ao deitar, fechei os olhos e tentei te imaginar sem mim. Ou melhor, eu sem você.
Eu simplesmente não passei do escuro do meu quarto, dos meus olhos.
Talvez viver sem você seja beirar as cegas, seja o incerto...
Como vou esquecer daquilo que vivemos? Como vou viver sem tudo aquilo?
Aquele cuidado, aquele abraço que me acalenta o medo na madrugada, aquele afago da alma, sorriso bobo-besta-doido, amor?
Eu devo ser louca por querer fugir de você, por tentar sair assim sem te dar ao menos um adeus... Mas é amor, o meu amor é assim, e o meu é covarde.
A beleza externa é instigadora. Não há como negar quão bela, atraente e reluzente aos olhos do homem a beleza que se vê por fora é. Todavia ela não supre as necessidades da alma do homem, ela não conquista a felicidade plena. Surtos de alegria e prazeres passageiros se fazem, em alguns momentos, através da beleza externa. A elevação da alma, a evolução do ser e a felicidade contínua apenas são possíveis quando o homem percebe e prioriza, encontra, ama e vivifica a beleza interior.
O amor vai além da admiração que leva o envolvimento do corpo. O amor não se constrói pelos prazeres do corpo. O corpo é limitado, mortal, características quiméricas do amor. O amor está totalmente vinculado com algo superior que o corpo encerra. O amor é imortal e não possui fronteiras, não há outro lugar que ele flua que não seja a alma.
Nem as minhas melhores palavras seriam capazes de descrever o tamanho estado de paz que minha alma se encontra.
O sussurro do (meu) coração sossegado, anestesiado, amortecido, mas vivo!
Mais vivo do que nunca.
Eu até posso tentar explicar, mas sei que nem todo mundo vai entender.
Eu sei que muitos vão me julgar, mas é que cabe só a mim essa maneira de superação.
Tá eu sei que alguns até vão rir, achando fofo, outros sarcatiscamente. Mas sinceramente, pouco me importa.
É que estou me importando mais com o meu crescimento pessoal, sabe?
Não, não pense que foi tão fácil e rápido esquecer tudo, porque na verdade eu não esqueci, é que existem outras coisas no caminho.
Maquiei certas dores para seguir em paz e aquelas que ainda me assombram eu espanto com sorriso. Pois eu descobri coisas valiosas, tão maiores que elas, seria injusto eu perder.
A dor que ainda mora em mim eu finjo que esqueço e quando ela aparece, logo dou um jeito de trazer a memória as coisas boas que tenho ganhado, assim ela se torna tão pequena e insignificante que de fato eu a esqueço.
Ganhei coisas maravilhosas, entende? Respeito, carinho, admiração, elogios e muito mais. E se queres saber, é bem recíproco.
Se mesmo assim não entenderem, bom eu já não faço mais questão.
As coisas que venho sentindo vai mesmo além de qualquer compreensão.
De tudo que eu ganhei por esses dias tem uma que é tão minha, tão minha que foge de qualquer entendimento.
A paz que me faz dormir e acordar sorrindo é realmente inexplicável, eu não vou condenar quem não perceber. Porque a felicidade e a paz que hoje me acompanha, tem que sentir para entender.
Tem que viver!
Pela verdade eu vi que é hora de viver, de enfrentar
De frente ser amor, transbordar amor na minha melhor essência
Deixei passar tudo aquilo que um dia petrificou. Quebrei como vidro, soprei, passou...
Voou!
Voei na imensidão do céu, tirei o véu dos olhos e encontrei a liberdade.
Me livrei das grades e descobri com as asas do vento, que a qualquer momento é possível recomeçar. E que por mais que tenha doído, há sempre um novo tempo para reaprender amar.
Que já vivi dores é certo. Delas me embriaguei, elas decorei.
Decorei a dor com laço, apertei o passo, prossegui.
E esse caminho que hoje eu sei de cor, a dor vem enfeitada com laço em fita de cetim.
Ficou tão bonita que por muitas vezes até esqueço que ela mora mim.
Gosto de coisas simples
Que me tocam a alma...
Lavam-me as amarguras.
Gosto de olhar para o céu
E ver o sorriso escancarado do sol
De ver o arco-íris cruzando as nuvens
Numa mistura de cores que me rasga aos olhos
São-nos presentes de Deus.
Gosto de beijo na testa
Aliviada respiro o ar
Do profundo carinho revelador
Imprescindível...
Gosto de um abraço apertado
demoroso
Sincero... Caloroso
É-me aconchego.
Gosto de andar de mãos dadas
Com os dedos entrelaçados
De sentir o coração na palma
Sinto-me segura
É-me necessário
É abrigo.
Gosto de palavras soltas
Um papo legal
Alto astral
Sem preconceito
Que desce doce ao paladar
E permanece na boca
Faz-me sentir renovada
Ante as durezas da vida
Gosto de ouvir música com a alma...
Esquecendo os tons
Apreciando os sons
Apenas deixando-me embalar
No meu próprio ritmo
Minha harmonia
Gosto de despreocupada andar
Sem me importar com a hora de voltar
Sem pressa de chegar
Somente ir caminhando
Apreciando a liberdade
Olhando à volta
À frente
Apenas sentindo...
Gosto de estar com a família
Superando as diferenças
Rindo juntos
E se choro for
Chorando mais juntos ainda
Pois isso é amor
é ninho
Gosto de coisas simples
A essência
Que me deixam com saudade...
E quase sempre desejosa
Para que novamente aconteça
O coração possui duas entradas, a entrada principal, trancada, aguardando o verdadeiro amor, sua alma gêmea abri-la...
E a porta dos fundos, a entrada de serviço, que está destinada aos amigos de verdade, que ali entram para limpar todos os sentimentos ruins, iluminá-lo com a alegria e preparar todo o ambiente para a chegada de sua alma gêmea...
O amor não era uma grande fogueira que penetrava na alma e ardia até impedir qualquer reconhecimento. Eram momentos cotidianos simples que se acumulavam uns sobre os outros feito tijolos, até formarem um fundação tão sólida que nada podia derrubar. Nem o vento, nem a chuva.
Sou amada por ele, mas amo você que ama ela, que ama ele ao invés de você, e assim o caminho desencontrado da vida vai ferindo os corações e deixando endurecido os sentimentos da alma.
rugas no rosto não podemos evitar,mas na alma sim...Que as rugas da vida não escondam o amor de criança carrego dentro de mim.
Sorria, mas sorria com bastante alegria. Expõe do fundo do seu coração a alegria da alma. Expresse sua felicidade e alegria, pois isso contagia.
“Treino ao corpo; literatura à alma; paciência aos instintos; discernimento ao espirito e, caso haja tempo, repúdio a tudo que não for amor.”
