Amo minha Igreja

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Cuidado com a lei
A condição de pecado dado pela lei da igreja é um prejuízo inestimável ao humano, são leis que punem e julgam indecente o desejável. De maneira ignorante promove a hostilidade contrapondo a virtude da intelectualidade. O religioso está condicionado a uma crença por obrigação (lei religiosa) que a religião o faz através de uma força alheia, invisível que provém do nada, capaz de sobrepor à razão.
A onipotência poderia ter produzido no organismo humano algo melhor que a crendice, algo mais inteligente que a fé, capaz de sobrepor todos os argumentos metafísicos. Jesus, Homem sabido, inteligente nos alerta. O cristianismo é uma fábrica de personas cujas santidades são de utilidade pública, detentores das leis cristãs que determinam ações do corpo e da alma consideradas importantes para o bem estar e para dar conceito de imortalidade espiritual. Porém em alguns momentos o modernismo e os altos índices de Q. I. contradiz as instruções teológicas na doutrina da imortalidade e contribui para uma separação entre plano metafísico e as leis naturais terrenas.
O crente tem prazer na lei de Deus, porém é aprisionada por outra lei da natureza da sua mente, uma transgressão natural capaz de sobrepor à lei divina, esta lei chama-se: lei do pecado, a lei do bem e do mal. O homem é conhecedor das leis da bondade divina, leis universais para todas as compreensões, porém é também consciente da conspiração da carne e com frequência é perturbado e excitado o que parece ser nocivo ao cristão ainda que se considere um fenômeno puramente natural. É dever da igreja em fazer a diferenciação entre Deus e o demônio e pô-lo medos atribuídos aos seus poderes, o propósito da obediência. Quando se impõe medo cultiva-se também o ódio e a vaidade, porém tão difícil discerni-lo a virtude na religiosidade devido a uma paixão condicionada aos efeitos das leis da religião pelas causas impossíveis. É possível que o ódio seja direcionado a aqueles que representam prejuízo às virtudes da igreja.

Inserida por amaurivalim

Histeria coletiva na igreja
Unção coletiva, onde muitas pessoas sofrem ao mesmo tempo uma doença de sintomas estranhos, fantasiosas, uma droga da humanidade produzida pela religião que é o maior produto da cultura da humanidade. A religião não produziu mais que seres santos para cultivar a doença da alma pelas suas esquizofrenias e delinquências. Essa onda do neopentecostalismo produz também seres desapiedados, hipócritas, charlatões onde atuam de forma soberana, livre, com a ideia do sagrado, do profano, da liberdade e do livre arbítrio possuídos por um deus criado pelo próprio. Os efeitos são devastadores e corrompe a mente humana como distorção da verdadeira fé do poder de si para a falsa fé transcendental mágica de um deus magnificamente fantasioso.
A. Valim

Inserida por amaurivalim

A igreja não pode ser gaiola, mas um jardim e Cristo o jardineiro.⁠

Inserida por FredLima

⁠Cargos mantém muitos dentro da igreja, porém, o amor ao evangelho vem ficando de lado.

Inserida por FredLima

⁠A Igreja de Jesus Cristo foi criada para manter seus discípulos reunidos ajudando mutuamente e partilhando do pão. Também a cumprir o " Ide e batizai". O líder dessa organização mais tarde nomeada IGREJA deve ser conduzida e administrada por um Pastor de ovelhas e não por um empresário ou pelos ricos da Igreja.

Inserida por CASSIABERCOT

⁠Quem deve conduzir o rebanho de Jesus é o Pastor e não os ricos e empresários da Igreja.

Inserida por CASSIABERCOT

⁠ ao longo da minha vida conheci vários pastores e líderes dentro da igreja de Jesus Cristo e deram todo o seu sangue sua vida sua força pela obra de Deus e do que nunca se arrependeram de pagar um Alto Preço por isso: alguns foram infelizes no amor, na família, filhos rebeldes, parentes zombadores, perseguidores, no trabalho secular e na própria igreja com alguns membros. Parecido com a prontidão do martírio do Senhor Jesus Cristo. Nenhum deles se arrependeram de suas escolhas, sacrifícios e renúncias que fizeram mas na maior parte do culto choravam do preço amargo de servir a Cristo. Nenhum deles e delas conseguiram esconder a tristeza em seu olhar! Eu sou uma delas!Tudo por Cristo!

Inserida por CASSIABERCOT

⁠Você não desvia quando sai da igreja; você desvia quando sai da presença d’Ele.

Inserida por JhouHolub

Ele abriu a nuvem
Olhou em direção a igreja ...
E viu

Ela estava sentada
Com as pernas cruzadas
Deixando o vento brincar no seu cabelo
O sol refletia na sua pele
Que dourava a tarde como um veio
Seus olhos ...
Eram quase azuis
Muito mais tempestade
Meio calmarias
Muito espelho
Ela sorria ...

Ele pensou
não tem nada no céu
Como ela ...
Suspirou
Então se fez trovão
Descendo sua mão na direção dela
Que não teve como única reação
Tentar os braços...
Agora estava ela subindo aos céus
Dentro da enorme mão
A qual acariciava com ternura
Ele sentia seu toque
E sorria
Então ao chegar
Aos céus
Viu o rosto do seu raptor
Nada disse
Apenas sorriu
Ele ficou do tamanho dela ...
Ela apontou para terra
E saltou ...
E pulou atrás
Ninguém sabe onde estão
Nem onde foram parar
Mas ouvi falar
Que estão juntos pra sempre em todo lugar

Inserida por Mlcb

Igreja= Lugar cheio de pessoas vazias, manipuladas e com sérios transtornos psicológicos

Inserida por LucasRCunha

⁠A porta da Igreja De São Gonçalo está fechada.
Não poderei adorar o Meu Jesus tão cedo. Lá terei de esperar e desesperar.
Toca o sino. São 12h30.
Há silêncio no adro da Igreja.
Onde estão as crianças?
Vejo um cão a chafurdar na terra. Mais ninguém.
Alguns carros apressados cujos condutores conversam amenamente.
É Domingo. O dia do Senhor – 17 de Julho de 2022 – Festa do Santíssimo Sacramento na Igreja de São Gonçalo, no Funchal.
Por detrás de mim, mulheres chorosas com coroas-de-Henrique visitam os seus entes queridos que dormem em paz na “Quinta dos Calados”, a quinta que ninguém gosta de lá pernoitar e os que lá habitam jamais poderão sair com o seu próprio pé.
À minha frente, contemplo o azul do mar no horizonte.
Escrevo a lápis com apoio de uma capa de elásticos semidura que contém os meus currículos. Levo-os sempre comigo na esperança de obter um emprego anunciado numa simples vitrine.
Nunca obtive qualquer resposta dos mesmos…certamente, irão para o recetáculo de lixo mais próximo…quem diria?! Depositado numa vasilha onde se reúnem coisas provenientes de diferentes origens. Ali, estou eu, sepultada, profissionalmente e academicamente.
Mais uma badalada. São 13h.
Silêncio sepulcral.
Despeço-me do tempo com um até breve.

Inserida por filipassos

O destino é padronizado. Você pode mudar de casa, de empresa, de igreja, o destino vai lá bater na tua porta e fazer a pergunta de sempre: Você quer "pagar sapo" ou "engolir sapo"? (Walter Sasso - Autor de "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")

Inserida por walsasso

⁠Foi quando um religioso me disse: "Você não tem perfil para estar na minha igreja" que eu percebi que a seleção e a meritocracia são observações quânticas.(Walter Sasso)

Inserida por walsasso

Olha a bola que corre,
Na igreja o sino bate.
Cão que late,
Chora e grita o menininho.
Bate o sino da igreja.
É o sino pequenino...
Chora menino de rua vadio,
num natal tão triste e tão só.
Papai Noel...
do céu, esqueceu de ti.
Papai do céu...
Noel esqueceu de mim.
Óh pai no céu, esqueceu de nós!
Tristeza que bate neste natal tão vazio.
Vi que o menininho vadio de rua, SOU EU.

Inserida por Brunoh

Está bem, Rede Globo... A roubalheira da Igreja Universal, ou do Bispo Macedo, é de fato uma vergonha... Mas vamos combinar que a vergonha do senado não se tornou menor, como não justifica desviar todo o foco. Continuem denunciando, pelo menos até a copa do mundo.

Inserida por demetriosena

AOS QUE APEDREJAM EM NOME DE DEUS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

No passado, quando a igreja católica instaurou a inquisição, ela não o fez por ser a igreja católica, e sim, por estar no poder, ser absoluta e composta por seres humanos. O ser humano é assim: faz do poder que tem em mãos uma arma de opressão ao próximo, visando a manutenção da própria supremacia e o domínio de seus conceitos, pensamentos, ideias e filosofias. Quem comunga é amigo; aliado; parceiro; irmão. Quem não o faz, é inimigo; representa o perigo iminente; tem que ser extirpado e virar exemplo para que mais ninguém discorde.
Qualquer denominação religiosa que tivesse o mesmo poder político e o domínio absoluto, naqueles tempos de ignorância também absoluta ou quase, faria igual. Dominaria pelo medo, a força, o castigo, a tortura e a morte. E para justificar as atrocidades, faria tudo em nome de Deus e com a fantasia do combate ao diabo. Às forças do mal. Com tais artifícios a igreja, católica ou não, sempre teve nações ao seu lado; multidões enfurecidas dispostas a tudo para defender a santidade ostensiva e truculenta de suas greis.
Hoje, pelo menos no Brasil, vemos a tentativa do retorno à inquisição, pelos evangélicos fanáticos. E quem são os evangélicos fanáticos? Não há como classificar por denominação, pois são muitas as denominações evangélicas, e corremos o risco de ser injustos, mas pode-se dizer que se trata de um grupo cada vez maior. Que avança vertiginosamente.
Nesse passo, existe o risco de tal grupo crescer tanto, a ponto de alcançar a supremacia, o poder absoluto, via trâmites políticos. Afinal, sabemos que a política vai onde a multidão está. O poder público, para sua manutenção, sempre se deixará dobrar pelos que representam mais votos; mais poder. E os religiosos que visam a supremacia dispensam escrúpulos, esquecem a ética e não medem atos nem esforços para conseguirem dominar... e a cada dia,esses grupos têm mais líderes e fiéis enfiados nos palácios dos poderes, com o único fim de se fortalecerem corporativamente.
Apedrejar umbandistas nas ruas já é inquisição. Tanto quanto ofender, segregar, fazer piadas, prejudicar... e quando os líderes religiosos martelam incessantemente nos templos, que os umbandistas são do diabo; que as testemunhas de Jeová, os budistas, espíritas e outros mais também são do diabo, incitam a intolerância; o ódio; a ignorância que gera tudo contra o que toda religião deveria pregar. E pregaria, se fizesse o certo. Se não distorcesse os ensinamentos originais.
Aonde andam os seres humanos de boa vontade? Sem eles, cadê a paz que deveria estar na terra? Quem ensinou a jogar pedra no próximo? Cristo? Buda? Kardec? Maomé? Deus? Quem? Religiões ou seitas (para mim não há diferença, senão pelo preconceito) deveriam ensinar amor, compreensão, respeito às diferenças e ao arbítrio, que é livre; não pode ser forçado por pedras, xingamentos, intimidação.
Não me sinto em um país com liberdade de culto. De religião. Muito menos com liberdade para não ter religião, como é meu caso. Às vezes, de alguma forma, também me sinto apedrejado por muitos religiosos; entre os quais, alguns amigos e familiares. Tomara que nunca seja também, de fato, apedrejado, e torço para que as pessoas hoje apedrejadas por causa de suas crenças ou orientações de fé deixem de sê-lo.
Vejam quanta ironia: um não religioso pedindo paz aos religiosos. Um "perdido" pedindo aos "salvos" que amem o próximo. Um homem "sem Deus no coração" pregando a união, o bem viver e a comunhão humana, esperançoso de que os "ungidos" se conscientizem dessa necessidade.
Precisava dizer tudo isto. Que me perdoem os que se julgam ou são de fato melhores do que eu... e se não for possível, que alguém me atire a última pedra... só assim não restará mais nenhuma para ser atirada, inclusive, nesse alguém.

Inserida por demetriosena

CREDO, AMOR E FÉ

Demétrio Sena, Magé - RJ.

A igreja dirá, quando a sua mente já estiver devidamente rendida, que aquele seu sonho é pecado. Que você viver do seu jeito faz pleno jus ao inferno, e ser exatamente quem é ofende a "Deus"... mas por favor; não aceite os arreios impostos à sua alma, como se você os merecesse por ter nascido e chegado até aqui.
No momento em que a igreja começar a vender para suas dúvidas, angústias e conflitos um "Deus" passional e vingativo contra quem se permite a liberdade, voa e até faz arte, não compre. Não aceite a falsa grife de um ser superior que o fez humano e não aceita sua humanidade. Que amaldiçoa e castiga todo aquele que não se torna uma ovelha em sacrifício permanente. Se tiver que ser assim, prefira compor o grupo dos que seguem à margem.
Não aceite um redil como habitat natural de seus conceitos; como figura ou símbolo de salvação. Escravidão não salva. Subserviência não dignifica. Os redis que se mostram ao pé-da-letra nada são além de ardis para os carentes de bênçãos e milagres que a própria vida já é, e ora disponibiliza ora não, em seus fenômenos, mediante os engenhos também naturais do que chamamos de fé. E esta não é maior nem menor em quem se autoflagela, com mais ou menos sofreguidão.
Desespero e temor do inferno, anulação pessoal e sangria da alma não combinam com fé. Meu respeito a quem busca "Deus" ou deuses, mas como forma de ser feliz, não de trocar um sofrimento por outro. Uma escravidão por outra. Nenhuma escravidão é melhor. Nenhuma opressão é boa, mesmo que risonha e com ares (doentios) daquela paz agoniada e sem paz de quem vê o "diabo" em quase tudo e vive a expulsá-lo com orações sofridas, hinos pungentes, contrição profunda e proibições pessoais.
Tudo perde o sentido se não é por amor. Se não é de vontade livre. Só é fé se for pelo amor; não pela dor... nem pelador... nem apelador. Amor não combina com joelhos que sangram, almas que desistem dos corpos, talentos que se amoldam às ordens e à tirania da vigilância e das lideranças externas.

Inserida por demetriosena

HIPOCRISIAS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Quando era membro de uma igreja cristã, fui a pessoa mais hipócrita sobre a face da terra. Para mim, o mundo estava completamente nas trevas; ninguém prestava, se não fosse convertido... em outras palavras, se não fosse como eu. Foi assim que aprendi com o meio, naquele tempo e lugar; foi assim que fui orientado a pensar e agir.
Faz muitos anos que não sou membro de qualquer comunidade religiosa. Mesmo assim, continuo sendo a pessoa mais hipócrita sobre a terra. Entre outros motivos, por me julgar melhor do que os convertidos, mesmo sabendo e não desejando fazê-lo. Sobretudo, por cair na tentação de me julgar a pessoa menos hipócrita sobre a terra.

Inserida por demetriosena

IGREJA MITISTA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Adentraram a máquina do tempo;
foram todos parar na idade média;
onde a rédea proíbe a inteligência,
força bruta é a constituição...
Viajaram pra nunca mais voltar,
para onde ser livre fere a lei,
tem um rei que só tem que ter um olho,
porque todos os súditos têm venda...
Lá ninguém tem olhar de cidadão;
todos pedem perdão quando se alegram;
quando pensam; cogitam questionar...
Povo sangra por quem se refestela;
faz a própria novela pra sofrer,
não voltar para o século vigente...

Inserida por demetriosena

REFLEXOS DA IGREJA POP

Demétrio Sena, Magé – RJ.

A igreja evangélica, em todas as suas vertentes, ficou pop. Foi aí que surgiram astros. Espertalhões que angariaram mais seguidores do que Jesus. Que até usam o nome de Jesus, porque isso lhes convém e dá ótimos resultados materiais, além de poder, mas que se tornaram o centro das atenções e da obediência dos fiéis.

Tais astros, como Silas Malafaya, Edir Macedo, RR Soares, Valdemiro Santiago e tantos outros que surgem a cada dia, não só enriquecem às custas da ingenuidade ou a fé pública, como também dominam as vontades, ideologias e o voto das ovelhas. Graças a esse voto de cabresto, não apenas os astros, mas ainda os líderes locais e seus pupilos mais espertos levam vantagens, das mais diferentes formas. E prometem aos seus rebanhos, as “bênçãos divinas”, mansões celestiais após a morte, curas milagrosas, vitórias contra demônios e até alguns privilégios terrenos imediatos.

Ilusões. O caviar palpável, vivencial, terreno e notório fica mesmo com os que lideram. Com os que negociam as vidas, as vontades, a boa fé e a desinformação dos mais simples, tirando-lhes os direitos básicos de pensar politicamente; ver a sociedade com os próprios olhos... avaliar por si próprios os candidatos eleitorais que se apresentam e votar apenas em quem querem. São ovelhas em sentido figurado, ideológico e contingencial, que se tornam ovelhas, mesmo; aquelas que berram e obedecem à vara e ao cajado não do possível “Pastor Supremo”, mas dos impostores que proliferam na terra.

Minha crítica se estende a todos os segmentos religiosos que praticam pequenas ou grandes corrupções de qualquer natureza, mas o meu espanto maior, nos dias que atravessamos, é com as vertentes protestantes. Nunca vi tanto envolvimento ostensivo e asqueroso com os poderes executivo, legislativo e judiciário, desde a última ditadura militar (a oficial). Tudo em nome de um empoderamento que gera inquisição sobre quem não é evangélico, e de favores fiscais para o funcionamento burocrático/empresarial dos templos, além das outras formas de lucro e poder que posso imaginar.

Trago nostalgia de poucos líderes e alguns fiéis que um dia conheci em certa igreja batista chamada Betel Mirim ou graças a ela. Tomara que pelo menos alguns dos líderes orientados pelo meu amado e saudoso amigo ZD (Pastor Zózimo Duval) ainda preservem resquícios do seu caráter, lisura e simplicidade. Tenho saudades de quando me julguei cristão, movido pelo amor ao ZD e a gratidão de ser acolhido por ele, na adolescência. Entristece-me agora, ver igrejas atoladas em política partidária de cabresto e trocando votos de fiéis por privilégios e cargos, em tramas e negociatas que dão enjoo e tontura.

Estou generalizando? Nem tanto. Seria generalizar, se as tramas e negociatas com política partidária não fossem praticadas entre candidatos, poder público e maioria das igrejas. Creio que não preciso me desculpar com os cristãos ainda praticantes do cristianismo e não da corrupção político-religiosa vigente.

Inserida por demetriosena