Amo minha Igreja
Na Bíblia, o limite da licalidade, se iguala ao limite da igreja; e o limite da igreja se iguala ao limite da administração dos presbíteros.
A unidade da localidade proíbe a qualquer pessoa estabelecer uma outra igreja numa localidade, se uma igreja local já estiver sido aí estabelecida.
Um dos pontos comuns na Igreja é o complexo de incapacidade perante um Deus totalmente santo e perfeito. A tendência é termos uma auto-projeção de que não somos capazes de continuar nossa jornada em um caminho que agrada a Deus, com isso pecamos e tentamos nos justificar em frases como: “Não consigo, não sou capaz, sou sujo demais” . Como Igreja temos que nos projetar como Deus nos projeta, temos que parar de limitar nossas próprias forças e reconhecer nossa imagem e capacidade por meio D’ele. Não estou fazendo apologia à “auto-canonização” ou dizendo que temos que ser ou parecer “Santarroões” demais, não é uma questão de propaganda, temos que ter consciência que somos à Igreja que o Senhor escolheu, e Ele nos capacitou a preço do próprio sangue. Deus não exige nossa perfeição, Ele exige nossa santidade.
Igreja amante ou Igreja noiva? Qual tipo de Igreja temos sido?
A amante é egoísta e busca seu próprio prazer. Foge dos compromissos, vive em função do ego, viola os princípios do outro em busca da satisfação pessoal. Ela quer te usar, te fazer mais um. Não quer criar expectativas. Não quer amar, tão pouco ser amada.
A noiva vive em busca de uma união inseparável. O prazer dela é o prazer do noivo. Vive em função dele e nada pode tirar sua vontade de tê-lo. Deseja desesperadamente o dia em que o noivo colocará o anel em seu dedo e dirá:
-Enfim, eu sou teu e tu és minha.
