Amo meu Irmao
Defender o princípio da propriedade, mas fazer vista grossa à dissolução da família é assumir uma atitude, não só ilógica, mas hipócrita
Lamento de um Eterno Menino
Em brumas do ontem, onde as luzes se cruzam,
Rezava a família ao inverso destino,
Que arrebatou, com mãos invisíveis e firmes,
Um filho, um anjo, de sorrisos divinos.
No seio do lar, uma estrela fulgente,
Nascido em corpo de homem, coração pueril,
Guardava a pureza dos céus em seus olhos,
E em risos serenos, o mundo sentiu.
Ond'outros viam a ciência e leis rígidas,
Via ele cosmos, e em estrelas dançava;
Na poesia e música encontrou a linguagem
Que ao peito dos homens, mansamente tocava.
Filósofo, advogado, de astros amante,
No seu mundo próprio, uma missão traçava:
Ensinar que no amor, como um rio que flui,
Encontra-se o sentido onde a vida se lava.
Mas como explicar, quando o céu se desfaz,
O quebrar da ordem, o filho que parte?
Chora o universo, na perda de um astro,
Que brilhou tão breve, em tão frágil arte.
"Se ele é incrível", assim ele disse,
"Ele não será fácil, mas vale o lutar";
Pois mesmo na dor da mais cruel despedida,
É o amor que nos resta, é o amor a ficar.
Sagrado menino, em adulto disfarçado,
Tuas lições de ternura, ainda ecoam, vivazes;
No teatro da vida, foste peça rara,
E nas cortinas do fim, deixaste rastros de paz.
Por todos os dias em que a música cessa,
E em que os poemas não podem consolar,
A lembrança de um espírito eterno e criança
Nos fará sorrir, nos ensinará a amar.
Hoje, despertou em mim a curiosidade de buscar o significado da palavra "família" segundo a definição do dicionário Aurélio. Contudo, ao terminar de ler cada definição, percebi que quando nos referimos à família, estamos falando de inúmeros conceitos, com sentidos análogos. Mas, essas definições, embora importantes, são apenas um ponto de referência para nós e, de certa forma, uma premissa para entender quais são os atributos relacionados a esse substantivo. Nesse sentido, quero expressar o que minha família significa para mim. E para começar, quero falar da singularidade. Sim, o amor que sinto pela minha família é único, é imensurável, é sem igual. Ela é como o sol que ilumina minha vida, que irradia meus passos, meu caminho. Ela me proporciona a energia de que preciso para me manter em pé, quando me sinto fraca, sem direção. Minha família é fonte de alegria, de ternura, de harmonia, de aconchego e de partilha. Ela é o lugar onde a tristeza não passa. Ela sabe amar e me proporcionar tudo aquilo que sinto.
Eu tenho inúmeros motivos para agradecer, mas primeiramente, pela graça que Deus me concedeu ao ser privilegiada com pessoas tão especiais ao meu lado, denominadas mãe, pai e irmãos. Eu sou extremamente feliz e não poderia me sentir mais radiante por ter sido abençoada com a virtude de pertencer e estar presente na vida de vocês. Obrigada por serem pessoas tão brilhantes. Por todos os laços de amor e carinho que recebo desde o primeiro dia da minha vida. Nunca me faltou nada, porque vocês a cada dia me dão mais motivos para agradecer. Vocês não apenas somam na minha vida, como também multiplicam as melhores risadas, os melhores conselhos, os melhores momentos e a minha melhor versão. Em vocês, busco o alicerce de onde tiro tudo o que posso passar de valor para o próximo, é onde procuro a força para superar certas situações embaraçosas que o mundo nos apresenta.
Existe uma analogia na qual diz que a família é como uma árvore robusta, cheia de galhos e que cada um deles segue a sua direção natural, mas ela é firmada em uma raiz em comum, que todos têm. E essa raiz mútua é o resultado da base moral que precisa ser forte e profunda, para que as intempéries e vicissitudes da vida não sejam capazes de arrancá-las da terra. Ou seja, cultivar raízes profundas requer o constante cuidado com valores e virtudes essenciais, como disciplina, compaixão, responsabilidade, amizade, trabalho, coragem, perseverança, honestidade, lealdade e fé. Esses nutrientes são fundamentais para fortalecer e sustentar a integridade da árvore familiar, desde o robusto tronco até a exuberante copa. E por fim, os frutos com suas sementes são o legado familiar. E é com essa metáfora que concluo a minha definição de família. Vocês são a minha majestosa árvore familiar. Obrigada por serem o meu maior exemplo. Eu amo vocês. Abençoa, Senhor, as nossas famílias. Amém.
Muitas pessoas da família não têm ideia de que vivem com narcisista .
Confundem com bipolaridade. Por falta muitas vezes de informação.Os filhos sofrem diariamente com punições severa de silêncio, pressões psicológicas, e por falta de atenção.
As migalhas afetiva que entregam não supri as necessidades dos envolvidos.
E quando eles encontram amor e carinho no meio do caminho de suas vidas , eles se apegam a isso , porque aonde deveria ter é sombrio.
Ter pais narcisista e se punir sempre .
E ter sempre a culpa.
Crescem sem amor e se tiver outros irmãos, um será o mais rejeitado pelo narcisista .
Como não tem empatia .
Nem imagina como o rejeitado se sente.
Os membros de uma família também são como clientes; na verdade, são convidados na nossa jornada da vida, não são? Sejam eles convidados de honra ou convidados indesejados, se os tratarmos como clientes, ninguém sairá machucado.
O fanático é o fã que perdeu o amor próprio. Se você precisa se esconder de sua própria família para saciar seu desejo, consulte um médico. É vício.
Família?
Aquela que está
comigo nos bons e nos
maus momentos, sejam
eles de sangue ou não.
O resto são pessoas que
tem grau parentesco comigo.
Apenas quero distância.
Quero que eles sejam
felizes mas... bem looonge
de mim.
Acordei com saudade
Do solo sagrado
Da casa amarela
Da família escolhida
Da mãe terra
Eu estou com saudade
De me sentir
de me encontrar
No silencio
Na dança
No altar
Eu amo ver a saia rodar
O amor germinar
O sol entardecer
A lua brilhar
Naquele lugar
Onde a arvore fala,
Dança e acolhe.
Onde há amor incondicional
Trabalho e descanso
Aprendo
Cresço
Floresço
Vivo
Expando em luz divina
Sagrada medicina
Avuela, rainha
Salve estrela guia
Amor pelo jornalismo
Poderia dizer que essa profissão é distante da minha família, mas na verdade não é exatamente assim. Professores passam informações, então minha profissão não é totalmente distante da função que boa parte dos meus familiares exerce. No entanto, nenhum familiar me apresentou o jornalismo.
O amor começou descalço, no meio do asfalto, jogando bola com amigos de infância. Entre vitórias e derrotas, o futebol de rua é cercado de brincadeiras. As conversas, depois de muitas idas à casa dos vizinhos para pegar a bola — alguns bem nervosos, por sinal —, valem uma história à parte. Mas hoje não, não é sobre isso que vou falar. Arrebentar os tampões dos dedões... que época boa! Não lembro disso querendo voltar ao passado, mas sim grato por Deus ter me proporcionado uma infância mais na vida real do que nas telas de hoje em dia.
O futebol de rua foi uma das coisas que mais pratiquei quando moleque e foi justamente em um desses dias que descobri aquilo que passaria a buscar com um carinho diferente: o jornalismo.
Depois da pelada, um pouco de resenha, um zuando o outro e, de repente, vem a pergunta que engaja geral: “O que você quer ser quando crescer?”. Engenheiro, mecânico de avião, bombeiro, policial, astronauta — sim, teve um que encheu a boca pra falar astronauta. Eu não duvidei, mas é claro que a resenha já vem na ponta da língua pra dar uma gastada. Em meio às revelações, um dos mais velhos do grupo fala: “Quero ser jornalista esportivo, falar de esporte.”
Eu paro e pergunto: “O que é isso? Como faz?” Nunca havia ouvido aquele nome antes: Jornalista Esportivo. Tinha uns 13 anos, mas sim, mesmo já acompanhando um pouco de futebol na televisão, a palavra era nova para mim. Jornalista Esportivo.
“O que se faz nisso? Como que é?”, pergunto.
“Fala de esporte, pô. Igual esses jornais na TV, sabe? Só que fala dos esportes apenas.”
Fã do jovem em ascensão à época, El Shaarawy, esse amigo, que por dúvida, preservo o nome, despertava em mim um interesse de buscar mais sobre a profissão. Acabada a resenha pós-futebol, volto para casa e a primeira coisa que faço é buscar sobre essa profissão no pai dos burros: o Google.
Veículos de comunicação, cursos, faculdade, o que fazer, como fazer, onde fazer... perguntas atrás de perguntas. Vídeos, relatos sobre experiências e então começo a conhecer as referências da área. Pegar um pouquinho de cada um, entender os blocos do jogo.
Craques e mais craques. Eu? Apenas um gandula perto deles. Como fazer isso dar certo? “Deus, não sei como, mas vou dar meu melhor, seja feita a Tua vontade”, dizia com fé em algum milagre. “Deus ajuda quem trabalha”, “Quem procura acha”, “Quem quer dá um jeito”; palavras assim foram sustento em meio às aflições de um cidadão comum que começava a enfrentar desafios na passagem da adolescência para a vida adulta. A necessidade de trabalhar, mesmo que fora da área, não foi suficiente para me afastar do jogo, do campo, das quadras poliesportivas.
Trabalho, fé, foco, renúncias e muita mão de Deus. Não ouso tirá-Lo dessa receita! Provocações e deboches, isso não é exclusivo de um grupo. Também passei por algumas.
Mas estar em uma redação física pela primeira vez, participar de um programa de rádio, conhecer os primeiros grandes nomes do esporte como Bernardinho, Bruninho, Fernando Meligeni, pessoas que só via pela televisão... tudo isso foi convertido em combustível. Um prêmio, de fato, um privilégio. O som do teclado ao digitar uma nota, artigo, que seja... o cheiro de tinta da caneta que mais tarde estourará ou a aflição de escrever tudo antes da caneta morrer. Até ficar na externa correndo risco de participar de uma "queimada", mesmo que o esporte seja futebol, vôlei ou basquete.
O dinamismo, a pressão por mais engajamentos, ficar de olho nas tendências, os números dos outros veículos, pensar fora da caixa e as histórias que inspiram, acesso aos bastidores de vidas dignas de filmes... os ônus e bônus.
É um privilégio poder aprender e conversar com algumas referências. Existe uma grande responsabilidade nessa profissão. Como cristão que sou, logo lembro dos versículos de Tiago 2:20-22: “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.”
Com isso, lembro da frase: “É justo que muito custe o que muito vale”, frequentemente ligada a Teresa D'Ávila.
Não sei exatamente em que posso contribuir nesse jogo, e se posso, muito menos o que acontecerá amanhã. O que sei é que essa coceira por olhar o que poucos viram, mastigar a informação de uma maneira que mais pessoas possam entender, trazer assuntos pertinentes e principalmente cuidar para não passar nada além da verdade, além de aprender com todos, são tópicos que me prendem ao jornalismo.
Lembrando dos ônus e bônus, é quase uma antítese, logo lembro da primeira estrofe do soneto de Luís Vaz de Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”
No fim, não é exclusivo do jornalismo. Toda profissão tem seus desafios, mas, mesmo que às vezes possa ser uma dor que desatina sem doer, é justo que muito custe o que muito vale.
me sinto um desconhecida na minha própria família,
me sinto uma estranha entre amigos,
me sinto uma parasita habituando no meu próprio corpo.
apenas como me sinto.
A família e os amigos são pilares fundamentais em nossas vidas, pois nos proporcionam o apoio emocional, o amor e uma sensação de pertencimento. Eles são a base sobre a qual construímos nossas experiências e memórias, durante a nossa existência. Valorizar e nutrir essas relações é essencial para que tenhamos uma vida plena e feliz.
FRUTOS DAS RUPTURAS
Legado dos avós,
Laços de família,
Promessas e juras,
Acordos e tratos.
Tudo vai bem enquanto se está bem.
Felizes os que mantêm o bem, mesmo sem estarem bem.
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