Amo essa minha Vida Louca
Quando o seu coração bate em sintonia
Com as frequências do universo: em paz.
Essa harmonia traz a manifestação de beleza, plenitude e abundâncias...
Mas quando estamos agitados, com medo e nervosos, ficamos em desequilíbrio e perdemos essa ressonância. Por isso nos desintegramos e entramos em um estado de infelicidades: perdição e derrotas...
Quem hoje aponta o dedo e julgar o esforço alheio logo sentirá o peso da vergonha ao ver essa mesma pessoa alcançar uma riqueza e um poder inalcançáveis.
Você quer paz no mundo?
Então existe um lugar onde essa transformação precisa começar:
DENTRO DE VOCÊ.
Eu sei que te magoei e sei que essa distância que nós criamos está fazendo mal para os dois. Mas, sendo muito sincero, não faz sentido continuarmos assim quando está claro que somos muito melhores juntos.Eu queria ter a certeza do seu sorriso comigo todos os dias. Nos momentos difíceis, é a lembrança dele que me dá forças, porque hoje, longe de você, meus dias perderam o rumo e o futuro parece vazio.Preciso admitir: você estava certa o tempo todo. Você insistiu e acreditou na gente por muito tempo, e eu demorei demais para valorizar o que tínhamos. Eu errei feio. Dói reconhecer isso agora, mas precisei sentir a solidão de ficar sem o seu afeto para entender que o meu lugar é ao seu lado.Eu me sinto completamente perdido sem você, pensando na gente a cada minuto. Se eu te ligasse agora, o que você me diria? Eu não aguento mais esperar. Sei que não é um assunto fácil e a cada dia que passa fica mais difícil conversar, mas a verdade é que eu preciso que você volte para a minha vida.Por favor, não deixa o tempo passar a ponto de ser tarde demais. Eu não sou o mesmo sem o seu amor.
“Quanto está pagando?”
Hoje em dia, essa parece ser a primeira pergunta de muita gente quando surge uma vaga — e, muitas vezes, vem justamente de quem ainda está começando e tem muito a aprender.
Todo iniciante ou profissional deve buscar crescimento, evolução e valorização. Não há nada de errado em querer ganhar bem. O problema é querer receber como alguém experiente antes de construir experiência, responsabilidade, produtividade e confiança.
Também vejo pessoas trocando de companhia constantemente por um dólar a mais. Quando percebem, já passaram por vários lugares e, nessa busca, podem acabar perdendo algo muito maior: credibilidade, confiança e valor no mercado.
Ambição é importante. Querer crescer, ganhar mais e até ter sua própria companhia é legítimo. Mas existem etapas. Antes de querer ocupar o próximo nível, é preciso estar preparado para as responsabilidades que vêm com ele.
Por outro lado, também existem donos de companhia que não cumprem o combinado, atrasam pagamentos e ocupam posição de chefe sem postura de líder. Por isso, não podemos julgar todos da mesma forma.
Existem colaboradores e helpers sérios, assim como existem líderes que cumprem sua palavra, pagam corretamente e valorizam quem trabalha ao seu lado.
No final, vale para os dois lados:
O colaborador precisa construir seu valor.
O líder precisa construir sua credibilidade.
Dinheiro é importante, mas caráter, compromisso, experiência e palavra continuam sendo algumas das moedas mais valiosas no mercado.
Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.
Eu já fiz o bem sem olhar a quem. E hoje reconheço: essa frase é bonita demais para ser totalmente verdadeira.
Não existe gesto humano absolutamente puro. Sempre há um traço de expectativa, ainda que mínimo, quase imperceptível. Pode não ser dinheiro, pode não ser vantagem material, mas há um desejo íntimo de retorno. Um reconhecimento. Um agradecimento. Uma sensação de justiça moral. Até mesmo a paz interior é, de certo modo, uma recompensa.
O ingrato não frustra apenas porque é ingrato. Ele frustra porque revela a expectativa que fingíamos não ter. Dizemos que não esperávamos nada, mas a ausência de resposta nos incomoda. Isso já é prova suficiente.
A filosofia do “fazer o bem sem olhar a quem” funciona como ideal, não como descrição fiel da natureza humana. Somos seres conscientes de consequência. Sabemos que nossas ações geram efeitos, e no fundo acreditamos que o bem, de alguma forma, retorna. Nem que seja como equilíbrio espiritual, aprovação divina ou serenidade de consciência.
Há quem afirme que Deus recompensa o bem feito ao necessitado. Pode ser. Mas também pode ser apenas uma tentativa humana de manter coerência moral no mundo. Afinal, se Deus nos dá mais do que merecemos, como distinguir recompensa de graça? Como saber se o que recebemos é pagamento ou simples generosidade divina?
Talvez a lucidez esteja em admitir: fazemos o bem também porque isso sustenta a imagem que temos de nós mesmos. Porque precisamos acreditar que somos justos. Porque queremos viver num mundo onde a bondade tenha algum sentido.
Isso não invalida o bem. Apenas o humaniza.
A pureza absoluta pertence às ideias. A prática pertence aos homens. E os homens são mistos, contraditórios, conscientes e desejantes.
Ser lúcido não é deixar de fazer o bem. É fazê-lo sabendo que não somos santos — e ainda assim escolher agir com dignidade.
É essa inquietação que nos faz sentir que ainda há muito para descobrir.
Talvez envelhecer não seja apenas contar os anos que passaram, mas encontrar novas razões para que os anos que ainda virão continuem fazendo sentido.
Talvez meu maior defeito seja essa necessidade imparável de expressar o que sinto pela arte. Eu não sei fazer uma música "do nada". Não sei ver um filme e criar inspirada em uma história fictícia ou longe da minha realidade. Se não escrevo ou canto, sufoco. E não basta criar, preciso mostrar ao mundo.
As vezes seguro coisas que faço por medo de consequências. Por medo que alguém entenda errado, ou que aquilo machuque alguém que me importa, mas me machucou e gerou aquilo em algum momento. O problema é que sinto que sufoco a cada segundo que seguro algo que precisa ser dito, e não sei o quanto ainda posso resistir segurando tudo isso.
E se quem gerou o que me fez compor ou escrever nunca tivesse acesso ao que fiz, sinto que seria como guardar tudo só pra mim. Não quero atingir, apenas falar. Por muitos anos calei todas as minhas dores. Na infância, sempre fingia estar bem, mesmo quando todos os dias era humilhada em ambientes escolares extremamente hostis. Talvez isso tenha me feito ser assim hoje, e talvez o que chamo de "grande trauma primordial" tenha tido tanta força por isso, me afetando até hoje, em 2026, mesmo que tenha acontecido quase em outra vida, em 2011.
Quando eu escrevo, é porque já não tenho opção. Quando escrevo é porque é isso ou desaparecer. É porque é a única forma de suportar e sobreviver a mim mesma. É porque ou grito, ou deixo o que calei continuar me corroendo por dentro. Eu queria poder ser sincera, e explicar as coisas para quem precisa saber, mas na maior parte do tempo isso não é uma opção, e muitas vezes, tentando me explicar, parece que só consigo estragar tudo de vez.
- Marcela Lobato
"Cultivar bons hábitos é semear liberdade na alma; e ler é regar essa semente com sabedoria. Cada página nos ensina que a verdadeira nobreza não está em possuir, mas em pensar, imaginar e escolher com integridade o caminho que nos eleva. A leitura é o espelho da inteligência, e os hábitos são a ponte que nos conduz à eternidade do espírito."
Roberto Ikeda autor
Sujo:
Meu coração é imoral, sujo e pecador sou. derrotado, sujo e triste ando por essa vida, mas há uma esperança, espero um dia servir no ritmo da dança fazer parte desta esperança, quer na vida que eu seja luz para viver para gloria do meu Jesus.
Essa é a última poesia que escrevo,
até o momento,
mas voltarei com versos de desejo,
que passarem pelo meu pensamento...
Poeta não para nunca,
poemas sempre surgirão,
Sempre estarei aqui com alegria,
trazendo frases e as filosofias,
que passarem pelas minhas mãos!
Essa mensagem é para você
Que não está feliz
que chorou a noite toda
que está com medo
que tem vergonha de pedir ajuda
que foi expulso de casa
que perdeu tudo no jogo
que mora na rua
que se prostitui
que foi abandonado pelos pais
que voltou de uma quase morte
que voltou de um infarte
que esta com cançer
que perdeu o emprego
que foi humilhado no trabalho
que sofre assédio
que está em constatnte conflito interno
que sente um vazio
que descobriu que não deveria ter casado
que odeia a solidão
que procura alguém para casar.
Tudo isso é apenas conflito interno, situações que a resposta, não esta no outro, esta dentro de você no seu subconsciente. Se afaste de tudo que destraía sua atenção, vá em direção a si mesmo; reencontre, reconecte com si mesmo. Os conflitos externos são reflexos do que esta bagunçado dentro de você. A solução está nas atitudes simples da vida, peça ajuda. Transforme-se!
Essa história já tem quase onze anos, e sempre me abala muito ver certos casais da ficção. Há cenas que sempre me pegam emocionalmente. Acho que isso nunca vai deixar de ferir.
Meu medo é que nunca mais a veja, porque apesar da gente, tecnicamente, ao menos, ainda se falar, ela vive fugindo, e eu sempre sinto que é a última vez. Que o futuro já não nos tem nessa mediocre e indesejada existência.
- Marcela Lobato
Deus lançou-nos, sem nosso consentimento, à existência — ora, não será essa a mais terrível das injustiças?
(Uma Expedição ao Inferno)
Se o povo soubesse o poder que tem nas mãos, acabaria com essa zona na política de uma vez por todas! O problema é que muitos ainda preferem votar por migalhas, vendendo o futuro por um favor momentâneo. Enquanto o povo aceitar ser comprado, esses políticos vão continuar tratando a nossa cidade como se fosse o quintal da casa deles. Acorda, povo! O político tem que ter medo do povo, e não o contrário. Chega de clientelismo e de promessas vazias!
É incrivelmente difícil traduzir em palavras essa sensação de ter perdido você, sabendo que você ainda está no mundo. Nós não nos perdemos para a vida; nos perdemos nas escolhas que fizemos, no tempo que deixamos passar e nas circunstâncias que desenharam esse distanciamento entre nós. E o que me sobra hoje é um vazio. Um espaço imenso no peito repleto de lembranças, de planos que agora ficaram órfãos e que costumavam colorir os nossos dias e as nossas conversas mais bonitas.
Olhando para trás, sinto a necessidade urgente de te pedir desculpas. Me perdoa. Me perdoa pelas vezes em que não soube te dar valor. Se eu pudesse voltar no tempo, faria tantas coisas de um jeito diferente, só para não ter que ver o nosso "fim" se transformar em saudade.
O mais pesado de tudo isso é perceber que o meu amor por você não entende de prazos, finais ou distâncias. Ele continua aqui, pulsando vivo e intacto dentro de mim. Você me invade em momentos completamente aleatórios do dia: de repente, me pego ouvindo o eco da sua risada, sentindo o calor do seu toque ou lembrando do seu perfume. É um amor que transborda, mas que agora não tem mais para onde ir.
Estou tentando aprender, dia após dia, a conviver com esse sentimento. É um exercício doloroso de não apagar o que fomos, mas de aceitar, com o coração partido, o que somos agora. Eu não quero te esquecer, mas preciso aprender a te deixar ir.
Eu sigo em frente, mas a verdade é que deixei os melhores pedaços de mim morando em você. Por fora, o meu sorriso vai se recompondo para o mundo, mas por dentro existe um coração completamente apaixonado que ainda te espera. Mesmo sabendo que o nosso caminho agora é individual, uma parte de mim sempre vai pertencer a você.
Dizem que a vida nos ensina a suportar o insuportável. Minha única esperança é que, com o tempo, essa dor se transforme em uma lembrança leve — um lugar bonito na minha mente onde eu possa te visitar sem me machucar, apenas para sorrir, lembrar do quanto fui feliz ao teu lado e te agradecer por ter sido o amor da minha vida.
É difícil explicar essa sensação de ter perdido alguém que ainda está aqui. Não te perdi para a vida, mas nos perdemos nas escolhas, no tempo e nas circunstâncias que nos trouxeram até este distanciamento. O que sobra é esse "vazio cheio": cheio de lembranças, de planos que agora não têm dono e de todos os e se que costumavam colorir nossas conversas.
O mais pesado é perceber que o amor não entende de prazos. Ele continua pulsando aqui, me fazendo lembrar do som da sua voz ou do seu toque em momentos aleatórios do dia. Preciso aprender a conviver com esse sentimento sem ter para onde direcioná-lo. É um exercício diário de não esquecer, mas de deixar ir; de não apagar o que fomos, mas de aceitar o que somos agora.
Sigo em frente levando esses pedaços de mim que ainda moram em você. Por fora, o sorriso vai se recompondo, mas por dentro ainda existe esse silêncio que ama e que espera, mesmo sabendo que o caminho agora é individual.
Dizem que a vida ensina a suportar o insuportável. Espero que, com o tempo, essa dor se transforme naquela lembrança leve, um lugar onde eu possa visitar sem me machucar, apenas para agradecer pelo que vivemos.
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