Amo essa minha Vida Louca
Não entendo essa idolatria pelo menino Ney! O cara é um prego, uma estrela apagada e apoiador de golpista! Cria fascista!
Não fala nada ... não precisamos de palavras quando temos um ao outro ... essa noite meu corpo é um livro ...me leia toda ...cada pedacinho de mim ...palavra por palavra ...
Essa menina é adrenalina pura, ela é êxtase, ela é coragem ... emoção a flor da pele, sexy sem vulgaridade ...doce , meiga e as vezes teimosa.. mas ela é luz por onde passa...a menina dos meus olhos , meu encanto, minha calmaria a razão dos meus sorrisos bobos, é ela!
"Quando alguém semear maldade no seu caminho, não permita que essa semente encontre solo em seu coração. Siga em paz, porque a colheita pertence sempre a quem plantou.
"Oferecer o melhor de si e acolher o que o outro traz sem cobrança: essa é a verdadeira troca do amor."
Em vez de torcer contra ou criticar quem ousa criar e crescer, essa gente deveria entender que o verdadeiro fracasso coletivo está em não ter a coragem de apoiar o esforço de quem está tentando fazer o corre do próprio negócio.
Sentir a União Eterna
Para fechar essa linda jornada do sentir, o nosso espírito é convidado a alcançar a mais sublime das certezas: a de que o amor é o laço eterno que nos une a todos. Quando sentimos o nosso eu, o ambiente, o próximo e as necessidades do mundo, compreendemos que nenhuma alma caminha isolada. Fazemos parte de uma imensa família universal criada pela mesma Inteligência Suprema. Sentir essa conexão nos traz uma segurança profunda e afasta qualquer solidão. O amor verdadeiro atravessa o tempo, supera as distâncias e permanece vivo em nossa bagagem eterna, mostrando que a nossa grande meta é, no final das contas, nos tornarmos puro sentimento.
O oposto do amor não é o ódio, é essa mania insistente de querer ditar com quem o outro deve ou não ser feliz.
por que é proibido pisar na grama?.
Talvez essa seja uma das proibições mais estranhas que inventamos.
Uma placa fincada no chão, algumas letras vermelhas dizendo “PROIBIDO PISAR NA GRAMA”, e de repente um pedaço de terra deixa de ser apenas terra. Aquele lugar que poderia ser atravessado vira fronteira. O caminho mais curto passa a ser o caminho errado. E ninguém precisa mais construir um muro, porque basta ensinar as pessoas a terem medo de ultrapassar uma linha que, na verdade, só existe porque alguém decidiu que ela deveria existir.
Vezes me pergunto se não fizemos o mesmo com certas pessoas.
Talvez você seja a minha grama.
Não porque exista alguma placa dizendo que não podemos nos encontrar, mas porque existem tantas pequenas proibições invisíveis entre nós. O que vão pensar? O que aconteceu antes? E se voltarmos para um lugar que doeu? E se as nossas vidas já tiverem seguido por caminhos que não combinam mais? E se aquilo que um dia foi tão bonito não couber mais nas pessoas que nos tornamos?
E então ficamos parados na calçada.
Olhando.
Tão perto.
Com vontade de atravessar.
Mas esperando alguém nos dizer que pode.
É curioso como a gente aprende a obedecer antes mesmo de entender a regra. A gente cresce acreditando que algumas coisas simplesmente não podem ser feitas. Que certas portas não devem ser abertas novamente. Que alguns lugares pertencem ao passado. Que determinadas pessoas precisam permanecer onde as deixamos, mesmo quando alguma coisa dentro da gente ainda reconhece o caminho até elas de olhos fechados.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que a felicidade precisa pedir autorização?
Quem determinou onde eu posso pisar para viver aquilo que sinto?
E, principalmente, por que eu deveria ter medo de uma placa colocada por alguém que nunca sentiu o que eu senti?
Talvez seja esse o maior problema da vida confundimos limite com verdade.
Nem tudo que nos disseram que era proibido realmente era.
As vezes era apenas perigoso. As vezes era apenas difícil. As vezes alguém antes de nós se machucou naquele mesmo lugar e, por isso, decidiu que ninguém mais deveria pisar ali.
Mas a grama continuou crescendo.
Verde, silenciosa, bonita.
Como se não soubesse que alguém havia transformado aquele pedaço de mundo em território proibido.
E talvez seja isso que mais me incomode.
Porque a grama não tem culpa da história que aconteceu sobre ela.
Ela não sabe das nossas dores antigas. Não sabe dos erros, das despedidas, das coisas que não foram ditas. Não sabe quem éramos quando estivemos ali pela primeira vez. Ela só continua crescendo no mesmo lugar, esperando que algum dia alguém tenha coragem de atravessá-la novamente.
E talvez nós sejamos exatamente isso.
Duas pessoas olhando para o mesmo lugar onde um dia foram felizes, com medo de descobrir que ainda existe alguma coisa ali.
Com medo de pisar.
Com medo de lembrar.
Com medo de não sentir nada.
Com medo de sentir tudo.
Talvez exista uma vida inteira entre uma calçada e outra. Uma nova versão de mim. Uma nova versão de você. Outras pessoas, outras histórias, outras cicatrizes. Talvez nossas vidas já não se encaixem como antes. Talvez não exista mais espaço para aquilo que fomos.
Mas e se existir?
E se a gente estiver deixando uma possibilidade morrer apenas porque alguém nos ensinou que voltar é sempre um erro?
Eu não quero romantizar aquilo que machucou. Não quero fingir que o passado não existiu. Não quero apagar as consequências das coisas que fizemos ou das coisas que fizeram conosco.
Só não quero transformar o passado em uma sentença.
Porque existe uma diferença enorme entre voltar para o passado e reencontrar alguém que também conseguiu sair dele.
Talvez pisar na grama não seja esquecer a placa.
Talvez seja simplesmente entender que ela nunca teve autoridade sobre os nossos sentimentos.
E talvez seja por isso que eu ainda olhe para aquele lugar.
Porque a grama é bonita.
Porque foi ali que alguma parte da nossa história aconteceu.
Porque, entre tantos lugares possíveis no mundo, foi justamente aquele que nos encontrou.
E talvez ela seja sagrada não porque ninguém possa pisar nela, mas porque foi testemunha de algo que ninguém mais viu.
Então, por que é proibido pisar na grama?
Talvez porque alguém tenha medo de que ela seja destruída.
Talvez porque seja mais fácil proteger alguma coisa mantendo todos afastados do que permitir que alguém descubra como caminhar sobre ela sem machucá-la.
Mas eu não sei se quero viver assim.
Não quero passar a vida inteira olhando para lugares onde poderia estar.
Não quero deixar que o medo dos outros escolha o caminho dos meus pés.
Se eu sentir vontade de atravessar, talvez eu atravesse.
Não porque tenha certeza de que do outro lado existe felicidade.
Mas porque, pela primeira vez, quero que a escolha seja minha.
E se você estiver do outro lado da grama, talvez eu não precise prometer que tudo será como antes.
Talvez eu só precise perguntar:
você ainda quer caminhar comigo?
Porque talvez liberdade seja isso.
Não fazer tudo que queremos sem consequências.
Mas ter coragem de escolher aquilo que queremos, mesmo sabendo que algumas escolhas podem nos assustar.
E talvez amor seja ainda mais simples.
É olhar para uma placa dizendo “proibido pisar na grama”, olhar para a pessoa que você ama do outro lado e finalmente perceber que algumas regras foram feitas para manter desconhecidos separados.
Não pessoas que ainda se reconhecem.
E então, por um instante, antes de pensar no passado, no julgamento, no medo ou na vida que mudou, existe apenas a grama entre nós.
Verde.
Linda.
Intocada.
Esperando.
E talvez tudo o que sempre quiséssemos fosse descobrir se ainda existe um caminho entre duas pessoas quando ninguém mais está dizendo onde elas podem pisar.
Nunca julgue alguém sem antes saber que essa pessoa pode ser um grande projeto de Deus. O mundo da voltas e essa pessoa pode ser o sucesso grande e depois você ver o sucesso dela e você sofrer porque ofendeu alguém tão justo e tão honesto e puro. Você não sabe que ele podia ser uma luz no seu caminho. Não seja o mal, pois o mal volta pra quem faz. Se ele foi bom ele nunca deixará de ser bom e amoroso com os outros
Larga de mão essa tolice de achar que a dor do outro é motivo de chacota: quem não respeita a saúde mental e a vida do próximo está caminhando na própria escuridão.
Deixa essa tolice de julgar quem é diferente e acorda para o Evangelho: quem não ama o próximo na sua fraqueza não conhece a Deus nem vive na verdade.
Larga essa tolice e esse preconceito cego: acorda para a verdade de que o Criador não te fez juiz da mente alheia, mas sim protetor e irmão de quem está fragilizado.
"Quem vive alardeando o pouco que faz costuma usar essa narrativa para esconder o muito que prejudica."
“ O mundo tem boas surpresas
E o extraordinário ao redor,
Dê chance a essa beleza,
e tudo ficará ainda melhor.”
"Acreditar na loucura de alguém pode ser o empurrãozinho que faltava para essa loucura virar história."
"Apoie quem sonha alto hoje. Amanhã, quando essa pessoa alcançar as estrelas, você saberá que ajudou a construir o foguete."
O que importa, chorar sozinho ou abrir de vez essa porta, pra que esses momentos sejam mostrados meus puros sentimentos. O que importa você enxugar minhas lágrimas enquanto debruço em seu peito todo amor, que eu pra revelar, nos meus erros senti tanta dor. Mas o que agora importa é sentir você chorando comigo, abraço doce, gostoso que agora virou meu eterno abrigo!
Coisas que não sabemos explicar
De onde essa brisa soprar coisas que nos fazem sorrir
E outras nos fazem chorar
Quantas e tantas assim vivemos
Sem entender se ao acaso
Ou se já era programado
Simplesmente acontece
A vida corre numa vertente
Onde um flash de repente
Como um bote de serpente
Nos faz desviar ou enfrentar
As linhas dos caminhos
Que por vezes sinuosos
As vezes retas esperadas
Num círculo onde encontramos
Ou nos perdemos de nós mesmo
Daí as voltas em nossas cabeças
Enquanto refletimos nosso querer
Que nem sempre dá pra acontecer
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