Amo essa minha Vida Louca
Essa ponte divisória de mistérios que liga o mundo visível ao invisível é o tempero que a vida usa para dar sabor à existência.
Está todo mundo atrapalhado, perdido, vulnerável...
Difícil saber lidar com essa era do descartável!
Dizemos tanto que confiamos em Deus e no menor dos problemas pensamos em desistir. Essa fé não gera milagres!Trate de alimentar sua fé.
Que essa semente seja de Amor.
Que este solo seja fértil, que o respeito seja o adubo.
Que o tempo, seja das estações
Que mesmo sem chuva haja orvalho.
Que brote a.Flor do Amor, que espalhe sementes.
Que o campo seja tomado de flores.
Que o vento das relações, espalhe este sentimento por todo vale chamado Vida.
Ninguém entra em nossas vidas de maneira natural e essa percepção nos dá a entender que, se faz necessário avaliar e colocar na balança quem tem contribuído de forma positiva para sua evolução como ser humano.
Dentre as maiores qualidades que alguém pode ter é educação e essa tal educação não é conteúdo de escola, é algo que se aprende com os nossos pais, com a família e é o reflexo da nossa convivência com o mundo. A Educação compõe o caráter.
A vida continua a pulsar, o mundo, as coisas, o tempo, tudo continua a mover-se como antes.
Essa pulsão chamada "vida" é a nossa mais absoluta motivação de existência. E isso não pode parar. O que muda talvez (por necessidade ou por acomodação) são as nossas rotinas. E isso, às vezes, é inevitável.Mas mofar, entrar num processo de decomposição, isso nunca!
*texto exclusivo a página @eusoumesmofoda
Eu acho que essa vida não me satisfaz
Eu juro que eu quero me mudar daqui
Vou atrás do progresso pra me adiantar
Só quero ver minha família mais feliz
Essa conversa de "a Terra pede socorro" é meio mentirosa, homocentrista.
Se o ser humano for extinto, se tudo for extinto, ela continua, se reestrutura e ainda dá condições de novas vidas.
O que está ameaçado não é a Terra, mas as condições de se viver nela.
É o ser humano que pede socorro!
Na madrugada descobrimos quem somos, é necessário ter essa experiencia para da valor ao pouco da nossa vida. É na madrugada que os pensamentos se forma e a maioria deles vem acompanhado com lágrimas de dor, que corta cada parte do nosso coração, a vida não tem sido fácil e nunca foi mas tem dia que ela exagera no quesito solidão.
Estamos dançando no ritmo da música que compomos, a música que escolhemos foi essa, de lutarmos com quem nem conseguimos ver, morrer sem nem saber o porque , lutar e lutar e parecer que não saímos do lugar, parar de ler noticias e fingir que tudo está bem, sentir a brisa da manhã no rosto enquanto pensamos quando tudo vai normalizar, momento de realmente valorizarmos algo que mais importante pata todos, que estava muito esquecido para muitos….. A VIDA.
Serei um eterno menino me divertindo neste lindo palco de teatro chamado terra, interpretando essa maravilhosa peça chamada minha vida.
NA VIDA NÃO REPROVAMOS
Pensava... Era essa a hora? Será que não se arrependeria no futuro por voltar a escolher outro caminho?
Ela sempre foi sonhadora, buscava ser a Poliana esquecida. Ajudar a levantar pessoas era seu hobbie preferido. Santa? Não, nunca foi. Mas todo paraíso precisa de um lado oposto para pelo menos ser comparado. Causava inveja nas pessoas pela sua espontaneidade um tanto quanto imprópria ou diferente das outras pessoas. Tá, tá, excêntrica. Não escondia o que sentia. Mentira, escondia, mas só nos momentos que não podia ser frágil. Era um turbilhão de sei-lá-o-que.
Um dia a vida a obriga a enraizar seus pés na terra...
E ela aceita o desafio. Encara com coragem. Mas... para isso... ela precisava abrir mão de algo muito especial. Sua verdadeira verdade. Deixar de ser quem era e se tranformar em quem precisava, ou achava, que precisava ser. Não importava. Era o preço e ela estava disposta a pagar. Adorava desafios e ser outro alguém parecia legal, um personagem que ela nunca conseguiu interpretar, jamais ganharia o oscar, foi mera coadjuvante de uma história. A maturidade não havia chegado ali. Ela não imaginava que custaria caro demais deixar de ser quem era.
Que uma hora sua verdadeira verdade abriria a porta que estava entreaberta e chegaria chutando tudo. E a pessoa enraizada em terra firme. Firme? Não, desculpa derrei. Na areia, na do mar, naquela da beira que você pisa e vai afundando, e quando se dá conta já prendeu seus pés sem a sua permissão, ou melhor dizendo sem a sua verdadeira vontade.
E agora? Que caminho seguir? A implacável VIDA não perdoa, não te faz herói por se anular em detrimento à alguém ou algo. Sabe o que ela vai fazer?
Colocar a mochila nas costas e enfrentar esse novo velho caminho.
Voltar atrás, lá na bifurcação e fazer diferente. Ainda bem que a vida não nos reprova de ano. No máximo ficamos de recuperação.
Eu sei que estou no meu quarto copo de cerveja e que o nosso amor não é pra essa vida, mas deixa eu acreditar, só um pouquinho, que estamos reservados para algo além do que somos.
Te vejo sendo tão infinito e isso não é normal. Quase sempre me pergunto por que você brilha tanto, me perdendo em meio a teorias ensaiadas. Eu tenho um jeito brega de metaforizar as tuas características mais comuns.
Quinto copo. E a memória senta ao meu lado na mesa, me parecendo uma segunda pessoa.
Você me sorriu pela última vez, como se posasse para uma fotografia. Eu aperto firmemente os olhos, arquivando-a em meus pensamentos. Ela ocupará o seu lugar.
Repartimos a conta. Repartimos a vida e até mesmo o céu estrelado. Deveria existir uma constelação que abrigasse todas as estrelas que já nos observaram sorrir, despreocupados, achando que aquela madrugada de sábado duraria para sempre.
Em você eu vejo a passagem de fuga da realidade que não gosto. Arrisco-me ao dizer que consegue desafiar a lógica quando me instiga a ter receio do nosso oitavo fim, tipo aqueles fins que necessariamente nunca se acabam.
Pois, no meu mundo, não há verdades absolutas. Você sempre será a minha controvérsia.
Mais cerveja. E eu alucino. Te encaro, devoro. Não ligo se a multidão dos teus desafetos me pisotear.
Mergulho nas águas do apego e quase me afogo com todas as palavras que nunca te disse.
Não me assusto. Nunca fui de me vestir com os erros dos outros, com os seus não seria diferente.
Fui sincera na mesma intensidade em que pensava em planos infalíveis, sempre saindo da história como a vilã que enlouquece no último capítulo.
Você recua um passo quando eu exijo nada menos que um final feliz.
Mas ainda estou no bar. Eu e a minha memória. Eu, minha memória e o copo de cerveja.
Então percebo que você percorreu os meus labirintos, encontrou os pontos fracos e, como quem tem todos os mapas, descobriu sentimentos em mim.
Sentimentos são cidades fundadas dentro do peito. Inabitadas, cercadas de concreto e flores. Sentimentos são frágeis; saiba preservar. Cuidado com os escombros. Tente reflorescer.
Mais um copo. E ainda tenho muitos tijolos para recolher.
Você me atingiu em cheio, trazendo nos olhos fundos a artimanha de me fazer pensar em qual ponto do caminho falhei por nós. Você! Com essa sua indiferença que carrega na lábia a espontaneidade de quem nunca tem nada a perder. Que enfia os pés pelas mãos com a sutileza de quem sente prazer em correr riscos.
Qualquer palavra etérea sai da sua boca em tom de você-diz-isso-para-todas. Solto um sorriso amarelo; sei que é verdade. Bem, honestamente, você já provou todos os gostos. E eu aqui. Tão cerveja. Tão memória. Tão louca. Acreditando que é conspiração quando você entra na minha vida de qualquer jeito, mesmo que não queira fazer parte dela.
Talvez, bem lá no fundo, você precise de alguém que tope entrar em coma emocional pelas tuas loucuras. Talvez você precise do meu lado fraco, dos suspiros e da minha insensatez. Precisa do meu caos e da destruição em massa que ocorre dentro das minhas cidades. Precisa sentir o abalo e as trepidações enquanto sussurra no meu ouvido frases nada inéditas.
É. Mais um gole com gosto de ausência. Mais um céu sem estrelas.
Mais um amor que não é pra essa vida.
Já escutei muito por aí, vire essa página na sua vida, rasgue, até jogue esse livro fora e comece uma nova história, até acredito em recomeço, mas acredito que um bom livro sempre merece uma releitura, pois existem histórias que são impossíveis ser apagadas, por mais que vire, rasgue ou troque de livro, meu livro é a minha vida, não abro mão, eu tenho história e sempre volto atrás pra não esquecer de erros e acerto!
Intempérie
“A vida essa viagem só de ida
para um destino incerto
ás vezes com belas paisagens
e refrescantes mares, mas
há também o caos e a seca
de escaldantes desertos.
As noites são longas e frias,
porém passageiras
enquanto o sol não desperta
olhando o céu contempla-se estrelas.
Nem sempre o sol despertará
algumas vezes será dia de chuva
relâmpago e trovão, mas
após a chuva tem o arco-íris
trazendo a esperança de que
dias melhores virão.”
Viviane Andrade
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