Amo essa minha Vida Louca

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Sou eu
minha melhor versão...
invenção
de valores inversão.
Não tenho tradução
nem explicação...
muito menos sou solução.

Voilà...

Sou eu
de dentro pra fora...

Gostou? Gostou!
Não gostou? Pode ir embora.

Você é o meu dia, minha tarde e a
minha noite que respiro feito o ar
que alimenta a existência e os
sentidos que me fazem viver. Boa
noite!

"Muitos tiram da minha cara porque ando de skate e eu tiro da cara dele por não terem amigos como eu tenho pela conquista do meu skate!"

É terça... Chove lá fora, minha mente vai ao encontro de momentos já guardados dentro de mim, o que ela não sabia, é que lembraria de coisas que ainda não aconteceram... Por quê ele? O que está havendo? Uma voz rouquinha lá no fundo me diz que é com ele que quero ouvir o barulhinho de chuva. Sentir o cheirinho de terra molhada com ele seria bom? Não sei... Tudo o que sei é que meu coração quer e ele chama, e a detalhista da minha mente lembra-me do que viví e me acusa... É uma amarga briga constante das duas, enquanto isso o meu corpo grita, é desejo... É o querer... E agora, o que vou fazer? É o doce desejo de viver sem ter limites, sem culpas... É a vontade de voar, com novas asas, e que as novas me façam chegar à lugares bem mais altos por onde eu possa enfim, ver o que realmente quero, sentir a tão esperada borboleta que há muito já não voa em meu ventre... É o doce desejo de te ter. Cadê você? Cadê você? Quando as coisas tem que acontecer elas simplesmente acontecem, então vou deixar que seja naturalmente, e espero que a chuva venha com aquele som de alerta aos gemidos e arrepios, o tão esperado carinho, e que esta mesma chuva perfume a terra quando a hora chegar e nossos lábios se tocarem. Já imagino... Um romance, eu e você. Ai meu Deus que loucura! O que vai proceder? Devo saber, ou deixar acontecer? É o meu eu que sonha em ter você.

Te criei nos meus sonhos e me apaixonei na minha realidade

Me vesti de preto, não porque estou de luto...
Mas porque não estou bem!
Peguei minha xícara de café, e sentei...
Sentei no sofá cor de canela.
Tomei cafeína para ver se existia...
Existia com urgência, querendo sair logo desse marasmo...
Marasmo da rotina...
Rotina que me faz saturar.
Me fazendo suspeitar do dia, da luz, me fazendo preferir o breu...
Breu esse, que impregna meu espírito de solidão...
Solidão essa, que faz nublar o céu azul, sem perguntar sua opinião!
Que transforma o dia quente e intenso, em dia de frio e insensível.
Mas ao mesmo tempo me acalma, domina meu ânimo.
Me faz refletir no ontem, no hoje.
Me sinto por horas melhor, ouço até minha respiração quente sobre o travesseiro.

Mas não quero...
Deixar a solidão, o marasmo, e a rotina me pegar...
Agarrando as minhas pernas...
Grudando feito lepra no meu corpo e me fazendo estacionar.

Um dia inteiro desse veneno que foi absorvido pela pele...
E, espertamente se instalou na alma, já basta!
Ser serena com tristeza?
Não vale a pena!
Quero a substância do amor, que é cheia de vigor.
Prefiro mesmo os dias agitados que são cheios de calor.
Calor humano, que me inspira...
Me inspira o coração, os sentimentos...
E o mais importante, os meus pensamentos.

Sabe o que desejo mesmo?
É sangue quente circulando por minhas veias, sempre!

Esse mundo que as pessoas criaram é tão assombroso,que minha pequena lucidez me leva aos devaneios.

Gosto mesmo é de ser minha, me emprestar quando for seguro, com garantia de devolução sem danos. No fundo queria é que me roubassem, sem manual, sem dor.

Prometi nunca te abandonar. E mesmo depois de você ir embora! Ainda cumpro minha promessa.

A minha saudade é passageira assim como o meu amor por você. Isso porque você está longe de mim, mais não são os quilometros qe nos distância e sim você mesmo !

São tantos os medos que permeiam minha frágil condição de humano, mas o medo de te perder é o maior de todos eles. Amo-te demais!

Momento narcisista sim, admito. Admiro o reflexo no lago, as ondas de minha alma abastecendo-se de si própria. Lambo os beiços saciada!

O trabalho era atrapalhado, às vezes por minha falta de jeito, outras de propósito, para desfazer o feito e refazê-lo. (...) Mas os cabelos iam acabando por mais que eu os quisesse intermináveis. (...) Desejei penteá-los por todos os séculos dos séculos, tecer duas tranças que pudessem envolver o infinito por um número inominável de vezes. Se isto vos parecer enfático, desgraçado leitor, é que nunca penteastes uma pequena, nunca pusestes as mãos adolescentes na jovem cabeça de uma ninfa.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Sertão versos

Tenho prazer de falar.
Da minha terra fiel.
Arte, Cultura, Cordel.
O verde, a flor de açucena.
Nos braços dessa morena.
Me briagar de paixão.
Nas festas de são João.
Festejar com alegria.
Sou forró e poesia.
Sou caboclo do sertão...

Autor: Rogério Dantas
Caicó- RN- 16/07/ 2013

⁠Em uma noite qualquer
Meus pensamentos foram de encontro a você
A minha vontade era sair correndo ao teu encontro
Mesmo que apenas para te olhar e expressar meus sentimentos
Mas a lua com sua sabedoria me dizia apenas para esperar
E no impulso da saudade os olhos encheram de água
Apenas nas lembranças e na esperança de estar com você agora.

Enquanto segura a minha mão, você me faz acreditar que estarás aqui para sempre, com você é tudo diferente, o tempo para para ver nossa troca de olhares, o ar esquenta e nos acende, e é nesses momentos que cresce em mim a vontade da eternidade...

Minha lâmpada de cabeceira está estragada. Não sei o que é, não entendo dessas coisas. Ela acende e, sem a gente esperar, apaga. Depois acende de novo, para em seguida tornar a apagar. Me sinto igual a ela: também só acendo de vez em quando, sem ninguém esperar, sem motivo aparente. Para a lâmpada pode-se chamar um eletricista. Ele dará um jeito, mexerá nos fios e em breve ela voltará a ser normal, previsível. Mas e eu? Quem desvendará meu interior para consertar meus defeitos?

Quero te encontrar, te beijar e te fazer minha. Sentir teu corpo delicado no meu corpo, sentir tua respiração ofegante no meu ouvido e sentir suas mãos tremulas percorrem o meu corpo. Quero tudo com você e ainda assim, quero mais.

“Os minutos se passaram, e tudo estava calmo, exceto a minha respiração. Ela dava arrancos, entrecortada, tendendo a soluçar em silêncio”.

Estou sempre em silêncio; aos sábios, meus ouvidos e minha atenção; aos idiotas, minha pura ignorância.