Amo Crianças e Coisas de Criança
Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.
Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.
Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.
A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.
Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.
Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.
Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.
Muitas vezes, brota do medo…
O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.
É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.
O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.
Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.
Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.
Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.
E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.
Os políticos-influencers são Especialistas
só em duas coisas: gerar Despesas e Conteúdo
para a Política do Espetáculo.
Vivemos um tempo em que a Visibilidade passou a ser confundida com Relevância.
Em vez de prestar contas dos resultados, muitos Agentes Públicos passaram a Caçar likes, comentários, compartilhamentos, engajamento.
A Política, que deveria ser o espaço do planejamento, da negociação e da construção de Soluções Coletivas, transforma-se, frequentemente, em um Palco onde a Performance vale muito mais do que a Entrega.
Não há problema algum em um representante usar as Redes Sociais para informar, dialogar e prestar contas.
Muito pelo contrário: transparência e diálogo com o público são partes importantes da Democracia.
O problema surge quando a comunicação deixa de ser instrumento e se torna finalidade.
Quando a câmera passa a determinar a agenda, o gesto simbólico substitui a ação concreta e o algoritmo passa a valer mais do que o Interesse Público.
Nesse cenário, a lógica do Espetáculo produz uma inversão muito perigosa.
O anúncio importa mais que a obra.
A polêmica rende mais do que a proposta.
Vídeos viralizam, enquanto os problemas permanecem.
O mandato deixa de ser medido por Políticas Públicas eficientes e passa a ser avaliado pelo alcance das publicações.
O custo dessa transformação não se limita ao orçamento destinado à divulgação ou à produção de conteúdo.
O maior prejuízo é institucional.
A confiança nas instituições se desgasta quando a população percebe que há Excesso de Marketing e Escassez de Resultados.
A política perde profundidade, o debate público empobrece e temas complexos passam a ser tratados como produtos de consumo rápido.
Democracias sólidas precisam de representantes que Comuniquem bem, mas, acima de tudo, que Governem bem.
A boa presença digital deve ser consequência de um trabalho consistente, e não um substituto para ele.
Afinal, a função de um mandato não é colecionar visualizações, mas produzir transformações que resistam ao tempo — mesmo quando as câmeras já foram desligadas.
Existem certas coisas que falo é por pura provocação intelectual, mas tenho a palavra lapidada para cada ocasião.
Te agradeço por todas as coisas, diante das bênçãos, e diante das circunstâncias delicadas, porque em tudo eu recebo o teu sustento!
Seja forte, cuide do seu coração e descanse. Há coisas que virão no tempo perfeito do Pai, pois “tudo fez Deus formoso no seu tempo”
(Eclesiastes 3:11).
Quem julga pela aparência, revela a própria cegueira.
Porque olhos carnais nunca discernem coisas espirituais.
Podem ver o rosto, mas não o propósito.
Podem medir a roupa, mas não o coração.
Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes. (Jeremias 33:3)
A oração alinha o céu com a terra.
Quem dobra os joelhos não tropeça no destino, caminha no propósito.
Nada escapa quando Deus está no controle. miriamleal
11/02
Tenha orgulho das pequenas
coisas que você faz
para nunca ninguém
te diminuir e roubar a sua paz.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova... O mundo não é mudado por quem olha para trás e vive discutindo o passado.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova...
Tem perdas que são bênçãos! Pois só com as mãos vazias você poderá receber o novo de Deus na sua vida.
Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo. O passado é referência e não residência.
Quero que os Metodistas sejam exemplo permanente de sabedoria e modelo em todas as coisas, grandes e pequenas.
Não serão todos os dias que as coisas darão certo, mas em todas as circunstâncias Cristo sempre estará conosco.
Não busque, de maneira inconsequente, as coisas que são difíceis demais para você; nem busque, tolamente, coisas que ultrapassem a sua capacidade.
Armínio Obras - Vol. 1, 509p.
Queira Deus que todos concordemos plenamente nas coisas necessárias para Sua glória e para a salvação da Igreja. E se, entre outras coisas, não houver harmonia de opiniões, que haja pelo menos harmonia de sentimentos, e que assim possamos manter a unidade do Espírito no vínculo da paz.
Armínio, Um Exame da Predestinação e da Graça no Panfleto de Perkins
"Sem mim nada podeis fazer!" absoluta, positivamente nada! Nele todas as coisas vivem e se movem, bem como têm o seu ser; Ele não é somente a verdadeira primeira causa, contendo todo o arcabouço da criação, mas também o princípio interno, sustentador e ativo, na verdade, o único agente no universo. Os espíritos criados necessitam de que Ele lhes comunique uma fagulha da sua natureza ativa e de movimentos próprios. Mas de modo mais especial, "vós nada podeis fazer" de reto, de sábio, de bom, sem a agência direta e imediata da Primeira Causa.
Depois da queda, o homem para as coisas naturais, precisa da Graça comum; Para as coisas espirituais, precisa da Graça sobrenatural.
Não fique com raiva de Deus porque as coisas não estão dando certo. Deus não está trabalhando contra você. É você que está fora do propósito de Deus.
Muitos de nós não temos nenhum apetite pelas coisas espirituais por estarmos absolvidos pelos prazeres pecaminosos deste mundo.
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