Amo Crianças e Coisas de Criança

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Perdão é manifestação da cura interna e uma vez esta curada as coisas que estavam travadas na sua vida SE SOLTAM.
A transformação que você quer na sua vida
está no perdão não pedido e não dado a quem te feriu.
O destrave vem na hora, e as coisas começam a fluir de maneira poderosa e surpreendente. Se permita!

Sua dor é a minha dor. Mesmo longe de você, eu sinto você. Não estou te vendo, mas há coisas que você está passando que eu sinto... porque o nosso laço não depende dos olhos para ver, ele já aprendeu a respirar no escuro do silêncio.

"Ontem, trabalhei tanto por coisas que não preciso hoje, que estou pensando, se vale a pena trabalhar tanto, por algo que não usarei amanhã."

"Tenha cuidado com suas escolhas; existem coisas na vida que não são como um cinema ou um circo, quando o filme ou o espetáculo começa a ficar ruim, você não pode simplesmente se levantar e ir embora."

"O mal fará você se sentir culpado pelas coisas ruins que lhe fez."

"Você não encontrará coisas diferentes procurando no mesmo lugar."

... um homem
pode ser um 'expert' em
muitas coisas, bem informado
em tantas outras; no entanto, aquele
resquício de sabedoria que tanto admira
e procura só é acessível pela prática,
ou melhor, por todo bem que,
praticando, seja capaz de
oferecer!

"Se vos falei das coisas terrenas,
e não crestes,como crereis, se vos falar
das celestiais" ( João 3:12 ).
Como argumentou o 'Messias', a Verdade - bem
como as questões envolvendo o espírito - não é
um fator meramente abstrato ou metafórico, mas
ligada, sobretudo, a uma realidade que nos acompanha, estejamos onde
estivermos!

Amanheceu...
e a luz do sol a brilhar..
saudando o novo dia!...
que chega,trazendo coisas boas!

Na vida, há coisas planejadas, outras que foram adaptadas e outras que precisaram ser reconstruídas. Conosco não é diferente. Há pilares que sustentam, reforços que preservam e remendos que impedem o colapso. Nem tudo em nossa existência nasce perfeito ou definitivo; algumas partes são fruto do planejamento, outras da necessidade, outras ainda da capacidade de resistir e reconstruir. No fim, cada pilar, cada reforço e cada cicatriz estrutural representa aquilo que vivemos, o que suportamos, o que desejamos e o que conquistamos.
A vida é, ao mesmo tempo, projeto e improviso, sonho e realização.”

“Às vezes a escuridão nos faz ver as coisas com mais clareza”
Autor: Ney Paula Batista

A riqueza compra muitas coisas, mas uma das mais caras é a capacidade de não precisar delas.

hourglass II


Talvez algumas coisas não terminem quando deixam de acontecer. Talvez terminem quando deixam de significar. E existe uma diferença enorme entre as duas.


Por um tempo, ele achou que distância fosse uma resposta. Que quilômetros, horários diferentes, novas rotinas e dias que não se encontravam mais fossem suficientes para colocar cada coisa no seu devido lugar. Como se a vida tivesse uma maneira própria de organizar aquilo que ficou para trás, empurrando algumas pessoas para uma parte da memória onde ninguém mais precisa mexer.


Só que a vida é péssima em respeitar lugares marcados.


Às vezes uma lembrança aparece no meio de um dia absolutamente comum e, sem pedir licença, muda a temperatura de tudo. Não porque exista uma vontade desesperada de voltar, mas porque certas pessoas deixam uma espécie de idioma dentro da gente. Depois delas, algumas coisas passam a ser sentidas de um jeito que não tinha nome antes.


E talvez seja isso que ainda exista.


Não uma espera.


Não uma promessa.


Muito menos a certeza de que dois caminhos precisam se encontrar novamente.


Apenas uma parte da história que nunca recebeu uma explicação definitiva.


Porque houve um tempo em que parecia fácil imaginar o amanhã. Havia planos que não precisavam ser anunciados porque já pareciam naturalmente incluídos na vida dos dois. O futuro não era uma coisa distante; era quase uma extensão do presente. E então, em algum momento, aquilo que parecia tão certo virou passado sem que ninguém conseguisse apontar exatamente o instante em que tudo mudou.


É estranho perceber isso depois.


A gente costuma procurar um culpado para o fim das coisas porque é mais confortável acreditar que alguma decisão, alguma palavra ou algum erro foi responsável por tudo. Mas existem histórias que simplesmente chegam a um ponto onde duas pessoas continuam sendo importantes e, ainda assim, não conseguem mais caminhar na mesma direção.


Isso talvez seja uma das coisas mais difíceis de aceitar.


Que alguém pode ter sido verdadeiro e ainda assim não ter ficado.


Que uma história pode ter sido bonita e ainda assim ter terminado.


Que o amor pode ter existido sem necessariamente saber sobreviver a todas as versões que vieram depois.


E talvez o tempo não tenha apagado nada.


Talvez ele só tenha feito uma coisa mais cruel: deu espaço para enxergar sem a urgência de antes.


Hoje, olhando de longe, ele consegue perceber que não sente falta apenas de uma pessoa. Sente falta de uma época em que algumas coisas pareciam possíveis. Daquela versão de si mesmo que ainda não sabia o quanto a vida mudaria. Das conversas que tinham outro peso. Da familiaridade de saber que existia alguém do outro lado sem precisar perguntar.


Mas existe algo curioso nisso.


Ele não gostaria de voltar no tempo.


Gostaria de saber o que aconteceria se pudesse encontrar aquela pessoa agora.


Sem tentar reconstruir nada.


Sem fingir que os anos não aconteceram.


Sem exigir que o passado volte a funcionar.


Só para descobrir o que sobra quando duas pessoas que já souberam tanto uma da outra se encontram depois de terem se tornado quase desconhecidas.


Talvez não sobrasse nada.


E talvez essa fosse a resposta mais honesta.


Ou talvez sobrasse aquele segundo estranho em que os olhos reconhecem antes da boca dizer qualquer coisa. Aquele pequeno silêncio em que toda uma história passa rápido demais para caber numa conversa.


Quem sabe.


Talvez algumas pessoas não voltem porque ainda existe algo entre elas.


Talvez voltem justamente para descobrir que não existe mais.


E existe uma liberdade estranha nisso também.


Porque nem toda porta precisa ser aberta novamente para provar que um dia foi importante.


Algumas só precisam continuar existindo em algum lugar da casa.


Não para que alguém volte.


Mas porque demolir completamente aquele cômodo seria mentir sobre quem você foi enquanto esteve lá.


Então ele segue.


Sem esperar uma mensagem.


Sem construir encontros imaginários.


Sem transformar saudade em destino.


Só carregando a estranha tranquilidade de quem finalmente entendeu que certas histórias não precisam continuar para terem sido enormes.


E se algum dia os caminhos se cruzarem outra vez, ele não sabe o que vai sentir.


Talvez nada.


Talvez tudo.


Talvez apenas aquela velha sensação de reconhecer alguém que a vida ensinou a chamar de passado.


Mas, dessa vez, ele não vai precisar perguntar o que aquilo significa.


Vai apenas olhar.


E deixar que o momento diga, sozinho, tudo aquilo que os dois nunca conseguiram dizer quando ainda havia tempo.

QUANDO A RIQUEZA ENCONTRA A HUMANIDADE


O homem pode possuir muitas coisas e, ainda assim, ser pobre de espírito.


Pode encher sua casa de riquezas e deixar vazia a morada do coração.


Por isso, quando Jesus disse ao homem rico que vendesse seus bens e os repartisse com os pobres, talvez não estivesse apenas falando sobre aquilo que ele possuía.


Estava revelando aquilo que o possuía.


Pois não é a riqueza que prende o homem, mas o apego àquilo que ele chama de seu.


Aquele que possui e não reparte torna-se servo daquilo que acumulou.


Aquele que possui e sabe repartir transforma a posse em serviço.


Que valor tem o ouro diante da fome de uma criança?


Que valor tem uma grande casa quando alguém dorme sem abrigo?


Que valor tem a abundância daquele que passa diante da necessidade e fecha os olhos?


O verdadeiro tesouro não é aquilo que permanece em nossas mãos.


É aquilo que, passando por nossas mãos, devolve dignidade à vida de outro.


O homem busca a grandeza acumulando.


O sábio encontra a grandeza servindo.


Não basta conhecer a verdade.


É preciso tornar-se verdadeiro diante dela.


Não basta falar de compaixão.


É preciso agir quando a compaixão exige alguma coisa de nós.


Porque toda riqueza traz consigo uma responsabilidade.


Toda força traz um dever.


Toda vida que recebe muito é chamada a perguntar:
“Para quem será aquilo que me foi confiado?”


Talvez o ensinamento de Jesus não fosse simplesmente:
“Abandone suas riquezas.”


Talvez fosse:


Liberte-se daquilo que impede você de enxergar o outro.”


Pois quando o coração aprende a repartir, a riqueza deixa de ser senhor e torna-se instrumento.


E quando o homem deixa de viver somente para si, começa a compreender algo que os sábios de todas as eras conheceram:


A vida que não serve à vida perde o sentido de ter sido vivida.


O homem rico possuía muito.


Mas naquele encontro, Jesus mostrou que ainda lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza poderia comprar:


um coração livre para amar.

⁠Embora muitas coisas divinas sejam misteriosas para nós, nem todas precisam ser. Há ações de Deus no mundo que podem muito bem serem explicadas, e não há problema algum nisso.

As pessoas precisam conversar sobre as coisas que lhes faltam palavras.

Coisas que não se explica. Levamos apenas um segundo para apaixonar, e pra esquecer uma eternidade!...(Patife))

Cinco coisas que a morte não terá de mim:


Minha presença,
Meus pêsames,
Minhas lágrimas,
Meu luto,
Meu adeus.


Afinal, a morte é pura ilusão.

"Você é capaz de coisas lindas, basta confiar em si mesmo."

⁠Às vezes, as almas carentes e iludidas precisam tropeçar nas coisas simples para descobrirem que não são tão multifacetadas quanto se imaginam.


É preciso que elas tropecem justamente no óbvio — nas coisas simples, pequenas e cotidianas — para que o espelho da realidade se imponha sem filtros.


Não é a queda em si que dói, mas a revelação silenciosa que vem com ela.


A de que a complexidade que julgavam habitar era, muitas vezes, apenas um disfarce para vazios existenciais não encarados.


O tropeço no simples desarma personagens muito cuidadosamente construídos.


Ele desmonta discursos sofisticados…


Desmonta a vaidade dos rótulos e expõe o que ficou negligenciado: a dificuldade de lidar com limites, frustrações e com a própria incompletude.


Descobrir-se menos multifacetado do que se imaginava não é fracasso — é início.


É o ponto exato onde fantasia cede lugar à consciência.


Porque só quando a ilusão cai é que a alma tem chance de crescer de verdade.


E, curiosamente, é na simplicidade da vida — tantas vezes desprezada — que mora a lição mais profunda sobre quem realmente somos.