Amo a Natureza

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​Sombra que abriga, fruto que alimenta, fotossíntese que nos faz respirar. A natureza é fantástica!

Se entendêssemos um pouquinho mais sobre o poder da natureza, não precisaríamos de mais nada para sobreviver.

"O amanhecer é a resposta silenciosa da Natureza a todos os desesperos da noite."

A natureza e seu esplendor. Ao lado de um campo de girassóis, dorme um lago sob a neblina a sonhar com papoulas vermelhas ao vento. Açucenas brancas destilam a madrugada e eu estava acordada a ver o espetáculo. Lírios à beira do rio mostravam que as margens eram adornadas com flores. Antúrios escarlates brilhavam onipotentes em seu ser luminescente e se destacavam em campos de deserto e suas miragens. As orquídeas varriam o quintal, volumosas no seu violeta vivo a espraiar amenidades em suas folhagens. Cerejeiras floridas eram um espetáculo a parte, tão longe e tão perto, a expandir flores rosas na íris da primavera anil. A floresta estava coberta de musgo como um camaleão a se camuflar no ambiente do bosque silencioso. Havia uma árvore solitária na colina, uma árvore que cresceu cedo demais e era preciso olhar o céu para vê-la. Suas raízes profundas encontravam as pedras. E da árvore caiam folhas secas de outono. A chuva fina sobre a terra vermelha fazia lama nos pés, que se lavavam em uma cachoeira cristalina, vinda de um rio serperteando a planície. Muitas léguas adiante o mar revolto sob uma tempestade balançava os barcos dos pescadores preocupados, mas que chegaram sãos aos seus lares. Avistava-se o oceano azul sem fim entre as conchas esquecidas na areia. Ao anoitecer a lua iluminava as dunas. Montanhas cobertas de neve sonhavam vales verdejantes. A lua cheia refletida na água era suave aos olhos como o pôr do sol no horizonte. Ao olhar o céu via-se estrelas espalhadas como sementes e os campos terrestres brotavam com abundância. A aurora colorida anuncia um novo dia. O sol nascente entre montanhas é uma poesia.

A exceção está no Padrão. Injustificáveis por natureza, na redoma do "tudo posso". O padrão não muda, não tem narrativas. O triângulo está nas entrelinhas, obviamente claro a quem observar.
Admiração e contatos é o plausível egoico.
A satisfação está na capacidade da limitrocidade do outro demorar a entender.

Florescência é luzir entretons a natureza enraizada do sentir. Deixa brilhar e colorir o que aflora a essência da alma à flor da pele e florir.

"A cota de responsabilidade da mulher na natureza do aborto delituoso, é bem maior que a do homem.
Pois nos anáis do céu ela jurou solenemente honrar
com nobreza o 'dar a luz'!"

☆Haredita Angel



☆Haredita Angel

NATUREZA

Natureza é alma viva !
De belas paisagens ...
Penhascos , florestas , rios , cascatas ...
Montanhas e planícies
Mares refletindo luares
E no sol a brilhar
Cada canto onde passaros a cantar
Melodias que voam no ar
Nas maravilhas a despertar
Natureza tem forças invisíveis
Que pairam além dos horizontes
Onde nas linhas infinitas
Vertem as marcas do tempo
Como se o próprio não existisse
Mas o homem em sua mesmice
Não enxerga o clarão de energia
Que num flash de fantasia
Foge se não for percebido
O encanto num canto feliz
Onde Deus preparou a pincel
Cada tom e cada traço com mel
Dessa imensa beleza
Que chamamos de natureza !

Poesia
João Batista Barbosa.

Na natureza, nenhuma energia se perde. A que nos une, porém, parece ter sido projetada para contrariar as regras e apenas se expandir com os anos.

Floresça dentro de ti uma orquídea, onde a força, beleza e a natureza, cultive na medida certa, água e terra, na real fonte do prazer e o brilho da inspiração humana, florescendo amor sem limites!

“A prosperidade não é só riqueza”.

A riqueza, em sua natureza intrínseca, constitui dom especialíssimo,
atributo que dimana do Altíssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legítimos, não asseguram por si só a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitório da existência terrena.

Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bênção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimônios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espírito, em saúde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diária.

Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substância na alma,
enquanto o próspero, mesmo em meio às adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado está na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.

Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
já a prosperidade é bênção inalienável, direção segura
e fundamento espiritual da existência.
Se o dom é recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bênção é graça contínua, que jamais permite faltar
o necessário à vida, ao coração e à eternidade.

Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existência de realidades diversas:
há o rico pobre e o pobre rico, assim como há o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essência, distingue cada um não é a soma dos bens,
mas o caráter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.

H.A.A

O PASSE À LUZ DE ALLAN KARDEC.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Natureza, Fundamentos, Limites e Equívocos Sobre Uma das Práticas Mais Conhecidas do Espiritismo.
Entre os diversos temas que cercam o movimento espírita, poucos despertam tantas dúvidas quanto o passe. Ao longo dos anos, surgiram métodos, nomenclaturas, gesticulações, técnicas e interpretações variadas que, muitas vezes, acabaram por obscurecer aquilo que realmente foi ensinado por Allan Kardec. Para compreender o passe com fidelidade doutrinária, é necessário retornar às obras fundamentais da Codificação Espírita e examinar cuidadosamente o que o Codificador efetivamente escreveu sobre a transmissão dos fluidos, o magnetismo e a ação curadora.
Antes de tudo, convém observar que a palavra "passe", tal como é utilizada atualmente nas casas espíritas, não aparece sistematicamente na Codificação. Contudo, os princípios que sustentam essa prática encontram-se amplamente desenvolvidos nas obras de Kardec por meio dos estudos sobre magnetismo, fluidos espirituais, mediunidade curadora e ação dos Espíritos sobre os encarnados.
O passe, na sua essência, pode ser definido como uma transmissão fluídica. Trata-se da ação pela qual determinados fluidos são dirigidos de um ser para outro que também deve contribuir positivamente e com objetivos de auxílio, equilíbrio, fortalecimento ou alívio. Não constitui milagre, magia, ritual religioso ou concessão sobrenatural. É, segundo Kardec, um fenômeno natural submetido a leis igualmente naturais, ainda que ainda desconhecidas pela ciência de sua época.
Em A Gênese, ao estudar os fluidos espirituais, Kardec ensina que a ação magnética pode ocorrer de três maneiras distintas.
A primeira ocorre pela atuação exclusiva do fluido do magnetizador. Nesse caso, a pessoa transmite seus próprios recursos fluídicos ao beneficiário.
A segunda ocorre pela ação direta dos Espíritos, independentemente da participação fluídica significativa de um encarnado.
A terceira, e mais importante para a compreensão do passe espírita, resulta da combinação entre o fluido humano e o fluido espiritual. Kardec denominou essa modalidade de magnetismo misto ou humano-espiritual. É justamente nessa categoria que se enquadra a prática do passe nas instituições espíritas.
O passista, portanto, não é um curador milagroso nem um indivíduo dotado de poderes excepcionais. Sua função assemelha-se muito mais à de um colaborador, um intermediário, um cooperador dos Bons Espíritos. Ele oferece seus recursos fluídicos e sua disposição moral para que a assistência espiritual possa agir com maior eficiência.
Essa compreensão elimina uma das maiores distorções existentes em torno do passe: a crença de que o poder estaria na pessoa que o aplica.
Kardec foi categórico ao afirmar que os fluidos não são independentes das condições morais daquele que os emite. Os pensamentos, sentimentos, intenções e tendências íntimas modificam profundamente a qualidade das emanações fluídicas. Assim, o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a agressividade ou a malícia podem impregnar negativamente os fluidos humanos, enquanto a benevolência, a humildade, a caridade e a sinceridade contribuem para sua elevação.
Na Revista Espírita de setembro de 1865, Kardec destaca que os fluidos transmitidos pelos indivíduos sofrem influência direta do estado moral de quem os exterioriza. Já na edição de novembro de 1866, enfatiza que a depuração íntima constitui uma das condições fundamentais para os que desejam trabalhar na assistência fluídica.
Essa observação possui enorme importância doutrinária.
Significa que o verdadeiro preparo para o passe não consiste apenas em estudar técnicas. O essencial é o esforço permanente de renovação moral. Quanto mais elevado o sentimento, mais harmoniosa tende a ser a natureza dos fluidos colocados em circulação.
Não é sem motivo que os Espíritos superiores ensinam repetidamente que a autoridade moral vale mais que qualquer recurso exterior. sob a ótica kardeciana. Pequenos comportamentos, quando não esclarecidos, podem acabar sendo interpretados como requisitos espirituais, técnicas especiais ou procedimentos indispensáveis, gerando tradições que, com o passar do tempo, se cristalizam sem qualquer fundamento doutrinário.
Como exemplo citamos, a atitude da respeitável senhora de retirar as chinelas antes de aplicar o passe pode ser perfeitamente natural e humana. Talvez seus pés estejam inchados, doloridos, sensíveis ao calor ou ao tempo prolongado em pé. Talvez ela simplesmente encontre maior conforto físico dessa forma. Nada há de errado nisso.
Entretanto, o problema surge quando observadores menos experientes, especialmente os recém-chegados à Casa Espírita, passam a atribuir significado espiritual ao gesto.
Alguém pode concluir silenciosamente:
— "Ela tira os calçados para descarregar energias."
Outro poderá pensar:
— "Os fluidos passam melhor pelos pés descalços."
Um terceiro poderá imaginar:
— "Esse é um procedimento utilizado pelos trabalhadores mais experientes."
E assim, sem má-fé de ninguém, nasce uma crença.
Mais tarde, essa crença pode transformar-se em costume.
Depois, o costume pode adquirir aparência de regra.
Por fim, a regra acaba sendo vista como princípio doutrinário.
Foi exatamente contra esse mecanismo que Allan Kardec tantas vezes advertiu. Em suas obras, encontramos constante preocupação em distinguir os princípios fundamentais do Espiritismo das práticas particulares adotadas por pessoas ou instituições.
A função da direção doutrinária de uma Casa Espírita não é vigiar gestos inocentes nem constranger trabalhadores idosos ou enfermos. Pelo contrário, deve acolhê-los com carinho e respeito. Mas cabe-lhe exercer permanente vigilância educativa para impedir que hábitos pessoais sejam confundidos com ensinamentos espíritas.
Uma orientação discreta poderia ser suficiente.
Sem expor a senhora.
Sem criar constrangimento.
Sem transformar algo simples em problema.
Em estudos, reuniões de trabalhadores ou esclarecimentos aos frequentadores, pode-se explicar que:
O passe não depende de roupas especiais, posição do corpo, pés descalços, movimentos específicos das mãos ou qualquer ritual exterior. Eventuais atitudes individuais decorrem de necessidades pessoais, conforto físico ou hábitos particulares, não constituindo normas da Doutrina Espírita.
Essa postura preserva simultaneamente dois valores importantes:
A caridade para com a trabalhadora, respeitando sua idade e suas limitações físicas.
A pureza doutrinária, evitando que observações equivocadas gerem superstições futuras.
A história do movimento espírita demonstra que muitos dos chamados "mistérios" nasceram justamente de interpretações apressadas de atos que, originalmente, eram apenas circunstâncias pessoais. Um lenço usado por alguém, uma cadeira específica, uma prece repetida, um gesto das mãos, um copo d'água colocado em determinado local, tudo isso pode adquirir, na imaginação humana, uma importância que jamais possuiu em sua origem.
O método kardeciano recomenda sempre perguntar:
"Isto é uma necessidade humana ou um princípio doutrinário?"
Se for necessidade humana, merece respeito.
Se for princípio doutrinário, deve encontrar apoio nas obras fundamentais.
Essa distinção simples protege a Casa Espírita da ritualização e conserva a simplicidade que caracterizou o Espiritismo desde os seus primórdios.
Como ensina Kardec, o valor do passe não está nos pés calçados ou descalços, nas mãos abertas ou fechadas, nos movimentos lentos ou rápidos. O essencial encontra-se na vontade de servir, na qualidade dos fluidos transmitidos e na assistência dos Bons Espíritos.
Todo o resto pertence ao campo das circunstâncias humanas, que merecem compreensão, mas não veneração.
Sob essa ótica, o passe não é uma demonstração de poder, mas um exercício, de serviço.
Não é um privilégio.
Não é um título.
Não é uma posição hierárquica.
É uma oportunidade de auxílio fraterno.
Outro aspecto frequentemente mal compreendido diz respeito às técnicas de aplicação.
Atualmente encontram-se diversas classificações: passe longitudinal, transversal, dispersivo, concentrador, cruzado, de sustentação, de limpeza, entre outras denominações.
Contudo, quando examinamos rigorosamente a Codificação, verificamos que Allan Kardec jamais estabeleceu qualquer dessas técnicas como norma doutrinária.
Em nenhum ponto de O Livro dos Médiuns, A Gênese, Obras Póstumas ou da Revista Espírita encontramos prescrições determinando que determinados movimentos das mãos produzam necessariamente efeitos específicos.
A razão é simples.
Para Kardec, os fluidos são dirigidos primordialmente pelo pensamento e pela vontade.
O movimento físico constitui elemento secundário.
Em A Gênese, Kardec explica que os Espíritos manipulam os fluidos por meio do pensamento, da mesma forma que os homens manipulam objetos materiais pelas mãos. O pensamento funciona como força orientadora, modeladora e direcionadora da substância fluídica.
Consequentemente, não existe fundamento doutrinário para afirmar que determinado gesto seja indispensável à eficácia do passe.
Se um movimento auxiliar favorece a concentração do passista, pode ser utilizado como recurso pessoal. Entretanto, não pode ser elevado à condição de princípio doutrinário obrigatório.
O mesmo raciocínio aplica-se ao chamado passe transversal, longitudinal ou qualquer outra classificação surgida posteriormente.
Tais sistemas pertencem principalmente ao campo experimental do magnetismo e das práticas desenvolvidas após a Codificação.
Podem constituir hipóteses de trabalho.
Podem representar experiências particulares.
Podem até apresentar resultados observados por determinados grupos.
Mas não integram o corpo doutrinário codificado por Kardec.
O critério kardeciano permanece sempre o mesmo:
Está nas obras fundamentais ou trata-se de elaboração posterior?
Se for elaboração posterior, merece respeito como experiência humana, mas não deve ser confundida com princípio espírita universal.
Questão semelhante surge em relação ao chamado passe de assopro.
Historicamente, o uso do sopro remonta às práticas magnetistas do século XIX. Muitos magnetizadores acreditavam que a insuflação poderia concentrar, estimular ou dispersar fluidos.
Kardec conhecia essas experiências e não negava a possibilidade de ação magnética através do sopro. Todavia, jamais transformou essa prática em requisito do Espiritismo.
O que realmente importa, segundo a visão kardeciana, não é o instrumento utilizado, mas a qualidade da ação fluídica produzida.
Pode haver transmissão pelo olhar.
Pode haver transmissão pela palavra.
Pode haver transmissão pela imposição das mãos.
Pode haver transmissão pelo pensamento.
Pode haver transmissão pelo sopro.
Nenhum desses meios possui virtude própria.
Todos são apenas veículos.
O elemento essencial permanece sendo a vontade dirigida ao bem, a qualidade dos fluidos emitidos e a assistência dos Bons Espíritos.
Quando um gesto exterior passa a ser considerado indispensável ou dotado de eficácia própria, corre-se o risco de transformar um fenômeno natural em ritual.
E foi justamente contra a ritualização que Kardec tantas vezes advertiu.
O Espiritismo nasceu para libertar o pensamento das superstições, não para criar novas.
Por essa razão, o passe espírita autêntico deve ser simples.
Sem fórmulas sacramentais.
Sem palavras mágicas.
Sem objetos especiais.
Sem gestos obrigatórios.
Sem teatralizações.
Sem personalismos.
Sem comercialização.
A força do passe não reside nas aparências.
Reside na ação dos fluidos sob a direção da inteligência e da vontade.
Reside na sintonia com os Bons Espíritos.
Reside na sinceridade do sentimento.
Reside no esforço moral de quem serve.
Sobretudo, reside na submissão às leis divinas que governam as relações entre Espírito, perispírito e matéria.
Assim, a posição de Allan Kardec sobre o passe pode ser resumida em alguns princípios fundamentais:
O passe possui fundamento legítimo dentro da Doutrina Espírita.
Trata-se de uma transmissão fluídica natural.
Pode ocorrer pela ação humana, espiritual ou pela combinação de ambas.
A qualidade moral do agente influencia a natureza dos fluidos transmitidos.
O pensamento e a vontade são fatores essenciais.
Não existem técnicas obrigatórias estabelecidas pela Codificação.
Gestos e movimentos são secundários.
Não há poderes miraculosos no passista.
O auxílio dos Bons Espíritos desempenha papel decisivo.
Toda ritualização deve ser evitada.
À luz de Kardec, portanto, o passe não é uma cerimônia. É um ato de fraternidade.
Não é um privilégio reservado a alguns. É uma forma de cooperação no bem.
Não é uma prática mágica. É uma aplicação das leis naturais que regem o intercâmbio fluídico entre os seres.
Quanto mais simples, sincero e moralmente elevado for o trabalhador, mais próximo estará do espírito da Codificação.
Porque, em última análise, o verdadeiro passe não nasce das mãos.
Nasce da alma.

Fontes:
A Gênese.
O Livro dos Médiuns.
Obras Póstumas.
Revista Espírita.
Estudos históricos sobre magnetismo e transmissão fluídica no século XIX.
Análises doutrinárias de instituições kardecianas sobre a distinção entre Codificação Espírita e práticas posteriores.

Um verdadeiro homem corresponde aos maiores obstáculos, a natureza o ecossistema, a fauna precisa de responsabilidade de grandes homens faça sua parte não suje a sua história!

Os fanáticos não têm lugar num mundo evoluído, seja o fanatismo de que natureza for.

Prenda linda do Rio Grande,
Perfeita que nem à Natureza,
Em qualquer chão que tu ande,
Deixa para os fãs à beleza...
Sérgio o Cancioneiro.

Manhã de Primavera,...
Em meio à Natureza,...
Visão linda que impera,...
Aos olhos de quem vê tua beleza,...
Bela feliz e sorridente,...
Adoro ver-te contente,...
Por que te amo minha Princesa....

Como posso ficar calado,
Observando a natureza,
Ao redor sua beleza,
Meu coração fica agitado,
E não é por um motivo qualquer,
É por você ser a mulher,
A quem estou enamorado...

SHER LEIDE

Teus olhos tem a cor da natureza,
Teus cabelos à do sol,
Teu corpo é como as ondas do mar,
É como o sal do teu suor,
Banhar-me com a saliva dos teus beijos,.
Mergulhar nesse mar de prazer...

A mulher é uma dádiva da natureza,
seja por onde passa é divina,
e transforma tudo em beleza...

A mulher e a natureza são perfeitas, sofreremos as consequências se não as preservarmos.