Amizade um Principio de Reciprocidade
Meu amor pelos animais parte do princípio da lealdade e não precisa de palavras para ser o sentimento mais puro do mundo.
Reno Fioraso
PARTE I — O PRINCÍPIO: A SEMENTE DA ARTE
Capítulo 5 — O Primeiro Traço: Luz de Ressurreição
Há um instante em que a criação deixa de ser apenas gesto humano…
e se torna também resposta divina.
Um momento em que o invisível não é apenas imaginação,
mas revelação.
Em que o traço nasce…
como testemunho de fé.
Esse momento não é apenas o nascimento da obra.
É o renascimento do espírito.
✨ O Confronto com a Luz
Depois do silêncio, da dúvida e da busca interior…
chega o encontro.
Não apenas com a matéria —
mas com Deus.
A tela já não é apenas um espaço vazio.
Torna-se um altar.
Um lugar onde o invisível encontra forma,
e onde o artista… se ajoelha por dentro.
Ali, já não basta criar.
É preciso confiar.
Porque o gesto deixa de ser apenas humano —
e passa a ser guiado.
✋ O Gesto Inspirado
A mão tremia…
mas não estava só.
Havia algo maior a conduzir o movimento.
Uma presença suave, firme, eterna.
O primeiro traço não foi perfeito.
Mas foi ungido de intenção.
E nesse instante, compreendi:
Criar também pode ser orar.
Cada linha era uma súplica.
Cada cor, uma resposta.
🌿 A Obra Como Testemunho
A obra deixou de ser apenas expressão pessoal.
Tornou-se testemunho espiritual.
Porque nela não estava apenas Emanuel…
mas também a presença de Deus,
de Seu Filho, Jesus Cristo,
e do Espírito Santo.
A expiação de Cristo não vive apenas nas escrituras.
Ela manifesta-se na transformação do coração.
E naquele traço imperfeito…
havia redenção.
Havia recomeço.
🌅 Renascimento Pascal
Tal como na manhã da Ressurreição,
em que a pedra foi removida
e a vida venceu a morte…
também o artista renasce.
A cada obra, há uma pequena ressurreição.
Um sair do túmulo do medo, da dúvida, da limitação.
E a esperança de uma vida melhor
não é apenas promessa futura —
é experiência presente.
🔥 Poema — “Traço de Ressurreição”
Morreu em mim o medo antigo,
no silêncio de um gesto pequeno.
E ao tocar a tela vazia,
senti o céu dentro do terreno.
Um traço nasceu — imperfeito,
mas cheio de luz e verdade.
E ali, no mais simples feito,
Deus soprou eternidade.
🙏 A Clarevidência do Espírito
Na quietude da oração, Emanuel escuta.
Não com os ouvidos do mundo —
mas com o coração desperto.
E Deus responde.
Sempre responde.
Na suavidade de um pensamento,
na paz que não se explica,
na direção que surge sem esforço.
Há uma comunicação invisível…
mas real.
E nesse espaço sagrado,
ele sente também os que estão do outro lado do véu.
Não como sombras…
mas como presença.
Como irmãos e irmãs em Cristo.
Santos.
Seres que continuam, que acompanham, que inspiram.
🌍 O Olhar sobre os Outros
Emanuel não vê apenas pessoas.
Vê almas.
Vê histórias invisíveis, dores silenciosas,
luzes escondidas.
E, acima de tudo,
vê filhos de Deus.
Irmãos e irmãs em Cristo,
caminhantes da mesma jornada eterna.
Mesmo quando perdidos…
continuam sagrados.
Mesmo quando caídos…
continuam amados.
🕊️ O Chamado para o Bem
A voz que Emanuel escuta não é de julgamento.
É de direção.
“Faz o bem.”
“Escuta.”
“Segue.”
E ele segue.
Não porque sabe tudo —
mas porque confia.
E nessa confiança, encontra propósito.
A arte deixa de ser apenas expressão…
e torna-se missão.
Uma forma de elevar,
de curar,
de lembrar ao mundo que ainda há luz.
🌱 Continuidade Espiritual
A primeira obra não foi apenas um início artístico.
Foi um despertar espiritual.
E a partir dela, tudo mudou.
Cada nova criação é um diálogo.
Cada tela, uma oração aberta.
Cada traço, uma escuta.
E assim, o caminho continua…
não apenas como artista —
mas como instrumento.
📍 Fecho do Capítulo
O primeiro traço já não pertence apenas à mão.
Pertence ao espírito.
É o encontro entre o humano e o divino.
Entre a busca…
e a resposta.
Entre Emanuel…
e Deus.
E nesse encontro nasce algo maior do que arte:
nasce a esperança.
A esperança de uma vida renovada,
abençoada pela expiação de Jesus Cristo,
guiada pelo Espírito Santo,
e vivida em comunhão com todos os santos —
visíveis e invisíveis.
Porque a partir desse momento…
o caminho não é apenas criação.
É luz.
"A integridade é o princípio de ser a mesma pessoa diante dos homens e diante de Deus; a verdade liberta, mas a aparência escraviza."
"Somos administradores e não donos; o princípio da mordomia ensina que Deus nos confia talentos e recursos para que possamos multiplicá-los com sabedoria."
"A seletividade humana tenta trancar portas, mas o princípio divino é o de que a mesa do Pai tem lugar para todos os que trabalham com verdade."
Por que razão comercializar algo potencialmente letal para terceiros? Parto do princípio de que a colocação no mercado de um artefacto dessa natureza pressupõe, no mínimo, uma severa deficiência de discernimento ético e intelectual. Isso leva-me inevitavelmente a questionar a lucidez e o equilíbrio psíquico de quem o promove, como se a racionalidade tivesse sido deliberadamente suspensa em favor de uma ganância cega ou de uma indiferença profundamente perturbadora perante a vida humana.
O princípio bíblico da semeadura e da colheita nos ensina que nossas atitudes de hoje influenciam diretamente nosso amanhã.
Você sempre receberá de mim a educação, porque isso carrego como princípio, como parte de quem sou.
Mas, se um dia a ignorância escapar de mim, não se apresse em apontar o dedo ou em me rotular.
Antes, reveja os seus atos.
Muitas vezes, a forma como tratamos alguém é devolvida como espelho, um reflexo, não uma essência.
Eu não sou a ignorância que, por impulso, posso soltar.
Sou o cuidado, o respeito, a calma que me esforço para oferecer.
Se a minha educação se desfaz em sua presença, é porque algo em você já quebrou os limites do que eu tolero.
E nesse momento, não é mais sobre mim, mas sobre o que você escolheu provocar.
Chay
A saudade de estar ao lado de nossa Rosa é o princípio da tristeza. Mas ser forte em nossas decisões é o fundamento, pois nossas atitudes valem mais do que nossas palavras ✨.
Você chegou onde ninguém pode chegar
no fundo da alma
no princípio de todos ospensamentos
no começo do fim
Reflexão de vida: Princípio e valores.
"Quando o profano se mistura ao sagrado, não é só a pureza que se perde, é a ordem que se desfaz, por causa da omissão que abre a porta. E aí acaba a referência.
Por causa disso, profano vai entrando de
mansinho e, sem ser questionado, se assenta à mesa do sagrado.
A bagunça vem junto, mas, de modo
eleganteé chamada de normalidade.
E, como ela não é confrontada, aos poucos se instala dizendo a que veio.
E como resultado, o santo se encurva, o
pecado... vira 'nada a ver', Os padrões se quebram, os princípios se perdem, na distração de quem deveria proteger o sagrado. E como isso não acontece por causa da omissão, o profano não é combatido, o sagrado é violado e, na falta de referência tudo vira bagunça, é escândalo sobre escândalo, como vemos aí."
@Suednaa_Santos
DIA 26 - Que princípio ético orienta meu agir?
- A ética organiza minhas escolhas.
- A responsabilidade fortalece minha liberdade.
- A justiça guia minhas decisões.
- O respeito amplia a convivência.
- A consciência moral ilumina o caminho.
- Agir com integridade fortalece o caráter.
- O bem comum orienta minha presença no mundo.
Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.
Jamais esqueça deste princípio.
Você não precisa de ninguém para te promover. Descubra o quão talentosa você é. Muitas vezes, escondemos o nosso potencial porque vivemos na constante necessidade de provar aos outros quem somos, e esquecemos que eles mesmos já reconhecem o nosso valor.
Ubirajara Almeida
Permita admitir que está errado
Mude suas opiniões, mas nunca troque de lado
Siga os seus princípios e não perca a sua direção
Não perca as suas raízes e escute seu coração;
"No princípio, o teu beijo era cura — hoje é veneno que me consome em silêncio."
#Binilson Quissama*
Sejamos mulheres independentes!
Autonomia é o primeiro princípio, no qual a liberdade reina em nossa essência.
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