Amizade um Principio de Reciprocidade
A saudade de estar ao lado de nossa Rosa é o princípio da tristeza. Mas ser forte em nossas decisões é o fundamento, pois nossas atitudes valem mais do que nossas palavras ✨.
Não evapore suas ideias, partindo do princípio que boas ideias faz o sucesso de toda gente, depois de usada, deve ter outro início e melhorar a idéia passada.
QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!
Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.
Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.
Mas há dias,
em que o existir me enverga.
E algo dentro de mim range.
Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.
Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.
Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.
É quando a porteira se abre.
E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.
Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.
E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.
Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.
O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.
Mas ainda assim,
há algo que permanece.
Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.
Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.
Apenas permanece.
E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:
Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.
Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.
E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,
há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:
defender a vida,
inclusive a minha.
No princípio do tempo humano,
quando a vida ainda aprendia a existir,
foi na mulher que o mundo encontrou
sua primeira filosofia:
a de gerar, cuidar e resistir.
Ela é a síntese silenciosa
entre força e sensibilidade,
o ponto onde a fragilidade aparente
se transforma em potência.
Enquanto a história escrevia guerras,
muitas vezes foi ela
quem escreveu a continuidade da vida.
Ser mulher é carregar um paradoxo:
ser abrigo e batalha,
ser origem e caminho,
ser pergunta e resposta do próprio tempo.
Talvez por isso o universo
tenha confiado a ela o mistério mais profundo:
o de transformar dor em criação
e esperança em futuro.
Porque onde uma mulher permanece de pé,
a humanidade inteira ainda tem
motivos para continuar.
Reflexão de vida: Princípio e valores.
"Quando o profano se mistura ao sagrado, não é só a pureza que se perde, é a ordem que se desfaz, por causa da omissão que abre a porta. E aí acaba a referência.
Por causa disso, profano vai entrando de
mansinho e, sem ser questionado, se assenta à mesa do sagrado.
A bagunça vem junto, mas, de modo
eleganteé chamada de normalidade.
E, como ela não é confrontada, aos poucos se instala dizendo a que veio.
E como resultado, o santo se encurva, o
pecado... vira 'nada a ver', Os padrões se quebram, os princípios se perdem, na distração de quem deveria proteger o sagrado. E como isso não acontece por causa da omissão, o profano não é combatido, o sagrado é violado e, na falta de referência tudo vira bagunça, é escândalo sobre escândalo, como vemos aí."
@Suednaa_Santos
Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.
Poema final
No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante
Meu amor pelos animais parte do princípio da lealdade e não precisa de palavras para ser o sentimento mais puro do mundo.
Reno Fioraso
PARTE I — O PRINCÍPIO: A SEMENTE DA ARTE
Capítulo 5 — O Primeiro Traço: Luz de Ressurreição
Há um instante em que a criação deixa de ser apenas gesto humano…
e se torna também resposta divina.
Um momento em que o invisível não é apenas imaginação,
mas revelação.
Em que o traço nasce…
como testemunho de fé.
Esse momento não é apenas o nascimento da obra.
É o renascimento do espírito.
✨ O Confronto com a Luz
Depois do silêncio, da dúvida e da busca interior…
chega o encontro.
Não apenas com a matéria —
mas com Deus.
A tela já não é apenas um espaço vazio.
Torna-se um altar.
Um lugar onde o invisível encontra forma,
e onde o artista… se ajoelha por dentro.
Ali, já não basta criar.
É preciso confiar.
Porque o gesto deixa de ser apenas humano —
e passa a ser guiado.
✋ O Gesto Inspirado
A mão tremia…
mas não estava só.
Havia algo maior a conduzir o movimento.
Uma presença suave, firme, eterna.
O primeiro traço não foi perfeito.
Mas foi ungido de intenção.
E nesse instante, compreendi:
Criar também pode ser orar.
Cada linha era uma súplica.
Cada cor, uma resposta.
🌿 A Obra Como Testemunho
A obra deixou de ser apenas expressão pessoal.
Tornou-se testemunho espiritual.
Porque nela não estava apenas Emanuel…
mas também a presença de Deus,
de Seu Filho, Jesus Cristo,
e do Espírito Santo.
A expiação de Cristo não vive apenas nas escrituras.
Ela manifesta-se na transformação do coração.
E naquele traço imperfeito…
havia redenção.
Havia recomeço.
🌅 Renascimento Pascal
Tal como na manhã da Ressurreição,
em que a pedra foi removida
e a vida venceu a morte…
também o artista renasce.
A cada obra, há uma pequena ressurreição.
Um sair do túmulo do medo, da dúvida, da limitação.
E a esperança de uma vida melhor
não é apenas promessa futura —
é experiência presente.
🔥 Poema — “Traço de Ressurreição”
Morreu em mim o medo antigo,
no silêncio de um gesto pequeno.
E ao tocar a tela vazia,
senti o céu dentro do terreno.
Um traço nasceu — imperfeito,
mas cheio de luz e verdade.
E ali, no mais simples feito,
Deus soprou eternidade.
🙏 A Clarevidência do Espírito
Na quietude da oração, Emanuel escuta.
Não com os ouvidos do mundo —
mas com o coração desperto.
E Deus responde.
Sempre responde.
Na suavidade de um pensamento,
na paz que não se explica,
na direção que surge sem esforço.
Há uma comunicação invisível…
mas real.
E nesse espaço sagrado,
ele sente também os que estão do outro lado do véu.
Não como sombras…
mas como presença.
Como irmãos e irmãs em Cristo.
Santos.
Seres que continuam, que acompanham, que inspiram.
🌍 O Olhar sobre os Outros
Emanuel não vê apenas pessoas.
Vê almas.
Vê histórias invisíveis, dores silenciosas,
luzes escondidas.
E, acima de tudo,
vê filhos de Deus.
Irmãos e irmãs em Cristo,
caminhantes da mesma jornada eterna.
Mesmo quando perdidos…
continuam sagrados.
Mesmo quando caídos…
continuam amados.
🕊️ O Chamado para o Bem
A voz que Emanuel escuta não é de julgamento.
É de direção.
“Faz o bem.”
“Escuta.”
“Segue.”
E ele segue.
Não porque sabe tudo —
mas porque confia.
E nessa confiança, encontra propósito.
A arte deixa de ser apenas expressão…
e torna-se missão.
Uma forma de elevar,
de curar,
de lembrar ao mundo que ainda há luz.
🌱 Continuidade Espiritual
A primeira obra não foi apenas um início artístico.
Foi um despertar espiritual.
E a partir dela, tudo mudou.
Cada nova criação é um diálogo.
Cada tela, uma oração aberta.
Cada traço, uma escuta.
E assim, o caminho continua…
não apenas como artista —
mas como instrumento.
📍 Fecho do Capítulo
O primeiro traço já não pertence apenas à mão.
Pertence ao espírito.
É o encontro entre o humano e o divino.
Entre a busca…
e a resposta.
Entre Emanuel…
e Deus.
E nesse encontro nasce algo maior do que arte:
nasce a esperança.
A esperança de uma vida renovada,
abençoada pela expiação de Jesus Cristo,
guiada pelo Espírito Santo,
e vivida em comunhão com todos os santos —
visíveis e invisíveis.
Porque a partir desse momento…
o caminho não é apenas criação.
É luz.
"A integridade é o princípio de ser a mesma pessoa diante dos homens e diante de Deus; a verdade liberta, mas a aparência escraviza."
"Somos administradores e não donos; o princípio da mordomia ensina que Deus nos confia talentos e recursos para que possamos multiplicá-los com sabedoria."
"A seletividade humana tenta trancar portas, mas o princípio divino é o de que a mesa do Pai tem lugar para todos os que trabalham com verdade."
"Gratidão, princípio maior da sabedoria. Ingratidão, princípio maior do charlatanismo."
Haredita Angel
18.02.11
Desde desde princípio da Genesis, tem Sabido que O Anjo Lucifer foi Expulgado por Deus, por Idolatrar a própria Imagem, então quem gosta excessivamente de Espelhos sendo Narcisista, já Sabem qual seu Fim!!!
Mergulho no olhar.
A princípio fui atraído pelo
brilho de vida contido nos olhos.
Quando ampliei a imagem,
fui sugado pela face como um todo.
A beleza se despiu a minha frente.
Os cabelos, negros como as noites frias do inverno, contrastavam com um brilho sem fim daqueles olhos que me viam.
Foi ali, naquele momento que morri,
Morri de amor e ressuscitei a cada beijo.
A cada toque de lábios, de línguas, os sinos do amor anunciavam a chegada da paixão.
Por trás de todas as virtudes e regras encontra-se o princípio emocional, ou seja, o controle de si mesmo: descobrir o centro da minha ignorância. 💭
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