Amizade um Principio de Reciprocidade
"No princípio, o teu beijo era cura — hoje é veneno que me consome em silêncio."
#Binilson Quissama*
Só pelo simples fato de nascer desde o princípio eu sempre estive certo de acordo com a lei do universo, bom as coisas no mundo são muito complexas mais ainda existem coisas que são simples, só basta olhar em sua volta e tudo está sendo vivenciado por você, viver as vezes parece estranho e difícil mais eu olho pra minha parte interna e externa ai eu vejo que o problema e a solução estão em tudo o que existe de mais consciente possível em minha vida, isso é tudo, existir é uma pontencia única de contemplação pois nois seres vivos estamos em estado de sobrevivêncial e isso pode gerar consequências positivas ou negativas. O universo não está nem aí para o que fazemos aqui na materia e isso é um fato, tudo no universo já está configurado a ser construído e destruído, apenas os seres humanos com suas consciências se importam com a realidade material
Bom, guerreiro, filho de Ogum e Iansã. Atento com as minorias por índole, finalidade e princípio. Qualquer um, tendo levado as pancadas que levou, no momento em que levou, poderia entrar em desespero ou se entregaria, vencido, a uma depressão que nenhum analista daria jeito. Ele preferiu lutar e reagir. Fez da vida e do trabalho uma luta constante. Acreditou. Passou, quando pôde, prova constante e convincente do que exigiram dele. Criança, gostava de recitar Fagundes Varela; talvez porque o sobrenome lembrava aquarela, que também lembrava uma maleta cheia de lápis de cor e hidrocor. Não carrega nada diluído no sangue por herança de família, traz na ascendência os Silvas que admira por aí. No que escreve sim, mostra que há algo de genético. A ideia que nos dá é de uma nova versão de um filme já visto, com enredo de um discurso comentado. Guerreiro de boas ideias, jamais se considerou derrotado. Pode ter perdido uma batalha, mas acossa o inimigo na certeza de que a vitória, ao fim da guerra, chegará. Espoliado no seu maior tesouro sentimental, a esperança; ao invés de procurar refúgio no castelo do conformismo, preferiu atacar os ladrões em campo aberto, não lhes dando trégua, encarando-os de frente e lutando com a única arma de que dispunha; a palavra, no libelo contundente e na busca da liberdade de pensamento e da tolerância zero para o que não é correto. Esse, perdedor da última batalha, muso da reação, ativista, aparentemente alguma coisa, sugestivo de coisas impublicáveis, mas que minou, à sorrelfa, o terreno lamacento onde pisam os indiferentes. A incoerência de tudo está nos olhos que sempre deveriam ver tudo azul.
“Vive o hoje, acolhe o amanhã.
Mas não te esqueças de que o maior princípio da vida é o amor à família,
um amor que não se mede pelas circunstâncias
nem se fragiliza nas provações que ela atravessa.
Porque é na família, mesmo ferida ou incompleta,
que o ser humano aprende o sentido do cuidado,
da renúncia e da permanência.
Tudo passa: o tempo muda, as dores transformam-se,
mas o amor que se escolhe preservar
torna-se raiz, abrigo e eternidade.”
Furucuto, 2026
A felicidade pode ser conquistada ou perdida, partindo do princípio de que cada deve cultivar e escolher como quer. onde e como plantar as as suas virtudes morais e espirituais.
Permita admitir que está errado
Mude suas opiniões, mas nunca troque de lado
Siga os seus princípios e não perca a sua direção
Não perca as suas raízes e escute seu coração;
Empréstimo sagrado
No princípio
ninguém disse “começa”.
A vida aconteceu
como acontece a respiração:
sem plateia,
sem promessa,
sem dono.
Os antigos sabiam.
Por isso não escreveram livros,
escreveram montanhas.
Não deixaram tratados,
deixaram pegadas no barro
e histórias presas na fumaça.
Dizem que o mundo nasceu do canto.
Que antes da luz
houve um som grave,
um murmúrio tão profundo
que acordou a matéria
do seu sono mineral.
Alguns chamam de verbo.
Outros de sonho.
Há quem diga que foi um animal antigo
sacudindo o corpo no escuro
e espalhando estrelas como pólen.
A terra, recém-criada,
não sabia ser terra.
Aprendeu com as mãos do tempo,
com a paciência das raízes,
com a insistência da água
em sempre encontrar passagem.
Os povos da floresta dizem
que tudo tem ouvido.
Que a pedra escuta.
Que o rio se lembra.
Que o vento carrega nomes
que não cabem em boca humana.
Por isso falam baixo.
Por isso pedem licença.
Por isso agradecem antes de colher.
A vida não é posse.
É empréstimo sagrado.
Em algumas margens do mundo
contam que o primeiro ser humano
nasceu do barro aquecido pelo sol
e recebeu como tarefa
não dominar,
mas cuidar do ritmo.
Em outras,
dizem que viemos do ventre da noite
e que morrer é apenas
voltar a sonhar o mesmo sonho
por outro ângulo.
Há povos que sabem
que o tempo não anda em linha,
anda em espiral.
O que foi
ainda é.
O que será
já respira em silêncio.
A ciência chama de ciclo.
Os antigos chamavam de respeito.
A chuva não cai.
Ela retorna.
O fogo não destrói.
Ele transforma.
A morte não encerra.
Ela muda o estado da dança.
Tudo vive em parentesco.
A onça e o homem.
A folha e o osso.
O relâmpago e o pensamento.
Quando esquecemos disso,
adoecemos.
Chamamos de progresso
o que os ancestrais chamariam de desequilíbrio.
Mas a vida insiste.
Sempre insistiu.
Ela brota em fendas improváveis,
nasce em desertos de concreto,
se reinventa em corpos cansados,
canta mesmo quando tentam silenciá-la.
Talvez viver seja isso:
lembrar o que o corpo já sabe
antes que o mundo nos distraia demais.
Que somos feitos do mesmo material
que as estrelas cansadas.
Que respiramos histórias muito antigas.
Que amar a terra
é amar a própria continuidade.
E que enquanto houver
alguém
capaz de escutar o vento
como quem escuta um ancião,
a criação
não estará concluída.
Ela seguirá acontecendo.
A nova sexualidade no vigésimo primeiro século da Era Comum é regida pelo princípio da autonomia da vontade, não mais cabendo o intervir da personalidade. Existe enfim a liberdade das escolhas, acima da anatomia de gênero no que se refere à pressuposta identidade adotada imaturamente ou baseada comumente de forma simples na educação seguida por seus genitais, suas respostas psicológicas ou seu formal papel imposto pela célula familiar na sociedade onde cresceu.
Segundo o novo estudo da noética nenhuma associação, ordem ou fraternidade, que tem como princípios básicos o livre pensamento e a prática da tolerância e da moralidade, persistirá no mundo contemporâneo se não tiver, uma forte e solida fundamentação e prática com a espiritualidade espacial e multidimensional.
O princípio do ódio está presente na prática da religiosidade, mais que na política, aclamados por um protecionismo neopentecostal, tudo pode por aquele em que confiar. Deus continua sendo Deus.
O Verbo
1.No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.
2.No princípio, ele estava com Deus.
3.Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito.
4.O que foi feito nele era a vida, e a vida era a luz dos homens;
5.e a luz brilha nas trevas, mas as trevas não a apreenderam.
6.Houve um homem enviado por Deus. Seu nome era João.
7.Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele.
8.Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
9.O Verbo era a luz verdadeira que ilumina todo homem; ele vinha ao mundo.
10.Ele estava no mundo e o mundo foi feito por meio dele, mas o mundo não o reconheceu.
11.Veio para o que era seu e os seus não o receberam.
12.Mas a todos que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus: aos que crêem em seu nome,
13.ele, que não foi gerado nem do sangue, nem de uma vontade da carne, nem de uma vontade do homem, mas de Deus.
14.E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória que ele tem junto ao Pai como Filho único, cheio de graça e de verdade.
15.João dá testemunho dele e clama: "Este é aquele de quem eu disse: o que vem depois de mim passou adiante de mim, porque existia antes de mim".
16.Pois de sua plenitude todos nós recebemos graça por graça.
17.Porque a Lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
18.Ninguém jamais viu a Deus: o Filho único, que está voltado para o seio do Pai, este o deu a conhecer.
Está é uma das passagens mais linda do evangelho de João! Ela nos define a pessoa de Jesus Cristo. Ele além de ser o filho do homem, ele é o filho de Deus. Filho de Deus que desde o princípio já era, é tão divino como o pai. Ele é antes de todas as coisas, é a origem de tudo, é eterno, não foi criado é criador, veio ao mundo (foi gerado). Ele aparece no velho testamento como sendo o anjo do Senhor. Apareceu a Abraão, a Gedeão, a Manué, a Josué! Estes tiveram consciência de que ele era Deus e o adoraram. O Verbo é a palavra! Ele é Deus em ação, que veio para um povo, que conhecia tanto a Torah, que por esse conhecimento até não precisava de Deus! Os seus o rejeitaram.
HelderDuarte
Viver é uma aventura que só se conta no fim. Se for no princípio não tem interesse. Se for no meio cria suspense e mais nada, mas se for no fim, tem motivos suficientes para escrever um livro.
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