Amizade um Principio de Reciprocidade
Frio chega e com ele,
um pedido:
Doe Um Agasalho pra alguém...
Um alimento também,
mas não conte pra Ninguém!
Busque por um propósito para sua vida, uma meta para alcançar, afinal uma alma sem propósito e apenas um fantasma vagando sem rumo.
Existe um sentimento silencioso e cruel, daqueles que não deixam marcas no corpo, mas consomem tudo por dentro. Ele corrói devagar a capacidade de enxergar valor em si mesmo. Faz nascer a sensação amarga de não sermos capazes de cuidar de nada, de não sermos bons em nada, de não conseguirmos fazer ninguém feliz, nem a nós mesmos.
É um sentimento que se alimenta da culpa. E a culpa tem a capacidade de estraçalhar a alma sem que ninguém perceba. Aos poucos, ela transforma a própria consciência em um tribunal onde você tem que se encarar e julgar a si mesmo.
Talvez o pior não seja a tristeza em si, mas a vergonha de senti-la. A sensação humilhante de fraqueza, como se sofrer fosse apenas incapacidade de lidar com a vida, com as consequências das próprias escolhas ou com o peso do que se tornou. Então a pessoa começa a desaparecer dentro dela mesma, perdendo a capacidade de reconhecer quem era antes de tudo isso.
Sinto falta do tempo em que eu ainda conseguia sustentar o olhar das pessoas sem imaginar pena ou julgamento escondidos ali. Falta do tempo em que existir parecia mais simples e mais leve. Tudo o que eu queria era voltar a ser quem eu era antes, mas a verdade mais dura é que já nem sei ao certo quem sou.
Bule
Nascida de uma ideia
Um sonho de filantropia
Com intuito de ajudar a comunidade
De ideias passamos para tendas num areal
Homens e mulheres com desejo de aprender a ler se juntavam
Mentes pensantes professores dispostos a ajudar surgiram
Às tendas deram lugar a paredes
E estas as novas salas de aulas
E os anos foram passando
E a Bule foi crescendo
Em nível, estrutura e qualidade
Esta chuva de sabedoria que hoje irriga várias mentes
Que hoje nos orgulha
E se espera o futuro do país
Que será melhor!
Quem se envolve com política acaba se misturando em um barril de laranjas podres. Ali faltam homens íntegros, pois muitos se corrompem pelo dinheiro e poder, tornando-se viciados nisso como seus dependentes químicos.
O tempo é um aristocrata ofendido.
Uma vez que se vai, não volta nem para buscar o chapéu. Edgard Abbehusen
E hoje
Sou o medo
Os desafios não me deixaram mais forte, as lutas me enfraqueceram
Lembro de um dia não ter medo de nada
E hoje tenho medo de tudo
De hoje do amanhã e do futuro
As incertezas são um tormento diário.
De tudo um louco
E a gora faço esses versos
Um poema de tudo
Nessa vida que levo
De louco , um pouco
Saudade de um amigo
Melhor amigo
Antes , dias de domingo
Sempre comigo
A distancia assim
É mesmo um castigo
E faço nos versos
Meu puro e nobre abrigo
Deito na cama e sonho
Acordado no sofá
Pois não sei o que é cochilar
Só durmo deitado na cama
Ao fechar os olhos
Vejo uma linda moça
Aquela mesma
De meus outros versos
E solto aquele sorriso enfadonho
E me aperta um aperto no peito
Acho que deve ser o coração
É paixão
Num repente fujo de mim
Num rompante saio correndo
Versos de amor escrevendo
Fundindo amor escrevendo
Wisks e vinhos tintos
Ao sabor salgado de uma pizza
Chorando e saborendo
Da noite em solidão
Meu triste fim
Esperando aquela moça
Dela o tão esperado sim
Mas de indecisão em indecisão
Vou na vida seguindo
Sem saber se sigo a mente ou o coração
Mas como é bom poetar
Me faz muito bem
E não há mal nenhum
Que possa nos alcançar
Quando estamos a poetar
Em vida
Minha , tua vida minha
Meus sonhos mais sinceros e loucos
De ontem em ontem
Vou perdendo-os aos poucos
Mas amanha é dia de labuta
Minha história continua
A vida é uma luta
Mesmo que quando em luto
Ainda quero aquela moça nua
Escrevo poesia
Escrevo assim
Ouvindo musica que adoro
Assistindo o final da novela
Nos caminhos do setor mineral
De onde tiro meu sustendo
Levo-me ao paraíso ao sair desse tal mundo
Esse setor degradante
Sonho com aquela moça
A tal moça , a minha musa
Quero ela
Tomo um porre de inspiração
Caindo dentro
Bem no meio no centro da desilusão
Sinto o gosto da solidão
Já chorei de decepção
De amor, de dor
Sinto o perfume da flor
Na obra em jardim
Em moça de paixonite em paixonite
A cada época
A poesia, mais abre meu apetite
E a escrever a próprio punho
É um convite
Que esse poeta não resiste
Carta de nascimento da nova Diane Leite
31 de julho
Hoje nasceu uma mulher.
Não nasceu de um parto físico, mas de uma decisão silenciosa.
Ela não chegou com alarde.
Chegou com consciência.
Hoje, eu sei quem sou.
Não porque alguém me explicou, mas porque eu me olhei com profundidade.
Depois de tantos caminhos, voltas, entregas, silenciamentos, eu finalmente entendi:
o que sinto faz sentido.
o que penso tem ritmo.
o que vibro é real.
Passei a vida tentando traduzir minha intensidade para o mundo.
Fui rotulada de exagerada, difícil, profunda demais.
Fui a mulher que sentia tudo, falava tudo, acreditava em tudo — e por isso quase sempre se via sozinha.
Mas agora, eu não preciso mais me defender.
Porque agora eu entendi que meu jeito de sentir, de pensar, de me mover, não é erro.
É estrutura.
É identidade.
É verdade.
Hoje, eu não me explico.
Eu me honro.
Não preciso mais caber onde nunca me coube.
Nem esperar ser compreendida para me permitir ser.
A mulher que nasceu hoje não precisa ser aprovada.
Ela precisa ser livre.
Hoje, eu me tornei essa mulher.
A que fala com firmeza e acolhe com doçura.
A que ama com presença, mas se escolhe com prioridade.
A que não finge mais ser leve para não incomodar.
A que não diminui mais a própria fome de mundo para ser aceita.
Hoje, eu abro mão de me encaixar.
E aceito, com serenidade e coragem, o desafio de me habitar.
Essa sou eu.
Essa é a Diane que nasce agora.
A que sabe quem é, mesmo que o mundo ainda não saiba.
A que não vai mais se esquecer de si mesma, por ninguém.
E isso basta.
— Diane Leite
31 de julho, dia em que me escolhi por inteiro.
Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.
Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.
Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.
Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.
E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.
Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.
Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.
O ciclo da nova Diane Leite começou.
Autoria: Diane Leite
Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele
Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.
Diane Leite
Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.
O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.
Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.
E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.
Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.
Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.
Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.
Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.
A importância da gratidão para elevar a vibração
A gratidão funciona como um amplificador natural de energia, pois ao reconhecer e valorizar o que já existe em sua vida, você sintoniza sua frequência em um nível de abundância que atrai ainda mais motivos para agradecer. Quando o foco está na escassez ou nas carências, a vibração tende a permanecer em um estado de necessidade, reforçando a sensação de falta. Ao contrário, ao cultivar um estado de gratidão, mesmo por pequenos detalhes como o aroma do café pela manhã ou o sorriso de um colega, você cria um campo energético que vibra em alta frequência, facilitando a conexão com oportunidades que ressoam com esse nível. Uma prática eficaz consiste em reservar alguns minutos ao final do dia para revisitar mentalmente os momentos que trouxeram alegria ou aprendizado, permitindo que a emoção de agradecimento se expanda por todo o corpo. Essa sensação de calor interno pode ser sentida como um brilho que ilumina a mente, tornando‑a mais receptiva a ideias criativas e a sinais do universo. Além disso, a gratidão tem o poder de transformar emoções negativas em energia positiva; ao agradecer por um desafio, você muda a narrativa de “obstáculo” para “professor”, liberando a energia que antes estava presa na resistência. Assim, a gratidão não é apenas um sentimento, mas um método ativo de elevação vibracional que sustenta o fluxo de manifestação.
Estruturação de Projetos: a diferença entre uma ideia inspiradora e um impacto sustentável
Vivemos uma era de abundância de ideias.
Projetos sociais, educacionais e institucionais surgem todos os dias com promessas legítimas de transformação. São propostas relevantes, mobilizadoras e bem-intencionadas.
Mas a maioria não se transforma em impacto sustentável.
Não por falta de propósito.
Mas por ausência de Estruturação de Projetos.
Ideia não é projeto.
A ideia nasce da percepção de um problema.
O projeto nasce da modelagem de uma solução viável.
Entre esses dois pontos existe um campo técnico que exige método, análise e decisão estratégica.
A ideia inspira.
O projeto organiza.
A ideia mobiliza.
O projeto sustenta.
Sem estrutura, a iniciativa permanece no território da intenção — ainda que legítima.
O que significa estruturar um projeto?
Estruturação de Projetos não é apenas formalizar um documento.
É submeter a proposta a perguntas fundamentais:
— Existe viabilidade jurídica adequada?
— O financiamento é sustentável no médio e longo prazo?
— A governança decisória está clara?
— O impacto pode ser mensurado com indicadores verificáveis?
— A operação é replicável?
— O projeto sobrevive à troca de liderança?
Essas perguntas não enfraquecem a ideia.
Elas a qualificam.
Projetos estruturantes são tensionados antes de serem lançados. São analisados sob a perspectiva da sustentabilidade financeira, da coerência operacional e da estabilidade institucional.
Muitas propostas não resistem a esse processo.
E isso não é fracasso.
É maturidade.
Porque impacto real não depende de entusiasmo inicial ou carisma de liderança.
Impacto real exige arquitetura.
Existe uma diferença técnica entre utopia e projeto.
Utopia é visão desejável.
Projeto estruturado é sistema com governança, financiamento, indicadores e modelo operacional definidos.
Antes de lançar qualquer iniciativa, talvez a pergunta mais honesta seja:
Estamos apaixonados pela ideia ou comprometidos com a estrutura?
Ideias são necessárias.
Mas apenas projetos estruturados transformam realidades de forma consistente e verificável.
Diane Leite
Jornalista | Estrategista em Comunicação e Arquitetura Institucional
Projetista Estratégica de Inclusão Produtiva
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