Amizade um Principio de Reciprocidade
Hoje um perdido bobo seguido de indiferença, uma violência velada disfarçada de cuidado, depois uma mentira quase inocente justificada por uma suposta preocupação. Um desrespeito aqui, outro ali, recorrentes crises de ciúmes sem nexo, incontáveis pequenas traições seguidas de um "eu te amo". Amanhã a confirmação do óbvio: os sinais estavam por toda parte mas, a gente se negou a enxergá-los.
Vasos quebrados
Não se pode viver
A lamentar um vaso quebrado
Um vaso quando quebra
Quebra-se pra sempre
Mesmo que ele seja emendado
Com massa reparado
Com cola remendado
Com tinta finalizado
Ele sempre será um vaso quebrado
Talvez os olhos não vejam
As rachaduras escondidas pelas tintas
Ou as mãos nãos sintam
A dor dos antigos pedaços
Restaurados
Mas o vaso sabe!
Ser restaurado
É melhor do que ser só quebrado
Mas não é bom!
A janela não é o problema
Nem o que nela entra
O problema são os fantasmas
Que não me deixam esquecer
Que já fui quebrado
"Onde existe diálogo, a violência perde o espaço. Que a nossa voz seja sempre um instrumento de união, nunca de agressão."
Será que desistir foi mais fácil?
Ir embora foi um ato de coragem, mesmo quebrada. Meu voo foi impulsionado, talvez pela dor, como saber?
É triste deixar quem se ama, mas ficar séria não me amar.
Me reencontrei num processo doloroso, porem libertador.
Desistir de você e ir embora foi um ato de coragem. Ou fui covarde?
Doeu...
É triste deixar quem se ama, mas ficar séria não me amar
Seria cruel comigo e com você.
Essa é a parte dolorosa., sentir e ter que sufocar, tentar esquecer, fingir que não dói. E como está doendo.
Queria que você fosse o último, que nossa estrada fosse longa, que estivéssemos sempre juntos, ainda que fisicamente longe. Que toda mágoa fosse breve. Que fosse leve a nossa caminhada, ainda que pesasse a gente não desistiria do nós...
Que nossa vontade fosse livre.
Queria que pudesse me escolher sempre. E mesmo que eu seja minha, eu sempre seria tua. Mas, não foi assim..
Às vezes, na pressa de esconder o que está sentindo a gente coloca um sorriso na boca e esquece de secar os olhos.
"O maior ato de rebeldia contra um mundo hostil é continuar sendo uma pessoa gentil, justa e pacífica."
Temo gastar minha vida em um tema que nem sequer me posso debruçar com inteireza, dado ao limbo entre os fatos e o que se mostra verdadeiro.
A Volta do Poeta Lunático
Estive perdido por um tempo,
tentando me encaixar em espaços que não me cabiam. Me matei por dentro por isso, me permiti sangrar para o benefício de outra pessoa.
As minhas muitas escolhas erradas me levaram à beira da loucura emocional. Logo já não era eu. Por pouco não me sucumbi à loucura dos sensatos, por pouco já não era eu.
A escuridão da solitude foi, por muito tempo, meu lar, mas nesse momento de loucura emocional não conseguia mais me encaixar também na solidão.
Não me encaixei no lugar onde jurei que era o meu, e a solidão não me permitia voltar. Foi estranho estar preso em alguém, mas se sentir sozinho e não poder desfrutar da solidão que tanto amei.
Logo vi que muitas decisões erradas eu tomei, inclusive a que fiz diante de promessas eternas, mas estava prestes a tomar mais uma. Mas essa era romper o laço que eu mesmo escolhi apertar.
A decisão errada, porém certa, que me traria de volta do caos em que vivi. Tenho novamente a virtude da solidão e a contemplo melhor agora, graças à maturidade das experiências com escolhas ruins e caminhos tortuosos.
O poeta lunático, o grande lobo solitário, está de volta ao lar.
Nao imaginava que um sonho pudesse mexer tanto com meus pensamentos e sentimentos.
Como imagino um beijo teu uma oportunidade de estarmos só eu e você.
Mais uma vez tudo isso borbulhando na minha cabeça...que loucura!
O que você ta fazendo comigo? Nem sei sobre seus sentimentos, sei muito pouco de ti mas o suficiente pra me encantar ate com suas manias e sua "chatice" pra comer kkk
Te ver todos os dias é um privilégio e uma satisfação.
Mesmo que eu me afaste de ti quero muito teu bem e nao vou te esquecer.
Te gosto muito e adoro estar perto de você.
Sua parceira!!
Importância de um Pai
Hoje é um dia especial, pois celebramos um dos momentos mais significativos do ano: o Dia dos Pais. E, neste dia, não consigo deixar de refletir sobre o quão essencial é ter a presença de um pai em nossa vida.
Um pai é aquele que transmite confiança e segurança. Assim como a mãe, ensina valores que carregamos para sempre. Ele nos incentiva a acreditar em nós mesmos, mesmo quando duvidamos, e se torna mais que um protetor: um amigo.
Na infância, mesmo depois de um dia cansativo, ele se ajoelha ao nosso lado para ajudar com o dever de casa.
Na adolescência, consola nossas primeiras desilusões amorosas, oferecendo o ombro e a certeza de que “tudo vai passar”.
Na vida adulta, vibra e chora com cada conquista, e sofre junto a cada derrota.
Esse é o pai de verdade: aquele que, independentemente das circunstâncias, está presente. O herói que não veste capa nem vive nas histórias em quadrinhos, mas que enfrenta o mundo para estar ao nosso lado. O pai que segura a mão do filho até o fim, mesmo que não torça para o mesmo time ou pense igual.
Essa é a importância de um pai. Por isso, hoje, deixo um beijo para todos os pais pelo seu dia, e um beijo e um abraço para o meu pai — o meu querido Café — que sempre esteve presente, fez tudo por mim e minhas irmãs e, hoje, faz o mesmo pelas netas.
Feliz Dia dos Pais, meu herói da vida real!
C. N
A vida é um caminho sem fim, e em sua jornada, muitas vezes nos perdemos. Somos como viajantes, assumindo papéis diferentes ao longo do tempo, em corpos distintos. Nossos maiores erros são cometidos movidos pelo medo. Tememos perder a juventude, o poder, os bens materiais e até os afetos. Lutamos contra impérios e nações poderosas, buscando nos preparar, dia após dia, para sermos vitoriosos em todas as batalhas da vida.
Mas, mesmo quando conquistamos todas as vitórias, muitas vezes nos perdemos de nós mesmos. O verdadeiro julgamento ocorre quando, ao deixarmos este mundo, nos deparamos com nosso reflexo no espelho da consciência. Ali, somos o réu, o juiz, o promotor e o executor de nossa própria sentença.
Quando nos desprendemos do corpo material, podemos finalmente ver a verdadeira beleza de nossa alma, sem adornos ou máscaras, apenas a luz pura que nos coroa. Nenhum tesouro do mundo pode se comparar a isso. Nem riquezas infinitas, nem terras vastas, nem palácios magníficos, nem prazeres passageiros.
Ao partirmos deste plano, nos tornamos iguais. O verdadeiro poder não se mede em riquezas ou status, mas na consciência com a qual vivemos. Um poder silencioso, que não busca dominar, mas que brilha sem ofuscar, mais radiante que todas as moedas de ouro que podemos acumular. Precisamos urgentemente abandonar as disputas por um poder falso.
Devemos começar com nossas casas, trazendo paz para nossos lares e dando liberdade genuína aos nossos jovens, que são mais preparados do que imaginamos. As guerras começam dentro de nós, nos lares, nas escolas, nos templos. Quando as guerras externas se manifestam, muitas vezes achamos que não temos nenhuma parte nelas, mas devemos entender que elas são o reflexo dos conflitos dentro de nossa própria mente.
Nosso poder bélico interno é grande: somos capazes de ferir alguém com nossa intolerância, indiferença, ódio disfarçado e palavras cruéis. Buscamos território quando insistimos em estar sempre certos, quando humilhamos o outro para nos sentirmos vitoriosos.
Beleza, juventude, riqueza, carisma, poder… Quem pode ter tudo isso ao mesmo tempo em uma única vida? Podemos nos embriagar com essa mistura e nos identificar com o personagem que criamos. Mas, ao deixar tudo isso para trás, chegamos à verdadeira fonte de poder, à qual nos curvamos com reverência, assim como nossos súditos fizeram um dia. Nesse momento, nos tornamos servidores da luz, como todo bom líder deveria ser.
A vida é assim: um dia somos homenageados, no outro homenageamos aqueles que nos abriram os caminhos para que pudéssemos estar aqui hoje, compartilhando essa mensagem com todos que têm sede de conhecimento e que marcham com coragem na jornada da evolução do ser.
Canalização - Clp
Embalos de um sábado a noite em Araxá
Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de amar e poetar. Despido de qualquer quimera ideológica, me vejo um restício de gente seguindo rastros de saudades delirantes. Velhos amigos sinto falta, mas o tédio não faz morada e então me lembro de que tudo é relativo e vivo a poetar, sentado a beira do caminho, uma vida em desnorteio. Na rua de minha cidade sento-me em algum lugar no alto da avenida mais movimentada e badalada, tenho uma visão privilegiada, olhos de águia e cão farejador que a tudo cheira e investiga, e a denuncia não habitam em mim, não sou dedo duro, a isso eu esconjuro. A alma esta alerta a pouca distancia da rua e de seus desfechos em episódios feito nas telas de tramaturgia na TV . Aos meus olhos repousam na matéria a ser impressa são reduzidos pela efervescência da vida, ali dinamicamente humana , minha vida existência de ser um poeta em uma cidadezinha como Araxá em interior do vasto e rico estado de Minas Gerais. Olho,nas calçadas da avenida top dos fins de semana na cidade nos barzinhos mais badalados pela burguesia, nata araxaense, reina muitas vezes a podridão da discriminação social, já nem é mais racia a muito tempol deu lugar a social ,desde que se tenha dinheiro não importa muita coisa pra aquela gente hipócrita, uma burguesia incógnita que cada vez que mais se distancia dos pobres coitados e mais se sentem melhores . Passeiam enrriquietas as burguesinhas , estacionam perplexas , cabelinhos padronizados salto alto Luiz quinze, o rosto todo borrado, feito Pierrô retrocesso , em pingos de brilhos de meiguisse escondendo a fera que a por dentro delas em busca de fama e dinheiro dos otários que se acham ao melhorarem um pouquinho de vida, conseguindo um empreguinho melhor em alguma grande firma ou coisa e tal. Vejo casais de namorados abraçados felizes para os que vêem de fora e infelizes ao extremo por ele mesmos por viverem de aparência , em suas casas deixaram os filhos pequenos com as avós passando necessidades e saíram para festas de patricinhas que pagam muitas caixas de leite para matar a fome dos que ficaram em casa, isso tudo em nome da ostentação. Os que dirigem seus carrões novos zero quilômetros importados , muitas vezes devem muito mais que ganham a vida inteira, hipócrita bobeira. Uns matando aula com cadernos na mão e cigarrinho na outra logo absorvidos pela corrente humana da avenida . Carros em alta velocidade sem preocupar-se com a gasolida que esta em alto preço, so oque importa aos boyzinhos é impressionar as patricinhas doentes por aparências: marcas, motos , alto-padrão de qualidade, forte, barulho,exatidão,e vencedores é o que elas querem. A avenida é um contra-ponto de tudo dois mundos tão distantes e tão juntos igualmente imundos: o céu que é ilusóriamente céu e é na integra o inferno , e o inferno real que é retratado pela falta de tudo , até mesmo da dignidade humana. Homens e mulheres na captura de um final de semana, ciclistas em aceno de reconhecimento ou desejosos de serem reconhecidos por algum figurão da sociedade local e conseguir na segunda feira um horário pra entrevista de emprego. Cãezinhos bem tratados sob a tutela de madames cheirando forte aromas de mulheres velhas e vira-latas esses sim na maior farra , se lixando pra convenções . O mergulho no formigueiro humano lembra-me a poesia escrita, essa agora que agoniza nas etantes de bibliotecass e ninguém quer nem saber que elas existem quanto mais ler. Vez e outra ouço o garçon: mais dois chopes? Dois é claro! Tarde assim dia atípico final de semana movimentado em Araxá coisa inesperada inexplicável , mas é, e assim nasce mais um verso que tanto sonho em escrever , mas para que escrever versos , se ninguém aqui quer saber de outra coisa agora nessa tarde da madrugada, já são quase quatro da manha e só o que se tem são orvalhos , pingos em gotas caídas de graça do céu , a única coisa de graça nessa noite tão poética e sem nenhuma ternura da parte cidadã, é também esta poesia que entre tanta lama e podridão , fez-se um texto poético a que se retrata a verdadeira realidade de vivenciar os embalos de um sábado à noite em Araxá,só nos vem reforçar a efêmera fórmula milenar de que no meio do mais tenrro estrume dessa vida é que se nasce a mais refinada em encantos flor da poesia.
Há um momento em que precisamos soltar a mão daquilo que nunca aconteceu… para perceber que o céu continua derramando vida sobre aquilo que ainda pode florescer.
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