Amigos que Perdemos
Não se corta um braço apenas porque perdemos uma unha... Radicalismo é uma forma animalesca de viver.
Estávamos vivendo como se tudo estivesse no melhor dos mundos.
Hoje, perdemos o controle daquilo que pensávamos está em perfeito equilíbrio.
Tudo tomou uma dimensão tão grande que o mundo ilusório que cultivamos a vida inteira desmoronou, mostrando sua verdadeira face.
Devido a isso desenvolver sentimentos de medo, insegurança, saudade, desespero, entre outros tantos que fragiliza o ser humano, tornando-o porta aberta para os diversos elementos destrutivo.
O equilíbrio é algo que se deve buscar sempre em todos departamentos da vida, independente das condições que vivemos para que não venha à tempestade e afundemos juntos com ela.
Quando perdemos ou nos perdemos para uma pessoa por detalhes é porque era uma mera pessoa, porque para um amigo de verdade um detalhe é apenas um mero detalhe.
Às vezes parece que perdemos a essência da vocação humana que se resume em solidariedade e compaixão pelo próximo.
Atenção plena é a chave que abre as portas do viver intensamente. Quando perdemos a concentração, é como se estivéssemos ausentes dos verdadeiros momentos de amor pela vida. Viver por viver não dá prazer.
Morte é desperdício de vida, quando não vivemos intensamente, quando perdemos oportunidades, quando vivemos inadequadamente e passamos a vida protelando, adiando o prazer de viver.
Existem servidões que desejamos
Vitórias que não ganhamos
E sim, perdemos
Nos perdendo
Até achar
Outra alma capaz de nos redimir
Sofremos pelo passado e vivemos ansiosos pelo futuro, e geralmente perdemos a dádiva do presente. Certo e que cada indivíduo reage de maneira diferente, mas todos padecem de alguns desses males, indiscutivelmente.
Quanto mais vivemos mais ganhamos e perdemos.
Mais ganhamos dias, mais perdemos tempo.
Quanto mais a idade avança, maiores são as emoções, e nos ficam a lembranças, boas e ruins, encontros e despedidas, morte e vida, digladiar do ser nestw plano existencial finito.
Entre o belo e o esquisito, o doce e o amargor, contrastes de experiências e momentos únicos jamais possíveis de se repetir, mesmo até por toda possível eternidade.
No turbilhão da discórdia, nos perdemos,
Gritos ecoando enquanto o carro avança,
Corações dilacerados, palavras ferinas,
Em meio ao caos, nossa dança.
Nossas visões se chocam, diamantes ásperos,
Cada qual um universo a explorar,
Mas no calor da ira, esquecemos,
As nuances que nos unem a amar.
Lágrimas vertidas em travesseiros molhados,
Desculpas sussurradas na noite fria,
Mas o vazio persiste, profundo e cortante,
Como se a alma se despedaçasse, vazia.
Responsabilidades, fardos que pesam e sufocam,
Cuidados que entrelaçam, laços que se formam,
Num mundo onde a luz parece desvanecer,
O fardo se torna montanha, difícil de se erguer.
E assim, no silêncio da aurora, a vida inteira,
A tragédia se insinua, sombria, passageira,
O peso das mágoas, da adversidade,
Esmaga nossos espíritos, sem piedade.
Sem verdades...
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas sem emoção e sem valor.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas sem emoção.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente.
Apenas vivemos um dia após o outro.
Apenas vivemos.
Apenas...
O medo de tentar novamente, nos isola dentro de nós mesmos e dessa forma, perdemos a oportunidade de encontrar aquele sorriso que nos encanta ou aquele olhar que se conecta diretamente com a nossa alma.
Não é porque um relacionamento não vingou, que todos os outros serão do mesmo modo, afinal, quem não arrisca colocar a cabeça para fora da janela, jamais poderá sentir o vento no rosto.
Somos humanos.
Somos feitos de tentativas, falhas e acertos.
Às vezes perdemos coisas, mas não porque tínhamos que perder, e sim porque não demos o valor adequado.
