Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Vai precisar de muita arte mesmo para apagar da memória que todo o dia passamos por um ridículo diferente.
A diáfana existência
de cada abelha
que se esforça mesmo
com todo o veneno
que neste mundo há,
ela traz a mensagem
do mundo para o mundo
que deveria buscar
como cada uma delas
cooperar, resistir
e sempre lutar para evoluir.
O coração que para
uns muitas vezes
se mantém calado,
por pura autopreservação
para não ser envenenado
por gente que vive
sem eira nem beira,
com o espírito esvaziado
e faz da bondade alheia
um campo para plantar
a marca da transgressão.
Cada abelha por todos
os lugares e rumo
à savana montanhosa
para produzir o mel
de acordo com o quê
lhe é proporcionado,
traz o signo daquilo
que entre nós já
deveria estar pacificado,
e por senso comum
deveria ser preservado.
O coração busca ser
deste jeito para
se resguardar de gente
que se perdeu, perdeu
ou deixou perder o quê
há de mais belo que
é a pureza da crença
no amor simples e original,
que é aquele que vê
sempre no luar a beleza
que encanta sem igual.
O luar ultrapassa
o tundra alpino
que mesmo
em degelo ainda
oculta solene
o multicolorido:
floral enamorado.
E sem conseguir
fingir o quê
estou sentindo
venho confessar
apesar deste
mundo esquisito:
que de nós não
ando desistindo.
Com devoção ando
buscando sinais
que me levem
todo o dia ao mais
terno dos abraços,
e quem sabe ser
só lábios grudados
nem que seja
por um instante
ou por sutil acidente.
Pelos siderais fios
que nos unem
mesmo sem saber
onde você está;
Sei que nós dois
vamos nos encontrar,
e que não importa
a hora e o lugar.
O Universo abriu
um palimpsesto
a nossa previsão,
Tudo ocorrerá
fazendo bater
sempre mais
forte o coração
em ritmo forte
e indomável paixão.
Os seus toques
já estão todos
roteirizados
na minha pele,
E hão de ser a sua
estratégica mania,
e suave maneira
para de mim
fácil e faceira
muito além desta
Superlua de Neve.
Nesta busca intensa
por você mesmo
sem ter a certeza
desta sua sidérea
existência que sinto
que vou encontrar.
Na tua alma sem
saber onde está
por antecipação
peço o meu refúgio,
nela tenho o meu
apogeu e o perigeu.
Trago o descanso
absoluto que no teu
coração fixarei
a residência segura
neste teu corpo
de metal viciante:
Por ele que prevejo
me deixar em transe,
hei de ser a eterna
e intrépida viajante
muito além desta
Superlua de Neve.
Carnaval doentio este que inundaram desfiles e blocos das imagens dos políticos mesmo por crítica é completamente repugnante porque atua como contra-propaganda e destrói a atratividade da festa para o público turístico e diminui a oportunidade de promoção da nossa cultura.
Tens a licença poética,
e até mesmo profética
de criar novas palavras:
por por realismo
e de sobrevivência
existencial neolog(ética).
Se não houver mensagem,
ao menos um sentido
doa a quem doer,
não é neologismo, meu amor.
Nem se licença houver
ou 'permitida' for,
doa a quem doer,
é erro ortográfico, meu amor.
Tens a liberdade da crítica,
e até mesmo ética
para iluminar
sem causar dor,
mesmo que seja
expressão de certo rigor.
Sob a luz do amoroso luar
nos campos da hileia,
entenda e não se feche
como se vivesse numa ilha.
Ao som da sinfonia lunar,
serei a alegria pelo ar
sendo somente tua
nas tuas mãos e de alma nua.
Se você aprendeu mesmo o seu lugar de escuta, aprendeu a chave que abre o caminho da política. O bom político escuta mais do que fala.
Chuva de líridas
caem nos meus
cabelos castanhos,
Mesmo distante
como a Lua lírica
no teu pensamento
a cada instante
e em ritmo do tempo,
Passo minhas noites
tentando imaginar
o próximo inefável
passo que venha
a nos aproximar;
Ocupei a gala fina
de ser a estrela
para você no teu
íntimo espacial,
E assim me fiz
acima dos séculos
melodia atemporal:
Sempre que escuta
o meu nome o teu
sorriso não oculta
diante de ninguém
que a gente se tem,
Numa vontade una
irrefreável de tudo
a todo momento
e o tempo todo,
E aquela crença
que no final irá
dar tudo certo
para todo mundo,
e tudo acabará bem.
A dor e as penas alheias
me emocionam de tal
maneira que parecem
que todas me pertencem,
mesmo eu sendo inteira
feita de ferro e de fogo.
O latido do cão no canto
desta pequena cidade,
embala a douta solidão
que me instrui sem receio
a tocar no teu coração.
Enlevando o meu beijo
como oriental incenso
desconhecido que adentra
a janela do teu quarto
sem pedir permissão
trago nudez e celebração:
À ter contigo o previsto
encontro como quem
colhe o fruto raro,
porque de ti angariou
o encanto seráfico,
O pensamento teu
vive a ler o meu
que vive no mundo da Lua
em constante refúgio
deste mundo que remói
o quê nem viveu,
só para ferir o adversário.
O quê a gente anseia
só a nós de fato interessa,
sem relógio no pulso
e sem satisfação ao mundo:
um amor sem nenhuma pressa.
Amor inevitável amor,
o céu que me guia ilumina
é o mesmo que te rege,
Um luar em sua companhia
há de ser por ti concedida,
quando findar a agonia,
Amor inelutável amor,
tens nas mãos todas
as manhas e minhas defesas,
Um turbilhão de emoções
valsando na noite fria
tem feito companhia,
Amor irrepreensível amor
os meus códigos tu
muito bem os domina,
Um aroma de cravo-da-índia
espargido pela casa
relembra uma perfumaria,
Amor inevitável amor
as minhas diabruras
sempre te divertem,
Uma loucura de amor
simplesmente engolida
do anoitecer ao raiar do dia,
Amor inefável amor,
você que muito mais
do que pele com pele,
E como não tenho ainda
a constelação tão linda
dos teus olhos austrais
para vir me enredar
e de ti pedir sempre
mais e muito mais,
tenho as estrelas
por aqui à me alegrar
e estratégias a traçar
para estar pronta
romanticamente
para quando você chegar.
O poeta sempre
sabe o que fala,
mesmo quando cala,
A noite vem estrelada,
ela surge enluarada,
O cio poético rompe
o diligente e a noite silente.
Drummond que não é
nada bobo indica o caminho,
Ele estalou os dedos e provou
que o amor é bicho instruído,
Meu bem, não te aflijas,
todo poeta também
sabe ser companheiro.
Este desejo aqui em versos
é completamente faceiro,
esse teu ir embora
querendo voltar prova
que o amor bate na aorta,
Ele bate na porta sem
a gente sequer esperar,
e muito menos despertar,
O amor vem delicadinho
na ponta dos pés,
pronto para te amar.
Drummond veio ao mundo
como poeta para provar
como o amor é bom,
Na verdade todos cantam
e dançam essa cantiga
de eira nem beira,
Todos os homens
que usam óculos
deixam o amor tirá-los,
Todas as mulheres não
resistem em não deixar
de ficar com as saias suspensas.
O amor também não
deixa de ser um animal arisco,
Mantenha-no preso ao cangote,
e seduza-o com táticas feiticeiras,
Capriche no jardim
de alegrias suspensas,
e me vire do avesso com as tuas seduções intensas.
Você disse que
quer me tocar,
e muito mais
do que deixar
você me tocar
o quê eu quero
mesmo de você
é ser seduzida,
e ser infinita
à te encorajar
a ter a dádiva
de viver comigo
um amor bonito.
Para o encanto
de amor embalar,
você há de fazer
o teu kanun
dos raios de luar
para unificar
os meus sonhos
mais provocativos
aos teus lascivos.
Eu me consinto
a nós e a tudo isso
pelo conjunto
da obra e por
ser quem você é,
e por possuirmos
inúmeros signos
que se harmonizam
como os exóticos
bouquets orientais
que fabricam
os incensos mais finos.
Neste destino a pé
iluminado pelos astros
e como quem entra
descalça num templo
haverei de te esperar
quando o Atlântico
você irá atravessar
por tudo o quê o amor
por nós haverá de falar.
Vocês estão brigando por causa de política?
Eu quero mais é que briguem mesmo só para a Internet toda
ficar rindo de vocês, seus otários! hahahaha 🔥🔥🔥
#Nãoadiantafalar #Vamosrirqueémelhor #HumorPolítico
És o meu hipnótico
secreto que me põe
em delírio de amor
certo mesmo sem
nenhum diagnóstico,
e assim te carrego.
Há dança dos astros
nos nossos quadris,
no olhar os sinais
que só os apaixonados
fazem por merecer,
a viração das horas
hão de nos pertencer.
És o meu único ilustre
cidadão do meu peito,
Galáxia do Cata-Vento,
te amo além do tempo
que nos coloca todo
o dia à prova e rebento.
Os arquitetados beijos
em reserva especial
permanecem do jeito
como devem estar,
para plenos serem
quando você chegar
numa linda noite de luar.
Da vida nova e do Ano Novo
ninguém que escapa,
nem mesmo por intriga
ou mau tempo que os adie;
Porque o quê é do Homem
nem mesmo o bicho come.
Nos sinais do Universo
ainda busco caminhos
como nômade que
faz a sua tapeçaria
com a luz das estrelas
e te deseja sem retórica.
Por aqui tem esperança
porque ainda há muita
poesia viva em abundância
e ainda amo a minha Pátria,
e escuto bastante música
romântica sem me importar
com o quê de mim pensem.
Da Centaurus A puxo o fio
da meada e do prelúdio
que iremos nos encontrar
numa bonita noite de luar,
não sei se é por pressentimento
ou mesmo até válvula de escape,
o apelo da imigração continua vivo.
E neste corpo bonito fico imaginando
o mapa de todas as minhas rotas...
Quero ouvir
As canções
Da Pátria por
Cada lugar
Da nossa terra,
Mesmo que
Seja na hora
Do trabalho.
Não digo que
Foi, é ou tenha
Sido fácil,
Mas não aceito
Nada raso;
É por isso que
A tirania como
Modo de vida
Eu combato.
Porque vivo
De sentimento
Patriótico farto,
Como voto que
Se incorpora
Mesmo sem pedir
Todos os dias
A ser renovado.
O café me faz
companhia,
No abismo
o mundo
se encontra
E mesmo assim
nada te tira
da minha mente,
Do meu coração
perdi a conta,
Não paro de te
querer simplesmente.
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