Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Acredite em si mesmo, tenha fé em Deus e siga em frente!

As mulheres quando nos fazem sofrer por amor, ou nos tornam bêbados ou poetas, o que dá no mesmo.

"Direita, esquerda; apolíneo e dionisíaco; bem e mal; matéria e alma: as duas asas do mesmo abutre. Somente o Espírito pode voar livre sem asas!"

Quem escolhe preservar a delicadeza, mesmo depois da dor, também escolhe interromper o ciclo que transforma pétalas em pedras.

Momentos de bondade e reconciliação valem a pena, mesmo que a despedida tenha que vir mais cedo ou mais tarde.

Do desabafo


Manhã chuvosa... um friozinho lá fora sugeria que o melhor mesmo era negociar com Deus e ficar debaixo das cobertas por mais uma horinha... pelo menos ;)
Afofei o travesseiro, me encolhi todinha... fechei os olhos... e
... toca o celular.
Já coloquei uma musiquinha que me agrada... porque não gosto quando o telefone toca... pra dizer a verdade, meus telefones – sim, meus, porque tenho quatro – estão ou sem bateria, ou desligados, ou no silencioso... a maioooooor .... bem maioooooor parte do tempo.
Converse com algum amigo meu ou colega de trabalho pra você confirmar: todos dirão – ‘sim, é muito difícil conseguir contato com ela por telefone...’ (mas isso é papo pra outro dia).
Sabe quando uma coisa tem de acontecer? Ela acontece! Punto e basta.
Deixei a musiquinha tocar um pouquinho... estava entre atendo, não atendo... a coisa que tinha de acontecer era eu não deixar de atender ;)
Então atendi. Ah! Nunca olho o número antes de atender...
Mariana... minha colega de profissão – professora.
A sua voz era um misto de tristeza, indignação, raiva... de um não saber mais o que fazer da vida.
Depois dos cumprimentos formais em que todo mundo responde que está tudo bem... ela desabafou...
Vou fazer um resuminho aqui da nossa conversa:
- Estou de saco cheio! Não aguento mais! – disse ela.
O problema era a sua profissão... ingrata profissão de professor (acho que isso depende do ponto de vista, mas falaremos disso em um outro dia).
- Você já pensou em abandonar sua carreira profissional? Porque eu já pensei mil vezes – perguntou ela, já dizendo qual era seu pensamento.
Sim, claro... já pensei... e quem não pensou? Já decidi enfaticamente uma centena de vezes mudar totalmente o rumo da minha vida profissional... e já ‘desdecidi’ a mesma quantidade de vezes... e quem já não pensou?
Às vezes o ‘desdecidir’ acontece minutos depois de ter decidido seguir por um mar profissional nunca dantes por mim navegado... doutras vezes... a ‘desdecisão’ vem um bommmmmm tempo depois.
Às vezes o ‘desdecidir’ vem depois de alguém ter me mostrado que vale a pena no caminho conhecido continuar... doutras vezes... sou eu mesma a enxergar que o melhor é deixar tudo como está e continuar a professorar.
Professorar... uma arte cuja tarefa é difícil demais pra quem nela se envolve por puro comodismo... falta de algo melhor a fazer... ou pra ter dinheiro pra suas continhas no fim do mês poder pagar.
Professorar... uma arte por cujos olhos, coração, mãos passam todos (ou quase todos, né?) os cidadãos deste nosso Planeta Terra.
A minha amiga Mariana?
Bom, ela desligou melhor depois do desabafo...
porque às vezes a gente só precisa mesmo é desabafar.


Rosangela Calza

Maturidade hoje em dia está tão difícil
Fácil mesmo é a maldade e a língua de veneno

Da mudança


Mudar dói... mas mais do que permanecer no mesmo lugar desértico, frio e desesperançável?
Minha zona de conforto se amplia a cada dia. Estou feliz nela? Acho que não. Não... definitivamente não. Mas... Já a conheço tão bem... tudo nela é tão previsível... não há canto escuro ou obscuro pelo qual eu já não tenha passado, olhado, acariciado e colocado bem no fundo do baú. Mas dentro do meu campo de visão... bem à minha mão.
Oras, não sou boba nem nada... o conhecível me faz bem, me dá segurança... tudo bem que tenho de engolir todos os sapos que pululam ao meu redor, mas sei o chá que devo tomar pra não sofrer intoxicação mortal. E há sapos que não são tão venenosos... dá pra engolir de boa mesmo.
Então, não mudo, não sofro. Resignadamente me resigno a tudo e a todos, todos os dias. Mas na segurança do caminho conhecido, of course. Vou eu enfrentar preocupações com mudanças? Sei onde estou. Sei o que tenho. Punto e basta.
Mesmo?
Não sou boba nem nada. Conheço a frase 'melhor um pássaro na mão do que dois voando'... mas sei que isso me diz: 'fique com o menor, assegure-se, mantenha firme o pouco que você tem... deixa ir o maior... dispense o grande'.
Por que, então, conhecedora de que pode haver o melhor, o maior, o mais confortável, o sucesso, a alegria, a paz... e mil e umas outras coisinhas maravilhosas com uma mudançazinha aqui e acolá, eu fico amarrada no mesmo lugar?
Por que fico pagando um preço (talvez alto demais) por uma pseudosegurança?
Se eu agir é sempre fitty-fiffty. E mesmo que seja, como resultado, o fifty
-50%, só o fato de eu ter disposição para correr risco já me faz ganhar... e vai que o resultado seja mesmo o +50%?
Entonces... mudar dói (exige um certo esforço)... mas... se não se mudar nunca se poderá saber o resultado do passo em direção à mudança... e essa adrenalina é boa... ah!!!! se é.

Mesmo a arma perfeita tem uma única imperfeição. Aquele quem a usa.

Mesmo padrão repetitivo nas ditaduras ao longo da história: Obsessão por controle.
Estratégias para controlar os pensamentos, os planejamentos e conhecimentos.
Os fazem de que maneira? Limitando a educação, cerceando a cultura, censurando a informação e promovendo propaganda massiva. Qualquer expressão individual é oprimida e repreendida.

"Estar posicionado em muitos lugares ao mesmo tempo garante que, enquanto um mercado descansa, o outro trabalha."

⁠O verdadeiro sucesso começa quando você enfrenta a si mesmo.

Conhecer a si mesmo é abrir a porta onde Deus e Lúcifer aguardam em silêncio.

Quem foge de si mesmo nunca saberá a quem serve.

Vença seus monstros psicológicos e emocionais. Torne-se um deus de si mesmo, um guerreiro que vive seu propósito e luta por amor à causa.

A natureza humana é um paradoxo: abriga, ao mesmo tempo, o hedonismo e o pudor.

24/09/2024 Hoje sonhei um sonho bom, legal e ao mesmo tempo preocupante...


O lugar que nunca existiu...



08:13 da manhã!
Estou aqui sentada em uma cadeira de macarrão e irei escrever o sonho tive há pouco tempo atrás, antes de acordar.


Bom, sonhei que andava em uma rua, onde havia uma lanchonete ou um restaurante, não sei ao certo, só sei que era muito movimentado e entrei para ver o que vendia no balcão.


Quando entrei, me surpreendi, porque era muita coisa gostosa, pizza, outras massas e receitas que eu ainda não havia experimentado, também havia melancia cortada em fatias e outras coisas.


Eu fui só pedindo e o dono que me atendeu, ele começou a colocar, mas acabou saindo para resolver outra coisa e me deixou lá esperando.


Ele dava muita atenção aos funcionários e parecia ser um bom patrão, desejei trabalhar naquele lugar.


Havia duas meninas, de óculos. Uma usava óculos espelhado e a outra usava um óculos rosa muito bonito.


Elas também vestia camisa social, tipo chamise.


Elas pareciam estarem felizes com o emprego delas.


Eu as observava enquanto via elas rindo e o patrão delas falando com elas, que gostava delas vestidas daquele jeito.
Se quisessem tirar o óculos podiam tirar, mas ele preferia elas de óculos.


Então, chamei uma delas para me atender, elas foram e terminaram o meu atendimento, eu olhava para fora e havia muitas pessoas sentadas, sorrindo e felizes nas mesas.


Eu pedi para colocarem em uma caixa, porém não consegui levar, chamei meu marido e ele também quase não conseguiu levar a caixa.


Antes de terminarem uma atendente me perguntou se eu realmente queria as duas pizzas pequenas que pedi, cada uma custava 50,00 eu disse sim!
Porque eu não estava me importando com o preço, embora não tivesse dinheiro, eu queria experimentar aquelas guloseimas todas.


Eu paguei tudo no crédito!


Na hora, pensei como que eu iria conseguir pagar?
Mas, mesmo assim comprei.


Meu marido levou a caixa e a gente começou a subir uma ladeira muito íngreme, mas por sorte, achamos a moto do Sansão que parecia que ele havia deixado lá pra nós, para levar às coisas.
Bom, meu marido pegou a caixa, amarrou na garupa da moto, mas como ele não tinha habilidade em dirigir, a moto começou foi a fazer muita fumaça, de tanto ele tentar colocar ela pra funcionar.


Dois caras, pararam em uma moto e achei que eles fossem assaltar ele, então tive a ideia de fazer eles sentirem pena da situação.


Pedi para eles, ajudarem ele a colocar a moto para funcionar, um deles desceu e começou a fazer isso.


Eu somente olhava e observava.


Na verdade, a moto estava velha demais!


Antes disso tudo, meu sogro passou com uma sacola de pão e eu pedi para ele esperar aonde eu havia comprado as guloseimas, para nós voltar juntos.


Ele esperou, porém, quando lembrei dele, e voltei lá, já estava tudo fechado, as pessoas tinham sumido, era como se aquele lugar nunca tivesse existido.


Então, até pensei que eu estava vendo coisas, meu sogro também não estava lá, ele já tinha voltado para casa.


Essa parte foi bem estranha.


Depois eu fui bater um raio-x e quando vi as imagens, havia várias fissuras no meu pulmão, pedi para o rapaz tirar de todos os ângulos e cada vez, aparecia mais fissuras e eu estava bem preocupada com aquilo.


Então, acordei!


Que sonho tenso!!

10:34 11 de setembro de 2024


"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "

10 de julho de 2024




"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"

Todos os dias você constrói histórias. Mesmo quando acha que está parado. Mesmo quando acredita que nada relevante está acontecendo. Cada gesto, cada omissão, cada escolha repetida vira um traço daquilo que você chama de vida. Você deixa marcas. Algumas profundas, outras quase invisíveis. Você chama isso de legado, como se fosse algo grandioso, sólido, permanente. Mas vale perguntar com honestidade. Legado para quem?