Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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‘Por que fica sentado aqui sozinho?’ Disse Alice.
‘Ora, porque não há ninguém aqui comigo!’ Exclamou Humpty Dumpty. ‘Pensou que não teria resposta para isso? Pergunte outra.’

Às vezes tento compreender aquilo que não sei
explicar, de que materia estúpida e torpe são feitas
as mentiras tão necessárias imprudentes, todos nós
precisamos mentir por amor, amizade, respeito e
consideração mas especialmente pelo prazer e pelo
medo, prazer de enganar e medo de dizer a verdade,
quem diz a verdade se expõe e fica a mercê do
julgamento e da tirania dos hipócritas que dizem: não
fale, não ouça, não veja, não sinta, apenas finja,
finja que acredita que os sentimentos são lâminas
cegas esterelizadas que cortam sua pele
superficialmente sem jamais atingir sua alma, mais e
aí ?
Todos os dias sorrimos afirmando que somos felizes, e
a vida regrada pelas paixões mal resolvidas, pelos
desejos confinados e principalmente pelo prazer
momentâneo, efêmero e insano de pequenos fragmentos do
que chamamos de felicidade, analise e reflita, jamais
houve na humanidade em que predominou tanta vaidade.

Mas nós vibramos em outra frequência,
sabemos que não é bem assim.

• O Paradoxo Elementar


Não está no óbvio a verdade. O aparente sempre se mostra concreto, mas padece de constância, padece de bases que fundamentem sua própria aparência. Logo, aquele que se apega ao aparente, ao sólido, ao permanente, ao palpável, ao literal, ao racional, ao complexo, ao marcado, ao soberbo, ao justificado, ao confiável; este caminha cego rumo ao precipício de sua própria ilusão.
A solidez fascina o ego, e aquele que alimenta o fascínio do pequeno eu, se preenche do ilusionismo do mundo, da sociedade e do moral coletivo. As respostas para as perguntas mais profundas não existem nas formas que se lhe atribuem. As respostas não são respostas, são sensações que se fundem ao caráter do Ser.
Logo, não há respostas, há experiências, uma vez que não havendo separação entre a pergunta e a resposta, não pode haver de fato nenhuma das duas. A resposta está na pergunta e a pergunta é a resposta.
Quem disso se dá conta, começa a entender a natureza do universo, mesmo que ainda por detrás da barreira físico-mental. Vê ele então que o Um inevitavelmente comporta os vários; e que os vários é que transformam o Um. O corpo é um, mas as células são várias. A humanidade é uma, mas os homens são vários. A galáxia é uma, mas as estrelas e os planetas são vários.
O paradoxo elementar é a natureza da Criação. Nada que é grande realmente o é. Nada que é pequeno realmente o é. Nada que é quente realmente o é. O finito se encontra no infinito; e o infinito transpassa o finito.
Deste modo, quem busca sua emancipação compreende que o ego é um produto do Eu Profundo, sendo um canal do que transcende através do limitado. Não há então de se negá-lo devido a suas tolices e confusões, todavia viver sob seu poder é diminuir-se.
Aquele que vive pelo ego, não viverá para sempre, não transcenderá a morte, não sublimará a matéria. Far-se-á refém das ilusões de um mundo adoentado.
Quem se engrandece por meio do ego na verdade está se encolhendo rumo ao seu próprio desaparecimento no limitado. O caminho para a liberdade é estar no próprio centro, silencioso, amoroso, desprendido e liberto da necessidade de segurança.
Logo, quem permanece discreto em sua verdade está, de fato, se engrandecendo rumo ao ilimitado. Este sublimará ao infinito, e o egoico se destruirá no finito.

Eu sei que você não tem nenhuma razão no mundo para confiar em mim, mas que tal você me dar uma chance, hein?

Existe uma grande diferença entre não poder viver sem uma pessoa e amá-la.

⁠Eu não estava perdida, nem congelada ou morta. Estava viva. Viva no meu próprio mundo perfeito.

Enquanto não tiver algo melhor para me oferecer além de um relacionamento casual e mesquinho, não me tire da solidão.

Será que sou só isso?

Não vou falar de amor sem falar de ti isso seria impossível.

Dói tanto mais tanto saber que para ti sou só uma menininha repetitiva que só fala demais…

Queria não ti tornar o vilão de tudo você diz que só faço isso mas se você soubesse que só falo as melhores coisas de ti… Mas tudo que vê é alguém que só quer te prejudicar

Será que não consegues ver que eu gosto de ti para valer sem mentiras, joguinhos ou artinhas

Mas eu só ti prejudico faço ti mal e fico como que se nada tivesse acontecido…

Se você entendesse um pouco o que eu sinto saberias que nunca ti faria mal mas não sou repetitiva demais, ti torno sempre o vilão na história além de ser cansativa né…

TAO TE KING - LAO-TSÉ

VERSO 4 - INTERPRETADO POR JOSÉ LAÉRCIO DO EGITO

O Mestre não deve esperar que o discípulo chegue à Perfeição Absoluta, desde que por mais que procure dentro do relativo ele jamais chegará à uma coisa chamada, Deus, Perfeição, ao Tao pois somente no Infinito encontra-se a Perfeição, Nele está contido tudo, a Ele coisa alguma pode ser tirada ou acrescida."

O Tao é o vazio inesgotável, e a fonte do profundo silêncio, que o uso jamais desgasta.

Desvalores e valores são próprios do mundo dialético, relativo, portanto condições ainda distantes da Perfeição.

"O Tao é como um vaso inesgotável, mas vazio. Mesmo vazio contém o segredo de toda plenitude"

O Mestre não deve julgar-se perfeito mesmo se ainda estiver imbuído de valores que os considera pureza, pois a pureza ainda está distante da cientificação perfeita. A Perfeição Absoluta está no Tao e o Tao é o vazio inesgotável. Enquanto o ser tiver qualidades ainda não chegou à Perfeição.

"O mestre cheio de conceitos, de hábitos, de pontos de vista dogmáticos, jamais poderá captar o sentido real do Tao, que se expressa justamente pelo vazio"

O Mestre pelo exemplo pode apenas induzir a marcha própria de cada discípulo no sentido da vacuidade de onde, observando o caminho do Mestre, ele siga o seu na busca da perfeição, sinta o Tao, "Origem de todas as plenitudes do mundo".

Do "vazio do Tao" todas as coisas procedem assim na caminhada própria correta o discípulo pode encontrar e trazer valores mediante os quais à cada dia ele chegará mais próximo da perfeição.

Não são repressões, condenações e nem mesmo exaltações que conduzem o discípulo à perfeição pois nos ensina o Tao Te King: "Suavizai o corte, desfazei os nós"...

O Mestre não deve tornar o caminho do discípulo nem árido, afim de que ele não o abandone, e nem muito suave: "Diminui o brilho, deixar que as rodas percorram os velhos sulcos". O Mestre não deve interferir diretamente na caminhada do discípulo, deixar que cada um siga o mesmo caminho que outros percorreram, mas pelo exemplo mostrar o sulco mais eficiente. A carroça segue melhor nos velhos sulcos deixados por outras carroças que já trilharam o mesmo caminho.

O Mestre deve considerar seu próprio brilho a fim de se harmonizar com a escuridão do discípulo; não deve salientar seu brilho para que não ofusque o discípulo.

" ILUMINAR PÁSSARO À NOITE É TORNÁ-LO MAIS CEGO AINDA ".

O Mestre deve ser um farol mas se necessário diminuir o seu para poder se harmonizar com a escuridão dos outros. Isso indica que a luz deve ser mostrada gradativamente ao discípulo, pois se ela se apresentar muito forte este se desestimulará julgando não poder chegar tão distante.

O racismo no Brasil se caracteriza pela covardia. Ele não se assume e, por isso, não tem culpa nem autocrítica. Costumam descrevê-lo como sutil, mas isto é um equívoco. Ele não é nada sutil, pelo contrário, para quem não quer se iludir ele fica escancarado ao olhar mais casual e superficial.

Abdias do Nascimento

Nota: Trecho de entrevista dada em 2010.

⁠Um rato é um animal que quando aparece causa pânico, asco. Não trás nenhum benefício ao lar onde frequenta. Pelo contrário rouba seu alimento agindo na surdina, no apagar das luzes. Sem falar que pode transmitir doenças e por fim causar sua morte. Não é como um cachorro ou um gato que atraí a simpatia dos moradores e o desejo de cuidar e de se ter por perto. Não encontramos no petshop itens especializados para criação de rato. É uma coisa natural, o rato aparece e você o mata e junto com ele se vão todos os problemas. Quer resolver a situação com um rato? Não deixe um rato viver em sua casa. Não se constrói uma cela para o rato viver esperando que um dia ele tenha um bom comportamento. No dia que ele sair ou fugir vai fazer o que mais gosta. Será um rato.

Já realizou seus sonhos? ⁠Nossas vidas são feitas de sonhos e como não paramos de sonhar então sempre temos algo a buscar e conquistar. Mas, que conquistas são essas? Os bens são conquistas materiais menos importantes que as conquistas espirituais. Logo esta é referente ao que você leva enquanto aquela é sobre o que você deixa. Aquilo que fazemos de bom nos volta. Aos relacionamentos não me dou o direito de exigir que aconteçam como eu quero. Ninguém vai ficar se não o quiser. Mas se eu escolher ficar é porque valeu a pena deixar o primeiro dia acontecer.

“Nao há forma para definir o presente, quando tento o descrever já é passado”

Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.

"Pessoas comuns se casam e envelhecem juntas, não raro se tornam inimigas. Pessoas especiais e evoluídas emocionalmente se tornam irmãos. Contudo, as pessoas inteligentes se separam antes que aconteçam as duas coisas."

O IRREPETÍVEL


Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.


Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.


Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.


Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.


Mas o coração não aceita imitadores.


O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.


É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.


Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.


Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.


Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.


O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.


Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.


O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.


E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.

O IRREPETÍVEL


Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.


Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.


O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.


Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.


Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.


O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.


O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.


Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.

Que Deus me abençoe com esse meu coração por mais uns tempos, para que mesmo se sentindo pequeno em relação ao oceano...
Ele continue.
sempre abrindo as portas para receber, dar, e emprestar amor e alegria a quem precisar...

...

- Meu filho! Quando um escritor cria um romance sobre um drama qualquer, mesmo uma obra de ficção, por exemplo, tratando de personagens irreais ele precisa mostrá-los com respeito e caridade. O vilão, não deve ser caracterizado apenas como um mau espírito, pois, geralmente, nos mais severos obsessores identificamos a ignorância como gênese dos seus equívocos. Não é costume dos bons escritores dar ênfase ao mal para agradar leitores ou deixar claro que o mal existe e faz vítimas.
" Observamos o grau de responsabilidade de um escritor. A repercussão que um livro tem é muito grande. A depender do seu conteúdo podemos interpretá-lo como um amigo ou um inimigo que adentra o lar, pois em uns provoca mudanças, enche de alegria e a outros causa tristeza, remorso, arrependimento. Como os personagens dos romances espíritas geralmente são reais, as cenas descritas e os atos praticados por ele, lidos repetidamente por milhares de pessoas, poderão, em alguns casos, dificultar a recuperação dos envolvidos, encarnados ou desencarnados, caso venha a se estabelecer uma sintonia com alguém que tenha vivido aqueles episódios ou outros semelhantes. Essa sintonia pode ser motivada pelo medo, ódio, identificação com os fatos narrados ou com as personalidades que os geraram, formando um vínculo, provocando reminiscências passadas. O pensamento, uma vez lançado, é difícil de deter. Existem entre os leitores, pessoas que viveram dramas severos que podem ser liberados do porão que os retêm mediante uma leitura; outros cultivam desejos descontrolados a espera de estímulos que funcionem como gatilhos; terceiros criam fantasias que não devem ser alimentadas. Lembre-se de que nascemos com tendências ainda não sublimadas e de que um livro mal escrito pode aguçá-las, prestando um desserviço à evolução de muitos. Um bom livro é um bom amigo; um mau livro é um péssimo professor. Enquanto um bom livro clarifica o mundo e eterniza seu autor, qual sucedeu a Kardec, outros são pesados lastros a chumbar as pernas de viajantes descuidados. O bom escritor sabe selecionar e dosar dores e alegrias. Qual bom confeiteiro, adiciona à ideia central uma pitada de de poesia, outra de otimismo, mais uma parte de esperança, para então dizer que a dor é real, dói, mas é tragável e tem sua utilidade. Se uma obra não contribui para melhorar o mundo, antes dissemina o pessimismo e o desamor, melhor será deixá-la aos cuidados do pó, nas prateleiras, onde somente as traças a visitem. Um velho adágio popular diz que para iniciar uma revolução, a pena é mais valiosa do que a espada. A revolução que o Espiritismo propaga é aquela que o indivíduo começa em si mesmo a luta contra suas imperfeições morais, ou seja, a transformação que resulta em reformas cada vez mais abrangentes até atingir o estado de felicidade completa. Com sua obras fortaleça a revolução espírita".