Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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⁠Você não tem o direito de matar o filho da sua mãe.

⁠No UFC da vida espiritual, não é você que vence suas lutas, mas Deus que luta por você.
Pare de lutar sozinho!

⁠Enquanto eu acreditar em mim, não me importarei com quem duvidar

Não é que eu seja pessimista. É que, ao contrário da maioria das pessoas, eu não tinha tanto tempo assim pra procurar.

Eu não posso mais desperdiçar minha energia com nada além do tratamento agora.

Nas redes sociais vemos muitas pessoas propagando aquilo que nunca aplicou. Cuidado! Não siga qualquer conselho.

⁠Não é falta de fé. Sabemos que Deus está sempre conosco. Mas as coisas são programadas para acontecer. E num dia vão surgir sorrisos, noutros lágrimas. Ambos passam. A diferença está na proporção que você permite durar ou te machucar. Deixe o sorriso durar mais, mesmo que o motivo tenha passado. Deixe de sentir a dor, mesmo que ainda esteja doendo.

⁠A maturidade ensina-me o valor real das coisas e das pessoas, não me atrai o que está na superfície, aprendi olhar o que não está nu aos olhos comuns.
Me atrai mais que que está coberto do que aquilo que apelar e se despe facilmente.

⁠Não tenho a menor ideia de como cuidar de uma criança. Nunca tive a necessidade, nem a paciência necessária.

A sorte ou azar não é nada mais nada menos que a variação da coincidência... Enfim, não existe sorte ou azar, eu vejo assim: na variação da coincidência a oportunidade foi dada, cabe a você ter a capacidade de aproveitar ou não... se conseguir foi "sorte", se não conseguir foi "azar". É simples!

Os dias

Os dias passam
As lagrimas
Continuam a cair
Os olhos vermelhos
Já não esconde mas a sua dor

Estou perdido
Para o futuro
Minha mente
E meu coração
Vivem no passado
Onde encontrava
Carinho amor e paixão

Mas este passado vive em mim
Porque o amor e grande e forte
Não me deixa desistir
Mas você quer que eu viva
Mas eu quero morrer

Você quer que eu volte a sorrir
Mas me escondo do mundo para chorar
Tenho que sair da escuridão
Mas não tenho, mas.
O brilho do seu olhar
Para poder me guiar

Quer que eu
Tenho motivos para viver
Mas esqueceu
Que você me dava vida
Encimou-me a viver
A sorrir
E a amar você

Sol do amanhecer
A espera de um toque

"O amor não tem a ver com palavras idiotas, mas com grandes gestos. O amor tem a ver com faixas sobrevoando estádios, pedidos em telões, palavras gigantescas no céu. O amor é ir além das forças, ainda que machuque. Liberar os sentimentos. O amor é achar dentro de si uma coragem que nem sabia existir."

Eu presto atenção no que eles dizem
Mas eles não dizem nada
Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada
E eu começo a achar normal que algum boçal atire bombas na embaixada.

Não se devem esquecer os velhos de corpos estragados, os velhos que estão pertinho de uma morte em que os jovens não querem pensar, a inexistente alegria dessas derradeiras horas que deveriam ser aproveitadas a fundo e que são padecidas no tédio, na amargura e na repetição. Não se deve esquecer que o corpo definha, que os amigos morrem, que todos nos esquecem, que o fim é a solidão. Esquecer muito menos que esses velhos foram jovens, que o tempo de uma vida é irrisório, que um dia temos vinte anos e, no dia seguinte, oitenta. [...] Mas entendi muito bem que vida passa num tempinho a à-toa, olhando para os adultos ao meu redor, tão apressados, tão estressados por causa do prazo de vencimento, tão ávidos de agora para não pensarem no amanhã... Mas, se tememos o amanhã, é porque não sabemos construir o presente e, quando não sabemos construir o presente, contamos que amanhã saberemos e nos ferramos, porque amanhã acaba sempre por se tornar hoje, não é mesmo? [...] É preciso viver viver com essa certeza de que envelheceremos e não será bonito, nem bom, nem alegre. E pensar que é agora que importa: construir agora, alguma coisa, a qualquer preço, com todas as nossas forças. Sempre ter na cabeça o asilo de idosos a fim de nos superarmos a cada dia, para tornar cada dia imperecível. Escalar passo a passo nosso próprio Everest e fazê-lo de tal modo que cada passo seja um pouco de eternidade.
O futuro serve para isto: para construir o presente com verdadeiros projetos de pessoas vivas.

⁠Não deixes para depois
Se podes amar agora.

Não posso sucumbir à melancolia — esse monstro noturno que nos vigia sem descanso, esperando o mínimo gesto de fraqueza para invadir o que ainda resta inteiro em nós. Sei que ele ronda. Sei que respira atrás de mim quando caminho pela casa silenciosa. Mas não lhe devo reverência. A melancolia exige joelhos; eu ofereço coluna.


E há dias em que o desespero se insinua no corpo como febre: o amanhã se esconde, o dia seguinte perde o rosto, a existência inteira parece um quarto escuro. Mas sigo. Não por esperança — essa palavra envernizada — mas por teimosia. Por força. Por desafio. O futuro não precisa prometer nada para que eu avance. Basta que exista.


Poeta ou homem comum, não importa: todos carregamos a mesma condenação. A consciência — essa lâmina autônoma que nos enfrenta sem pedido, sem permissão, sem dó. Ela não nos observa: nos disseca. E cobra de nós o sentido que nunca lhe devemos.


Ela pergunta, com insolência: por que continuar? Onde repousa a coragem humana? O que sustenta o passo no meio do caos?


E a resposta não está no conforto, nem na fé, nem em algum alicerce secreto. Está no movimento. Na recusa em tombar. No ato bruto e insubordinado de permanecer, mesmo quando nada, absolutamente nada, garante o chão.


O caos é vasto. A consciência é cruel.
Ainda assim, eu existo.
Isso basta. Isso é tudo.

"Alguns afetos são como roseiras no caminho: não levamos conosco, apenas contemplamos.
E a ausência deles dói mais do que imaginávamos."

"Há presenças que não precisamos possuir — basta vê-las existir.
Quando se vão, percebemos o quanto já faziam parte de nós."

Viva a sua vida no padrão que possui, não se esquecendo em não esbanjar muito.

Manifesto da Raiva

Não é a raiva histérica que me move,
mas a que nasce do abuso,
do silêncio imposto aos que ainda têm alma.

Raiva de ver os bons engolidos
por um sistema que premia a mentira,
que coroa o disfarce,
que veste a hipocrisia como traje de gala.

A indignação é meu sangue,
me desperta, me obriga a escrever.
Não busco paz interior,
não preciso de frases que anestesiam.

Escrevo para rasgar,
para devolver em fogo
o que tentaram me enfiar goela abaixo.
Minha arte não é gentil,
é necessária.

Porque se eu calar,
se eu aceitar,
se eu sorrir junto,
aí sim estarei perdido.

A raiva me lembra que existo.
A indignação me prova que ainda sinto.
E enquanto isso durar,
ninguém, nunca,
vai me domesticar.