Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Todos somos uno com Deus pai
Irmãos de Jesus
Não podemos continuar a ignorar esta verdade
O egoísmo leva-nos a ignorar, a julgar e a condenar
aquele que não está ao mesmo nível material e moral!
Julgam-se perfeitos e superiores,
esquecendo que espiritualmente somos todos iguais em essência.
A única diferença é a evolução da alma, pois
aquele que consegue olhar o outro como a ele mesmo,
com certeza se vê com humildade e
esse é na verdade um ser nobre.
Grande, ou maior, apenas e só aos olhos de Deus!
Dá-te e não esperes nada em troca, a tua semente dará os frutos que Deus achar que tu mereces!
O irmão ou irmã a quem tu amas, ou ajudas na hora da necessidade, e se esquece de ti na hora seguinte, fará também suas contas com Deus, terá o que precisa e não o que deseja!
Só deves ter em conta os teus gestos, as tuas palavras e os teus pensamentos, que não escapam a Deus, Ele está contigo e tudo sente, e sabe da tua vontade sincera, que tens em melhorares-te como ser!
Tudo o que precisares para isso, Ele arranjará maneira, que não te faltem ferramentas, para trabalhares e concluíres a tua missão.
Espera só em Deus, o reconhecimento correto.
Não se tornem dependentes de nada, nem ninguém! Só somos felizes sem apego, livres, para seguir a vontade de Deus! Porque senão, estamos sempre a caminhar com muletas, faltando, caímos de novo.
As provações da vida, não são mais que provas que Deus nos faz à nossa verdadeira Fé...falar é fácil, passar a prova sem revolta e lamentações é Fé.
Saber que não podemos ver Deus e amá-lo e esperar dele a força na hora das aflições e a alegria depois da prova ultrapassada é fé.
Saber muito da alma é coisa de sábio. Todos nós poderemos aprender, só não podemos armar-nos em espertos!
Aprender requer humildade, parecendo mesmo que somos burros aos olhos dos espertos...
Não duvides da força que te pode mover para além deste pobre mundo visível!
Quantas vezes não percebeste donde surgiu a ajuda certa, aquela que te tirou do fundo do poço, de um mau caminho, de um vício ou mesmo te livrou de uma má pessoa...
Deus mostra a verdade e nos livra tantas e tantas vezes da ilusão!
E nós choramos em vez de lhe agradecer!
Tantos anjos nos acompanham e ajudam a ultrapassar as provas que temos que passar. Para nosso bem, não nos podem livrar de evoluir e muitas vezes só pela dor alcançamos a sabedoria precisa , para pôr fim a ciclos de vida, mas eles se mantém ao nosso lado para dar força.
Na simplicidade aprendemos que reconhecer que precisamos dos outros, não nos diminui, mas nos engrandece.
Assumir nossa ignorância exige muita humildade neste mundo.
Não podemos ajudar quem acha que sabe tudo, o orgulho não deixa aprender, torna-nos arrogantes e dos arrogantes ninguém sente falta!
O orgulho não nos faz bem, adoece-nos a alma!!!
O coração se o calas, o corpo fala. As pessoas ficam doentes porque cultivam e guardam as coisas não digeridas, dentro do coração.
Se tiveres consciência que a tua alma pertence a Deus, serás guiado.
Não acumules raiva, ódio, esqueçe a razão e cuida do coração
Não será este um dos propósitos de todas as almas?!
Procura que a tua alma vá leve no dia da tua partida, rápido chegarás ao teu destino.
Sinto falta de tudo, mas o seu colo, não há melhor que o acalento do seu peito, seu abraço, seu calor. Boa noite!
Algumas despedidas não levam apenas alguém.
Levam pedaços de nós.
Lúcia Barros. Morreu 20 de janeiro 2017
Não quis vir de mãos vazias; trouxe suas flores preferidas, as tulipas, meu amor. Em cada pétala deixei cuidado, saudade e promessa. Que ao tocá-las você sinta meu coração chegando antes de mim, em silêncio, dizendo: estou aqui.
Te amo.
A escuridão é a ausência da Luz, e aqueles que nela habitam não suportam os corações iluminados pela Presença de Deus.
"O Direito não pode fabricar amor, mas pode e deve exigir responsabilidade. Porque a cidadania também se aprende no abraço e na presença".
Eu não comecei pela filosofia.
Eu cheguei nela por insistência.
Insistência em entender por que certas ideias organizam o mundo e, ao mesmo tempo, machucam as pessoas. Insistência em perceber que nem todo conhecimento liberta — alguns apenas sofisticam a violência. Insistência em não aceitar respostas prontas, principalmente quando elas vêm embrulhadas em moral, salvação ou promessa.
Quando olho para trás, vejo um caminho estranho, não linear, mas coerente.
Começa com Sócrates.
Ele diz que nada sabe, mas inaugura um tipo de saber que desautoriza todos os outros. Tudo passa a ter que ser explicado pela razão. O mito vira erro. O sofrimento vira falha de compreensão. A vida passa a precisar fazer sentido para ser aceitável. Ali, algo se perde: o simbólico, o trágico, o que não se resolve.
Platão organiza esse erro. Cria um outro mundo, perfeito, verdadeiro, e rebaixa este aqui a rascunho. O corpo vira suspeito. A vida concreta vira insuficiente. A salvação é sempre fora, depois, acima. A singularidade já não importa tanto quanto a ideia.
Quando chego a Nietzsche, algo finalmente quebra. Ele não quer consertar o mundo, não quer substituir um Deus por outro, não quer fundar um novo ideal. Ele apenas desmonta a mentira e vai embora. Não promete nada. Não consola. Diz, em essência: a vida é isso — e agora aguenta. É duro, mas é honesto. E pela primeira vez não me sinto sendo conduzida.
Marx aparece com uma denúncia importante: a desigualdade, a exploração, o sofrimento material. Mas comete, para mim, o mesmo erro de Sócrates. Acredita demais na própria teoria. Acha que descobriu a causa última e que, a partir disso, o mundo pode ser reorganizado. Troca Deus por História, fé por sistema, salvação por revolução. Quando essa filosofia sai da estante e vira prática, vira também morte, imposição, gente reduzida a meio. Talvez o erro não tenha sido pensar — mas aplicar como verdade final.
Depois vem Foucault. Ele explica com precisão como funcionam os dispositivos de poder, os ambientes de privação de liberdade, a autoridade travestida de cuidado. A obra é brilhante. Mas algo me incomoda profundamente: ele ganha status falando sobre o cárcere, enquanto quem viveu o cárcere permanece invisível. Pior — o sistema aprende a linguagem da crítica, se apropria dela, e continua violentando de forma mais sofisticada, mais limpa, mais aceitável. A tortura não acaba. Ela se educa.
É aí que algo se esclarece para mim:
o conhecimento não é neutro.
Ele pode abrir horizontes, sim — mas também pode reforçar estruturas injustas, legitimar desigualdades e camuflar violência.
Eu sei disso não por teoria.
Eu sei disso no corpo.
Privação de liberdade não é conceito.
É porta fechando.
É decisão retirada.
É palavra desautorizada “para o seu bem”.
É cuidado que dói.
É tortura institucional que depois ganha nome bonito.
Quando alguém que nunca viveu isso fala com autoridade, é celebrado.
Quando quem viveu tenta falar, é silenciado, patologizado, desacreditado.
Isso me ensinou algo fundamental: há saberes que não cabem na teoria. Há verdades que não se transformam em conceito sem perda. E há experiências que, quando viram objeto de estudo, já foram traídas.
A tragédia grega me ajudou a entender isso melhor do que qualquer sistema filosófico posterior. Na tragédia, o sofrimento não tem moral da história. Não há redenção. Não há aprendizado edificante. Em Édipo Rei, tudo acontece, o horror se revela, e nada melhora. Ainda assim, há catarse. Não porque a dor é resolvida, mas porque ela deixa de ser solitária. O sofrimento não vira culpa individual. Ele vira condição humana compartilhada.
A tragédia não diz que a vida vale a pena.
Ela diz que a vida não precisa valer a pena para existir.
E isso, estranhamente, alivia.
No fim desse percurso, eu não virei filósofa acadêmica, nem teóloga, nem militante de nenhuma verdade. Eu virei alguém com anticorpos. Anticorpos contra mentira elegante, contra promessa de salvação, contra sistemas que dizem saber demais sobre a vida dos outros.
Eu pensei o dia inteiro. Questionei Sócrates, Platão, Nietzsche, Marx, Foucault. Atravessei filosofia, cristianismo, tragédia, poder, sofrimento. Meus neurônios pediram demissão. Ficaram só dois — Tico e Teco — repetindo: aguenta.
E valeu a pena.
Não porque encontrei respostas, mas porque alcancei clareza. Uma clareza sem conforto, sem missão, sem necessidade de contar para ninguém. Porque nem toda descoberta quer plateia. Algumas só reorganizam silenciosamente a forma como a gente vive, lê, escuta e não se deixa enganar.
Eu não vou sair por aí explicando isso.
Não por medo.
Por discernimento.
Nem todo mundo quer atravessar esse tipo de pensamento. E tudo bem. Eu atravessei. Isso basta.
Monalisa Ogliari
Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.
Gotinhas de Amor
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