Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

Tracei rotas para cruzar horizontes juntos, mas o vento soprou sobre caminhos que não haviam sido desenhados.

A existência plena não se mede pelos sinais exteriores de aprovação, nem pelos prazeres efêmeros que a aparência valoriza, mas se revela na congruência silenciosa entre consciência, lembranças, escolhas e o discernimento das verdades que o mundo, apressado e superficial, insiste em mascarar.

"Ás vezes as pontes não cruzam os rios ...sao simplesmente parênteses
segurando memórias...na paisagem "

⁠"Não me interessa o comum , o já visto ...o banal
Interessa-me e não resisto ao incomum, o nunca visto,o transcendental"

⁠"Esquecer faz parte ...não se pode caminhar lúcido com a recordação de todas as angústias, com o sabor de todas as dores nem com o ressentimento de todas as bofetadas "

⁠"A gente quando ama perdoa sempre ...não é o perdão uma demonstração de amor?"

⁠"O tempo é do mais inflamavel que existe,quando arde não deixa cinza ... deixa passado."

⁠"Quando o teu dia, não chega para tudo o que queres fazer, das duas uma : Ou queres fazer em demasia, ou o que fazes não presta para nada."

⁠"Só justifica o erro aquele que mais não sabe - erro é sempre erro, não importa as voltas que se lhe derem . É bom que se tenha boa vontade, mas mas que seja por boa vontade que se corrija."

Comecei a me desapegar
do que não me serve mais.
Agora só levo comigo o que for leve,
o que for amor, o que me dar prazer
e paz pra viver.

Que não nos faltem aquela vontade bonita.
Um jeito novo de agradecer a vida e um desejo enorme de ser feliz.

Sou alguém que necessita mergulhar em oceanos profundos; não apenas molhar meus pés em poças d'água...

"Não te amei, amo tampouco amarei
por você merecer,
mas por ter o dom de amar..."

O que importa nesta vida, não são as pedras que encontramos no caminho.
Mas sim, as flores que deixamos de plantar.

Procurar algo de bom
todos os dias é normal.
O que não é normal, é deixar que
todo dia seja igual.

Não durma com ressentimentos...
Guarde só os bons momentos e
tenha uma noite de paz!

Que hoje,
não te falte fé
e que a alegria te acompanhe.

⁠O Poder da Reflexão...

Olhe para sua jornada. Não como um acúmulo de fracassos, mas como um mapa repleto de lições. Pergunte a si mesmo: O que dá certo? O que preciso abandonar? A sabedoria está em reconhecer padrões que não funcionam e aprimorar aqueles que trazem resultados.

⁠Controle e Disciplina...

Você não é escravo das suas compulsões. Cada escolha é uma oportunidade de tomar controle. Desenvolva disciplina como seu escudo e espada. Pequenas vitórias diárias constroem uma fortaleza inabalável.