Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Dai-me teu sangue quente
saciando minha necessidade...
e seremos ardentes amantes
para toda eternidade.
Teu sangue adocicado
pela minha boca saciada
vai escorrendo paulatinamente,
perpetua-se o nosso amor
numa união que está marcada...
agora serás minha para sempre.

Com a gente, é realmente uma relação de sangue, suor e lágrimas. A gente tem grandes momentos quando está tocando e passa por um monte de momentos ruins.

São lenços do teu louvor, são símbolos do teu afeto, adorável sangue e trago comigo a sua paz.

Bastam algumas doses desse seu amor confuso pra fazer o sangue percorrer meu corpo em velocidade absurda.

Romantismo banhado em vinhos e beijos mergulhados em sangue.



Jota Cê


-

O sangue mais justificável de todos é aquele derramado por causa de um grande amor.

Eu me recuso a compactuar com um mundo cujo a história é escrita por ossos e sangue. Prefiro outra caligrafia, a do amor.

Batalhe mais em seus treinos, para que faça cair mais suor em treinos do que sangue na guerra!

Eu destilei meu sangue em algo forte pra que eu pudesse me sentir melhor. Mas do contrário eu me senti pior. E usei deste artifício pra ocultar a dor, por ter perdido um quase amor.

Nossos laços vão além dos laços de sangue.

Eu daria meu rim, arrancaria meu coração, daria meu sangue, enfim, daria a minha vida pelos meus filhos, e não daria por uma mulher. Eu daria carinho, dignidade, respeito, confiança, segurança, enfim um amor de verdade aos meus filhos, e também para uma mulher.

Todos temos dois corações: um físico e outro metafórico ― um, usamos para bombear nosso sangue; o outro, vivemos emprestando àqueles que amamos deveras até que, alguém queira não mais devolver nosso coração e nos retribuir reciprocamente com o seu

Eu tenho delicadeza na carne, nos ossos, no sangue, nos olhos, na boca, no coração e na alma. Eu sou assim, tenho delicadeza em tudo.

"O pior veneno em nosso sangue é o ódio."

Quando seu corpo estiver se decompondo ELE irá até você para te libertar. Ele beberá do seu sangue e alimentará as crianças perdidas com seu corpo.

De pingo em pingo,
Meu sangue todo escorreu,
No chão pálido o respingo,
Deixado donde meu coração morreu.

A vida tão distante - a morte tão proxima - nenhum sangue para desenfuriecer o tempo
As paredes do castelo estao se aproximando, ela alejada agora pela idade
Recebe a morte de braços abertos - o ceifador vira a pagina.

Minha vida sem você
É um mar de sangue,
Rios e córregos de lagrimas e choro,
Minha vida sem você,
É um caminho de pedras e espinhos,
Onde passeio sem destino,
Pedras e espinhos a pisar,
Neste caminho onde terei que andar,
Com os pés descalços a me machucar,
Sinto as lagrimas a cair e no chão relento a dormir,
Não por dor que me pego a chorar,
Mais sim pela falta que você me faz,
E neste mesmo lugar contento a me deitar,
Na noite profunda a olhar,
Com um sorriso na face o luar,
De uma escuridão tão intensa a iluminar,
O meu coração que vive a te esperar.

Tenho sangue frio para analisar próprias conclusões.
Analisar o todo pela parte
Porém tem o modo de ver pessoal: a sua opinião!
Qual é mané?

Medo

A morte em seus olhos
Em suas veias sangue frio
Silencio amedrontado
E seu quarto está vazio
Sozinha em pensamentos
Lhe provocam arrepios

Olhos arregalados
Criança assustada
De baixo das cobertas
A porta está trancada

Encontra uma lanterna
Mais está sem bateria
Respirava profundo
e nada ouvia

Ainda a procura
Ascende uma vela
Vê sombras no escuro
Atrás da janela


Medo real?
Engano ou ilusão?
Chorava na cama
Em meio a escuridão

Lagrimas inevitáveis
Pingavam no chão
O barulho ecoava
Piorando a sensação


Criança fraca
Não era nenhum exemplo
A janela rangia, batia
Com o vento


O escuro a prendia
Em noites condenadas
Lhe perseguia lhe encolhia
Fazia ameaças


Cobria a cabeça
Com lençóis encharcados
De lagrimas de medo
Pesadelos, assombrados


Mantia a cabeça coberta
Com medo do que podia ver
Não sabia se gritava
Não há nada que podia fazer

Criança medrosa
Não é o que queria ser
Mas continuava imóvel
Esperando amanhecer


A noite ia passando
E a criança cansada
Agora via a luz do dia
Pois amanhecia acordada


Falça felicidade
Era só o que podia ter
Acabava com o noite
Após escurecer

Só queria sair correndo
De lá poder fugir
Para onde não houvesse medo
Nenhum medo pudesse sentir


Mais em parte alguma
havia lugar seguro
Era um mundo de fantasmas
De terror
Um mundo escuro


Escuro imortal
Onde não existe vida bela
Não estava no quarto
Estava dentro dela


Medo cruel
Que a acompanharia
Pois se o medo não vencesse
Ele jamais a deixaria.