Amigos da Escola

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“Estudar e frequentar a escola ou a faculdade é um padrão social. O mais importante é ter a capacidade de aprender e colocar em prática. É isso que realmente define o teu sucesso.

"O Marketing Multinível é uma escola de empreendedorismo que permite a qualquer pessoa, independentemente de sua origem, construir um negócio próprio com baixo investimento inicial e alto potencial de aprendizado."

Parte dos educadores argumenta que a escola deve focar na formação acadêmica, crítica e cidadã de forma ampla, sem transformar o currículo em um treinamento meramente técnico ou mercadológico.

"Ao limitar o currículo ao básico tradicional, a escola corre o risco de desconectar o aprendizado da realidade prática dos alunos."

"A escola prepara o aluno para conseguir um salário, mas muitas vezes falha em ensinar o que fazer com ele."

A escola que se limita à teoria tradicional corre o risco de entregar diplomados despreparados para a vida prática.

Deixar a educação financeira de fora da escola perpetua a dependência e a falta de perspectiva de muitos jovens.

Sem noções de finanças, a transição da escola para o mercado de trabalho torna-se mais difícil e dolorosa.

A igreja é a escola que ensina aos cristãos a parte teórica sobre Deus.
Enquanto o mundo lá fora é os testes e as provas.
E são poucos que são aprovados.

A escola é o portal, mas jamais o destino. Por habitar a Matrix, ela cumpre o seu papel ao nos conduzir até a borda, mas é incapaz de cruzar o limiar. A saída é um ato radical e solitário: exige ultrapassar a curva onde a humanidade estagnou no engarrafamento mais lento da história.
​É o momento de abandonar o código que molda a existência para seguir o que emana de dentro. Descubra-se: a verdade não é o que lhe foi ensinado, mas a essência que resta quando você se desentrega do sistema.

quela humilhação que você sofreu na escola. Isso passa…

Aquele relacionamento que deu errado. Isso passa…

Aquela dor que tanto te incomoda e que atrapalha a sua vida. Isso passa…

Aquele erro que você não se perdoa por ter cometido. Isso passa…

Aquela pessoa que te traiu, te enganou e te iludiu. Isso passa…

Aquele medo que você tem de ser abandonado e ficar solitário o resto da vida. Isso passa…

Aquela tristeza, depressão, mágoa, angústia e vazio. Tudo isso passa…

Aquela pessoa que te agrediu na frente dos outros. Isso também passa…

Aquele troco no ônibus que você brigou, se irritou e ficou com raiva. Isso passa…

Aquele processo na justiça que demorou anos e você perdeu injustamente. Isso vai passar…

A perda dos seus familiares, das pessoas que você ama, e a saudade de reencontra-los. Isso também passará…

Assim como as nuvens se dispersam, o rio corre, as flores nascem e perecem, a primavera sucede o inverno, as frutas caem, a gaivota cruza o céu e vai embora, as marés sobem e descem, o vento sopra, isso passa… Por mais que demore, tudo passará…

Então, o que fica?

Fica a experiência, o aprendizado e o desenvolvimento espiritual, tudo em nossa consciência.

Mas se por acaso, você ficar demasiadamente apegado a algumas destas coisas, e acreditar que elas fazem parte de você,

Então, te digo, meu amigo, sem medo de errar,

Que você também passará…

"Gerir democraticamente é criar uma escola plural, onde pertencer não exige se encaixar"
Raimirys Costa Rocha


A educação caminha a passos largos em direção à inclusão, mas ainda confundimos muito dois conceitos cotidianos: o acolhimento e a padronização. É muito comum que a escola abra as portas para a diversidade, mas, sutilmente, exija que os sujeitos se moldem para serem aceitos.
Foi refletindo sobre o chão da escola, a gestão escolar e o direito à singularidade que sintetizei o pensamento que guia minha prática educacional: "Gerir democraticamente é criar uma escola plural, onde pertencer não exige se encaixar."


A ilusão do "encaixe"


Quando exigimos que um estudante, um professor ou uma família "se encaixe", estamos operando sob uma lógica de formatação. O encaixe anula as arestas, silencia as diferenças e gera um falso senso de ordem. Uma escola que apenas "encaixa" as pessoas pode até parecer organizada, mas ela não é democrática. Ela é homogênea.
Para se encaixar, o sujeito precisa deixar partes de si do lado de fora do portão.


O poder do pertencimento real


O pertencimento caminha na via oposta. Pertencer significa que você é aceito, ouvido e valorizado justamente por quem você é — com a sua história, seu ritmo, sua cultura e suas subjetividades.
Construir esse ambiente é o verdadeiro papel da gestão democrática. Gerir democraticamente não é apenas abrir reuniões para votação ou cumprir ritos burocráticos de participação. É um exercício diário de escuta e partilha de poder para garantir que a pluralidade dialogue, em vez de se calar.
Uma escola plural de verdade não cria moldes; ela expande seus horizontes para que caibam todos os mundos que a habitam. Que possamos, como educadores e gestores, assumir o compromisso de liderar espaços onde a única regra para pertencer seja a liberdade de ser quem se é.

a minha amiga que esta na minha casa a brincar comigo e com a minha irmã⁠ de escola e ela é professora eu diretora e a minha irmã é a aluna

Escola de frustração emocional, mas as dificuldades de inter relacionismo nas classes, demonstram um problema de sociedade. Involução na ordem, mas acreditam no progresso dos pensares. Constelações que demonstram um caminho desnecessário, mas comportamentos que moldam a eternidade. Vejamos as necessidades básicas, mas vamos esquecer dos vícios temporários. E assim as árvores são cortadas, pensando nas contas atrasadas. Extração de Fé que cria as grades, nas simpatias de uma modernidade.

"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.


Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.


Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.


Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.


Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.


Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.


Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.


És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."

"Estava triste na escola, e pensei na minha flauta. Era hora do recreio, mas não me interessei pela lancheira. Nisto a professora chega, com uma caixinha de suquinho. Vi aquela cena e peguei minha lancheira, tirei à garrafinha com suquinho e bebi tudinho... A professora sorrindo me viu e pediu um pouquinho. E lá estávamos nós, bebendo um suquinho."

"Visitei o zoológico no passeio da escola, e algo me chamou atenção. Dúvidas surgiram naquele instante, mas o tempo passou. Ganhei um cachorro e me fizeram cuidar, mas o mesmo ficou doente e me fez chorar. Conheci uma veterinária, que me instigou à estudar. Decidi cuidar melhor dos animais, mas não pude falar... Confundiram os animais, raiva que se espalhou, mas não souberam se alegrar. E assim foram os choros, das crianças que saíram de lá..."

"Subi no ônibus da escola, e visualizei o motorista com uma gaita. Nisto ele sorri, e me deu "bom dia", tocando a gaita. O ambiente se alegrou, mas Serafim estava triste. Sentei me ao seu lado, e lhe dei um doce. Então ele sorriu, e o ônibus partiu."

"Estava na escola de pensamentos diversificados, mas limitaram os acessos no tempo passado. Inclusão de novos pensamentos, e aprendemos expressões com o próprio tempo. Dificuldades na física espacial, mas as fórmulas se tornaram desiguais. Incertezas em uma simbologia não compreendida, cujo o espaço se demonstra criacionista."

"Entrei na escola igualitária, mas minhas respostas diferentes no teste, me tiraram de lá. Então vi de perto à desigualdade social, e não pensei nas máquinas criadas. Nisto fui em outra escola igualitária, e me acolheram na hora. Me mostraram à origem das culturas, e então pensei nas árvores perdidas."