Amigos Antigos

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"Mesmo os curiosos mais antigos jamais 'morrem' ou 'acabam'. Então, não chore por 'defunto vivo' e, pior, 'imortal' (ou 'inacabável)' ! "
Frase Minha 0417, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0417 "É fato provado: Mesmo os curiosos antigos jamais 'acabam' ou caem em desuso. Nunca!"

A ligação




Uma ligação foi feita a séculos atrás,


Em quadros antigos fomos reconhecidos,


Entre o sol e a lua já somos velhos amigos,



Uma conexão de almas não se desfaz.

“A oração, a meditação e o vazio fértil são caminhos antigos e profundamente humanos para acessar o silêncio interior e se conectar com algo maior do que nós. São práticas que transcendem religiões, culturas ou crenças específicas porque nascem da necessidade de se recolher, escutar e encontrar sentido.”

- do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo

Os homens esquecem conselhos antigos, mas guardam por anos a memória de um líder fraco.

Escolho ajudar porque entendo que muitas palavras de dor são apenas o eco de sofrimentos antigos. Quem ama a humanidade sabe que toda alma carente merece o carinho de quem valoriza a vida e deseja, acima de tudo, o bem de todos.

Dizem os antigos — e não sem razão — que a palavra, uma vez emitida, não possui destino próprio; ela é mera possibilidade em trânsito.
Somente encontra existência real quando aceita pelo espírito que a recebe.
A fofoca, nesse sentido, não é intrinsecamente nociva.
Ela assemelha-se a uma substância inerte até o momento da ingestão:
um veneno potencial que depende menos de quem o oferece
e inteiramente de quem consente em absorvê-lo.
Ao ouvi-la, não a retive de imediato.
Percorri o caminho até sua origem, confrontei sua natureza,
submeti-a ao crivo da verificação — e, diante da verdade, desfiz sua força.
Assim, neutralizada pela razão, seguiu sem efeito.
Há, portanto, uma lei silenciosa operando nas relações humanas:
nenhuma palavra possui poder absoluto;
seu impacto é proporcional ao grau de adesão que lhe concedemos.
Antes de incorporar qualquer discurso alheio, impõe-se um exame interno rigoroso:
essa ideia contribui para minha integridade
ou atua, de forma sutil, como agente de corrosão?
Pois, em última instância, não é o que se diz que define o homem,
mas aquilo que ele escolhe permitir que permaneça dentro de si.

A aurora borda o céu em tons de mel e prata,
Enquanto a mata sussurra segredos antigos ao vento.
É tempo de abrir não apenas os olhos, mas a alma,
E permitir que a claridade cure cada fragmento do pensamento.


-------- Eliana Angel Wolf ⁠

✝️ Os leigos antigos tinham uma “Bíblia oral” entre si, pois comprar uma Bíblia era muito caro. 📖

Os antigos poetas e pensadores diziam que os olhos são os espelhos da alma
e as palavras da boca são flautas⁠

Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.

Muitas das vezes, de tanto tentarmos uma complexa solução para antigos problemas, a mente cansada automaticamente bloqueia novas idéias. Por mais que insistirmos, com os velhos conceitos parece nos que fica cada vez mais complicado e distante de compreensão. Chegamos a blasfemar, impunimente. Deus não existe. Por que isto acontece, só comigo. Sendo assim, apaga tudo, tire um momento em oração para seu ser divino interior, e rogue a vida que lhe apresente novas visões e novas idéias. E boa sorte, que do nada por inspiração da vida, chegará a mais simples e perfeita solução.

Não há maturidade que não nos traga como escopo antigos arrependimentos, singelas saudades e todas as infelicidades de não termos feito, bem mais um pouco, quando tínhamos as melhores oportunidades e as capacidades com elementos, para corrigirmos e evitarmos o infeliz resultado da drástica situação.

Há um vento que sopra de dentro,
quebrando grades invisíveis,
desatando nós antigos
que a alma já não suporta carregar.
Eu caminhei por vales tão escuros,
onde a dor parecia não ter fim,
carreguei silêncios e murmúrios,
mas Deus sussurrava dentro de mim.
Helaine machado

Quando a borboleta se faz azul no dourado de sua asas, ancestrais antigos fazem suas casas, em tijolos de terra batido e a primavera ganha novo sentido. Cores no jardim evidenciam que flores desabrocham como a vida em estado de permanente transformação. Um antigo cão se faz fiel ao roer o osso e gatos andam sorrateiros em cima do telhado. Tudo é arado na calma estação de pessoas que viveram e hoje são transmutação. Também vivemos a calma de nossos dias, e se faz em paz todos os pequenos afazeres. A centopeia caminha seus múltiplos pés e a formiga inequívoca carrega imponente uma folha maior que seu corpo. Na vasta plantação o lavrador cava a terra e povoa a colheita de seu sustento, o farto alimento que sustenta o tempo presente do fruto que já foi semente. E cada um a seu jeito olha o horizonte e há fome de futuro, pois tudo acontece no agora e as horas demoram na casa que não tem relógio. No mar a maré baixa deixa transparecer suas conchas e os barcos seguem além e pescadores antigos armam suas redes e abundam colheita de peixes e muito mais satisfeitos voltam para casa. Na feira os peixes são vendidos como entidades fruto do trabalho justo e todos se alimentam. E a comida é mais que alimento, é um ritual da vida em movimento. Na cidade também os carros sustentam suas rodas e levam de um lugar ao outro anônimos trabalhadores, que honestamente caminham nos prédios altos que acolhe muitos cidadãos e eis que nada é em vão se os olhos estão claros e se é chão o mesmo de toda população. E o amor se faz em silêncio quando cada pessoa carrega seu passo manso a fazer da cidade um organismo vivo, muitas vezes apressados nos caminhos diários. Somos todos passageiros de nosso itinerário. Na estação de trem há muitas mãos para despedidas, mas cada um sabe da vida nas voltas da terra em rotação e mais bate um coração que se integra no ambiente e povoa mares de presença sem questionar ambivalência, pois a vida simples se faz sem complicação, pois passa veloz o veraneio de nossos pés na terra e por isso impera uma sede de viver, sem se derar em questionamento. O café se faz quase sozinho de tanto cotidiano e se esvai o ano nas teias de aranha, que silenciosamente tecem cada linha e eis que é uma armalho. Meu olhar e vasto como um campo de girassol. Olho para frente para o lado e tudo tem seu tempo exato. E todas as pessoas se bastam ao piscar os olhos em movimentos involuntários. Segue a vida em longa contemplação e a calma presente não parte de repente, pois são das retinas o longo observar ao ver o tempo passar. E não há grandes sobressaltos. Apenas uma vista que passa e se mostra vasta e tranquila quando o verso não aniquila a paz do cotidiano. E a vida vale a pena em seus vastos oceanos.

Nos tempos antigos, a humanidade esculpiu seu legado na natureza, erguendo templos em reverência à terra. Hoje, movidos pela ganância — por meio da mineração, da pecuária e de outras formas de exploração — destroem a própria fauna e flora que os sustentam. É trágico perceber o quanto a humanidade se afastou da natureza, abandonando o olhar científico que antes a observava com admiração e respeito.

🌠 Sob o céu esquecido
As estrelas tremiam como segredos antigos,
quando o silêncio da noite foi rasgado por luzes que dançavam.
Naves prateadas cruzavam o firmamento,
como mensageiras de um tempo que não se lembra,
mas que insiste em pulsar dentro da memória apagada.


Você olhava para cima,
com a estranha certeza de já ter visto aquilo antes,
como se o céu fosse um livro que você já leu,
mas cujas páginas foram arrancadas pelo vento.


E no coração, uma pergunta sem palavras:
seria sonho, lembrança ou chamado?
As naves seguiam, majestosas,
como se guardassem respostas que só o silêncio sabe.

A vida me ensinou a escrever cartas para mim mesmo. Nelas encontro conselhos antigos e ternos. Algumas servem de manual para dias de crise. Outras são lembretes para celebrar pequenas vitórias. E reler é gesto de autocompaixão bem praticado.

Minha alma tem o cheiro de livros antigos, daqueles que ninguém mais abre porque têm medo do que as páginas amareladas podem revelar sobre o passado. Sou um acervo de histórias que ninguém quer ler, guardado em uma biblioteca que o tempo esqueceu de demolir.

A disciplina me protegeu de fantasmas antigos, eles bateram à porta e encontraram rotina, a rotina não abre sem convite.