Amigos Antigos
FIM
Fim, é se livrar dos antigos desejos.
É refazer todos os planos e esquecer o gosto do seu beijo
Fim, é apagar de mim o seu pedaço.
Para seguir em frente e esquecer do seu abraço
Fim, é olhar para frente e apagar esse passado.
É olhar reto, e focar no presente e te deixar de lado.
Fim, é viver o meu mundo sem você.
É fazer nova morada e enfim te esquecer
Fim, é remover cada amor que você me deu e viver só.
É fazer uma faxina dentro dele para tirar da sujeira ao pó.
Fim, é quando a gente não ama , quando não chama e nem espera
É focar no meu caminho esquecer a saudade
Porque o mundo ainda me considera.
Fim, é esquecer tudo aquilo que um dia você me deu, é se achar em novos aires.
E esquecer que você me perdeu...
Fim, é sim entrega a um algo novo, sem rumo e direção.
Conhecer um novo amor e tirar do coração...
Em fim...me perdeu...
O principal alimento espiritual de nossa época são as selfies, assim como o dos antigos hebreus foi o maná no deserto.
“A oração, a meditação e o vazio fértil são caminhos antigos e profundamente humanos para acessar o silêncio interior e se conectar com algo maior do que nós. São práticas que transcendem religiões, culturas ou crenças específicas porque nascem da necessidade de se recolher, escutar e encontrar sentido.”
- do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo
Escolho ajudar porque entendo que muitas palavras de dor são apenas o eco de sofrimentos antigos. Quem ama a humanidade sabe que toda alma carente merece o carinho de quem valoriza a vida e deseja, acima de tudo, o bem de todos.
Dizem os antigos — e não sem razão — que a palavra, uma vez emitida, não possui destino próprio; ela é mera possibilidade em trânsito.
Somente encontra existência real quando aceita pelo espírito que a recebe.
A fofoca, nesse sentido, não é intrinsecamente nociva.
Ela assemelha-se a uma substância inerte até o momento da ingestão:
um veneno potencial que depende menos de quem o oferece
e inteiramente de quem consente em absorvê-lo.
Ao ouvi-la, não a retive de imediato.
Percorri o caminho até sua origem, confrontei sua natureza,
submeti-a ao crivo da verificação — e, diante da verdade, desfiz sua força.
Assim, neutralizada pela razão, seguiu sem efeito.
Há, portanto, uma lei silenciosa operando nas relações humanas:
nenhuma palavra possui poder absoluto;
seu impacto é proporcional ao grau de adesão que lhe concedemos.
Antes de incorporar qualquer discurso alheio, impõe-se um exame interno rigoroso:
essa ideia contribui para minha integridade
ou atua, de forma sutil, como agente de corrosão?
Pois, em última instância, não é o que se diz que define o homem,
mas aquilo que ele escolhe permitir que permaneça dentro de si.
A aurora borda o céu em tons de mel e prata,
Enquanto a mata sussurra segredos antigos ao vento.
É tempo de abrir não apenas os olhos, mas a alma,
E permitir que a claridade cure cada fragmento do pensamento.
-------- Eliana Angel Wolf
Quando a borboleta se faz azul no dourado de sua asas, ancestrais antigos fazem suas casas, em tijolos de terra batido e a primavera ganha novo sentido. Cores no jardim evidenciam que flores desabrocham como a vida em estado de permanente transformação. Um antigo cão se faz fiel ao roer o osso e gatos andam sorrateiros em cima do telhado. Tudo é arado na calma estação de pessoas que viveram e hoje são transmutação. Também vivemos a calma de nossos dias, e se faz em paz todos os pequenos afazeres. A centopeia caminha seus múltiplos pés e a formiga inequívoca carrega imponente uma folha maior que seu corpo. Na vasta plantação o lavrador cava a terra e povoa a colheita de seu sustento, o farto alimento que sustenta o tempo presente do fruto que já foi semente. E cada um a seu jeito olha o horizonte e há fome de futuro, pois tudo acontece no agora e as horas demoram na casa que não tem relógio. No mar a maré baixa deixa transparecer suas conchas e os barcos seguem além e pescadores antigos armam suas redes e abundam colheita de peixes e muito mais satisfeitos voltam para casa. Na feira os peixes são vendidos como entidades fruto do trabalho justo e todos se alimentam. E a comida é mais que alimento, é um ritual da vida em movimento. Na cidade também os carros sustentam suas rodas e levam de um lugar ao outro anônimos trabalhadores, que honestamente caminham nos prédios altos que acolhe muitos cidadãos e eis que nada é em vão se os olhos estão claros e se é chão o mesmo de toda população. E o amor se faz em silêncio quando cada pessoa carrega seu passo manso a fazer da cidade um organismo vivo, muitas vezes apressados nos caminhos diários. Somos todos passageiros de nosso itinerário. Na estação de trem há muitas mãos para despedidas, mas cada um sabe da vida nas voltas da terra em rotação e mais bate um coração que se integra no ambiente e povoa mares de presença sem questionar ambivalência, pois a vida simples se faz sem complicação, pois passa veloz o veraneio de nossos pés na terra e por isso impera uma sede de viver, sem se derar em questionamento. O café se faz quase sozinho de tanto cotidiano e se esvai o ano nas teias de aranha, que silenciosamente tecem cada linha e eis que é uma armalho. Meu olhar e vasto como um campo de girassol. Olho para frente para o lado e tudo tem seu tempo exato. E todas as pessoas se bastam ao piscar os olhos em movimentos involuntários. Segue a vida em longa contemplação e a calma presente não parte de repente, pois são das retinas o longo observar ao ver o tempo passar. E não há grandes sobressaltos. Apenas uma vista que passa e se mostra vasta e tranquila quando o verso não aniquila a paz do cotidiano. E a vida vale a pena em seus vastos oceanos.
Nos tempos antigos, a humanidade esculpiu seu legado na natureza, erguendo templos em reverência à terra. Hoje, movidos pela ganância — por meio da mineração, da pecuária e de outras formas de exploração — destroem a própria fauna e flora que os sustentam. É trágico perceber o quanto a humanidade se afastou da natureza, abandonando o olhar científico que antes a observava com admiração e respeito.
🌠 Sob o céu esquecido
As estrelas tremiam como segredos antigos,
quando o silêncio da noite foi rasgado por luzes que dançavam.
Naves prateadas cruzavam o firmamento,
como mensageiras de um tempo que não se lembra,
mas que insiste em pulsar dentro da memória apagada.
Você olhava para cima,
com a estranha certeza de já ter visto aquilo antes,
como se o céu fosse um livro que você já leu,
mas cujas páginas foram arrancadas pelo vento.
E no coração, uma pergunta sem palavras:
seria sonho, lembrança ou chamado?
As naves seguiam, majestosas,
como se guardassem respostas que só o silêncio sabe.
Entre nós,
Entre encontros
E antigos desencontros,
Eu renasço.
Renasço descalça,
Com os pés tocando
A memória da terra,
De olhos vendados
Para enxergar
Além do visível,
Mas com o coração aberto
Como um portal sem fronteiras.
Caminho para descobrir
O segredo oculto
Do viver
E o encantamento sagrado
De me amar por inteira.
Sem pedir licença ao mundo,
Sem me curvar a sombras,
Erguendo a chama
Da minha existência potente
Nesta terra que guarda
Os sussurros
Dos que vieram antes.
Você não veio ao mundo para caber em moldes antigos.
O desconforto que o novo traz é o portal da transformação.
Permita-se.
Quando a alma se abre,
o infinito acontece.
No solo da mente inconsciente, no leito dos mortos antigos, enterramos aquilo que era vivo para vê-lo renascer no útero da mente criativa, transformado pelos deuses imortais.
Se não conhecemos nossas próprias falhas ou antigos vícios, o primeiro passo para sabê-los é o autoexame sincero, pois só corrigimos aquilo que temos a coragem de enxergar.
Há um vento que sopra de dentro,
quebrando grades invisíveis,
desatando nós antigos
que a alma já não suporta carregar.
Eu caminhei por vales tão escuros,
onde a dor parecia não ter fim,
carreguei silêncios e murmúrios,
mas Deus sussurrava dentro de mim.
Helaine machado
Os EUA à exemplo dos antigos impérios Egípcio, Persa, Grego, Romano, mongol, busca expandir e controlar o mundo! Mas um ‘detalhe’ os prejudica, não possuem sábios e pensadores, apenas tolos e usurpadores!
Terremoto
Abalo sísmico
Os antigos filósofos já debatiam sobre o assunto e tiveram divergências.
Tales de Mileto acreditava que a Terra firme se comportava como um navio no oceano, boiando nas águas.
Já Anaxágoras, ao observar esse fenômeno vulcânico admitiu que os abalos eram originados devido a formação de vapores que saiam do interior da Terra - Núcleo.
Finalmente, Aristóteles imaginou que o elemento ,_ Ar retido na profundidade da Terra ,ao escapar gerava com a explosão acontecia esse fenômeno Natural _
Terremoto
