Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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0276 "Hum... Você é alguém muito importante? Não diga a mim. Diga aos que forem 'recolhê-lo', quando chegar a sua hora!"

0280 "Para Mim não é presunção nem algo assim. Para Mim é Criatividade das Melhores... Isso de 'Comer Sardinha e Arrotar Caviar'!"

0283 "Sugestão sobre o que fazer com seu Desânimo? Afaste-o de mim! Sinto muito, mas não sou do ramo. Então, procure especialistas!"

0290 ”Ainda não estou certo sobre o que é pior, para Mim: se suco de jiló, quente, ou se aquelas pessoas que passam a vida deitando falação sobre Deus, sem terem diploma assinado por Deus e sem eu pedir a tal Falação!"

0431 "Constatei de imediato e disse a ela: 'Seu Mau Humor - para Mim - não é nada, absolutamente nada, se comparado com o meu Bom Humor'! Nunca mais soube dela!"

0528 "Volto a lembrar: Não há ninguém igual a mim... Isso porque NÃO HÁ NINGUÉM IGUAL A NINGUÉM! Simples!"

1856📜 "Ingratidão não faz parte de Mim. Então, agradeço Seu Lula, os Eleitores dele e o Ministro Que Não Se Intimida: esses são os verdadeiros Destruidores do TalDitoMito."

0566 "Resumo de novela? Não, obrigado! Para Mim, Novela (mesmo em resumo) não é apenas muito... É muito demais!"

"Ela sumiu… mas deixou um eco em mim."


Ela apareceu como quem não queria nada,
mas meu mundo inteiro quis tudo dela.
A franja nos olhos, a sombra no olhar,
o jeito de quem vivia em outro tempo
num silêncio que gritava mais que mil vozes.


Me mostrou a parte mais bonita do mistério o gótico, o calado, o profundo.
E eu, como quem encontra abrigo numa música, me escondi naquela presença.


Mas depois… sumiu.
Sem aviso, sem explicação.
E deixou uma pergunta que nunca calou
foi real ou foi miragem?


Hoje eu entendo.
Ela vivia duas versões dela mesma:
A que eu vi pura, densa, quase etérea.
E a que ela escondia talvez quebrada, talvez cruel, talvez com medo.


Mas não foi mentira.
Foi só um encontro entre dois mundos
eu procurando verdade, ela fugindo da própria sombra.


E mesmo com essa dor,
eu não me arrependo.
Porque ela me marcou
não só como alguém,
mas como ideia, como símbolo, como vento.


Agora, sou eu comigo.
Mais forte, mais alerta, mais inteiro.
E se um dia ela voltar,
vai me encontrar não como antes,
mas como alguém que não se perde mais em fantasmas.

⁠A melhor academia para mim é estar no coração do povo. O coração do povo me basta. Não vivo de enfeites.

⁠Não há nenhum dia que eu
não deixo de pensar numa
maneira de te trazer para mim.

⁠Sem fazer ideia de que
sou loucura de capturar
o ar e que de mim não
saberá mais regressar.

Plácida é a armadilha
do destino para deixar
os dois de joelhos,
virei ocupação perene:
de todos os teus desejos.

Sem notar o meu alto
grau de atenção,
sorrateiro e seduzindo
vens o tempo inteiro.

Desde o dia em que
você decidiu aparecer
no meu caminho,
Sem colocar poesia em tudo:
nada mais tem feito sentido.

É errado eu não querer mais sentir? Por que esses sentimentos fluem em mim?

Você é muito importante para mim e não quero que duvide disso, mesmo que eu esteja meio fora de órbita agora

Cada dia mais linda! Para mim, não importa com quem você se parece fisicamente, mas sim com quem o seu coração se parece. E, se ele for parecido com o de Deus, que é o que eu tenho visto em você, é só isso o que importa

Os Deuses Riram de Mim: A Ironia do Olimpo


Não foi o Trovão que me atingiu,
nem a seta cega do Destino.
Foi algo mais sutil, mais devastador:
a gargalhada cósmica, fina e alta,
que ecoou no vazio após minha súplica.
Eu havia erguido altares ao Propósito,
pavimentado caminhos com a Fé.
Eu pedi grandeza, ou talvez apenas justiça,
e em troca, recebi a mais cruel das respostas:
o escárnio daquelas forças que me teceram.
Os Deuses não me puniram por maldade,
mas por pura indiferença lúdica.
Riram não do meu fracasso,
mas da minha ilusão de agência.
Riram da minha pequena e ardente vontade,
tentando dobrar a vastidão inerte do Acaso.
Riram do meu plano de cinco anos,
quando a eternidade opera em ciclos de poeira e estrelas.
O riso deles foi a revelação mais nua:
A vida não é uma tragédia com regras morais,
nem uma epopeia onde o mérito vence.
É uma comédia de erros, escrita por um Panteão
que se diverte com a seriedade de nossas crenças.
E a filosofia do riso divino é esta:
Você é livre para tentar, mas jamais para determinar.
No momento em que o som da sua hilaridade cessou,
eu não me senti humilhado, mas subitamente,
e perigosamente, liberto.
Pois se o meu sofrimento é a piada deles,
se a minha queda é o entretenimento celestial,
então a minha dignidade não está no sucesso que busco,
mas na teimosia de continuar jogando o jogo,
mesmo conhecendo o final,
e ignorando a plateia que gargalha.
O riso deles foi o fim da minha inocência,
e o início da minha coragem e da minha indiferença, os guardando num quartinho qualquer do meu universo...

Às vezes penso que você não gosta, mas de mim.

Eu não ligo pela quantidade de não que você mim, dar.

Por mais que em mim não há palavras. Mas meus pensamentos estão sempre contigo

A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA


Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.


Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.


Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.


A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!