Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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Quem não souber viver com pouco sempre será um escravo.

A competitividade de um país não começa nas indústrias ou nos laboratórios de engenharia. Ela começa na sala de aula.

Viver sem amor significa realmente não viver.

Em leito de penas / não se alcança a fama nem sobre as cobertas; / Quem a vida consome sem a fama, / não deixa de si nenhum vestígio sobre a terra, / qual fumo no ar e espuma na água.

A satisfação reside no esforço, não no resultado obtido. O esforço total é a plena vitória.

E se não choras, do que costumas chorar?

A velhice poderia ser a suprema solidão, não fosse a morte uma solidão ainda maior.

O sucesso é uma jornada, não um destino. A ação é geralmente mais importante que o resultado. Nem todo mundo pode ser o número 1.

As nossas virtudes, a maior parte das vezes, não passam de vícios disfarçados.

Nossas penas são coisas reais, enquanto nossos prazeres não passam de fantasias.

Às vezes é preciso embriagar-se para não perder a cabeça.

O dinheiro é instrumento de felicidade, mas não é a felicidade.

Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.

É a intenção, e não a doação, que faz o doador.

Gotthold Lessing
LESSING, G., Nathan, o Sábio, 1783

Faz-se crítica quando não se pode fazer arte, como quem se torna delator quando não se pode ser soldado.

Os jovens adoram desobedecer. Mas, actualmente, não há mais ninguém para lhes dar ordens.

Esta covardia mole e tímida que não deixa nem ver, nem seguir a verdade.

Não são os cabelos brancos que fazem o ancião; de qualquer velho que só tenha idade, pode-se dizer que envelheceu em vão.

Geralmente, quando detestamos alguma coisa nos outros é porque a sentimos em nós mesmos. Não nos aborrecem os defeitos que não temos.

Se tivéssemos uma verdadeira vida não teríamos necessidade de arte. A arte começa precisamente onde cessa a vida real, onde não há mais nada à nossa frente. Será que a arte não é mais do que uma confissão da nossa impotência?