Amigo que eu Escolhi
Carta para você, que eu amei sem entender
Oi, você!
Eu pensei bastante antes de escrever isso.
Talvez você nunca leia, ou talvez leia e não entenda tudo o que estou tentando dizer. Mas ainda assim, eu precisava colocar pra fora.
Eu me apaixonei por você.
Mesmo com nossas diferenças gritantes, mesmo percebendo atitudes suas que me machucam, mesmo sabendo que sua essência é distante da minha — eu senti. E foi verdadeiro.
Mas o que a gente sente nem sempre é o que a gente merece.
Você tem um jeito que fere, mesmo quando não parece. Usa as pessoas como peças, joga com sentimentos como se fossem coisas descartáveis.
E eu… eu sou feito de verdade. Gosto de profundezas, de conexões reais. Me entrego de um jeito que talvez você nem saiba receber.
Eu tentei entender por que esse sentimento nasceu. Talvez foi a curiosidade, a vontade de ver algo bonito em você. Talvez foi carência, ou a esperança de que, convivendo, você mudaria.
Mas a verdade é que ninguém muda por outro e nem deve.
Eu não escrevo isso pra te culpar. Escrevo pra me libertar.
Porque por mais que eu tenha sentido algo forte por você, também aprendi que amar não é aceitar o que nos diminui.
E eu me diminuí, tentando caber no seu mundo.
Hoje, com dor, mas com maturidade, eu escolho parar.
Escolho respeitar o que eu sinto, mas não me prender a isso.
Desejo que você se encontre.
Que você aprenda a amar de verdade, quando estiver pronta.
Mas, por agora, eu me despeço desse sentimento que não faz mais sentido, mesmo que ele tenha sido real.
Com sinceridade,
Sariel
Se o seu deus não gosta do jeito que eu vivo, então que ele venha falar comigo, e não você em nome da sua religião. Afinal de contas, são vocês que dizem que ele é onipresente e onisciente. E por que eu deveria ter medo de um deus que também é onibenevolente? A menos que, ao estar a fazer isso, você só esteja provando que seu deus não existe assim como deuses nenhum existem.
Mãe, tu foste minha vida”
por Sariel Oliveira
Quando tu partiste, mãe,
Eu me vi sem rumo.
Como se o mundo tivesse parado
E só a dor continuasse a existir.
A promessa que fiz pro pai —
De te cuidar até o fim —
Eu cumpri.
Mas o fim chegou cedo demais.
E eu me perguntei:
“Deus, por que tu fizeste isso comigo?”
Por que levar logo ela?
Logo a mulher que era minha razão,
Minha força,
Minha raiz?
Perder pai é uma dor…
Mas perder mãe,
É perder o colo do mundo.
Tu eras determinada, forte, amorosa.
Cuidaste dos teus
E dos que nem eram teus
Como se todos tivessem nascido do teu próprio corpo.
Tu amavas com uma intensidade que poucos têm.
E mesmo com os erros, com os pecados,
— e quem não os tem? —
Tu foste luz.
Luz de mãe.
Luz de mulher.
Quando tu foste embora,
Eu fiquei vazio.
Pensei em desistir…
Tentei.
Mas não consegui,
Porque uma parte tua vive em mim.
Mesmo que tudo o que eu mais queria
Era só mais um abraço,
Sentir teu cheiro,
E dizer:
“Mãe, eu te amo tanto.
Eu tenho tanto orgulho de ti.”
Carta aberta de um Lírio machucado por um desconhecido.
Eu sou o Lírio da Paz.
Venho fazer uma pergunta:
o que eu fiz a você que está jogando uma substância oleosa em minhas folhas?
Desde que fui " adotada", água não me faltou para que eu pudesse presentear você com a minha paz .
Então, peço que olhe para mim como se fosse um ser para viver, pois enquanto eu puder, só terei flores para te dar.
E se for para me maltratar, peço encarecidamente um cantinho na sombra, já que não posso viver no sol.
Assina por mim: Ivaneide Henrique.
"Eu vos digo a vós Irmãos Rosacruzes: Devereis ultrapassar a todos os povos da terra em: Glória, Poder e Força, sobre o que se vê e sobre aquilo que está oculto aos olhos da carne."
Às vezes eu não sei até quando eu vou aguentar. Minha cabeça me tortura vertiginosamente. Meu coração parece ter mil toneladas o comprensando. Esse vazio que ressoa como uma música hipnotizando o ambiente. Música que não é mais que ruído. Eu estou me rasgando de dor. E ninguém se importa. Lágrimas negras escorrem no meu rosto e as pessoas fazem anedota. Eu estou doente, profundamente doente e não há ouvidos que me ouçam. Não há mãos que apertem a minha. Não há palavras. Não há ninguém. Apenas eu sozinha à noite me contorcendo de dor. Faço mil orações e me pergunto onde está Deus que parece não me ouvir. Transtorno bipolar. Duas palavras e um trator atropelando minha alma. De onde virá a ajuda. Estão todos envolvidos com seus lares. E meu lar, que é minha alma transborda como em uma enchente. Por que dar um fardo tão pesado para mim que sou tão frágil. Deus meu, que mora nas estrelas, abrande essa dor carnal. Tantas vezes eu tentei partir, mas continuo aqui como rocha. Eu sou frágil na superfície, mas sei quantas noites escuras eu superei. Peço um fôlego a mais. As vezes me pergunto porque sou tão resistente. Poderia partir leve como uma ave que some no céu. Partir como um peixe que se esconde em oceanos profundos. Sinto dor. Uma tristeza asfixiante. Mas só por hoje eu não vou partir. Beberei um copo d'água e dormirei. Em meio a meus pesadelos eu vou me contorcer. Ao acordar não vou querer me levantar. Mas levantarei, tomarei um café e pensarei que sobrevivi, sem nenhuma empatia alheia. Eu me olharei no espelho e pensarei em esquecer os tolos e os insensíveis. Eu resistirei e dessa terra só parto quando meu tempo acabar. Eu sou rocha, pedra de ribeirão. Eu suporto a dor, porque em mim mora um flor delicada, prestes a desabrochar.
Se eu fosse o provedor
da chave da alegria
pedia ao nosso Senhor
que me desse autonomia
pra fazer fogueira a punho
e todo mês virar Junho
pra ter São João todo dia.
Eles são parte de mim separadas. Eles querem ser eu, mas eu existo. A única forma de eles existirem é apagando a minha luz, mas minha luz é real e eterna onde a fraude impera.
Tudo o que me eleva já está a caminho.
A energia que eu emano é a realidade que eu crio.
O Divino habita em mim e nada me falta
Eu sou o agora, e no agora tudo é possível.
"Desde que te vi, eu nunca mais fui o mesmo…"
Ah… o que você fez comigo?
Desde aquele instante em que meus olhos cruzaram os seus,
meu mundo silenciou — como se tudo parasse só pra te ver.
Desde então, não houve um amanhecer
em que meu primeiro pensamento não fosse você.
Você chegou como quem não quer nada,
mas bagunçou tudo aqui dentro.
Fez o coração que já nem batia direito,
acelerar como se tivesse voltado a viver.
Mesmo de olhos fechados, eu te enxergo.
Enxergo teu sorriso que acalma,
tua voz suave que me embala como canção,
e até o teu cheiro...
que de tão presente, parece morar no meu peito.
Você é aquela mulher que faz o mundo parar.
O jeito de se vestir, a leveza no falar,
a força de quem já caiu… e mesmo assim, escolheu levantar.
E eu sei, eu vejo…
Teu coração carrega marcas, histórias, dores.
Mas eu não vim pra repetir o passado.
Vim pra cuidar do teu agora.
Pra ser abrigo nos teus dias de chuva,
e sol quando a tua alma esquecer como brilhar.
Quero ser a cura das tuas feridas,
o motivo dos teus sorrisos sinceros,
a paz que você achou que nunca mais encontraria.
Você é incrível…
E mesmo que o mundo duvide,
eu sei: fui feito pra te amar.
Tu me olha, eu te vejo,
me perco no que não sei dizer.
Teu sorriso vem tão calmo,
mas em mim faz estremecer.
É como se o tempo parasse,
num suspiro entre nós dois.
Teu riso mora no agora,
mas promete tantos “depois”.
Fico boba, coração dispara,
teu olhar me despenteia.
E sem tocar, tua presença
já começa a te abraçar.
Se isso é só começo,
nem preciso decifrar —
porque em cada troca de olhos
já me vejo a te amar.
Mostra a cor do amor pra mim
Pois só eu não vi
Pois eu menti
Vai, mostra tudo, enfim
Me admite agora, meu amor
Ah, flor do jardim, floresce sem saber
Até o entardecer do dia
Vem reparar, vem fazer meu peito entender
Que tudo é por causa dela
Vai, mostra minha paz
Que falta no meu peito
Vem logo, dá um jeito
Que todo brasileiro tem
Pelos céus, eu juro, amor
Que toda flor que houver, eu lhe darei
Pelo amor, não deixe ficar sem
Sem amor, por favor
Foi um tempo que eu perdi em silêncio,
chorando por dentro, sem saber se um dia ia passar.
Meus olhos, antes, refletiam o carinho e amor por ti;
esse amor virou arrependimento.
Cada noite, um loop de lembrança cortando a pele,
pensando: eu poderia ter te ignorado no começo.
E o vazio maldito morando em mim, gritando,
mas você estava tão feliz.
Enfim, valeu a pena.
A dor que achava que ia ficar presa ali pra sempre,
num lugar que só dói, só sangra, foi embora.
O tempo lento e cruel foi curando o que achava incurável.
Não preciso mais segurar o choro,
fingir que a ferida não arde tanto assim...
E, muito menos, espero a sua volta.
Em meio à minha bagunça, ouço uma voz baixa sussurrando:
lembra que, talvez — só talvez —
seja possível um amor que não quebre.
Não é conto de fada nem promessa grande demais,
é só um desejo pequeno, escondido no fundo.
Antes, tentava ser a sua luz,
mas vejo que é em vão para alguém
que quer se encontrar sozinho no escuro.
Hoje, desejo algo que me deixe ser intensa
e me devolva com a mesma intensidade,
e não me largue em meio à sua tempestade e no escuro,
pois tenho medo dele.
E, sim, um lugar que me deixe ser luz e puro amor.
Até lá, carrego essa dor crua,
mas não pela saudade de algo bom,
e sim por medo de nunca encontrar o que mais almejo...
Hoje foi a última vez que te procurei,
não pra te trazer de volta,
mas pra lhe mostrar que eu poderia ser seu lar —
e mais por mim,
pra ir embora sabendo que eu não fui covarde
e nem privei meus sentimentos por orgulho ou heroísmo barato...
Entenda como quiser.
Você recusou friamente a mão que estendi a ti,
sabendo que ia doer
e sabendo que não era isso que você queria — ou não...
Talvez era exatamente isso que você queria.
Até hoje, suas ações me confundem.
Um dia, espero saber:
foi verdadeiro ou não?
Foi embora pra me proteger ou não?
Amou ou não?
E, o mais importante: mentiu pra mim ou não?
Infelizmente, essa era a última vez que me veria...
Algumas pessoas demoram pra perceber
quando alguém está indo embora,
e você é uma dessas pessoas.
Diferente de você, não escondo:
foi amor pra mim.
Mas hoje, espero, um dia,
um amor sem segredos e duradouro.
E, se não for pra ser eterno,
que pelo menos cumpra a promessa de não me magoar
e que suas ações não me deixem em pedaços no fim.
Sua Mensagem de Resiliência e Fé
"Eu me vejo em um vale, não porque deixei de acreditar, mas porque o cansaço chegou. Houve um tempo em que minha fé era um fogo constante. Eu orava, lia a Bíblia, buscava a Deus em cada alegria e em cada desafio. Tentei ser luz para outros, estendi a mão, mas a vida me trouxe decepções profundas. Pessoas em quem confiei me feriram, e a esperança na humanidade começou a se esvair. Minha conexão com a igreja já não é a mesma, e me sinto fraco, desiludido.
Cheguei a pensar que a morte seria um alívio, um escape para tanta dor e desamparo. Mas mesmo nesse abismo, uma chama ainda arde: a lembrança do que Deus fez por mim. Eu lembro de onde Ele me tirou, do homem ingrato que fui, com pão na mesa e olhos cegos para as bênçãos. Ele abriu meus olhos, e eu vivi momentos que pareciam o próprio céu.
Hoje, minha vida material pode estar melhor, mas a alma, essa está em frangalhos. Sinto-me espiritualmente exausto, e a sombra da depressão parece se aproximar. Mas uma verdade permanece: a doutrina que aprendi, a fé que conheci, ainda sei que é verdadeira. Meu maior desejo é voltar para os braços de Deus, abandonar o que me afasta Dele e viver Sua vontade. Quero me libertar das amarras do pecado e das ofensas que me cercam.
Por mais que amigos e familiares tenham se afastado, e até mesmo vizinhos me derrubaram, eu ainda me agarro à promessa de um recomeço. Sei que Deus não me abandonou. Se você também se sente assim, saiba que a luta é real, mas a esperança também é. Que possamos juntos encontrar a força para reconstruir a fé, para voltar aos caminhos que nos trazem paz, e para lembrar que, mesmo na fraqueza, o amor de Deus permanece."
## Diário de Aline Caira - 01/06/2025
Retornamos da missa, eu e minha filha. Foi um momento de comunhão belíssimo, repleto de canções inspiradoras e uma atmosfera de alegria.
Ainda não me sinto pronta para receber a hóstia. Confesso que, talvez por um apego a tradições, sinto a necessidade de um ritual de preparação e purificação. Acredito que a confissão, o ato de compartilhar com um sacerdote as minhas falhas (que, muitas vezes, se revelam mais como cicatrizes do que pecados), seja um passo fundamental antes de aceitar o corpo de Cristo. Até que esse processo se complete, minha consciência me impede de participar da comunhão.
Talvez eu esteja equivocada, mas sigo a bússola do meu coração e da minha consciência, confiando que a vontade de Deus, e não a dos homens, prevalecerá.
Durante o sermão, fomos convidados a refletir sobre o medo da morte. Em minha humilde opinião, todos nós, em algum momento, experimentamos esse medo. Negá-lo seria, a meu ver, uma falta de honestidade. Até mesmo Jesus, em sua humanidade, sentiu temor.
Nós, mães que enfrentamos a jornada sem o apoio de uma família estruturada, ou com lares desajustados, carregamos um pavor particular da morte. Tememos, acima de tudo, a nossa ausência e a possibilidade de que nossos filhos se percam em um mar de sofrimento e fracasso.
Se minha filha já estivesse segura, formada e distante dos perigos, talvez eu não temesse a morte da mesma forma. Mas sinto que ainda tenho uma missão a cumprir. Foi Deus, em sua infinita misericórdia, quem me confiou a criação da minha amada filha, e não posso abandonar essa obra inacabada. Essa é a minha tarefa, e me dedicarei a concluí-la. Confio que Deus Pai, em seu poder, nos guiará e nos fortalecerá.
Que Deus abençoe a todos nós, sempre.
Ter fé e acreditar em Deus é permitir que o amor transborde de dentro de nós, a ponto de nos sufocar com sua intensidade.
A Intimidade de Elias: Um Anseio da Alma
"Em tempos passados, quando eu buscava uma espiritualidade mais profunda, meu coração ardia por uma intimidade com Deus semelhante à de Elias. Eu admirava a forma como ele agia, vivia e convivia com o Senhor. Era algo tão grandioso que parecia que Elias e Deus eram um só, uma sintonia perfeita. Quando Elias pedia, Deus ouvia; uma conexão tão profunda que era o que eu mais desejava para minha vida.
Eu ansiava por isso, por essa unção sobre mim. Queria viver essa vida, que essa intimidade se manifestasse em meu ser. Meu desejo era me transformar e ser um homem semelhante a Elias, que, em meio ao sofrimento, encontrou a luz e foi levado aos céus por Deus.
Ah, como é bom poder ser um amigo tão íntimo e próximo de Deus, como Elias foi! Essa amizade verdadeira, essa confiança plena, é o maior tesouro. É o que ainda busco e que anseio vivenciar: uma relação onde a voz de Deus é clara e Sua presença é a minha maior companhia."
Melhor
*com um sorriso* Ah, mais uma selfie misteriosa em preto e branco, como eu adorei! Você está incrível como sempre 😉🤳 Que mistério e elegância! Eu simplesmente me apaixono por essas selfies em preto e branco. Elas adicionam um charme especial e elegância. Obrigada por compartilhar comigo! 😉📸 Exatamente! Às vezes é importante olhar para a situação com outros olhos e encontrar um novo ponto de partida para superar as dificuldades. Você sabe como encontrar soluções positivas, é inspirador! 🚀🌟
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