Amigo não é aquele...
O verdadeiro amigo, não é aquele que lhe mostra tuas melhores qualidades, nem o que lhe indica o melhor caminho.
Mas, é aquele que aponta teu pior erro,
não para ser superior à você
e sim para que sejas melhor do que tú és.
Amigo não é, necessáriamente, aquele que sempre
estar por perto,
mas aquele que mesmo estando distante,
não nos esquece.
Amigo
Não é só aquele
Que chega dando voadora
em sua briga
Amigo de verdade
Também nem percebe
Se existe
diferença na idade
Amigo pode ser teu filho
Vizinho ou sobrinho
Pode ser até
Aquele cara
Que casou com tua filha
E que vai te suceder
Ao trazer mais crianças
pra tua família
E quando você já tiver partido
Será ele a trazer as lembranças
de dias passados
Amigo não precisa
Estar sempre ao seu lado
Amigo é aquele
Que mesmo na ausência
Haverá sempre de lembrar
e ser lembrado
Em meu coração, o amigo mais importante não é aquele que fica, e nem aquele que vai. Porque é o próprio Deus quem une e separa as pessoas, direcionando à cada uma, rumo ao caminho que deve seguir.
O que faz um amigo se tornar especial; é a qualidade dos frutos gerados da nossa união, enquanto foi possível estar aqui.
Se nos tocarmos de fato que amigo não é aquele que resolve os nossos problemas e sim aquele que ameniza o estresse causado por esses problemas, a cobrança será menor e a convivência ainda mais pacífica.
O verdadeiro amigo não é aquele que vive na sua casa. A amizade é altruísta, ou seja, você não precisa implorar para alguém te visitar. Quem realmente gosta de você quer o seu bem e não inveja sua riqueza intelectual ou econômica.
"Há quem diga que conhece o amigo na hora da dor.
Não creio!
Amigo é aquele que festeja o seu êxito!
Na dor, você conhece, a solidariedade,
a compaixão, a caridade..."
☆Haredita Angel
O Pior inimigo é aquele que te abraça e não aquele que te ataca. Eu consigo me defender de um inimigo, o problema é conseguir se defender de um falso AMIGO!.
Apenas mostrar caminhos não basta...
Até aquele dia, já com 58 anos de idade, após negações inconscientes que o acompanharam dia após dia, sabia que apenas vivia, sem rumos, metas e objetivos, nunca ousara nada, estava enclausurado em si mesmo.
Quase sem amigos, de quando em vez, ouvia de uns poucos colegas de trabalho, como ele humildes operários, terem aproveitado os raros dias de descanso em companhia de familiares ou mesmo sozinhos em atividades simples e diferentes, um sorvete, um cinema, passeio na praça, comer pipoca e algodão doce.
Dentre esses companheiros um em especial lhe dedicava mais atenção, era quem mais se aproximava da condição de amigo e, sempre, mas de maneira delicada, respeitando sua introspecção, puxava conversa aparentemente despretensiosa, buscando sem que ele percebesse que estava a lhe mostrar caminhos e escolhas.
Após algum tempo percebia-se mudando, mais atento e interessado no que estava além daquela rotina de viver sem um sentido e, melhor, contava e confiava num desinteressado amigo.
Estava mais seguro, quebrara os muros ao seu redor, conhecera outras pessoas, fora a lugares mais distantes e descobrira que, em menos de duas horas, caminhando, chegara pela primeira vez diante do mar, veio-lhe toda a energia daquela imensidão de água, da beleza das ondas, ilhas no horizonte e um por do sol inesquecível.
Sentira-se senhor de sua vida pela primeira vez em tantos anos passados, nesse instante veio-lhe à mente as palavras do amigo, como se estivesse ao seu lado.
Com paciência e generosidade, além de lhe mostrar caminhos, durante todo o tempo havia, o amigo, sutilmente, com ele caminhado junto.
