Ê, Domingo... Entediado. De lado a lado. Dormingo...
Soneca... A alma? Leve. Os olhos, pesados. Sono? Breve...
Paciente... Sala de espera. Revendo anos idos, Nas revistas vencidas...
Paraíso... Sabor de céu... Cheiro de borboleta. E meu eu é teu...
Imortal... Eu, tenho fim... O que não acaba Em mim é você...
Que M... Meu Deus... Como sou falível. E meus erros são meus...
Proibido Errar... E acerta, acerta... Vez em quando, erra. E a porta aberta, cerra.
Bicho Complexo... É, todos erram... E perdoar não é fácil. É estranho, não?
Efêmero? Nossa história. Escrita com lápis... A borracha é o tempo.
Ascende-me... Céu azul, sol... Às vezes, é noite. E a luz é teu sorriso.
Múltiplos Sentidos... Saco vazio... Não para em pé? E eu, ereto...
Máquina de Deus? Obra perfeita, O ser humano. Digo, no papel...
Complicado? Bicicleta velha. Bola das meias da mãe. A verdadeira felicidade é simples.
Filhos Meus... Pedaços de mim... Sorrindo, aqui e ali. E minha vida sem fim...
Sem Máscaras... Realidade, fatos. Hipervalorizados... Gosto de fantasias.
Vai, Volta... Tudo é troca. Bem pelo bem... O mal por mal.
Destino... E assim amamos, Sem querer, querendo... Sendo, sem saber.
Jejum? No café, ilusões. Fantasias no almoço. Pra dormir, sonho...
Construtor! Destruir é fácil... E construir não o é. Mas serei, sim, obreiro.
Faça Melhor! Tá ruim, horrível! Criticar é muito fácil. Crítico: executor infeliz?
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.