O amor é ilusão que maltrata e faz doer, Quanto mais a gente diz não mais ele teima em crescer.
Par... Mesão. E tira meias. Mas que chulé, filho! É que mamãe gosta de queijo...
Incoinstante... Sei, sei, sei... Já não sei mais. E minha paz?
Exemplo? Não faça isso... Nunca errou, pai? Meu erro, teu acerto?
Mais ou Menos, Um... Perdendo tempo? Nem dormir, consigo. E ansiando, sigo.
Sou Forte... E sigo fingindo? Acreditando, sempre. Antes que eu me lembre...
Dádiva... Viver é simples. É nascer e morrer. No meio, o presente...
Surdo... Tua boca aberta, Vociferando aquele Silêncio ensurdecedor...
Comunicação Ruim... Disse: te amo. Ouviste: temo... Chorou a esmo.
Brilha, Mas Dói... E tuas lágrimas São pérolas, minhas. Olhos, conchas, minas...
Tum, Tu... E eu, insone. Travesseiro pulsando. E eu, insano...
Upa! Calma... O tempo voando... E eu querendo laçá-lo, Dominá-lo com meus sonhos...
Eterno... Uma luz, lá no fim... Túnel... Prefiro pontes. Quiçá uma escada, ao céu...
Pó? Leia, Pô... Toda poesia é linda, Qualquer e sempre uma, Mormente se for lida...
Esperando... E nado, ando. O pensar, voando. E nada, ainda...
Momento... Ei, ei... Me olha. Aqui, dentro de mim. Meu amor por ti: sem fim...
Fardo Bom... Inquieto, a transpirar, Envolto em pensamentos... Aquele peso de existir...
Foi Bom... Silêncio ao redor. O coração batendo. E nós, ofegando...
Te A(L)mo... Duas mãos... A tua, a minha. Alma, uma só.
Não Estanque... Deu medo. Impotente. Pô, tente!
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