Amigo Dom de Deus

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⁠Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.

⁠⁠Acordar é tão Fácil — basta estar vivo!
Mas se Deus te deixou acordar, é porque Ele espera que você Desperte.


Acordar até parece algo automático: o corpo abre os olhos, respira, se move… e seguimos.


Mas viver acordado não é o mesmo que estar desperto.


Despertar é perceber o que realmente importa: que há Vida depois dessa vida falível.


É ouvir o chamado que você insiste em adiar...


Enxergar o propósito escondido na rotina.


É reconhecer que cada manhã é mais que repetição — é convite, oportunidade...


Porque, se Deus te deixou acordar hoje, não foi apenas para existir.


Foi para despertar, para não desperdiçar o que só você pode decidir...


E despertar, ao contrário de acordar, não acontece no travesseiro.


Acontece na consciência.


Acontece na coragem.


E acontece especialmente quando você decide viver para além da vida.

Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.

Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.


Tenha fé, aquietai o vosso coração!


Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.


A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.


Aquietai o vosso coração!


A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.


Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.


Aquietai o vosso coração!


Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.


E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.


Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.


Assim seja, amém!⁠

⁠⁠Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.


Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.


Mas Deus não é disfarce.


Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.


Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.


Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.


E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.


A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.


Não ergue palcos — ergue consciência.


Nem vende imagem — transforma caráter.


E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.


Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.


Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.


Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.


Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.


Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…


Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.


O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.


E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.

⁠Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.


Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.


Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.


E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.


Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.


Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.


Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.


Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.


Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.


Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.


Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.


Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.


Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.


Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!

⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

⁠Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.


Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.


Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.


Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.


Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.


E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.


Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.


A fé que agride não ora: acusa.


Não intercede: sentencia.


E não busca comunhão: exige submissão.


Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.


Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.


E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.


Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.


Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.


A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.


Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.


Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.


E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.


Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.

⁠Através da misericórdia de Deus podemos perdoar os outros e a nós mesmos.

Judas não vendeu Jesus porque esperava que o Filho de Deus fizesse uma rebelião contra Roma. Judas o traiu porque tinha inveja de Jesus.

Assim como,
Para Deus não existe
pecado MAIOR e nem
pecado MENOR...
Também o AMOR D'Ele
para conosco
não é alterado.

Em meio a tudo o que eu passo,
à Deus eu peço um sinal...

Não sei se o que eu passo já é o tal sinal
ou se é o tempo fazendo o seu papel.

Não adianta subir o paraíso, se verá apenas nuvens e não a Deus.

Em terra de cego quem tem um olho é rei, dois é Deus, três é o diabo

A mulher foi o segundo erro de Deus.

Definições canônicas do Entregacionismo


1. Deus


>“Deus não é um legislador ou juiz externo, mas o fundamento imanente do ser, que se manifesta na entrega consciente do sujeito à própria experiência. Entregar-se à vida é tocar Deus de forma plena e legítima.”<


2. Prazer


>“O prazer não é um pecado nem um privilégio; é a manifestação concreta da potência do corpo e da consciência, a experiência que integra matéria, afeto e sentido. É ato de liberdade e expressão ontológica do ser.”<


3. Desejo


>"Desejo é a força reflexiva que atravessa a consciência humana, permitindo reconhecer-se enquanto sujeito em relação ao mundo. Amar o próprio desejo não é submissão, mas reconhecimento da condição ontológica do existir.”<


4. Corpo


>“O corpo é o primeiro território do sagrado, veículo de experiência e ponte entre existência e sentido. Ele não deve ser controlado ou reprimido; é o espaço onde se afirma a potência de ser."<


5. Arrependimento


>“Arrependimento não é punição, mas consciência da experiência. A ação gera saber; a omissão gera hipótese. Arrepender-se do vivido é aprender; arrepender-se do não vivido é especular.”<


6. Liberdade


>“Liberdade não é ausência de regras, mas a capacidade de afirmar a própria existência por meio da experiência consciente, incluindo prazer, erro e risco. É a ação sobre si mesmo e sobre o mundo sem abdicar da responsabilidade existencial.”<


7. Entrega / Entregacionismo


>“Entrega é a suspensão da pretensão de controle absoluto sobre a vida, combinada à consciência plena da experiência. Entregacionismo é a ética de viver o existir em sua totalidade, afirmando corpo, desejo e liberdade como campos legítimos de experiência.”<


8. Experiência


>“Experiência é o critério ontológico do Entregacionismo: aquilo que se vive, sente e reconhece como real. Só a experiência, não a especulação, confere conhecimento genuíno e sentido à existência.”<


9. Erro / Transgressão


>“Erro ou transgressão não são falhas morais, mas movimentos inevitáveis dentro do fluxo da existência. O que a sociedade ou a moral chama de errado muitas vezes é apenas expressão legítima da potência de ser.”<

Deus viu que eu não poderia seguir sozinha.
Então enviou-me você!

__________FranXimenes
11*08*2013

⁠Há um Deus para todos.

⁠Caráter é o que agrada o coração de Deus.

A caminhada com Deus começa de dentro pra fora.